EPICO - PIER DE SALINAS

EPICO - PIER DE SALINAS

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Um dia inesquecivel.

Existem dias de boas ondas, ondas regulares, boas ondas e existe o dia épico que é aquele dia que quebra uma ou duas vezes por ano . No período do carnaval rolaram 3 dias nestas condições. Ondas perfeitas tubulares próximas aos pilares , variando de 0,5 a 1,5 m que atravessavam o píer.Antes da semana oficial do carnaval já havia rolado um mar em boas condições no lado esquerdo do píer , ondas verdes tubulares.Salinas fica a 5 km de Cidreira e 20 km de Tramandai, busca sua identidade, tendo bons representantes locais.

O Paipo sempre foi bem recebido pela galera local. Recebido pelo anfitrião Dr. Marcelo Abbud, conhecido no pico como “titio”, que varia seus treinos entre o Píer e a praia do Rosa , nos apresentou as condições do pico. Ele afirmava o seguinte “ existem dias épicos, e ,estes dias , estão nestas condições.Pegou direitas com bom tamanho e esquerdas com drops arriscados.

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Onda para os dois lados.

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Guto.

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Bom drop.

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Eduardo Sasso.

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Ronaldo.

Ronaldo Batalha é outro que sempre esta na área, foi alvo de matérias anteriores e especialista no grab rail nas esquerdas.Já com seus cabelos brancos , sempre tem uma história para contar nos seus muitos anos de surf pelo mundo. Jacaré é outra lenda do pico, onde após algumas fases ruins da vida, foi renovado pelas ondas clássicas que ocorreram, onde no pro night se deu bem e foi clicado pelo Paipo dando uma batida já no inside em onda que vinha trabalhando desde o outside.

Mosquito é uma promessa que vem sempre detonado no píer, chamou a atenção por estar usando um long em pleno verão. Eduardo Sasso é outro que já teve inúmeras fotos no site e estava presente mais uma vez mostrando uma boa técnica.

Marcio, longbaorder, fez bons drops de backside nestes dias inesquecíveis, tendo sua boa performance sido registrado em outras matérias. Ceará, bodyboarder foi outro de destaque, principalmente nas direitas grudadas no píer. Gutinho foi outro presente , sempre de bom astral.

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Jacaré.

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O tamanho da onda próxima aos pilares.

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Marcio de backside.

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Muitos outros se fizeram presentes mas não lembro o nome de todos.Camisetas do Paipo foram distribuídas na areia.Um dos pontos negativos foi a incrível briga dentro do mar entre o titio e um surfista que se denominava “local do centro”, que entrou na briga depois uma disputa de ondas entre outro surfista e o titio e tomou para si o conflito. O incidente não teve maiores repercussões, mas fica aqui o registro para ser evitado.

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Esquerda.

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Esquerda primerias horas da manha.

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Ceará.

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Surfista remando solitario.

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Esquerda e direita.

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Classico .

As fotos foram tiradas em cima dos cômoros de areia próximos onde a galera local dos surf deixa os carros. O surf rolou sempre desde as primeiras horas da manha ao final de tarde, as fotos eram tiradas depois de cada sessão de surf. A cada boa onda , quando sacadas as fotos, sempre eram comentadas e havia sempre uma grande torcida de todos por uma bela performance.

O registro que deve ser feito, além das boas ondas e dias, foi o bom astral da galera local e a boa recepção com o Paipo, a qual agradeço muito.Até a próxima ,Mauro.


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Esquerda pronta para atravessar os pilares.

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Eduardo Sasso.

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Marcelo "titio" Abbud colocando para baixo.

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Ceará numa direita longa.

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Sem comentarios.

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Mosquito.Valoración:   Votos: 3  



ESPECIAL FLORIPA PAIPO



ESPECIAL FLORIPA PAIPO



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Praia Brava primeiras horas da manha.


Florianópolis, mais conhecida como ilha da magia, era o roteiro de surf muito pedido por muitos paiperos. O colunista do Paipo “The Wolf” , mora na ilha há mais de 20 anos, tendo se colocado a disposição para a cobertura. Nesse meio tempo o amigo Roberto Arus, mais conhecido como “el turco” estava de malas e bagagens para morar na ilha. Foi o pretexto para a operacionalização da matéria. Ficamos baseados no apartamento do the wolf no centro da cidade, podendo a partir das informações recebidas partir para todos os lados da ilha.O mês de fevereiro se mostrou muito quente, ventos predominantemente de nordeste e leste.Só havia uma forma de baixara temperatura, a procura por um ar condicionado ou correr atrás das ondas.Optamos pela segunda opção. Nesta época do ano muitos turistas se faziam presentes. Era comum encontrar europeus, americanos e sul americanos tanto na noite como pelas praias. No primeiro dia de trip se foi conferir com vento nordeste a Joaquina. Havia uma onda grudada na pedra , com um crowd de uns 30 surfistas. Depois de um tempo nom pico, se foi conferir a praia do Moçambique. A galera local recebeu muito bem o Paipo, num ambiente de muita amizade. Uma onda bem pesada, onde se deve ter muito cuidado tanto para entrar como sair do pico. É a chamada praia de tombo.




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Moçambique.

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Moçambique.

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Escritorio Paipo , praia Brava, El Turco no relax.

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Pier de Salinas.


Mas a melhor opção foi encontrada um dia depois. Praia Brava, última praia de surf ao norte da ilha, estava com muito boas condições. Ondas que variavam de 0,5 a 1 m bem na beira da praia.Legítimas ondas de verão. O Paipo se posicionou no canto norte da praia, onde havia um quiosque abandonado, onde se tinha uma visão privilegiada tanto da praia como das ondas, ficava a sombra e ao lado do bar.Foram três dias direto no pico. Uma das coisas que mais chamava a atenção era a grande quantidade de surfistas mulheres. Existia uma matéria na ilha onde existia uma disputa entre praia Mole Riozinho para saber onde estavam as mulheres mais bonitas, o que posso dizer as mais bonitas surfistas estavam na Brava.



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Praia Brava, direita.

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Backside , Praia Brava.

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Batida, praia Brava.

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Surfista.

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Surfista.

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Cavada na beira da praia Brava.

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Joaquina.

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Paipo, praia Brava.

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Rosa Norte.

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Floater, praia Brava.

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Joaquina.

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Cavada, praia Brava.

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Série, praia Brava.

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Esquerda , Praia Brava.

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Moçambique.


Mais uma vez a recepção da galera local foi muito boa, um dos nossos anfitriões foi o lendário Guipa, que tem apartamento em frente ao pico.Não era necessário sair do pico era surf direto com descanso no quiosque e muito suco e cerveja para hidratação.E com visão das gatas surfistas e não surfistas que passavam a frente. Se chegava ao pico das ondas com água pelo joelho.Havia ainda a opção de vôo de para pente, que era executado no local. Manobras das mais variadas eram executas com muita velocidade . Eram ondas rápidas e fortes. As imagens da praia Brava não sairão da cabeça da galera do Paipo Brasil. Na hora de ir embora foi a maior tristeza.Descendo para o sul do Brasil, se conferiu o Rosa que tinha uma onda no canto norte.E para encerrar com chave do ouro se surfou ondas tubulares no píer de Salinas antes de chegar a Porto Alegre.Missão cumprida. Até a próxima,Mauro.

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Paraglider

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Rasgada, praia Brava.Valoración:   Votos: 2  



METALLICA 2010 RIO GRANDE DO SUL COBERTURA PAIPO

METALLICA 2010 RIO GRANDE DO SUL COBERTURA PAIPO

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Todo o surfista gosta de escutar música antes e depois de pegar onda.Normalmente a preferência é o rock. Este preferência tem vários estilos e variações, mas existem bandas de circulam em todos os segmentos, uma delas é o METALLICA, que realizou um show histórico em Porto Alegre no dia 28/01/2010.

O Metallica já tinha vindo a Porto Alegre em 1999. Este seria o segundo show, mas numa fase e formação muito boa para divulgar o último disco na “WORLD MAGNETIC TOUR ‘ 10” . O show estava marcado para o estádio do São José, que a uns 15 dias atrás foi interditado pelos bombeiros, sendo marcado no PARQUE CONDOR , próximo do Pepsi on Stage e do Aeroporto Salgado Filho. Os ingressos já estavam sendo vendidos no final de 2009, tendo grande procura.


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Esses eram daqueles shows imperdíveis e que dificilmente veria novamente, portanto tive que sair da praia e suspender alguns trabalhos para fazer a cobertura. Sempre no surf tentei passar as matérias com o olhar de um surfista e não de um jornalista, no show do Metallica não seria diferente, seria um relato de surfista rockeiro.

O show estava marcado para as 21:30, mas durante a manha e tarde e no dia anterior havia chuvido muito, me preocupava muito a questão em função de ser local aberto, tendo apenas cobertura nas cadeiras. Mesmo com a pouca chuva do dia, o local se transformou em um imenso barral, criando até pequenas piscinas de lama entre o público. A banda Hibria fez a abertura próxima das 20 horas. A banda é formada pelo baterista Lars Ulrich, James Hetfield vocal e guitarra, Kirk Hammet guitarra líder e Robert Trujillo baixo.

O palco era simples mas enorme. O que chamava atenção eram os 3 telões, um muito grande atrás do palco, quase do tamanho do mesmo e dois laterais. Dois telões laterais grandes, de 8mx6m, e um gigante ao fundo, com 20mx8m. Havia quatro setores de arquibancadas laterais onde ficava as cadeiras com cobertura e a pisa no meio. Em cada setor das cadeiras havia bares e lojas de materiais da banda como camisetas, botons, dvds, cds entre outros.



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Depois das 21:50 começaram a aparecer nos telões imagens do wester , três homens em conflito, título dado no Brasil e na versão original “the good the bad and the ugly”. Era um presságio que o show deveria começar.Havia muita gente de outra cidades do estado como do exterior, havia próximo de 30 mil pessoas.

Foi a preparação para a apoteose instrumental da canção Creeping Death, que abriu a performance do Metallica, mostrando uma banda bastante empolgada e uma plateia idem.

O vocalista James Hetfield aproveitou e conversou com o público.

- O Metallica está aqui para fazer com que vocês se sintam melhor. Se vocês se sentirem bem, vão fazer com que a gente se sinta melhor também - disse Hetfield.

Minhas lembranças do Metallica remontam o inicio da década de 90 , o disco antológico black foi o primeiro que escutei.muitas viagens para Santa Catarina foram sob a trilha sonora de Enter Sandman, Nothing Else Matters e Unforgiven .

Fora a produção: fogos, fogo no palco, efeitos sonoros para receber One igual ao original… profissionais no melhor sentido da palavra. O vocalista James Hetfield falou que estava feliz por tocar pela primeira vez na capital gaúcha — o que logo fez o guitarrista Kirk Hammett corrigi-lo, fazendo o sinal de dois, com os dedos, para a plateia. E tudo terminou com queima de fogos e distribuição de palhetas e baquetas.

Foi obtido uma pulseira de cor azul, que possibilitou a circulação por toda a área do show.As fotos fora m tiradas do lado esquerdo do palco tanto na pista , nas cadeiras ou na área vip.As fotos foram outro aspecto diferenciado, pois são diferentes daquelas tiradas para o surf, existe o problema da iluminação , um pouco de chuva e a turbulência da platéia enlouquecida.




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O setlist do show do Metallica foi:

Creeping Death
For Whom The Bell Tolls
Ride The Lightning
The Memory Remains
Fade To Black
That Was Just Your Life
The End Of The Line
The Day That Never Comes
Sad But True
Cyanide
One
Master Of Puppets
Battery
Nothing Else Matters
Enter Sandman

Die, Die My Darling
Phantom Lord
Seek and Destroy

O vocalista perguntou aos fãs o que eles acharam do disco "Death Magnetic". "Vocês gostaram? É bom?", e o público respondeu com gritos.



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A banda fechou a primeira parte do show com a clássica "Enter Sadman" e voltou para o bis. Antes de tocar a última música da noite, James Hetfield ouviu aos pedidos por "Seek & Destroy" e perguntou: "Vocês gostam mesmo dessa música?". A resposta agradou ao vocalista, que admitiu também gostar da canção já emendando seus primeiros acordes. Mesmo depois do final do show, o Metallica continuou no palco distribuindo uma verdadeira chuva de paletas e baquetas que eram disputadas quase a tapas pelos fãs.

Seek and Destroy tem sido a última música em todos os shows.James Hetfield pediu “house lights on” para este momento, para enxergar os fãs.Um set list que agradou aos “true fans” da banda, com os clássicos que levaram o Metallica ao topo.



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Após o show, a banda se mantém no palco, se despedindo, jogando objetos para a platéia, fazendo piadas e mostrando ter satisfação com o que faz. Aproveitando o aniversário daquele que foi apresentado por James como “the Metallica’s president”, a banda e a equipe atiraram tortas no indivíduo e cantam parabéns com o público. O momento de descontração se estendeu.Todos os músicos falaram ao microfone, mesmo que brevemente, como Kirk e Robert, que resmungaram alguns pares de palavras. Lars foi mais sério e disse que espera que o Metallica não tenha mais de esperar onze anos para retornar a Porto Alegre. È o que esperamos.


E os velhos se puxam muito, tocando de verdade, te convencendo que tu não gastou seu dinheiro a toa e eles ainda estão no topo, que aquela lama toda é só para resfriar o caldeirão que eles estão evocando dentro do seu cérebro.James em muitos momentos do show agradecia a platéia informando que Porto Alegre fazia parte da família Metallica.Durante todo o show ocorreu um troca entre banda e público de energia positiva.



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A imprensa fez grande cobertura sobre o evento, os jornais estampavam o sucesso do show.

28 de Janeiro de 2010 entra para a história como o dia em que ocorreu um dos maiores shows que o público gaúcho já pôde presenciar na cidade de Porto Alegre.
O show do Metallica no Estado ficará marcado por duas coisas. As cerca de 30 mil pessoas que foram à apresentação quinta-feira à noite, em Porto Alegre, assistiram a um épico do metal, com um show de uma banda que tem 30 anos e ainda mantém o pique.Muitos surfistas estavam presentes.

Até a próxima ,Mauro.


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Valoración:   Votos: 1  



ESCOLA DE SURF ROSA NORTE

ESCOLA DE SURF ROSA NORTE


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Rosa Norte, local de treino.

Sempre acreditei que todo o sucesso nos empreendimentos ligados ao surf devem ser comandados por pessoas que peguem onda e sejam surfistas. A Escola de Surf Rosa Norte é um destes casos. Comandado pelo lendário Maneca, local do pico.Sempre que vou conferir o canto norte do Rosa o encontro é certo. A muito tempo ele vem desenvolvendo um bom trabalho no ensinamento da arte do surf.As aulas são dadas individualmente ou em grupos.A escola possui grande quantidade e variações de pranchas, roupas de borracha e equipamentos. Além da escola funciona como “guarderia”. Muito deixam suas pranchas e equipamentos no local sem qualquer preocupação.É fornecido para os que desejarem cadeiras e guarda sol. O Maneca sempre foi um dos destaques do surf local há mais de 30 anos , seja de pranchas ou de longboard e vem fazendo um bom trabalho no Rosa Norte .Outro professor da escola é o famoso “Chocolate”, um surfista especialista em manobras acrobáticas.Fica situada bem no canto do Rosa Norte e funciona durante o dia todo. Crianças, adolescente e adultos são ensinados na escola.Muitos novos surfistas tiveram seus primeiros passos sob o comando da Rosa Norte Escola de Surf. Um bom local e comandada por surfistas de alma, eu recomendo. Até a próxima, Mauro.




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Escola Rosa Norte, Chocolate ao centro e o colunista do Paipo "the wolf" a esquerda da foto.

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Maneca de backside.

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Chocolate destruindo a onda de longboard.Valoración:   Votos: 1  



PRAIA DA VILA - JANEIRO 2010

PRAIA DA VILA - JANEIRO 2010


Nos primeiros dias de 2010, uma boa ondulação estava presente no litoral de Santa Catarina. Havia ondas acima de 2 m no Rosa Norte. Após 2 dias o mar começa a baixar. Estava no estacionamento conversando com um grupo de 3 argentinos, 4 paulistas e 1 de Belo Horizonte. O Rosa Norte estava baixando, pela manha havia apenas 1 m e a tarde menos de 1 m. A pergunta que me foi feita era onde havia uma boa ondulação naquela momento.Não tive dúvida, praia da Vila. Fui junto ao grupo pegar o final de tarde na Vila. As ondas estavam lisas e tinham 1,5 m . Minha preocupação era informar aos que me acompanhavam que se deveria evitar enrabar ou "garronear " as ondas dos locais, sob o argumento que havai ondas para todos. Havia menos surfistas no pico em relação ao Rosa, mas atletas de melhor nível técnico.As esquerdas eram muito boas e as direitas iam até o canal. Tinha uns 25 surfistas no pico.Para meu espanto os argentinos e o mineiro respeitaram o local e os paulistas não. Ficou registrado o mau comportamento, e, certamente não irão me acompanhar em nova empreitada. Seguem algumas fotos deste dia, até a próxima,Mauro.

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Valoración:   Votos: 2  



A ESPERA



A ESPERA


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J.B.Good shaper Pura Vida.


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Figo, na cavada.

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Preparando para o tubo.

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Manobra dentro do tubo.

Havia 5 dias que ventava vento nordeste com ondas que variavam de 0,5 a 1 m no Rosa Norte e Ferrugem, uma onda boa , lisa boa para manobras mas havia previsões de tornado em alto mar e mar beirando os 2,5 a 3 m de ondas nos picos de sul. No sábado, dia 12/12 nada de novo e o mar estava baixando em vez de subir. Uma brisa de sul já rolava e no canto das pedras do Rosa rolava apenas 0,5 m.Não eram ondas ruins mas a decepção era geral, todos na subido do morro com seus quivers de guns e semi guns parados.
No domingo já amanheceu com séries de outside, que se fazia conexão com o inside , com tubos pesadas. Os locais fizeram a festa. O ponto negativo foi o resgate de cinco surfistas pelos salva vidas, que foram arremessados as pedras. Os tubos rolavam pesadas, mas era necessário fazer a ligação desde o outside, muitos não conseguiram e foram literalmente “amassados”.Muitos amigos do Paipo presente como “The Wolf”, “El Turco” , J.B.Good, Paulão entre outros. As ondas em média tinham 2 m , mas no outside beiravam 2,5 m e até maiores nos meus padrões de medidas, cada um tem a sua. Não era pelo tamanho, mas pela intensidade e pressão das ondas, que estavam bem pesadas e tubulares. Um dia em que os homens foram separados das crianças.Muitos pagaram o preço nas pedras.Até a próxima,Mauro.






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Ao tubo.

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A cavada, com bom tamanho.

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Entrada.

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Esquerda.

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Mirando o expresso.

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No tubo.

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Manobra de outside.

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A espera.Valoración:   Votos: 3  



DANIEL RIOLFI - ENTREVISTA


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Com Linden em 2004.

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Mancuso e o quiver em 1987.

O Daniel Riolfi é um dois maiores shapers do sul do Brasil, sendo um privilégio ao PAIPO a realização desta matéria. O lendário Giovanni Mancuso nos dá a introdução da entrevista.

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Shaping

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Peru 2009.

Mauro,

Pode reproduzir o seguinte sobre o Dani:

Sempre esteve um pouco à frente do seu tempo. Foi um dos primeiros shapers gauchos e perceber que precisava de um estágio na California para aprimorar a sua técnica. E mais do que isto, ele conseguiu buscar as orientações do mestre naquela época, nada mais nada menos do que Gary Linden.

Eu tive a sorte de poder encontrar o Dani exatamente neste período. Ambos estávamos no auge. Juntou a fome com a vontade de comer. Venci inúmeros campeonatos surfando com o que havia de mais moderno em termos de design.
E depois disto, o que ficou foram lembranças maravilhosas e uma amizade bacana.

O que tu achas, Maurão, chega?

[]s

GM



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Ocean side 1985, com Linden com logo da Yahoo.


ENTREVISTA

1 – Nome ? Idade ? Daniel Riolfi, 48anos, nascido em Porto Alegre, shaper desde 1979, formado em Administração de empresas na PUC-RS em 1990.

2 – Quando iniciou no surf ?Por volta do final da década de 70, motivado pelos amigos do colégio.

3 – Como começou a ser shaper ? Acredito que foi uma conjunção de motivos que culminaram em um momento crítico da minha vida, na adolescência. Minha habilidade em trabalhos manuais já estava ali, no sangue, pois meu bisavô paterno era um ferreiro de mão cheia. Unido ao meu instinto investigativo e a falta de grana para comprar pranchas novas na adolescência, me empurraram a tentar produzir minhas próprias pranchas. Sou naturalmente uma pessoa muito exigente e detalhista em, em tudo que faço. Em função disso, o resultado final, mesmo das minhas primeiras pranchas, foi muito satisfatório. E isso logo chamou a atenção dos amigos que imediatamente começaram fazer encomendas.

4 – Fale um pouco da sua ligação com o “mestre” Gary Linden ? Conhecer o Gary, e ter tido a oportunidade de trabalhar ao lado dele, na Califórnia representa um marco importantíssimo na minha carreira de shaper, e na minha vida. Tive a oportunidade de trabalhar com ele em uma fase extraordinária de sucesso da Linden Surfboards em 1985 e 86, justamente quando foi considerado pela revista Surfing, um dos melhores shapers do mundo. Plantamos uma amizade e respeito que perduram até hoje. Seu amor ao surf e ao seu trabalho como shaper, lhe confere uma enorme responsabilidade e respeito perante a comunidade do surf mundial.

5 – Qual sua opinião sobre o relacionamento entre surfista e shaper para o desenvolvimento do surfista e das pranchas ?
Assim como um piloto de F1, deve dominar os fundamentos de mecânica dos carros que pilota, um atleta profissional deveria entender sobre os fundamentos da sua prancha.
Não consigo imaginar a evolução dos designs e o aprimoramento da performance das pranchas, sem a interatividade e troca de conhecimento desses dois profissionais, em um trabalho em conjunto.

6 – Fale um pouco de suas principais surf trips ? É muito difícil responder essa pergunta, pois sempre curto muito as surf trips, mesmo as que são para perto, mas sem dúvida morar na Califórnia nos anos 80, foi o maior choque cultural que tive em toda minha vida e uma surf trip que durou quase 2 anos...Minha primeira surf trip internacional, também foi muito marcante, quando atravessamos a Argentina e o Chile, rumo ao Peru, com um Dodge Dart 1972, especialmente preparado para a viagem. Isso ainda em 1980.

7 – Quais as grandes dificuldades dos shapers no passado e no presente ?
No passado não tínhamos acesso a informação. A grande maioria do que se fazia era na base do experimenta e vê o que vai dar. Hoje na internet temos acesso a tudo, desde medidas até vídeos de como fazer prancha. Por esse motivo muitos pensam que sabem tudo, mas no fundo, existem as entrelinhas, que fazem a diferença, e só se adquire com o tempo e a experiência.


8 – Como foi voltar a Califórnia depois de algum tempo e fazer pranchas novamente ao lado de Linden ?
Foi como se estivesse revivendo um filme. A oficina da Linden continua funcionando no mesmo pavilhão, que fica a duas quadras do mar, em Ocean Side, há mais de 25 anos. Entre a praia e a oficina passa uma linha trem que vai de San Diego a Los Angeles, e como nos filmes, o trem buzina quando passa nos cruzamentos. E isso nós acompanhávamos diariamente enquanto estávamos trabalhando em 1985. Em 2004 passei uma pequena temporada lá surfando e aproveitei para ajudar o Gary a shapear uma produção, nessa mesma oficina onde pude reviver todo o clima de 19 anos atrás, com direito a ouvir aquele trem novamente. É como se o tempo não tivesse passado pois eu estava novamente ali no mesmo local, fazendo a mesma coisa...Isso realmente não tem preço...

9 – Qual sua opinião sobre esta onda “retro” de pranchas com shapes dos anos 70 e 80 que vive o surf atualmente ? O surf hoje está diretamente ligado a moda, por mais que não queiramos admitir. E assim como na moda, enjoamos das coisas rapidamente, e é preciso inventar novas coisas para que o mercado siga seu fluxo de consumo. Como não é possível inventar infinitamente coisas a toda hora, pois a criatividade sempre é mais lenta do que o mercado, as coisas se repetem com uma nova leitura. Particularmente acho muito positivo a releitura de designs antigos. Assim todos são influenciados a saberem como funcionam os designs de pranchas antigas. Fato que enriquece nossa cultura surfistica.

10 – Qual a diferença de uma prancha comprada numa “surf shop” para outra feita por encomenda ?
Se a prancha for feita por um bom shaper , não vejo muita diferença. A chave do negócio é escolher uma prancha que se adapte às diferentes necessidades de cada surfista. O problema começa a acontecer, primeiro pela falta de preparo técnico dos atendentes de loja, que na grande maioria das vezes nem pega onda e tenta agradar o cliente com informações nem sempre corretas. Muitas vezes ridículas. Além disso sabemos que as necessidades de cada surfista são muito diferentes, fato que requer um estoque bastante variado de modelos para atender bem a todos os gostos, mas a maioria das lojas não está interessada nesse tipo de investimento.


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Shaping.

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Yahoo Surfboard.

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Secret.


11 – Qual sua opinião sobre o shaper que pega onda , para aquele que nunca surfou ?
Um é shaper, o outro é comerciante.

12 – Quais os novos materiais que vem ajudando na fabricação das pranchas e qual sua importância ?
Existe atualmente uma galera fazendo experiências com diversos materiais, mas acredito que a cultura da prancha de poliuretano ainda é muito forte, infelizmente. A prancha de epóxi, está conseguindo quebrar um pouco essa hegemonia,
mas também não chega a ser revolucionária. Acho que ainda está para surgir um material revolucionário. Espero que não demore, pois estamos devendo isso ao meio ambiente também...

13 – Conhece as ondas do Uruguay ?
Conheço algumas ondas apenas, mas sei que existem muitos picos que quebram altas ondas. Pretendo voltar mais vezes para conhecer e surfar mais na região.
19 – Qual sua mensagem ao surfista que hoje esta começando a pegar onda ?
Que respeite o mar, o meio ambiente e o crowd. O resto é só alegria...

14 – Qual sua opinião sobre as pranchas de epóxi ?
A prancha que o mercado chama genericamente de “Epóxi” que é com miolo de EPS ( Isopor), revestida com resina Epóxi, é uma alternativa dentre os materiais possíveis para se fazer uma prancha de surf, e não vejo como algo revolucionário que venha a substituir as tradicionais. Essa configuração de materiais tem um “flex” diferente, e portanto um funcionamento diferente na água. Tem surfista que se adaptou bem, já outros não gostaram ou não se adaptaram. Mas na minha opinião, essa é apenas uma opção a mais.

15 – O que um surfista nunca deve fazer quando esta fora de seu país ?
Não faço distinção de local. Fora do país, ou no seu pico local, o surfista deve ter respeito com todos, além do meio ambiente em que se encontra. Os brasileiros tem fama de mal educados em todo o mundo. Isso é muito ruim e acaba prejudicando a todos.

16 – Qual a diferença do shaper que usa máquina de shape para o que não usa ? Quais vantagens e desvantagens ?
Uma maquia de shape, seja ela computadorizada ou não, serve para diminuir o trabalho braçal que o shaper tem para desbastar o bloco. Simplesmente isso. Se o cara não sabe o que está fazendo na espuma manualmente, não é a máquina que vai modificar essa situação. Existem muitas vantagens de usar a máquina, e a mais importante a meu ver, é o fato de poder repetir com fidelidade um mesmo design, que funcionou bem. Podendo ser alterado apenas em alguns detalhes, para teste e aperfeiçoamento. Isso sem dúvida proporciona uma evolução mais rápida do design. Sem contar no trabalho braçal de ficar desbastando manualmente o bloco. É uma ferramenta maravilhosa.


17 – Qual o atleta usou suas pranchas que mais lhe ajudou a desenvolver os equipamentos ?
Tenho boas recordações do trabalho que fiz com o Giovanni Mancuso. Um atleta que logo percebeu a importância de entender de medidas e discutir com o shaper suas preferências. Giovanni foi Campeão Gaúcho com uma YAHOO, em uma época onde trabalhamos bastante esse intercâmbio de informações, para desenvolver um design que se adaptasse ao surf de manobras fortes e nossas ondas com pouca força.

18 – Qual o futuro do surf no Brasil ?
Não me atreveria a predizer o futuro, apenas constatar que o surf no Brasil, é um esporte consolidado e que já faz parte da nossa cultura cotidiana. O que percebo é que existem mundos diferentes, convivendo paralelamente no Brasil. Ou seja, vemos um mercado de moda surf milionário, convivendo ao lado de competições com fraca premiação, e atletas pobres, com falta de patrocino ou patrocínio ridículo. E ao mesmo tempo, tem uma galera que não se importa com nenhum desses dois fatos, mas segue surfando e se divertindo nas ondas. Para onde isso vai, eu não saberia dizer...


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Monoquilha em Punta Rocas.

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Chile para Peru, rodovia Panamericana 1980.

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Shaping.


19 - Deixe uma mensagem final ?

Essa semana conversando com Fred D’Orei, que é um cara que gosta de uma polêmica, durante o salão Náutico em Porto Alegre, onde foi convidado como palestrante, discutimos um assunto interessante que eu acho que vai ganhar força daqui para frente.
E aproveito para deixar como mensagem a pergunta que resume o assunto:
Qual a vantagem, para o surfista comum, que pega onda por diversão, o aumento do mercado surf???
As empresas faturam cada vez mais, reinvestem pouco nos atletas, e ainda fomentam o crowd...
Será que estamos no caminho certo?

Obrigado por essa oportunidade.

Boas ondas,

Daniel Riolfi




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Com o filho Lorenzo.

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Shape room , Peru 2004.

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Biquilhas 1981.

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Malibu 1986.

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Ocean Side 1985, Linden.

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California 2004.

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Los Angeles, 1986.

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Km 38 , Mexico.

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Peru 2004.

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Zicatela, 1996.

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Rusty, 2004.

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Peru 2009.

O Dani é um profissional de alma, perfeccionista na sua essência e tem o surf no seu interior.Sua história é respeitada tanto no Brasil como no exterior. Suas pranchas estão espalhadas ao redor do mundo.Sempre acreditei no shaper que pega onda e este é caso do Dani, sempre na busca da onda perfeita. Até a próxima, Mauro.

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Rosa Norte 1983.

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Com Linden 2004.

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Imbé 1980.
Valoración:   Votos: 2  



METALLICA - SHOW PORTO ALEGRE

METALLICA - SHOW PORTO ALEGRE

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Anuncio do show nos jornais.

Esta confirmado o show da grande banda de rock METALLICA, no dia 28/01/20010 em Porto Alegre, no estádio São Jose, mesmo local onde aconteceu a apresentação do REM. O AC/DC que viria a cidade em dezembro foi cancelado, fazendo somente show em São Paulo. Será prestada cobertura pelo Paipo de todo espetáculo. Uma banda que no decorrer dos anos vem melhorando cada vez mais e chega ao Brasil no auge de sua forma. A primeria vez que escutei o METALLICA foi quando ocorreuo lançamento do antológico disco "black". Seria um prazer receber os paiperos do Uruguay nesta data. Uma surf trip ou uma sessão de Metallica antes do surf tem seu valor. Rock pesado para grandes ondas.Em breve mais informações sobre o show e valores dos ingressos.Até a próxima,Mauro.

Valoración:   Votos: 2  



ENTREVISTA - SIMON ANDERSON

ENTREVISTA - SIMON ANDERSON

De volta ao Brasil após 32 anos, a lenda do surf mundial falou sobre pranchas, ASP World Tour, atletas sulamericanos e deixou um recado para todos os surfistas brasileiros.

O australiano Simon Anderson, atleta e shaper renomado, esteve em três cidades brasileiras entre elas Porto Alegre, na qual realizou shapes e deu entrevistas.

“O pessoal olhou pra mim e riu, perguntando quem era aquele idiota...”, dessa forma, o inventor da triquilha começou sua resposta quando questionado sobre a reação da galera na praia quando ele apareceu com a invenção, utilizada por praticamente todos os surfistas há vários anos.

Leia a resposta completa e muito mais na entrevista abaixo. “Não se contentem com as pranchas que vocês têm, pois há sempre uma melhor por perto...”, Simon Anderson.

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Como foi voltar ao Brasil depois de muitos anos?
Simon Anderson: Estou me sentindo feliz e estou achando aqui um pouco estranho, pois da última vez que vim para cá, há muitos anos, foi apenas para competir no circuito mundial e pegar ondas, enquanto agora vim para fazer pranchas de surf. Essa é a minha vida agora e estou feliz por ter um bom emprego sendo shaper e pegando as minhas ondas.

Qual foi a reação da rapaziada na praia quando você chegou pela primeira vez com uma triquilha?
O pessoal olhou pra mim e riu, perguntando quem era aquele idiota, mas depois disso, vários amigos meus começaram a usar o meu sistema, arrancando suas monoquilhas das pranchas e aderindo às três quilhas, ficando amarradões com o resultado.

Após a invenção das triquilhas, o que você considera ter sido uma das maiores mudanças?
Acho que houve um desenvolvimento maior e uma evolução no shape das pranchas e das quilhas desde 81. Definitivamente, o design das pranchas mudou bastante e shapers como Al Merrick, Rusty Praisendofer e Greg Webber deram muitas contribuições para o shape das pranchas.

O que você acha do ressurgimento das quadriquilhas, que agora estão tão em alta?
Elas são boas, são como uma biquilha comportada. Já usei quadriquilhas por uns dois anos e gostei do resultado, pois elas são bem rápidas e soltas, além de serem mais controladas que as biquilhas do Mark Richards.

Por ter participado da evolução das pranchas e dos shapes nas últimas décadas, o que você espera para os próximos dez anos? Como serão as pranchas?
Acho difícil dizer agora, mas pelo menos, desde as triquilhas, tanta coisa mudou e evoluiu que quem mais se beneficiou disso foram os surfistas, que puderam se divertir mais e pegar as melhores ondas graças aos esforços dos shapers.

Em percentual, quanto uma boa prancha pode melhorar a performance de um atleta?
Cerca de 80%. Se o surfista tem uma prancha boa, ele pode surfar tão melhor, seu nível de curtição vai ser tão maior e você vai se sentir tão bem após o surf e por ter completado as manobras exatamente como as planejou, que é uma diferença enorme.

Os preços cobrados pelas pranchas são justos?
Olha, os surfistas sempre quiseram pranchas mais baratas enquanto os shapers sempre buscavam aumentar os preços delas e com isso não há muitos shapers ricos no mundo hoje. Mas mesmo assim acredito que os preços são justos e o consumidor acaba se dando bem, pois com a enorme oferta de shapers, o surfista consegue fazer bons negócios.

Com as máquinas de fazer pranchas, você acha que aumentou o número de shapers?
Acredito que é mais fácil virar um bom shaper graças às máquinas, mas se as consequências serão boas ou ruins, aí já não sei.

Em relação ao World Tour, o que você acha do sistema de baterias, é um formato justo?
Eu gosto muito do circuito mundial, mas mesmo com muita gente não gostando do seu formato, ainda se pode ver um ótimo surf na maioria das vezes e mesmo que ocorram mudanças, os atletas irão se adaptar a elas.

Como você vê a evolução dos surfistas brasileiros?
Já fiz muitas pranchas pros brasileiros, como o Renan Rocha, o Rodrigo Dornelles e o Adriano de Souza e desde então vi tantas melhorias que acredito poder haver, futuramente, um campeão mundial brasileiro.

Quem você acredita que será o campeão mundial esse ano?
Acredito que o Joel Parkinson, pois gosto muito do jeito que ele surfa e ele é um ótimo rapaz e mesmo com o pequeno acidente em seu tornozelo, espero que ele se recupere e ganhe o título mundial.

Qual recado você daria aos surfistas brasileiros?
Que tenham bons momentos, curtam suas pranchas e sempre procurem boas pranchas. Não se contentem com as pranchas que vocês têm, pois há sempre uma melhor por perto e nunca deixem de surfar, mesmo quando ficarem velhos.

Lembro no inicio da década de 80 Simon Anderson inventa a triquilha, e, além de shaper era competidor, venceu três etapas seguidas da ASP com o novo shape, todos o copiaram . Sabiam que somente com a triquilha venceriam.Até a próxima,Mauro.
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PREVISÕES

PREVISÕES

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Qual o tamanho desta onda.


A algum tempo atrás não se tinha previsões quanto a ocorrências das ondas. se buscava informações na marés, ventos, lua e conversa com pescadores locais. Hoje a internet fornece com alguma precisão os melhores dias e ondualções.

No mês passado tinha 3 dias de folga e as previsões eram as piores possíveis, vento nordeste forte com menos de 0,5 m de tamanho. Entretanto não foi o que ocorreu as ondas quebraram com 1 m e até maiores. Não foram dias clássicos , mas quebraram boas ondas contrariando todas as previsões. O vento nordeste foi fraco e até inexistente nas primeiras horas da manha, quebrando no meio do Rosa e Rosa Norte.Foram três dias de ondas.

Nunca desista, as previsões erram e podem rolar boas ondas.Até a próxima,Mauro.

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30 ANOS DEPOIS

30 ANOS DEPOIS

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Parte do grupo na decada de 80.

Um grupo de amigos surfistas que se encontrava no Rosa a mais de 30 anos , se reencontrou novamente. Muitas histórias, respeito e amizade. Abraço,Mauro

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0utubro 2009

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Outubro 2009.

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PRIMAVERA EM SANTA CATARINA

PRIMAVERA EM SANTA CATARINA

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Direitas intermediária.

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Esquerdas com bom tamanho.


A primavera em Santa Catarina não tem a mesma constância e tamanho dos dias de inverno. No entanto o mês de outubro tem mostrado diferente, tem rolado ondas muito boas tanto de vento sul como de norte. A Rosa Sul quebrou clássico, na sua melhor formação, ou seja, com as direitas quebrando em frente as pedras e as esquerdas com drop em frente as pedras , indo em direção ao Portinho.Ondas variando entre 1 m a 2 m, mas bem longas e proporcionando boas manobras. Muitas pranchas quebradas em função das manobras que as ondas proporcionavam, os surfistas arriscavam nas manobras. Água para short manga curta ou long 2:2 mm . Alguns dias rolaram com ondas não muito claras, que alguns chamavam “chocolate barrels”. Alguns fugiram destas ondas preferindo surfar no centro de Garopaba na frente da Gelomel ,Siriú ou Ouvidor.Mas mais uma vez o pico das ondas tem sido o Rosa. A grande dica continua sendo o surf nas primeiras horas da manha na chamada “troca de turno”. Foi muito bom ter surfado estas ondas ao lado dos amigos.Até a próxima ,Mauro.


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Passada no lip.

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Direita com bom tamanho.

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Final da onda.

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Séries.

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Bem posicionado.

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Longboarder com SUP no outside.

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Long quebrado, mas varias ondas surfadas.

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Manobra de outside.

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Pelas pedras.

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Longboarder manobra.

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Longboarder antes da quebra ao meio.

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Perfeição.

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Enrabada.

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A classica direita da pedra.

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Final da esquerda.

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A cavada.

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Tentando se encaixar.

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O drop.

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Final da esquerda.

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Rosa sul quebrando na pedra.Valoración:   Votos: 1  



SUP RS - COMPETIÇÃO

SUP RS - COMPETIÇÃO

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O Paipo Brasil no último feriado teve contato com o André Torelly Presidente da Federação Gaúcha de SUP e viemos atraves do Paipo dar espaço a esta modalidade. Em ondas épicas no Rosa , praticantes de SUP estavam juntos no pico.

Esse ano nos Jogos Radicais de Porto Alegre, contará com a 1° Travessia de Stand up Paddle, organizada pelo Presidente da Federação Gaúcha de Stand up Paddle André Torelly que vem a 2 anos desbravando o Guaíba, e idealizando o evento que agora virou realidade contou com a organização da X3, por colocar o evento junto aos jogos radicais de porto alegre 2009, junto com uma etapa do brasileiro de kite e uma regata de Wind surf, o evento de stand up paddle dará ao remador que levar o menor tempo do trajeto de 5km 500,00 reais em dinheiro e um remo de carbono da Art ins Surf.

O stand up paddle não para de crescer no mundo todo e não é diferente em nosso país, lugares como Brasília virou uma febre no lago paranoá e não vai ser diferente por nossas águas aqui na capital do Rio Grande do Sul, um esporte que é tão abrangente podendo ser praticado tanto em lago, rio e mar, e trabalha toda a musculatura, equilíbrio e resistência.

Torelly inaugura sua escola de SUP nas águas de Ipanema, na avenida Guaíba em frente o restaurante Travessia, no dia 14/10, onde terá pranchas a disposição para interessados no esporte, para poder praticar com o auxílio de instrutores qualificados.

Queremos agradecer a quem está investindo neste esporte e neste evento, patrocínios supsurf.com.br, apoios art in surf, academia Pro Physical, restaurante Saiko, Ecossis soluções ambientais, e Sea Walk Acessórios.

Se quiseres saber mais sobre o evento você pode encontrar no Blog da Federação gaúcha de sup www.fgsup.blogspot.com, e se quizeres se informar sobre cursos, equipamentos e praticas, entre em www.escolafgsup.blogspot.com.

Até a próxima ,Mauro.


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SABADO 03/10 – ONDAS POR POUCOS MOMENTOS

SABADO 03/10 – ONDAS POR POUCOS MOMENTOS

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Guarita próxima ao Backdoor.

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Malvina.

O surf é dos poucos esportes em que a prática do esporte não depende apenas do atleta, mas principalmente da mãe natureza. Na sexta feira dia 02/10 foi dia de grandes ondas nos principais picos do Brasil. Em função do trabalho só consegui ir a praia no sábado dia 03/10. Cheguei a praia na chamada troca de turno , próximo as 6:30 da manha. O pico escolhido foi o Backdoor/Malvina, havia ondas de boa qualidade um pouco atrás do “T” , que se fazia a conexão até o inside, para os que conhecem o pico até o “banheiro”. A Malvina estava com melhor formação e as direitas estavam com melhor formação, mas os picos em toda a praia também quebravam. Liguei a alguns amigos na hora informado as boas condições, que me informavam que o Píer de Atlântida também quebrava , mas uma onda mais na beira. Depois de duas horas de surf entra um vento forte virando de sul e leste que acabou com as ondas. A esperança era de que no domingo nas primeiras horas tivesse a mesma formação pois o vento começa a parar durante a noite.As esperanças não se confirmaram, no domingo entrou um vento nordeste desde muito cedo, que impossibilitou qualquer esperança de surf.O surf depende da natureza e as vezes ela nos dá poucos momentos de boas ondas , mas com boa intensidade, o último sábado foi uma prova disto.Até a próxima,Mauro.

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Malvina, fazendo a conexão.

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Malvina outside.

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Passando a última sessão.

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Pier de Atlântida, quebrando.Valoración:   Votos: 1  



MARESIAS – BIG SURF – SETEMBRO 2009


MARESIAS – BIG SURF – SETEMBRO 2009

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O litoral de São Paulo tem sido explorado, principalmente Maresias para o big surf, tanto de surf de remada, quanto de town in. Foi Maresias em 2008 uma etpa do circuito mundial de town in, vencida pelo Alemão de Maresias, local do pico.Neste mês de setembro rolaram altas ondas no pico, o qual segue o registro. Os organizadores do envento de ondas grandes já estão monitorando a entrada das grandes ondulações para o campeonato de 2009. Creio que as ondas deveriam estar ainda maiores para o campeonato, mas altas ondas. Até a próxima ,Mauro.

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FAROL DE SANTA MARTA – PRAIA DA CIGANA

FAROL DE SANTA MARTA – PRAIA DA CIGANA

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O Farol de Santa Marta fica aproximadamente 120 km ao norte de Torres. Pode ser alcançado pela cidade de Jaguaruna , que após a cidade se anda mais uns 30 km. Ou de quem vem do norte , pela cidade de Laguna, que após se pegar uma balsa, e depois mais 20 km de estrada de chão se chega ao Farol. Região diferenciada das demais, muitas dunas e descampados. O Farol originalmente era habitado por pescadores e por marinheiros que cuidavam do Farol.Atualmente já existe alguma infra-estrutura, como casas, pousadas e bares. Mas ainda existe alguma precariedade. Alguns comparam o que era o Farol a 20 anos se assemelha estrutura de Cabo Polônio no Uruguay. Na região do Farol existe bons picos de surf como Prainha, Cardoso e Cigana.A distância e um certo isolamento são características do pico, o qual muitos dizem ajudam a preservar o ambiente. Me lembro no final da década de 80 vi o Luciano “FUKA” Matos na praia da Cigana e após uma onda mais pesada já no inside teve um grande corte no braço que necessitaria de muitos pontos. Tivemos grande dificuldade no atendimento médico , só resolvido após muitas horas em Imbituba.

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A praia da Cigana fica no final da praia do Cardoso, onde quebra boas esquerdas e direitas. Se fazendo a conexão entre o outside e o inside se pode pegar uma sessão bem tubular.As fotos do Mauricio Drunn espelham muito este relato. A praia da Cigana é uma bom pico de surf, ideal para aqueles que gostam de aventuras, boas ondas e tubos. São poucos os locais, sendo na sua maioria gente de fora que vem para surfar. Até a próxima,Mauro

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ROSA 2009 - TRIP CARCAMANES 4ª PARTE

ROSA 2009 - TRIP CARCAMANES 4ª PARTE

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Com a materia já publicada em 3 partes se recebeu novos depoimentos, o que gera a 4ª parte. Bem como o envio do logo dos "Carcamanes" e a elição do Presidente e diretores do clube.

Mauro: Te envío el logo del evento para que lo agregues en algún lugar.

También van comentarios de otros miembros del grupo que faltaban.

Rafa: Cuando muchos pensaban que estabas en la bajada apareciste con tablón nuevo, de experimentado shaper paulista. ¿Cómo anduvo esa herramienta?

Disculpas por no contestar antes.

Si bien tal vez muchos me veían en plena bajada en cuanto a la calidad de mi ya discreto surfing, la nueva herramienta hecha por mi ahora amigo Delton Menezes (le rompí tanto los huevos que ya somos como hermanos!!!) titular de Classic Longboards – San Pablo, me ha dado otra óptica y me renovó las ganas de cara al futuro, sentir que si remo no es al pedo, que el pranchão se mueve y que fuera del agua no pesa es algo no menor visto que estuve 2 años con una herramienta que no era para mi.

Lo que queda (o falta) depende de mi, mejorar el físico en todo sentido, con más brazos y menos peso, algo en lo que ya estoy laburando (en los hechos siempre estoy laburando en esto).

Lo que si es que aunque mi surfing fuese en bajada, mi sentido de pertenencia al CSC no solo se mantiene intacto, sino que se acrecienta continuamente, la calidad, diversidad y condiciones de la FAUNA que compone el grupo de seres casi humanos en algún caso y lejos de ser humanos en otros, me llena de alegría en cada encuentro y en cada trip.

Abrazo, Rafa.


Guille: ¿Surfing o cocina?
surfing con la tabla de Piero y después un buen morfe.

Negro: Ponéle porcentajes a los siguientes rubros para completar el 100% de un trip:

1. Locación
2. Grupo Humano - 50%
3. Calidad de la ola - 50%
4. Alimentación

Con buenas olas, y amigos; pan y cebolla! Y no me importa si es en Indo, Hawaii o Santa Teresa, aunque el agua azul y caliente tira un poquito...


Grueso: ¿Cuando estás en el pico y ves a unos gordos tomar y tomar con el tablón, no pensás "que carajo sigo haciendo con esta 6 pies"?

ALGUNAS VECES LO HE PENSADO, PERO CUANDO VUELVO A TOMAR, Y SIENTO LA BELLEZA DE SURFEAR CON UNA 6¨6, Y LOGRO ENCONTRAR Y DESCUBRIR NUEVAMENTE ESA SENSACION , ME DESAPARECE LA IDEA DE LA MENTE.
POR OTRO LADO SI LOS GORDOS ESTAN TOMANDO Y YO NO, PIENSO "ELLOS ESTAN EN EL PICO Y YO NO" Y CON VARIOS CUERPOS DE VENTAJA QUE ME LLEVAN Y CON TODA ESA INVERSION EN GRASAS BIEN MERECIDA QUE LA DEBEN DE TENER, SOLO CON LA INTENCION DE VANAGLORIAR Y NO MINIMIZAR, YA QUE HAY QUE REMAR, PASAR ESPUMONES Y TENER LA SUFICIENTE AGILIDAD PARA PODER DROPEAR ESAS BOMBAS Y ESTAR EN EL PICO, ES QUE ME SACO EL SOMBRERO.
SEGURAMENTE SE DEBEN DE HABER GANADO EL LUGAR EN EL PICO SI SE SE RESPETA Y SE SURFA COMO SE DEBE, NUNCA CON VIOLENCIA Y MENOS CON LOS GORDOS YA QUE SERIA UNA GORDA MOVIDA.
POR ESO APLAUDO CUANDO VEO A CINCUENTENARIO O SEXAGENARIO EN EL AGUA, POR MAS QUE HAYAN EMPEZADO A SURFAR TARDIAMENTE .
ESO ES LO QUE HACE QUE MAS VALOR TENGA, Y ESO ES LO QUE HACE QUE EL CARCAMAN SURFING CLUB, TENGA EL VALOR QUE TIENE PARA MI YA QUE REUNE A UN GRUPO HUMANO ESTUPENDO, DE DIFERENTES EDADES, CULTURAS , RELIGIONES Y ORIENTACIONES POLITICAS QUE GENERALMENTE, NO SE PROFUNDIZAN DENTRO DEL CSC Y LOS INTERESES Y LAS EDADES SON TODAS LAS MISMAS, "LA DE SURFAR Y PASARLA BIEN", CON SURFISTAS MAS EXPERIENTES QUE OTROS, PERO CON RESPETO Y ALEGRIA, CON EL FUEGO PRENDIDO Y UNA COPA SERVIDA ENTRE RISAS Y GRITOS AL FINAL DE CADA DIA COMENTAMOS Y PREGUNTAMOS ¿ME VISTES BAJAR ESA OLA?
POR ESTO Y POR MUCHO MAS COMO POR EJEMPLO, HACER UNA PARADA EN EL JAPONES A LA VUELTA DE ROSA, ES EL PLACER QUE ME DA SER DEL CARCAMAN SURFING CLUB CON MI 6¨6 BAJOS MIS PIES.
ME RIO ESCRIBIENDO ESTO ACORDANDOME DE ESA BAJADA EN LO DEL JAPONES.

ARRIBA EL CSC Y A TODOS SUS MIEMBROS!!!!!

Calcu: Hubieron elecciones y fuiste electo Presidente, cargo que ya ocupabas de facto. ¿Cuales son tus responsabilidades, obligaciones y derechos ahora que sos el Presidente del Carcamán Surfing Club, electo democráticamente?

Bueno, primero que nada te confirmo que por 16 votos en 17 fui electo nuevamente Presidente del club (Piero es la oposición y los que no viajan no votan), acompañado en el ejecutivo por el Negro en logística, el Curly en la tesorería y Gastón en el departamento de fotografía y otras yerbas.
Es importante destacar el prestigio que me otorga ser el Presidente de tan importante institución, esta elección fue el reconocimiento del trabajo de todo un año, organizando comilonas mensuales y trips menores cada vez que el viento se pone offshore y el período está por encima de los 10 segundos.
¿Derechos? El único que me interesa reclamar es el de no viajar en el asiento delantero de la camioneta. Me cago de miedo con los camiones que vienen de frente si no manejo yo.

Materia encerrada, até a próxima,Mauro.



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ROSA 2009 – TRIP CARCAMANES - 3ª PARTE


ROSA 2009 – TRIP CARCAMANES - 3ª PARTE

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Roli.

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Batida,Rosa Sul.

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Rosa Sul.

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Rosa Sul.

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Vila.

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Rosa Sul, série com 6 ondas.

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Vermelha.

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Esquerdas perfeitas, Rosa Sul.

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Christian.

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Rosa Sul, meio.

Agradeço muito o email do Andrés Szames , que dizia o seguinte :

Mauro, muchas gracias por tu hospitalidad y pasamos muy bien.
Buenas ondas y buenos momentos compartidos.
Abrazo
Andres

Peter narra que na volta ocorreu problema na bomba da gasolina da Van, que reduziu um pouco a velocidade, mas que chegaram a Montevideo.

Agradeço ao Gaston Tournier o envio de grande número de fotos.

Foi um prazer muito grande mais uma vez cobrir a trip dos Carcamanes ,passar ao lado de amigos e compartilhar bons momentos regados a muito surf. Esta é a primeira matéria em conjunto SURFING URUGUAY/PAIPO entre muitas que com certeza virão. Até a próxima,Mauro.


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Carcamanes , pronta para atacar as ondas.

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Balta, Roli, Panzardo, Christian e Glenda.

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Rosa Sul, quebrando.

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Comida "aditivada".

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Rosa Sul.

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Rafa.

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Alemão Victor.

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Daniel Rippe (Panzardo), Christian e Roli.

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Praia Vermelha.

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Tubo, Rosa Sul.

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Roli.

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Glenda.

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Rosa Sul, séries grandes entrando.

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Rosa Sul.

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Meio do Rosa.

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Vila.

Final

Click em cima das fotos.Valoración:   Votos: 1  



ROSA 2009 – TRIP CARCAMANES - 2ª PARTE

ROSA 2009 – TRIP CARCAMANES - 2ª PARTE

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Vila.

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Rosa Sul.

Segue o depoimento de alguns Carcamanes :

Glenda

Cual es el secreto de un buen Cuba-Libre?
GLENDA: Exprimir 1,5 lts. de limón. Si queda un poco ácido de mais, agregarle un sobrecito de Jugo Clight de naranja. Luego en el Vaso, 5% jugo, 20% Ron y 75% Coca Cola. El hielo es a discreción y depende de la temperatura de los otros componentes.
El Zabiols,,,, sirve las copas detrás del bar,
acercate si quieres chupar...
(cántense dichas estrofas con la música de The Love Boat)

PIERO

Es cierto que surfar con una Al Merrik es como manejar un Mercedes Benz?
PIERO: ¿Es cierto q si manejas un Ferrari, lo haces como Schumacher? Además nunca manejé un Mercedes, salvo un 190 viejo. La verdad, es igual que andar en una Roberto hoy en día.

GASTON

Tenés algún preferido para sacarle fotos? ¿Preferís los tubos del Roli o los rollos del Balta?
GASTON: me imagino q cuando decis los tubos del Roli te referis a esos brazos flácidos no??



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Vila.

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Carne charrua garantida.

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Rosa.

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Roli.

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Silveira.

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Tubo.

BALTA

Con dos viajes a Indo, varios a todo el litoral brasilero de norte a sur, alguno a Chile, cuantos días al año pensás que es el ideal para estar de surf-trip?
BALTA: Te estoy contando mi secretos, por si le sirve a alguien, creo que el salir a surfear es parte de la vida y de la mejor calidad de vida.
En los últimos 8 años e intentado: Salir a Brasil en semana de turismo y julio (agosto fecha _FIFA) y luego un mes algún lugar recóndito del mundo Bali, Hawaii,Sumatra,Perú. Este año si se da, Panamá. Durante el verano intento quedarme en el Cabo Polonio por lo menos 1 mes corrido y luego los fines de semana de 4 días hasta abril .....
Mi idea es ir incrementando las salidas.No se si la vida me lo permitirá!!!
Lo ideal es salir lo máximo posible y a veces no importa tanto la cantidad sino la calidad del viaje, no solo por sus olas que en ciertos lugares están garantizadas sino la compañía y el entorno....
Una cosa mas, si vas a volar o pagar usd 2000 o mas que sea a un lugar donde no lleves traje. El surfing, como siempre digo, lo inventaron los maories en la polinesia, no los esquimales en Alaska
mahalo
Baltasar

ROLI

Con varios trips encima, qué valorás más, la calidad de la ola, la del grupo humano, o un mix de ambas?
ROLI: ANTES ME GUSTARIA HACERTE UNA CORRECIÓN. ESE GRUPO NO TIENE MUCHO DE HUMANO Y SÍ DE ANIMAL. 20 ANIMALES JUNTOS DURANTE 4 DÍAS ES COMO EL CASTILLO DE LA SUERTE: DIVERSIÓN ASEGURADA.
AHORA SÍ, RESPONDO LA PREGUNTA: VALORO EL CARCAMAN SURFING CLUB COMO EL MEJOR CLUB DE SURFING QUE JAMÁS EXISTIÓ EN LA HISTORIA DEL DESLIZAMIENTO!!
Y UNA COSA MÁS: HACE AÑOS, CUANDO YO ERA MENINO, COMPRE UNA FLUIR QUE TRAÍA UN ARTICULO DE UN VIAJE DE ROSS CLARK JONES, DAVE MCCAULAY Y OTROS PROS A LAS ISLAS REUNIÓN. CREO QUE ERA EL AÑO 88 U 89. EN UN PASAJE DEL TEXTO DECÍA, TEXTUAL: "COMPETICOES DE GASES E ARROTOS ROLAVAM SOLTAS A TODA HORA DO DÍA". SIEMPRE QUISE UN TRIP DE ESOS. Y BUENO, POR ENÉSIMA VEZ EN MI VIDA, SE CUMPLIÓ MI SUEÑO.

GERMAN

El año que viene, Rosa de nuevo o avión a Maresías? Justifique su respuesta.
GERMAN: Maresias u otro de la zona, no conozco la costa SP-Rio y esta bueno cambiar.
Sumado a que vamos en avión.
Abz

CHRISTIAN

Con un intervalo de 7 u 8 años sin tocar el agua a partir de los 23 o 24 años. Que pensás ahora de esa etapa?

CHRISTIAN: Hoy me arrepiento un montón de haber abandonado esos años. Pero en realidad mirar para atrás y lamentarse no sirve de nada. Ya pasó y chau.

En realidad hay otra cosa que también influye. Cuando dejé de surfar seguía con cabeza de pendex. Tratando de andar en una 5 9 que era un skate y estando absolutamente desentrenado. Si en esa época hubiera asumido que tenía que pasar a un fun para divertirme en las 5 tiradas del año, capaz nunca hubiera dejado. Además hoy en día la disponibilidad de herramientas flotonas es muy superior. Y los trajes son mucho más eficientes.

La moraleja es que hay que conocer las limitaciones y adaptarse a ellas, porque el surfing es divertido igual. Ahora ando con tablas más chicas y me divierto. Hago más rebotes, algún floater, trato de entubarme aunque solo lo logré un par de veces en la vida y todas las demás terminé comiendo arena. Pero cuando andaba con el fun salitre o el mormai también me divertía como loco.

Cuando me tire un día al agua y vea que es hora de volver al fun o a un tablón lo voy a hacer. Porque me importa un sorete lo que piensen los que se creen pros. El surfing igual es divertido. Tanto en el agua como por todo lo que significa tener un grupo para salir a buscar la ola, chequear los picos, amanecer adentro del agua cuando los guachos recién están volviendo del boliche, robarse una surfada épica cuando todos los giles están laburando, meterse en pleno invierno y gozarla salado cuando está todo el mundo acurrucado alrededor de la estufa, etc, etc, etc.

Es lo que salió de una. Espero que sirva.


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Christian.

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Batida, Rosa Sul.

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Rosa Sul.

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Vila.

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Roli.

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Peter.

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Rosa Sul, linhas perfeitas.

ANDRES

Algún entrenamiento especial para tomar, tomar y tomar?
ANDRES: MUCHA NATACION Y EJERCICIO. ES IMPORTANTE ESTAR BIEN ENTRENADO PARA PODER SURFAR SIN CANSARSE. LA MOTIVACION VA CRECIENDO Y LAS ENERGIAS TAMBIEN A MEDIDA QUE VAS TOMANDO OLAS. O SEA, ESTAS MUERTO PERO TOMAS UNA BUENA OLA Y VOLVES CANSADISIMO PERO CON OTRA ENERGIA MISTICA QUE TE PERMITE ENCARAR Y REMAR CON GANAS LA PROXIMA OLA

Otra para Andrés: ¿Nunca te cazcaron en el pico por no dejar pasar una?

NO. UNA VEZ SE ACERCARON PARA FELICITARME, Y "GENTILMENTE" EXPRESARME QUE ESTABA TOMANDO DEMASIADAS OLAS. EN GENERAL SURFO SIEMPRE CON AMIGOS Y CONOCIDOS, ASI QUE NO HE TENIDO PROBLEMAS. EN ALGUN MOMENTO ME DOY CUENTA CUANDO ME MIRAN CON CARA COMO DICIENDOME "FLACO, SI LA PROXIMA OLA LA REMAS, TE REMO..." Y EN ESOS CASOS AFLOJO (POR 3 MINUTOS...JAJA)

PETER

Cómo tomaste esto de tener otro conductor en el grupo? Valorás el descanso o te preocupa la amenaza de perder la beca?
PETER: Bueno , como te imaginaras tiene su parte buena y su parte mala.
La buena es sin duda que el viaje fue mucho mas descansado, y me permitió llegar a Rosas y disfrutar de los 2 m pasados sin el cansancio de una manejada de 14 horas sin parar.
La mala, es sin duda la amenaza que tiene el tener otro individuo que hace lo mismo que vos, y te saca de un lugar exclusivo, pudiendo uno ser promovido a ayudante de cocina permanente, o peor aun ser expulsado; y otro punto negativo es que el otro chofer que viajo, ronca mucho, y por tanto no me permitió dormir durante el viaje mientras yo manejaba.

Abrazo

Peter

Final 2ª Parte.
Valoración:   Votos: 1  



ROSA 2009 – TRIP CARCAMANES - 1ª PARTE

ROSA 2009 – TRIP CARCAMANES - 1ª PARTE

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Christian Rippe; Calcu Rippe (Panzardo); Gerardo Espiñeira; Alejandro Bértola (Grueso); Rodrigo Caballero (Gaieta); Rafael Castro (Curly)


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Rosa Sul.

Esta é a terceira cobertura da trip dos “Carmanes” ao Rosa. Desta vez foi a maior delas com 18 participantes. Esta é a primeira matéria feita em conjunto entre PAIPO e SURFING URUGUAY. Para esta cobertura convoquei o Victor “alemão” Adams e o nosso colunista “The Wolf”, que se fez presente no sábado.

O dias da trip foram dos dias 20 a 24 de agosto. Os Carcamanes eram formados por Gerardo, Panzardo, Pablo, Alejandro, Peter, Carlitos, Quique, Rafa, Andrés Szames, Garman, Nacho, Fava, Guille, Christian, Baltazar, Gaston, Piero e Rodrigo “Roli” Caballero.

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Peter.

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De esq. a dir, em pé: Grueso; German; Guille, Zabiols, Piero, Peter, Szames, Balta; Carlitos, Gaston.
De esq. a dir no chao: Pablo; Quique; Roli, Gerardo, Rafa, Christian, Calcu

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Panzardo no canal da Vermelha.

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Tubo,Rosa Sul.

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Rosa Sul.

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Fazendo a conexão com o inside.

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Balta em alto estilo.

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Rosa Sul, 6:30 a.m.

As previsões eram as melhores possíveis, fazia já 2 dias que rolava uma boa onda no Rosa Sul. Cheguei na noite do dia 20 , e todos me falavam das boas ondas do dia. As previsões para o dia 21, dia da chegada dos Carcamanes eram as melhores possíveis e seria o dia com o maior tamanho.

Cheguei a praia as 6:30 e era impressionante, séries de 4 ondas constantes, algumas com mais de 2 metros, bem tubulares. Havia 2 no pico apenas. Surfei até as 9:30. Quando estava tirando a roupa de neopreme mirei a chegada dos Carcamanes depois de uma longa viagem. Alguns carcamanes já eram conhecidos das trip anteriores e de contatos por eamil,como Panzardo, Szames, Pablo, Gerardo, Rafa, Balta e Peter.

url=http://www.paipo.com.uy/bmachine/files/MAURO_TRIP_LOS_CARCAMANES_TRIP_LOS_CARCAMANES_TRIP_LOS_CARCAMANES_097_a.jpg]Image[/url]
Panzardo no inside do Rosa Norte.

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Rosa Sul, vento terral.

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Rosa Sul ao amanhecer.

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Primeira onda do dia.

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Manobra, Praia Vermelha.

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Roli,Rosa Sul.

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Balta conectando o inside do Rosa Norte.

Apesar da longa trip para chegar no pico, a maioria foi direto buscar as ondas. Peter foi o que mais chamou atenção, pois de primeira pegou umas 3 ondas , tendo em seguido rompido o leash, trocado o longboard pela prancha e voltado no pico e mais uma vez rompido o leash.

Esse primeiro dia foi de muito surf, ondas grandes, constantes e tubulares. A noite foi de repouso em função da longa viagem.O amigo Lobão foi convocado , tinha compromisso em Floripa e veio sábado fazer as apresentações e conferir as ondas e as gatas. O Julio da Vale Verde foi direto para Silveira, onde também rolaram boas ondas, o que mostram as fotos por ele enviadas.

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Andre Szames.

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Rosa sul clássico.

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Meio do Rosa.

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Peter.

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Tubo.

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Rosa Sul, abrindo a esquerda.


Sábado continuou o Rosa sul a rolar as ondas, um pouco menor, variando de 1,5 m a 1m e começando a parar o vento sul. Muitos já recuperados da viagem , puderam desfrutar de boas ondas.Alguns preferiram conferir a Praia Vermelha, a qual tinha algumas ondas e foi feito o registro. No final da tarde não havia qualquer vento e com a chegada da noite começou a soprar um pequena brisa de nordeste.

Em função da mudança do vento as opções mudavam nos picos. Em função da mudança do vento , mas continuava o sweel de sul achava que a Vila seria uma boa opção no domingo pela manha. Outras achavam que o meio do Rosa ou Rosa Norte seriam a melhor opção. Tudo isso foi debatido em Garopaba, regado a muita cerveja e pizza.


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Vista da meio do Rosa.

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A remada.

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Conectando o inside do Rosa Sul.

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Szames.

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Batida, Praia Vermelha.

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Rosa Sul, manobra no outside.

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Esquerda Rosa Sul.

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Vila.

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Silveira.

No domingo fui a Vila, uma onda de 1m a 1,5 , com pouca gente em comparação com o Rosa. Sem qualquer incidente. Quando voltei ao Rosa, verifiquei que foi a melhor opção pois o mar não tinha se acomodado. Domingo a noite fui convocado para um belo “asado” , regado a carne uruguaia de primeira qualidade.Não faltaram bons “chefs” para a carne e saladas. Um ótimo astral rolava entre todos, o espírito de surf prevalecia sempre. Não ocorreu qualquer incidente em função de alguma disputa por ondas.Um grande exemplo a ser seguido, em que poucas vezes se vê entre um grande grupo como o que veio ao Rosa em 2009. Havia longboardes, surfistas e bodyboarder de idades variadas e performances dieferentes mas sempre com um pensamento em comum : “curtir as boas ondas ao máximo”. Após o asado alguns quiserem se aventurar ao pro-night, mas sem qualquer excesso. O charuto do Balta foi registrado em fotos.

Na segunda o mar estava mais baixo, rolou uma pequena vala no Rosa Norte e uma onda um pouco maior no meio do Rosa.


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Rosa Sul,manobra.

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Rosa Sul, 6:30 a.m.

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Cavada , Rosa Sul.

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Carlitos.

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Silveira.

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Vila.

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Rosa Sul.

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Rosa Sul.

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Rosa Sul.


Temia que um grupo grande pudesse rolar algum atrito com os locais, mas nada disso aconteceu, o Rosa além das boas ondas é um dos picos que melhor recebe os de fora. Os Carcamanes só deixaram uma boa imagem no pico. Durante a trip alguns que não puderam estar presente me perguntavam se rolou mais ou menos ondas em comparação ao ano anterior, a estes posso dizer que rolaram ótimas ondas, bom astral e a trip foi um sucesso . Aqueles que não puderam estar presentes foi uma lástima.

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Conexão total entre outside e inisde, Rosa Sul.

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Szames.

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Roli.

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Carcamanes.

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Glenda passando sufoco.

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Rosa Sul.

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Rosa Sul.

FINAL DA 1ª PARTEValoración:   Votos: 1  



BUSTIN’DOWN THE DOOR – LA PELICULA


BUSTIN’DOWN THE DOOR – LA PELICULA

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Capa do DVD.


No final de 2008 , S.Tomson, P.T. e Rabbit estiveram no Brasil para divulgar o filme BUSTIN’DOWN THE DOOR. Apareceram nos programas de esporte de todo o pais.O filme foi exibido nos cinemas de Rio e São Paulo, infelizmente no sul do Brasil no ocorreram exibições. O trailer consegui assistir. Agora tive o prazer de comprar o filme que esta sendo lançado em DVD.

Imaginei que seria mais um filme de surf com aquele roteiro básico de vários surfistas pegando onda nos melhores picos do mundo, apareceria algumas gatas bonitas e imagens dos surfistas do passado. Achava difícil superar os “clássicos” free ride, endless summer, surfadventures e filmes de campeonatos. O filme supera e muito estes e outros filmes. É um filme de conteúdo e mostra toda a evolução do surf e toda a revolução proporcionada por alguns jovens surfistas da Austrália e África do Sul.

O grupo formado por S.Tomson. M.Tomson, Rabbit, M.R., Ian Cairns, P.T. entre outros invade o Havaii na metade da década de 70 para revolucionar o surf mundial e começar a vencer os havaianos dentro do North Shore. As imagens são originais da época, com depoimentos e imagens atuais. Inicialmente são agredidos e expulsos pelos havaianos em função dos resultados e de comentários realizados na imprensa.Mas aos poucos e com ajuda de “Eddie” conseguiram se impor e criar o circuito profissional e um campeonato mundial com varias etapas pelo mundo.

Comecei a surfar em 1979, logo em seguida a este movimento , mas que na América do Sul e no Brasil, chegou apenas no famoso “Hang Loose” de 1986.Em outros paises chegou ainda mais tarde. Estes ídolos do esporte lutaram para poder viver do surf e torna-lo profissional, mas antes disso passavam necessidades com a falta de dinheiro, acomodações e pouco reconhecimento.

Hoje existe premiações em dinheiro. Algumas etapas do circuito no Brasil se entrega carros aos vencedores, existem etapas e circuitos em cidades pequenas em que se tem pagamento em dinheiro e transmissões ao vivo. No meu inicio havia equipamentos de pouca qualidade, muitas vezes nós mesmos fabricávamos alguns como leash, parafinas e roupas de borracha. Esse passo de avanço foi dado por esta geração, que foram os primeiros campeões mundiais pela extinta IPS, hoje ASP.

Os depoimentos não ficam restritos aos atletas da época, mas também da nova geração como Slater, Machado, Irons entre outros. Para que o circuito da ASP fosse chamado de o circuito dos sonhos, em locais só onde existem boas ondas, tiveram que jovens australianos e sul africanos lutarem muito na década de 70. Foi comovente o depoimento dos havaianos, que reconheceram a evolução do esporte graças a estes jovens daquela época.Meus amigos o filme é emocionante. Rabbit conta que teve que algumas vezes roubar na Austrália para poder ter o que comer para si e sua família. Tomson fala de um campeonato em que venceu em Durban, o famoso Guston 500, que fora organizada pela sua família, em que a mídia falou que só venceu pois teria sido comandado pelo seu pai, e, sua luta para vencer uma campeonato fora de seu país para mostrar seu potencial como atleta. A evolução do filme não mostra só os atletas e campeonatos fala dos equipamentos como roupas de neopreme. Num primeiro momento foi uma agressão ao estilo havaiano, mas depois foi considerado uma evolução natural do esporte.O estilo arrojado de Ians Cairns no big surf, os tubos profundos de Tomson, as manobras radicais de M.R. em ondas grandes, tudo se deve a esta geração.

O filme começa com a tradicional jantar com premiação de final de ano do surf profissional no ano de 2007, fazendo a conexão com o movimento da década de 70.O filme informa que Salter e Layne possuíam 15 títulos mundiais juntos, mas que se levaram o surf a atual dimensão , isso foi graças a contribuição de quatro veteranos, que sonharam com uma profissão que não existia. Peter Townend, Shaun Tomson, Wayne Rabbit Bartholomew e Mark Richards, os campeões de 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1981 e 1982.Parte de uma equipe de Ian Cairns, Mike Tomson, que arriscaram tudo para criar um esporte , uma cultura e uma industria que movimenta bilhões de dólares e conquistou o mundo.Machado diz : “eles fizeram isso por nada , fizeram isso apenas pelo amor ao surf e sabemos que nós é que seríamos beneficiados”.Slater diz “ penso no dinheiro que esses caras não ganhavam com esses eventos , mal conseguiam sobreviver, tentaram criar uma carreira que não existia”.O editor da Surfing diz : “que eles abriram o caminho da história do surf”. Andy Irons diz : “eles chegaram aqui num momento difícil, bem mais duro que agora , como o oeste selvagem e literalmente chutaram a porta , como dizem” . “Vieram com força dominaram e defenderam suas convicções todas as vezes que surfaram”. Fred Hemmings, senador americano pelo Havaí diz : “foram os pioneiros que criaram tudo o que sonhávamos”.O primno de Tomson, ., Mike Tomson diz no filme que ele foi quem mais se aprofundou nos tubos e não se arrepende de nada.

O filme que é narrado pelo ator Edward Norton , que diz o seguinte : “Hoje, 30 anos depois, mas não tarde demais, esses homens finalmente vão receber os troféus que merecem , símbolos do triunfo que este esporte não podia conceder na época .Uma geração depois , esses homens serão finalmente reconhecidos por abrirem a porta”.

Hoje o surf é um esporte como qualquer outro, e não mais coisa de drogado e vagabundo, graças a esta geração que teve uma visão a frente dos demais e teve coragem para enfrentar a tudo e a todos.

Grandes imagens entre passado e presente, manobras agressivas que continuam atuais.Velocidade nos tubos. Ataque de backside nas grandes ondas. Meus amigos esta é uma matéria baseada num filme que me emocionou, pois também tenho a minha história no surf , como cada um de nós, mas eles foram os primeiros que abriram a porta, como diz o título do filme para o surf virar o que é hoje, e isso ninguém esquece. Conheci pessoalmente Tomson no Hang Loose de 1986, já em final de carreira. Slater, Irons, Taj, Occy, Carrol, Curren , Potter, Parko entre outros são grandes surfistas e atletas e referência, mas Shaun Tomson, Wayne Rabbit Bartholomew e Mark Richards são meus ídolos no surf, respeito outras opiniões.

Não sei se o filme foi lançado no Uruguay, mas vou fazer cópias e enviar para o Juanto, para que todos também tenham a mesma emoção. E como diz “Eddie” no filme “ALOHA” a todos e até a próxima , Mauro.

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Minha nova prancha baseada nos desenhos daquela época.Valoración:   Votos: 1  



LA FORTALEZA

LA FORTALEZA


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A beleza e a história da Fortaleza, patrimonio cultural.

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Primeira foto enviada ao Paipo.

SANTA TEREZA, localizada no norte do Uruguay e a aproximadamente a 35 km da fronteira do Brasil, tem sido o local de muitas surf trips de brasileiros. Se aproxima o feriado do dia 07 de setembro no Brasil e vários surfistas estão se organizando para curtir as ondas da região. Local de boas ondas onde se destacam os picos de “La Moza” e “Los Pesqueros”. Tenho recebido muitos emails solicitando informações quanto ao pico e a viagem. Tais emails me preocupam pois não desejo que os brasileiros tenham um comportamnto reprovável como foi feito nos anos anteriores.O que posso informar a todos brasileiros que forem a Fortaleza é que saibam que estão no Uruguay e não no seu país. Mesmo podendo o número de surfistas brasileiros ser maior , o respeito é fundamental. Não entrar berrando no pico, respeitar a preferência, ser educado e não jogar lixo nas praias é fundamental para um bom convívio e poder pegar boas ondas. Faço tais conselhos para que não ocorram outros incidentes do passado em que nada colaboraram para uma convivência de harmonia entre todos. Mesmo coma proximidade da primavera a água continua fria para os brasileiros, roupas de neoprene mais pesadas são muito importantes.Tenham todos os brasileiros neste feriado um bom comportamento para que deixem as portas abertas para os demais. Atitude é fundamental e todos só curtam as boas ondas da região e levem para casa só boas lembranças. Seguem algumas fotos para matar os fissurados. Até a próxima,Mauro.

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Los Pesqueros.
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La Moza.
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La Moza.
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Sujeira deixada por brasileiros, presenciada pelos paiperos.
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Classica La Moza.
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A direita de La Moza por Gustavo "TATO" Campos.
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Paiperos brasileiros e uruguaios no pico.
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Los Pesqueros.Valoración:   Votos: 1  



PUERTO ESCONDIDO GIGANTE

PUERTO ESCONDIDO GIGANTE

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GREG LONG


Atualmente o surf vem sendo monitorado em seus principais picos.Não seria diferente em Puerto Escondido, pico que surfei na década de 90, alvo de matéria anterior do blog. No dia 28 de julho deste ano quebrou imenso Puerto Escondido. Zicatella estava gigante como nunca tinha visto.O beach breack quebrou para poucos.Nunca me esqueço de acordar as 5 da manha ir a para praia pegar ondas até as 11 da manha e as ondas acabarem , todos os dias da mesma forma, surf só pela manha.A tarde se buscava outras opções como La Punta. Mas estas fotos são incríveis, enviadas pelo nosso parceiro “Carlos Burle”. Tubos, drops, cavadas e vacas, que boas lembranças.Até a próxima,Mauro.


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COCO NOGALES
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RUSTY LONG
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GREG LONGValoración:   Votos: 0  



4 DIAS EM SANTA CATARINA

4 DIAS EM SANTA CATARINA

Havia previsão de grandes ondulações para Santa Catarina para o fim de julho e inicio de agosto. Após contato com Julio da Vale Verde, havia 3 dias que rolavam ondas no Rosa Sul, fechado um pouco, mas deveria se acomodar e rolar altas ondas. Eu tinha pela frente o desafia de pegar ondas grandes e testar nestas condições o novo quiver. Trazia equipamento e materiais para conserto de pranchas do Julio face acidentes gerados dentro do mar na busca das melhores ondas.Sai em busca destas ondas dia 30/07. Tinha o compromisso de buscar em Florianópolis nosso colunista “The Wolf”. Ficou acertado em breve uma matéria com os picos de Floripa. Com as ondulações grandes nestes dias Rosa Sul e Silveira quebravam.

1º DIA – 31/07

O surf começa dia 31/07, no meio do Rosa rolavam boas esquerdas até o canal. Julio prefere com um grupo reduzido atacar a Silveira. Eu preferindo as esquerdas não tive dúvidas que o Rosa seria a melhor opção.Nublado e frio, mas com ondas de 1,5 a 2 metros rolavam com um crowd de 20 surfistas. Um dos destaques neste primeiro dia foi o Cristiano Figo, técnico e arbitro da Abrasp que soube muito bem fazer a linha da onda com seu longboard. Figo se comprometeu a levar a costa uruguaia um grupo da nova geração de surfistas do sul do Brasil para fazer um intercâmbio entre os dois paises e pediu apoio ao Paipo. A previsão era de que o mar se acomodava e que no próximo dia seria o clássico no Rosa Sul.

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Figo

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Figo.

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2º DIA 01/08

A previsão não se confirma pois durante a madrugada começa a ventar nordeste e leste, e o mar cresce muito. Ondas quebrando atrás do Costão do Rosa Norte. Uma onda pesada, variando entre 2 a 3 m, mas com muita força e pressão. Surfei com uma prancha 7:8. As guns e semi guns foram tiradas do armário no Rosa Norte quanto na Vila. Eram ondas de drops muitos longos e retos. Uma sensação muito boa e que alguns não conseguiram se sentir a vontade e ficaram na beira da praia reclamando das ondas. Não havia sol, chuvia e as fotos não puderam ter uma boa qualidade.Basta analisar o tamanho do surfista com realção a base e topo da onda.

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3º DIA 02/08

Nas primeiras horas da manha havia o vento nordeste , que as vezes variava para leste. As ondas diminuíram um pouco de tamanho, ficando em média nos 2 m. Algumas um pouco maiores outras um pouco menores.Mas a melhora foi que ficaram mais longas e se consegui conectar com o inside. Após o meio dia o vento para e o mar fica “glass” liso, rolando altas ondas e ainda com bom tamanho. Muito surf no domingo e a tarde muitos começavam a ir embora. A previsão era que o mar baixaria um pouco mas que continuaria de norte e poderia rolar melhor ainda.

Manhã

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TARDE

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4º DIA 03/08

Na segunda feira as previsões não se confirmaram abriu o sol , as ondas ficaram em torno de 1 a 1,5 com vento sul e terral, proporcionando ondas perfeitas, direitas um pouco menores no canto das pedras e esquerdas mais para o meio mas bem maiores.Show de surf para os que puderam estar na segunda feira surfando. Ondas verdes, bem tubulares.Com o sol a temperatura fica mais amena e começaram a aparecer até as tradicionais gatas do pico, para o delírio de nosso amigo e colunista do Paipo “The Wolf”. Surf de longos períodos e muitas ondas, daqueles que não se esquece.


Caros paiperos muitas vezes as palavras ou fotos não traduzem momento mágicos como os passados nestes quatro dias, mas tentei passar um pouco deste sentimento aos amigos. Que aqueles surfistas de alma entendem perfeitamente o que digo.Agradeço ao Julio e ao Renato“the wolf” em mais esta trip para o Paipo.Até a próxima. Mauro.


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Caros paiperos muitas vezes as palavras ou fotos não traduzem momento mágicos como os passados nestes quatro dias, mas tentei passar um pouco deste sentimento aos amigos. Que aqueles surfistas de alma entendem perfeitamente o que digo.Agradeço ao Julio e ao Renato“the wolf” em mais esta trip para o Paipo.Até a próxima. Mauro.



CLIK EM CIMA DAS FOTOS PARA ANALISE DE CADA ONDAValoración:   Votos: 2  



JACQUELINE SILVA - PERFIL

JACQUELINE SILVA - PERFIL



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Jacqueline Silva, a loirinha da Barra da Lagoa conquistou o mundo.
Nem o mais otimista dos observadores se atreveria prever há 14 anos atrás, que essa ilhoa chegaria através de seu próprio esforço ao seleto grupo de verdadeiros campeões.

A catarinense Jacqueline Silva nasceu em Florianópolis, em 17 de julho de 1979. O contato íntimo com o mar já vem desde os tempos de infância. Começou a dar as suas primeiras remadas na companhia do irmão mais velho em uma época em que o surf ainda mantinha o lado romântico.
O destino a colocou à frente de Bira Schauffert, seu técnico e empresário e, no passado, o responsável pela sua primeira prancha de fibra de vidro. Incentivada por seu pai, José Irineu, logo começou a despontar, isso num momento em que os campeonatos não contavam com a categoria feminina. Para poder participar, Jacque competia com os garotos de sua idade, nas categorias de base. No ano de 2002, totalmente focada no WCT e no tão sonhado título, faz uma temporada fantástica, culminando com a vitória nas pesadas direitas de Honolua Bay, Maui - Hawaii e o vice campeonato mundial, atrás somente da penta-campeã mundial Layne Beachley.
Jacque sabe que pode chegar mais longe. Tudo é apenas uma questão de tempo...



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Nome completo: Jacqueline Schveitzer da Silva
Apelido: JACQUE
Posicionamento na Prancha: Regular
Patrocinador Principal: Rip Curl
Co-patrocinadores: Star Point
Shaper: Leandro Silva
Quiver: 5´09 (3) ,5’10 (3) ,6´0 (2) ,6´2 (2) ,6´4 ,6´6 e 6’8
Altura: 1,64m
Peso: 56kg
Data de Nascimento: 17 / 07 / 79
Local de Nascimento: Barra da Lagoa - Florianópolis/SC
Cidade onde mora: Florianópolis/SC
Nome do Pai: José Irineu da Silva
Nome da Mãe: Terezinha Schveitzer da Silva
Irmãos: Leandro (30), Ricardo (29) gêmeo da surfista e Juliane(26)
Estado Civil: Namorando
Nível de escolaridade: 2° grau completo
O que gosta de fazer quando não está surfando: escutar musica e navegar na net
Ritmo musical preferido: Eletrônica
Banda/Cantor preferido: Eletrônica e bandas brasileiras diversas
Comida preferida: Massa
Bebida preferida: Sucos
Melhor filme que assistiu: Sexto Sentido
Melhor livro que leu: O Zen nas Artes Marciais
Revista preferida: Ehlas
Jornal preferido: Diário Catarinense
Outro esporte que gosta, além do surf: Natação
Surfistas favoritos: Kelly Slater e Stephanie Gilmore
Outro ídolo: Lisa Anderson
Manobra favorita: cutback
Onda favorita: Austrália
Em que ano começou a surfar: 1989
E em que praia: Barra da Lagoa
Ano que se profissionalizou: 1997
Praias de treinamento: Barra da Lagoa, Moçambique e Praia Mole



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Melhores resultados :

2007 – Campeã Mundial WQS 2007 (acumulando o Bi-campeonato WQS)
2006 – 3 medalhas de prata no ISA World Surfing Games 2006, conhecido como as olimpíadas do surf.
2002 - Vice-campeã do World Championship Tour (WCT), o Grand Slan do surf feminino mundial;
2001 - Campeã mundial do World Qualifying Series (WQS);
2000 - Vice-campeã mundial do World Qualifying Series (WQS), a divisão de acesso ao World Championship Tour;
1997 - Eleita a surfista Rookie of the Year (revelação do ano) na sua primeira temporada como profissional;
1996 - Melhor amadora do mundo nas Olimpíadas do Surf nos EUA com 32 países participantes;
1996 - Campeã Brasileira Amadora;
1991 a 1994 - Tetra Campeã Catarinense Amadora.

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Caros Paiperos, bicampeã do WQS e vice campeã do WCT já é suficiente para falar do perfil desta otima atleta e linda pessoa.Resultados que no masculino o Brasil não tem.Até a próxima,Mauro.Valoración:   Votos: 1  



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