ARGENTINOS
Os argentinos tem sido o ponto negativo aos moradores, comerciantes e bons turistas da Praia do Rosa neste verão
Mais do que nunca, este ano a Praia do Rosa foi invadida por uma horda de hunos recém chegados de Woodstock, com cabelos desgrenhados, calças fundilhudas e uma incompreensível compulsão a gritar, sujar as ruas e fazer barulho madrugada afora. Alguns portemos amigos e bons surfistas, diz que são todos filhinhos de papai, garotada entre 15 e 25 anos da classe média de Buenos Aires, gurizada que mora em Palermo, joga rubgy e estuda em faculdade particular, mas que na Praia do Rosa se traveste de hippie de vitrine, bota os demônios para fora e se vinga do conservadorismo da sociedade argentina e só anda com a “tabla” debaixo do braço.São muito poucos no pico, mas muitos na areias e na noite a incomodar. Os Argentinos do surf e de alma não são estes que invadiram o Rosa com mau comportamento.
Existem denúncias de donos de mercados que ainda não contabilizaram o prejuízo das mercadorias que os porteños afanam diariamente de suas prateleiras e leva escondida em suas bolsas. O resto dos comerciantes e moradores do Rosa estão apavorados com a bagunça que espanta os bons hóspedes, suja a praia e as ruas, não deixa ninguém dormir. Até os nativos que teimam em alugar suas casas a R$ 10,00 por pessoa estão de cara, pois os gringos enfiam clandestinos nas casas, quebram móveis e utensílios, assediam as meninas e perturbam o sono e todos com seus gritos e música alta.
O que fazer? Primeiro tomar consciência de que alugar barato é um péssimo negócio, para que o nível do turista que visita a praia melhore. Em segundo lugar, conseguir que a Polícia Militar pare de encarar a Praia do Rosa como local de veraneio e comece a trabalhar, o que ainda não fez este ano. O transito na Rua Calçada vive engarrafado, e os porteños pintam e bordam (a última moda é despejar latas de lixo quando voltam da balada) e as viaturas e motos policiais apenas desfilam como se estivessem na Marques de Sapucaí, sem tomar nenhuma atitude contra estes abusos. Uma história antiga.
Os paiperos devem saber o que está a acontecer no Rosa e não serem confundidos, com os hermanos argentinos . Tenho certeza que os charruas não cometerão tais erros, e irão ao Rosa para surfar e se divertir nada mais.
Aos Argentinos um recado, mais surf e menos tumulto. Educação é fundamental quando esta fora de seu pico. Os Argentinos estão a copiar maus exemplos de brasileiros, uma lastima. Um abrazo, Mauro.

Os argentinos tem sido o ponto negativo aos moradores, comerciantes e bons turistas da Praia do Rosa neste verão
Mais do que nunca, este ano a Praia do Rosa foi invadida por uma horda de hunos recém chegados de Woodstock, com cabelos desgrenhados, calças fundilhudas e uma incompreensível compulsão a gritar, sujar as ruas e fazer barulho madrugada afora. Alguns portemos amigos e bons surfistas, diz que são todos filhinhos de papai, garotada entre 15 e 25 anos da classe média de Buenos Aires, gurizada que mora em Palermo, joga rubgy e estuda em faculdade particular, mas que na Praia do Rosa se traveste de hippie de vitrine, bota os demônios para fora e se vinga do conservadorismo da sociedade argentina e só anda com a “tabla” debaixo do braço.São muito poucos no pico, mas muitos na areias e na noite a incomodar. Os Argentinos do surf e de alma não são estes que invadiram o Rosa com mau comportamento.
Existem denúncias de donos de mercados que ainda não contabilizaram o prejuízo das mercadorias que os porteños afanam diariamente de suas prateleiras e leva escondida em suas bolsas. O resto dos comerciantes e moradores do Rosa estão apavorados com a bagunça que espanta os bons hóspedes, suja a praia e as ruas, não deixa ninguém dormir. Até os nativos que teimam em alugar suas casas a R$ 10,00 por pessoa estão de cara, pois os gringos enfiam clandestinos nas casas, quebram móveis e utensílios, assediam as meninas e perturbam o sono e todos com seus gritos e música alta.
O que fazer? Primeiro tomar consciência de que alugar barato é um péssimo negócio, para que o nível do turista que visita a praia melhore. Em segundo lugar, conseguir que a Polícia Militar pare de encarar a Praia do Rosa como local de veraneio e comece a trabalhar, o que ainda não fez este ano. O transito na Rua Calçada vive engarrafado, e os porteños pintam e bordam (a última moda é despejar latas de lixo quando voltam da balada) e as viaturas e motos policiais apenas desfilam como se estivessem na Marques de Sapucaí, sem tomar nenhuma atitude contra estes abusos. Uma história antiga.
Os paiperos devem saber o que está a acontecer no Rosa e não serem confundidos, com os hermanos argentinos . Tenho certeza que os charruas não cometerão tais erros, e irão ao Rosa para surfar e se divertir nada mais.
Aos Argentinos um recado, mais surf e menos tumulto. Educação é fundamental quando esta fora de seu pico. Os Argentinos estão a copiar maus exemplos de brasileiros, uma lastima. Um abrazo, Mauro.
el Enero 30, 2008, 12:14 pm
De lo bueno y de lo malo hay en todas las familias.
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