LA MOZA – CLASSICA

LA MOZA – CLASSICA
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Somente um surfista remanda na onda.

Mesmo com toda a luta dos surfistas uruguaios pela não construção do Porto de La Paloma , o qual acabaria com as ondas de La Aguada e provocaria danos ambientais em torno da região, as ondas não pararam de aparecer. No último mês de novembro La Moza foi o destaque.

La Moza situada a 40 km da fronteira brasileira desde o Chuy, dentro da região do Parque da Fortaleza Santa Teresa, quebrou com muita qualidade. Point breack de direitas, quebra bom com swell de sul. Se entra atrás do pico pela pedras . O fotografo Juan Manoel Ramos teve o privilégio de registrar estes momentos mágicos ao lado de alguns amigos, sozinhos no pico. La Moza é uma direita longa, que nos bons dias se pega na ponta das pedras e se vai até a beira da praia. A esquerda é mais raro e quebra no meio da praia. Algumas direitas no meio da praia abrem a esquerda também. Alguns chamam La Moza de J-Bay do Atlântico.

Todos torcem por outra iniciativas para região como construção de Hotéis ou outros investimentos sem danos ambientais e acima de tudo que as ondas não parem de aparecer. Até a próxima Mauro Escobar.

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Visual desde a beira da praia.
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A polêmica foto em que se discutia no chat em tamanho das ondas.
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Quebrando em cima das pedras.
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Rara esquerda.
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De cima das pedras.
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As linhas.
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Classico.
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O inside.
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Power.
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Ida ao pico.

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BODYBOARDING ITACOATIARA

BODYBOARDING ITACOATIARA

Itacoatiara pico localizada na cidade de Niterói, cidade oposta ao Rio de Janeiro na Baia de Guanabara , é famosa pelas suas ondas. Normalmente uma onda que quebra perto da praia, mas muito tubular e pesada, quebrando ondas fantásticas nos grandes dias de swell.

Um dos maiores swells do ano encostou no litoral do Rio de Janeiro na última terça-feira (18/11). Os bodyboarders de Itacoatiara, Niterói (RJ), chegaram muito cedo à praia e esperaram o melhor momento para se lançarem ao mar.

As ondas estavam enormes e o mar com muita correnteza. Logo cedo, muita gente se juntou para ver o tamanho e o poder daquelas ondas.

Os locais Dudu Pedra e Guilherme Correa foram os destaques, como mostram claramente suas fotos.


Itacoatiara com ondas grandes faz uma boa quimica com os bodyboarders. Esta materia é especial aos paiperos amantes do bodyboarding.As fotos são de Tony D'Andrea. Até a próxima,Mauro.

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Dudu Pedra
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Guilherme CorreaValoración:   Votos: 1  



20 AÑOS

20 AÑOS


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Backdoor, 05/10/1988.




Após a apresentação da matéria em vários sites brasileiros sobre o perigo da construção do Super Porto em La Paloma, o amigo paipero Fabio/Tablonero, conversou comigo sobre as outras opções para La Paloma, como por exemplo, um Hotel 5 estrelas, no qual teria um impacto ambiental muito menor. Além disso, me informou e agora faço o registro que a foto juntada na matéria como sendo Los Botes, era na realidade A onda de Zanja Honda, mas a foto sacada a partir de Los Botes. Tablonero ainda indica que o surfista no drop é ele e ao lado é Pela. Uma foto muito bonita de um clássico de abril passado. E nesta conversa disse a ele que estes eram momentos inesquecíveis de um surfista, que mesmo depois de algum tempo não sai de nossa cabeça.

Depois desta conversa com Fabio comecei a lembrar de minhas imagens. E lembro que em 05/10/2008, foi sacada uma foto no backdoor. A história completa desta foto encontra-se na matéria relatos da vida que se encontra agregada no blog, mas que passo a transcrever parte desta :

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Ao lado do amigo Roberto "Turco" Arus, dias antes da foto.

“ No ano de 1988, tive uma prancha mágica, tropical Brasil, 6.6, o qual com certeza peguei as minhas melhores ondas na plataforma. Me lembro do dia 05/10/1988, um dia clássico, tubos e mais tubos na backdoor, as esquerdas na ponta do “T”, terminavam nos pilares, com canal que te botava para dentro novamente,era uma fábrica de ondas. Após quatro horas dentro do mar perguntei a namorada da época : viste alguma onda minha ? Resposta : Não, apenas o Betão com uma prancha tua. A decepção foi grande. Dois dias depois o Raul, surfista do Vale dos Sinos bate na minha porta e me apresentou um fotógrafo que lhe perguntou quem era aquele que aparecia na foto e pedia para fazer contato para mostrar uma foto. Estava na praia no dia 5/10 pára fazer uma matéria com o Lua e tinha obtido a sua melhor foto de um desconhecido, em um tubo com mão na borda. Após as apresentações foi procedida a venda da foto. A mesma gerou dividendo para o ego, como por exemplo, a sua colocação , a pedido do proprietário, no Titanic de Porto Alegre, ampliada na porta de entrada , facilitando as coisas com a mulherada, que era farta no local”.

Decorridos mais de 20 anos, ainda me emociono com aquele momento. Mesmo sentimento de Fabio na sua bela foto. Hoje com muitos kilos a mais, rugas e menos cabelo o surf continua a me proporcionar bons momentos com esta e outras fotos que fazem a minha história. Caros paiperos preservem suas lembranças, para daqui a algum tempo tenham o mesmo sentimento. Até a próxima, Mauro.


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Bela foto de Fabio na onda, classico dia de abril, onda em Zanja Honda , sacada em Los Botes.Valoración:   Votos: 1  



CAULI RODRIGUES


CAULI RODRIGUES

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Capa da revista Brasil Surf e pódio no Olimpikus de 1983.
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Arpoador.

O CAULI é de uma geração mais velha que a minha, a dos precursores do surf no Brasil. As suas batidas eram inconfundíveis. Mirei seu surf no Arpoador e na Joaquina. Esta matéria do jornalista Carlos Matias é excelente e não poderia deixar de publicar no Paipo. Cauli é um ídolo no Brasil, mas não sei se os Paiperos do Uruguay já escutaram o nome do Cauli , esta é uma boa oportunidade.

Um dos mais importantes surfistas de todos os tempos. Essa frase resume Carlos Felipe da Veiga Lima Rodrigues, o Cauli Rodrigues. Essa grande personalidade, que com o seu profissionalismo e amor pelo esporte, se tornou um excelente atleta tanto no freesurf quanto nas competições, onde acumula vitórias e um grande revolucionário tanto nas manobras quanto em seus atos em prol do surf.

No ano de 1965, Cauli Rodrigues começou a dar seus primeiros drops nas ondas do Posto 5, em Copacabana, local que segundo ele, tinha ondas comparadas as de Sunset Beach, no Hawaii. Depois conheceu as ondas do Arpoador e Ipanema. Tudo isso com prancha de isopor. Em 1968, começou a surfar com pranchas de fibra. Pouco tempo depois entrou numa fila para encomendar uma prancha e esperou nove meses até chegar a sua vez. Depois disso, mais três meses e ela estava pronta.

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Muitos títulos e trófeus.
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Quebra Mar.
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Competindo no Stubbies na Australia.

A partir daí, manobras fortes e bonitas passaram a fazer parte de seu repertório. Seus cutbacks, tubos e, principalmente, suas batidas de backside marcaram época. Seus treinos diários, muitas vezes de quase oito horas, refletiam um profissionalismo desconhecido na época.

Seu surf foi moldado em ondas de diversas partes do mundo. Em alguns lugares ele teve rápida passagem, mas no Havaí e na Austrália ele morou por algum tempo. No Hawai gostava muito de Sunset, Velz land, Rock Point e Laniakea, além de outros secrets. Na terra dos cangurus, surfou todas as ondas da costa leste como Cronulla, Shark Island, Crescente Head, Dbah, Burleigh Heads e Angourie, considerada pelos australianos como a melhor onda da costa leste. Segundo Cauli, as competições em Burleigh Heads eram especiais.

“Os eventos eram mágicos! As direitas tinham uns 300 metros de extensão e eram perfeitas e tubulares. Além disso eram apenas dois caras na água em baterias de mais de 50 minutos. Era um sonho!”.

Cauli foi o segundo surfista profissional do mundo a ser pago para surfar. O primeiro foi seu amigo Pepe, que conseguiu os patrocínios do JB e da Rádio Cidade para ele. “Fomos os primeiros surfistas no mundo a sermos pagos para surfar. A prova é o Pepe e sua prancha na final do Pipemaster de 1976 com a logomarca do JB e os outros finalistas com as pranchas em branco”, afirma Cauli, citando um dos eventos de maior repercussão do mundo.

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Prêmio da Revista Fluir em 2006, pelo conjunto da obra desses anos todos.
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Jogando muita pressão nas manobras.
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Hang Loose 1987, Joaquina, etapa Brasil do Mundial.

Cauli Rodrigues coleciona importantes títulos no esporte. Ele foi bi-campeão brasileiro universitário em 1977, venceu os Campeonatos Brasileiros de Saquarema em 1978 e 1981 e de Ubatuba em 1979 e 1985 e o 2º Festival Olimpikus em 1983. Pode ser considerado o campeão brasileiro de 1986, o que seria fato se tivesse um ranking oficial. Em 1985 se tornou o primeiro campeão profissional carioca, no circuito inaugural da Organização dos Surfistas Profissionais (OSP). Foi o terceiro colocado na etapa brasileira do mundial Waymea 5000, em 1978, vencido pelo australiano Cheyne Horan. Na Austrália, ganhou eventos em Byron Bay e teve um excelente 17º lugar na etapa do mundial chamada Stubbies. E na África do Sul, foi quinto colocado no Billabong Pro de Jeferys Bay. Esses são alguns exemplos de sua “ficha corrida” no surf. “De 1978 a 1985 eu considero que foram meus melhores dias surfando profissionalmente”, afirma o excelente surfista.
Na Austrália, ele foi o destaque nas triagens de uma das principais etapas do mundial na época, ao vencer todas as baterias. No evento principal, foi prejudicado pelos juízes que acreditaram na história de um atleta local que acusou Cauli de ter puxado sua cordinha, num momento da bateria que o atleta brasileiro liderava a disputa.

O episódio levou o surfista da zona sul carioca a rejeitar duas propostas de patrocínio para correr todo o circuito mundial. Para ele, não valia a pena participar das etapas e não ter o julgamento correto. Na volta ao Brasil, também se decepcionou, pois percebeu que o mesmo estava acontecendo por aqui. Num evento disputado fora do Rio de Janeiro, ouviu de um juiz bêbado, antes de sua bateria, que perderia a disputa porque “carioca” não merecia ganhar nada.

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Capa da Revista Visual e como vencedor do primeiro circuito profissional do Rio.
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Batida de backside marca registrada.

Apesar disso, aos 51 anos, Cauli ainda quer disputar eventos. “Pretendo competir se eu estiver em forma, no meu peso ideal e principalmente com umas três pranchas boas”, conta ele. A idade nunca foi um empecilho para Cauli. A prova disso é que aos 40 anos ele venceu uma etapa do Circuito Hot Coast, disputando contra grandes nomes do surf carioca, inclusive Léo Neves, hoje na primeira divisão do mundial. “Corri a categoria open que tinha vários nomes de destaque, que hoje ganham campeonatos profissionais no Brasil e no mundo. No primeiro dia as disputas aconteceram no Arpoador e no segundo no Posto 5, que estava perfeito” lembra o surfista, que ainda hoje tem um quiver de quase 20 pranchas.

Escolher uma palavra que defina Cauli Rodrigues é difícil. Uns dizem que ele é uma lenda viva. Outros que ele é um herói do surf brasileiro. Um homem que se tornou ícone do esporte no país, que apesar dos longos treinamentos diários encontrou tempo para se formar em Comércio Exterior e Administração de Empresa, que foi um dos primeiros a levar o nome do Brasil para o mundo, que participou de importantes momentos da história, como na reunião que fundou a ASP (Association of Surfing Professionals) entidade mundial do esporte e que tem tantos resultados e títulos importantes, não pode ser definido por uma palavra. Acredito que a melhor forma de expressar sua importância para o país é lembrar e citar seu nome: Cauli Rodrigues.


Cauli um grande surfista sul americano, até próxima, Mauro.


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Arpoador em 2007.
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Capa da Revista Brasil Surf em 1978 e na lista dos anos 80 da revista Hardcore.Valoración:   Votos: 1  



QUE OLA ES ?


QUE OLA ES ?

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O australiano Kerby Brown, surfou na última semana uma bomba estimada em 41 pés em um reef secreto na terra dos cangurus.

Brown relatou ao jornal Daily Mail que foi obrigado a fazer aproximadamente dez backflips para vencer os enormes “bumps” da bomba secreta australiana, sofrendo ao final um caldo monstruoso que causou o rompimento de um dos músculos de seu ombro.

A morra esta concorrendo ao prêmio oferecido pela Oakley para a maior onda surfada na Austrália durante a temporada 2008.

O SURF tem tomado dimensões nunca pensadas a alguns anos. Picos estão sendo descobertos com ondas acima de 40 pés, na Irlanda, Espanha, Califórnia, Tasmânia, África do Sul entre outros.

Mas esta onda não é só o tamanho e a largura do lip e o perigo quando do seu término. Os surfistas de grandes ondas, que antigamente restringiam-se a havaianos e californianos, hoje possuem australianos, brasileiros , sul africanos, espanhóis,franceses e japoneses. Uma mostra disto é a lista oficial de convidados do EDDIE AIKAU 2008 E 2009.

Aqui no sul do Brasil 2 picos tem chamado atenção dos big riders, Ilha dos Lobos e Laje de Jaguaruna. Não descarto a possibilidade de existir picos semelhantes e com grandes possibilidades de ondas grandes no litoral do Uruguay, como a bancada de lages em frente a Punta del Este ou as Ilhas existentes em frente a La Coronilla, antes de chegar em Santa Tereza, muito parecido com a bancada de Torres. Mas este é um tema que deve descoberto e divulgado apenas pelos surfistas nacionais do pais.

Até a próxima, Mauro.
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PUNTA LOBOS CAMPEONATO


PUNTA LOBOS CAMPEONATO

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Punta Lobos, local de grandes ondas, foi alvo de boas ondas com os sul americanos como destaque no campeonato mundial de ondas grandes. Pichibull nosso grande campeão do Paipo já obteve um segundo lugar no pico. O Luciano “Fuka “Matos já julgou no local, uma etapa internacional.

Foi realizada na última sexta-feira, 31 de outubro, a primeira etapa do circuito mundial de tow-in 2008/2009 da Associação Profissional de Towsurfers - APT, nas esquerdas de Punta de Lobos, em Pichilemu, Chile.

Na primeira colocação ficaram os australianos Kobby Aberton e Ryan Hipwood, com os brasileiros Rodrigo Resende e Danilo Couto faturando o vice campeonato.

Outras duas duplas brasileiras estiveram no pódio, Everaldo Pato e Yuri Soledade em terceiro, e Sylvio Mancusi e Alemão de Maresias na quarta colocação.

A competição, que foi realizada no último dia da janela de espera, aconteceu em ondas perfeitas de aproximadamente 12 pés em Pichilemu.

Até a próxima. Mauro.
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TEAHUPOO SUL AMERICANA


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Recebi estas fotos oriundas de matéria de nosso parceiro Giovanni Mancuso, além das fotos a matéria só tinha uma frase que era a seguinte :

Teahupoo doméstica.

Dizem que o Pedra aproveitou este mar para treinar para o evento do Taiti deste ano. Foto: Luis Reis.

Nos comentários havia a confirmação que o Rodrigo “Pedra” Dornelles treinou nestas ondas para o WCT. Aos paiperos que não conhecem Dornelles é local de Torres, onde fica o pico da Ilha dos Lobos.

Ilha dos Lobos já foi alvo de matérias anteriores, mas a cada nova foto, me sinto na obrigação de compartilhar com os amigos.

Uma imagem vale por mais de mil palavras, diziam os antigos chineses. O que falar desta onda, esquerda, longa , tubular e grande . Mirem o tamanho dos surfistas remando.

Após uma troca de idéias com Juanto, que me disse TEAHUPOO SUL AMERICANA. Até a próxima, Mauro.


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AEREOS

AEREOS MANOBRAS


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As manobras clássicas de minha geração eram a batida, cutback e tubo. Quando surgiu no cenário mundial o inglês Martin Poter, vi que as coisas estavam mudando. A partir do inglês comecei a visualizar floaters e aéreos. A atual geração de Slater, Irons, Fanning e outros solidificaram estas manobras e criaram o surf como alguns dizem “acrobático”. As vezes lembram algumas manobras do skate. A partir daí venho também o free surf do Havaiano Hamilton, na minha opinião um dos surfistas mais completos do mundo. Com ele se pode atacar grandes ondas pelo tow in, Jaws, Mavericks e outros picos começaram a aparecer no cenário mundial. Waimea começou a não ser o maior pico de big surf. Possibilitou a um pequeno grupo de brasileiros como Burle, Eraldo , Pato, Pacelí , Capilé, Rodrigo Rezende e outros a se destacarem em ondas grandes, coisas que tinham dificuldades pelo crowd nas ilhas havaianas. Atualmente são perseguidas com a tecnologia da internet grandes ondulações no mundo inteiro.

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O town in estava sendo usado para buscar ondas que na remada se tornavam impossíveis. Entretanto alguns brasileiros big riders quando haviam ondas menores começaram a treinar para as grandes ondas em condições menores. Os big riders começaram a praticar manobras em ondas menores também no town in. Os aéreos e batidas com muita velocidade começaram a aparecer. Os atletas começaram a atingir alturas nunca imaginadas. Esta matéria trata desta nova modalidade. Um grupo de atletas do sul do Brasil chefiados pelo lendário Capilé fizeram uma mostra deste novo movimento no centro de Garopaba. O Xandão do Ondas do Sul nosso parceiro do Paipo esteve lá e nos envia esta série de fotos. O Capilé conheci em 1994 em Punta Hermosa, estava hospedado no mesmo Hotel que eu e um grupo de gaúchos. Depois de uma briga de brasileiros de um lado o meu grupo de gaúchos e de outros cariocas e paulistas, dentro do hotel, ele disse ao grupo rival “ respeitem os gaúchos “ foram eles os únicos brasileiros que vi hoje em Pico Alto e ontem em Punta Rocas 10 pés, quando os demais estavam buscando um beach breack de 1 metro. São frases que não esqueço e não saem de minha memória. Capilé continua o mesmo, uns quilos a mais e um pouco menos de cabelo.

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Capilé.
Esta novidade não poderia deixar de mostrar no Paipo, ainda mais que comandadas por pessoas sérias. Até a próxima,Mauro.


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Capilé.

Valoración:   Votos: 3  



SURF E FAMILIA

SURF E FAMILIA

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Guarita , se pode mirar o tamanho da onda pelo tamanho do surfista.

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Guarita, onda batendo na bancada.

O último fim de semana tinha características diferentes.No Brasil dia 12/10 é dia das crianças (niños), não sei no Uruguay se existe tal data. Por ser uma data extremamente familiar resolvi passar quatro dias com a família em Torres. E teria a oportunidade de testar meu novo brinquedo, 7:4 , nueva tabla. Portanto levei toda a família para passar ao meu lado em tal data.Foram quatro dias, do dia 10 ao dia 14, ficando hospedado na Prainha de Torrres.Foram dias de poucas chances de fotos , pois choveu muito , dias nublados e apenas no domingo algum sol , mas com nuvens.O vento nordeste predominou, as melhores opções foram a praias dos Molhes e Guarita. Na Prainha rolaram ondas, mas apenas no final de tarde de domingo, as fotos ja sem boa iluminação quase a noite. A Praia do Molhes , que quebra de vento nordeste, sempre com canal ao lado dos Molhes que separa do Rio Mampituba é um picos muito constante.Ondas boas quebraram, com crowd no meio da manha e final da tarde. A Ilha dos Lobos não quebrou, pois o sweell não estava gigante.



O grande destaque foram as ondas na Guarita, na ponta das pedras até a areia, sempre esquerdas longas e boas para boas manobras. A Guarita para os que não conhecem fica entre a Praia da Cal e Itapeva. Os paredões de pedras do pico são únicos na região. Não existem relevo igual em outros locais do Brasil. Mesmo com a dificuldade de pouco sol , muita fotos foram tiradas . Esta matéria alia o surf com o lado familiar. Como o paipo reúne este sentimento de família. Minhas filhas Dani e Isabella me acompanharam juntamente com Patrícia. O Panzardo mais de uma vez relata as surf trip coma família e os filhos. Em breve o “boss” Juanto que será papai em breve fará as mesmas matérias.

Na Guarita nos dias maiores se pode chegar ao pico se jogando das “rocas” ou pelo canto das pedras. A ondulação quando chega na bancada, explode nas pedras e aumenta o seu tamanho. A visão dos surfistas é muito boa, pois se tem locais para mirar as condições, por isso mesmo sem uma boa luminosidade se consegue fotos.

Estes últimos quatro dias foram dedicados a família e as crianças, e pude testar meu novo brinquedo também. A Dani com seu “nuevo” neoprene comprado em Rivera , não quis saber de tirar fotos quando eu estava no mar. No momentos que saia do mar que tirei as fotos. A Isabella, gosta muito do mar , fazendo com que Patrícia lhe deva cuidados constantes. Não tenho filhos homens, mas as duas meninas, Dani , 14 anos e Isabella 2 anos gostam muito do mar, creio que puxaram ao pai.

Meus amigos do Paipo, esta matéria além de mostrar um pouco da família e mostrar um pouco não só as ondas como as bela cidade de Torres que muitos Paiperos a caminho de Santa Catarina passam e não param para desfrutar um pouco de suas belezas. Com certeza aqueles que vierem ao Rio Grande do Sul irão conferir Torres depois desta matéria. Pelo que escutei com os amigos em Santa Catarina ou mesmo no Rio grande as ondas não quebraram melhores que Torres, portanto estava no lugar e com as pessoas certas.

Até a próxima, Mauro.

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Dani, no morro do Farol, tendo como fundo a praia da Cal.
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Guarita , onda quando bate na bancada.
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Batida nos Molhes.
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Entrada no pico, Molhes.
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Praia da Guarita , vista pela praia da Itapeva.
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Molhes.
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Guarita, saida do pico.
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Buscando o tubo.
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Onda entrando nos Molhes.
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Ilha dos Lobos ao fundo, vista da Prainha.
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Entrada no pico, Guarita.
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Vista da ponta da Guarita.
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Isabella.
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Isabella.
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Onda entrando nos Molhes, vista do rio Mampituba.
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Esquerda , Guarita.
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Prainha ao anoitecer.
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Patricia , Guarita.
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"la primera parafa"
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Praia dos Molhes.
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Familia, morro do Farol , Praia da Cal ao fundo.
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Praia dos Molhes com chuva.
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Mais um surf na Guarita.
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"las Rocas"
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Guarita.
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Guarita.
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Ponta dos Molhes, com a série entrando.
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Inside da Guarita.
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Trip Paipo .
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Prainha, ja ao anoitecer a maior onda fotografada.
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Molhes.
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Manobra na Guarita.
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Guarita.Valoración:   Votos: 2  



PRANCHA NOVA


Uma prancha nova sempre a mim trouxe mais vontade de surfar e programar novas surf trips. Com certeza esta será mais uma. Esta é a nova 7:4 , round pin, pronta par ao ataque. Uma nova prancha , mesmo sendo um velho surfista traz a sua emoção. Agradeço ao amigo e shaper Roberto Coin da Steerboard. As quilhas são spans removiveis. A pintura classica do amarelo com raios vermelhos nas bordas. Paiperos, procurem um shaper de sua confiança e tenham a mesma sensação. Até a próxima, un abrazo,Mauro.

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THE CULT SHOW COBERTURA PAIPO

THE CULT SHOW COBERTURA PAIPO


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Fim do show.
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O THE CULT é daquelas bandas que nos trazem saudades e muito inspiraram sessões de surf. Na década de 80 muitas trips pra santa Catarina e as primeiras ao Uruguay foram regadas muito rock do THE CULT. O disco Love é emblemático, She Sells Santuary , Rain , Love, Nirvana, Brother Wolf, Sister Moon e Revolution são insuperáveis e foi um dos melhores da década de 80.

O show foi realizado no PEPSI ON STAGE, que fica do lado do Aeroporto Internacional, o que facilitou a chegado de muitas pessoas de outros locais. Como legítimos representantes da Inglaterra , o show começou no horário marcado, 22 horas. O público que predominava era de surfistas com mais de 30 anos. Muito amigos que há muito não encontrava foram vistos no local. Além das musicas do disco love foram tocadas do disco Sonic Temple, Fire Woman, Sweet Soul Sister, Edie (Ciao Baby) e Sun King. Do disco Ceremony, tocaram Ceremony, Heart of Soul Wild e Hearted Son.

Do disco Electric, Wild Flower, Love Removal Machine e Peace Dog. Do disco Dreamtime, rolou Spiritwalker, Go West, A Flower in the Desert e Dreamtime. Do disco Cult rolou Star. A banda veio com formação original Ian Astbury, vocals,William H. Duffy, guitars,Jamie Stewart, bass e Nigel Preston, drums, somado a um guitarra base. O som muito alto, e era para assim ser escutado.

Escuta She Sells Sanctuary, mesmo que 20 anos depois de lançado é um privilégio que não poderia perder. Foi um show de grande intensidade, foram tiradas fotos bem ao lado do palco exclusivas ao Paipo . Baixo, bateria, vocal e guitarra estavam perfeitos. Grandes músicos , grande show. O mais puro rock. Até o final do ano existem mais shows para virem a Porto Alegre, Bem Harper, J. Johnson, REM, Duran Duran e Offpring são os que prometem. Como diz um dos discos do The Cult – for rockers, ravers, lovers and sinners. Até a próxima, Mauro.



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Paipo presente.
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Despedida.
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Camiseta com a tour da banda.
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Ingresso.
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Publico.Valoración:   Votos: 1  



ILHA DOS LOBOS - FOTOS

ILHA DOS LOBOS - FOTOS


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O site do Giovanni Mancuso, parceiro Paipo, publicou estas fotos maravilhosas do pico da Ilha dos Lobos, provavelmente um dos picos de maiores ondas no Brasil, que fica na cidade de Torres, Estado do Rio Grande do Sul, vizinho do Uruguay. As fotos são profissionais de Luis Reis. Além das fotos o Mancuso aborda temas como a melhor exploração do potencial do pico por parte das autoridades de Torres e são narrados alguns incidentes no pico tais como um dia que mais de dez Jet skis somados a vinte e tantos surfistas fizeram a “festa na ilha”, um lamentável acontecimento que, felizmente, não deixou vítimas fatais, mas com certeza causou algum dano à natureza. Segundo testemunhas, os praticantes do tow in estavam se atirando de qualquer jeito nas ondas, pilotando que nem malucos, quase atropelando os outros surfistas que estavam na água.

Sem falar de um Jet ski que capotou e foi em direção a Ilha, quase se espatifando nas pedras, causando um vazamento de gasolina e óleo. Um outro surfista perdeu a prancha na onda e teve que subir na ilha para busca-lá. E é proibido ir na ilha. Mas o preço foi pago. Depois de uma denúncia, o Ibama e a Brigada Ambiental esperaram na beira da praia para autuar surfistas e apreender seus equipamentos. Desde então a prática de surf, pesca e outras atividades estão proibidas na Ilha porque tem fiscalização reforçada.

A entrada na ilha é proibida mas o surf nas proximidades não. Aqueles que forem na remada desde a beira da praia, algo em torno de 1,5 A 2 km ou ir de barco até uns 300 metros da ilha, ao sul, creio que não terão problemas. Nunca pratiquei town in na ilha, mas já peguei ondas de 1,5 a 2 m ao lado da ilha, levados por barco e deixado após a rebentação da ilha. Já fiz mais de uma matéria sobre o pico com os nomes “ILSA DE LOS LOBOS “ em 24/12/2007 e “WOLF ISLAND – BIG SURF” de 15/04/2007. www.youtube.com/watch?v=_GnTgd4D2DA&feature=related para aqueles que ainda duvidam que no Rio Grande do Sul existem ondas para big surf. Até a próxima, Mauro
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CAMPEONATO SANTA TERESA


Caros Paiperos, foi muito debatido no chat do Paipo e Paipo Brasil a informação quanto a realização de um campeonato de brasileiros nas praias da Fortaleza, sem a permissão das autoridades locais e da USU.

O Claudio, um dos organziadores me enviou resposta ao debate, dando sua versão sobre os fatos, que quero compartir com os demais paiperos . que cada um tire suas conclusões. Mas uma coisa é certa temos que buscar o entedimento e que os brasileiros venham a solo charrua como visitantes, peguem suas ondas e respeitem os locais nada mais. Não desejo que ocorra novos incidentes entre brasileiros e uruguaios como aconteceram no final do ano passado na região. Convoco a todos para deixarem seus comentarios e opiniões. Um abrazo a todos,Mauro.

RESPOSTA


RE: Kssino.com - Formulário de contato‏
De: Cláudio Touguinha (souotouguinha@hotmail.com)
Você pode não conhecer este remetente.Marcar como confiável|Marcar como não confiável

Enviada: quinta-feira, 2 de outubro de 2008 3:52:36
Para: Kssino.com (mspe39@hotmail.com)
Boa Noite Mauro!!!

Venho por meio deste pedir total desculpas pelo ato, que pelo que li em seu e-mail causou alguma revolta por parte de alguns surfistas Uruguaios...

Primeiramente, gostaria de salientar, que em nenhum momento, o Forte Santa Teresa foi anunciado como um local brasileiro. Pelo contrário, se fazendo sempre a menção ao Uruguai e ao belo lugar.

Também, o que aconteceu no Forte Santa Teresa foi uma Trip de Surf, como várias que acontecem tendo como destino o Forte. Como consequência, se organizou um surf treino entre os integrantes da Trip e nada mais...

Me lembro bem, que em nenhum momento não se pediu para nenhum surfista sair da água e muito menos um surfista uruguaio, até por que, o que valia era o free surf e o surf treino como falei, foi uma consequência da viagem.

Lembro também, enquanto eu estava na água, que apenas dois ou três surfistas uruguaios apareceram na praia durante a manhã e que surfaram junto conosco, sem ninguém atrapalhar o surf deles...

Portanto, mais uma vez peço desculpas pelo transtorno e deixo claro que o que aconteceu não foi uma etapa e nem um campeonato, e em hipótese alguma desrespeitamos algum surfista uruguaio dentro da água...

Queria deixar claro, que a surf trip realizada pelo site www.kssino.com não tinha intenção nenhuma de invadir o espaço e as praias Uruguaias e sim apenas pegar as ótimas ondas que o pico proporciona, por apenas dois dias...

Grato pela atenção

Cláudio Touguinha



> To: souotouguinha@hotmail.com
> Subject: Kssino.com - Formulário de contato
> Date: Mon, 29 Sep 2008 18:16:10 -0300
> From: mspe39@hotmail.com
>
> mauro escobar enviou a seguinte informação:
> e-mail mspe39@hotmail.com
> Site www.paipo.com.uy
> Mensagem
>
> Meu nome é Mauro, sou responsável pelo Paipo, maior site de surf do Uruguay, sou responsável pela parte brasileira do site, que tem sua sede em Montevideo. Causou muito constrangimento o campeoanto realizado no ultimo final de semana. Pois não foi contactado a USU, federação uruguaia de surf, tão pouco as autoridades locais. Surfistas que viajaram desde Montevidéo ou La Paloma, ou até locais de Punta del Diablo, foram impedidos de surfar, foram noticias que nos chegaram. Uma total falta de respeito, se isto efetivamente ocorreu. Existe um projeto , para uma etapa em solo do Rio Grande do Sul e outra no Uruguay, valendo pontos para os dois circuitos, e aberta acompetidores dos dois paises, mas com a atitude tomada no final de semana esses entendimentos são sepultados. O Paipo poderia fazer divulgação da trip e até auxiliar em alguma competição restrita em solo charrua, mas da forma como foi feita e a imagem deixada só prejudica.Meus amigos estamos abertos ao debate, da
> próxima vez não tomem a postura que foi adotada. Pois a qualquer momento os demais brasileiros serão prejudicados na região da Fortaleza.A revolta dos surfistas uruguaios é muito grande. Lembrem, Santa Tereza é território do Uruguay. Um abraço,Mauro Escobar.
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ONDA PROIBIDA



ONDA PROIBIDA

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Fabio Gouveia
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Clássica mas muito problemática.

Esta onda é com certeza a mais internacional das ondas aqui da região de Florianópolis. Nos dia clássicos são 3 sessões bem definidas, onde pode se explorar muitas manobras e tubos longos e profundos.

Pico com localismo pesado, cenário de muita pancadarias, e muitas vezes até agressões abusivas dos locais. Nesse pico a pancada é a lei para os haoles desavisados, abusados e sem respeito.

Na sua maior parte dos dias bons o crowd é infernal, e a gritaria dentro dágua é intensa.

Para surfar neste pico o bom é ir muito cedo (antes do crowd local), ou com o convite e companhia de algum local, se possível conhecido da galera, só assim pode-se surfar tranquilamente nesta point.

Vá com calma e respeito, e boas ondas. Bem vindo ao Campeche.


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Pessoalmente consegui surfar apenas duas vezes no pico, uma boa onda, mas com boas ondas a incomodação e o alto nível são certos. Se conseguir chegar mais cedo que todos, pode ter alguma sorte. Muitos surfistas profissionais vem conferir o pico.Até a próxima, Mauro.Valoración:   Votos: 1  



TABLAS MADE IN CHINA

TABLAS MADE IN CHINA

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A China tem derrubado o mercado comercial dos outros paises, seja pela sua grande população de um bilhão e duzentos milhões de pessoas e salários muito baixos, quase escravos. A cada quatro pessoas no mundo um é chinês. O surf começa a ser atingido pela pirataria e produtos de segunda linha vindos da China. Primeiros vieram os acessórios, camisas, leash, camperas , mochilas com logos de marcas de surf. Depois vieram roupas de neopreme. Algumas marcas americanas e australianas estão sendo pirateadas e confeccionadas na China, Singapura, Tailândia e outros. Quando iniciei no surf a marca Hang Tem era muito forte e todos desejavam algo com este nome. Agora em 2008 , em um free shop de Rivera encontrei a marca novamente. Comprei um short manga curta a minha filha Dani. Depois fui notar que era feito na China , não sabendo dizer se era feito na China com autorização da marca ou era pirata.

Atualmente com as novas tecnologias, modelos e shapes de tablas podem ser copiados por máquinas. Mesmo copiadas , sempre usando materiais e acabamento de segunda categoria. Foams de ultima categoria são usados.Esta sendo divulgado o uso pranchas piratas da All Merick. O que esta a acontecer será o fim de bons shaper e boas marcas de cada pais. O surf retrocederá anos se isso continuar a acontecer. Não que eu não deseje que pranchas ou equipamento não custem menos, mas que exista um equilíbrio entre fabricante e que se evite a pirataria e privilegie os shapers e marcas de cada pais. No Brasil a melhor prancha na minha opinião é a Tropical Brasil, tenho duas em meu quiver. Uma encomenda na fabrica para uma prancha top custaria algo em torno de 1.400 reais, algo próximo de 700 dolares. Imaginem amigos se pranchas com o logo da Tropical viessem ao mercado do Brasil a 100 dólares. No Brasil não se tem noticia, mas fora do Brasil a Tropical já a apareceu pirateada por este valor, impossibilitando as exportações legais. Imaginem por exemplo Santa Lu ou outras marcas charruas a 50 dolares, o que seria o destino dos fabricantes locais.

Já não é de hoje que no Chuy miro marcas piratas de surf, seja em tablas ou equipamentos, sempre em desfavor do surf com mercadoria de péssima qualidade que os principiantes compram , pensando estar adquirindo produtos top de linha.

Lembro mais uma vez que o Brasil foi um dos paises que pirateava marcas americanas e australianas e foi a partir do acordo com tais marcas em 1986 com a volta do pais ao circuito mundial, Hang loose 1986 que o surf novamente evoluiu no pais.

Lembro mais uma vez a todos, procure o shaper de sua confiança, faça encomenda direta com o fabricante seja pela surf shop ou direto.Mas realize o pedidos por encomenda . Não compre TABLAS MADE IN CHINA, pois será o fim do surf. Até a próxima,Mauro.
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POCAS OLAS

POCAS OLAS

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Jetski, tabla e una corda.

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Regata.
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Planador.
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Surfando a merreca.
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Saida da rampa.

Os surfistas da capital dos gaúchos tem muita coisa semelhante com os surfistas de Montevideo. Distante uma hora do mar, os dias de flat ou de “pocas olas” são usados em outros esporte mas não pouco radicais. O vôo livre é praticado em Osório e Sapiranga, cidades próximas. O paraglider tem sido também muito usado neste pico. O jetski juntamente com uma corda e uma prancha de surf tem sido usado para matar a fissura, nas ondulações que aparecem , nas praias do Guaíba em Porto Alegre.O kite surf também cresce. O vôo com planadores no aeroclube tem sido praticado. A capital gaúcha tem tradição na vela. A pratica de competições é constante, e existem muito clubes. Muitas categorias e muitos tipos de barcos são usados. O paipero Panzardo já foi visto praticando vela na cidade.

Mas a grande diferença entre as duas cidades é que algumas vezes por ano, rola algumas ondas em “la honda “ , “la pantalla” e outras, segundo Juanto, com cor de chocolate.

Estes esportes podem ser bem interessantes, com muita adrenalina nos dias de poucas ondas, mas nada supera um dia de boas ondas.Um “abrazo” a todos , até a próxima,Mauro


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Em frente ao paipo brasil.
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Velocidade máxima.
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Montagem da asa.
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Manobra.Valoración:   Votos: 1  



SURF AÑOS 70

SURF – AÑOS 70

Bustin Down The Door é eleito o melhor documentário pelos leitores da Revista Surfer.

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Wayne Bartholomew, 1978 campeon, Mark Richards, campeon 1979,1980,1981, 1982 e Shaun Tomson, campeon 1977.


"Bustin down the door" foi eleito o melhor documentário e também o filme do ano pelos leitores da revista SURFER. "Bustin' down the door" narra o surgimento do surf profissional durante a segunda metade da década de 70. O filme tem como principais personagens os representantes daquela que ficou conhecida como a "geração Free Ride". Shaun Tomson, Ian Cairns, Peter Towned e Wayne "Rabbit" Bartolomew (foto) são algumas das estrelas de “Bustin’ down the door”.
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Free Ride, mejor pelicula dos AÑOS 70.

Quem é da nova geração, dificilmente ouviu falar em Peter Townend. O australiano é considerado o primeiro campeão mundial de surf, em 1976. Isso porque na década de 70 não havia ainda competições oficiais de surf, mas é assim, como primeiro campeão mundial, que o surfista australiano é conhecido.

Peter nasceu no hospital de Kirra, Austrália, em 1953. Quando ganhou sua primeira prancha, em 1967, não imaginava que ela mudaria completamente sua vida.

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Peter Townend,campeon 1976, en Brasil, praia da Macumba , 2005.

"Eu, Michael Peterson e Wayne "Rabbit" Bartholomew, crescemos juntos pegando ótimas ondas em picos australianos, como Snapper, Rainbow Bay, Greenmount e Kirra, hoje conhecida como Superbanks, que não tinham o crowd dos dias de hoje", revela Peter.


O filme Bustin' Down The Door conta a história de surfistas forasteiros, como Shaun Thompson, Mark Richards, Wayne Bartholomew e o próprio Peter, que tomaram conta do cenário havaino em 1975. "O responsável pelo filme é Shaun Tomsom, que se inspirou em um artigo escrito por Bartholomew na Surfer Magazine de 1976", conta Peter.

A idéia do filme é mostrar como o sonho de surfistas sul-africanos e australianos se tornou realidade, quando se profissionalizaram e começaram a dominar as competições internacionais. Quem assistiu "Z-Boys The Lords of Dogtown" pode perceber uma pequena semelhança entre os filmes, embora este último conte a história do nascimento do skate de rua e de vários skatistas profissionais.


Bustin' Down The Door foi lançado em Huntington Beach no dia 25 de julho, para coincidir com o US Open de surf. No mês seguinte já estava sendo projetado em inúmeras cidades americanas, principalmente naquelas que abrigam adeptos do surf. Será lançado no final do ano, no Brasil e Austrália, com a chegada do verão dos dois países. Mas já existem cópias no Brasil, as quais já tive acesso.

O surfista australiano comprova o que sabem aqueles que pegam onda: não dá para viver sem o surf. Peter Townend continua nas ondas, sempre à procura dos melhores picos. Além disso, acompanha com interesse o momento atual do surf.

De acordo com ele, quando estava começando, acompanhava o esporte através de revistas americanas e filmes anuais, que eram somente veiculados meses depois do lançamento. "Hoje em dia a internet mudou isso tudo e, é claro, o mercado acompanhou esse crescimento. Marcas como Quiksilver, Billabong, Rip Curl e O'Neill, que surgiram no período de Bustin' Down The Door, são hoje empresas globais multimilionárias", analisa Peter Townend.


Sobre os grandes surfistas do momento, o primeiro campeão mundial considera que Kelly Slater faz no surf o que nenhum outro atleta faz em qualquer modalidade esportiva. "Isso eleva a popularidade do esporte para o maior percentual de todos os tempos", afirma o campeão australiano com a experiência de quem começou em uma época que dava aos surfistas condições bem diferentes.


Com toda certeza, nomes como o de Peter Townend são responsáveis por fazer do surf o esporte respeitado e prestigiado que é atualmente.

O que os brasileiros e sul americanos buscam nos últimos anos os australianos e sul africanos fizeram na década de 70, tanto como atletas como marcas de surfwear.

Já fiz matéria sobre o sul africano Shaun Tomson a quem conheci em Floripa no ano de 1986, já em final de carreira, a qual transcrevo a seguir :


Publicado por mauroescobar el Marzo 4, 2007, 2:55 pm
en General ( Mauro Escobar)


UM CAMPEÃO MUNDIAL


Shaun Tomson, campeão mundial em 1977. Sul Africano, revolucionou o surf da época, por atacar as ondas havaianas, principalmente Pipeline, em que de “backside”, manobrava dentro dos tubos. Nos anos 80 teve embates clássicos com Tom Carol. Mesmo fora do circuito da ASP há vários anos, é respeitado pelo seu legado ao surf. Shaun Tomson surfista sul-africano, durante dez anos foi o único não-australiano a ganhar o título de campeão mundial, até Tom Curren quebrar a hegemonia aussie.
Shaun Tomson dispensa apresentações. Com 51 anos hoje, foi o campeão mundial de 1977, além de ter ficado entre os seis melhores competidores do mundo de 1976 até 1984. As lições que aprendeu com o Surf, como confiar nos instintos, andam paralelas com a sua vida. Depois de 14 temporadas no circuito mundial, se aposentou em 1989. Seu livro Surfers Code (Código de Surfista), lançado em novembro de 2006, compartilha 12 simples lições que ele aprendeu em sua infância na África do Sul durante o regime do apartheid e nos campeonatos em muitas das mais famosas praias do mundo. Seus autógrafos são acompanhados de mensagens como “Keep surfing in your heart” ou “Surfing is the only life.”

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Shaun Tomson, com estilo, Backdoor.

No começo de 2006, ele e sua mulher perderam seu filho de 15 anos. Mas ele está acostumado às dificuldades da vida, como na vez que seu pai, treinando para a equipe olímpica de natação, teve seu braço estraçalhado por um tubarão. Ou quando seus negócios foram por água abaixo.

A vida continua. Morando na Califórnia, perto de um de seus picos favoritos, Rincon, em Santa Bárbara, ele passa o espírito do surf para jovens surfistas e para todos os não-surfistas ao seu redor. Continua a surfar todos os dias. De fato, um dos 12 mandamentos de seu livro diz: “Eu vou pegar uma onda todos os dias, mesmo que seja na minha mente.”

No HANG LOOSE 1986, campeonato que marcou o retorno do Brasil a competições internacionais em seu território, após um boicote de vários anos, o sul africano esteve presente. O evento ficou marcado por grandes ondas em seu início, bombando ondas de 2,5 metros na Joaquina . As enormes esquerdas fizeram a alegria dos competidores e colocaram “Floripa” no cenário mundial pela primeira vez. Somente nas finais o mar diminuiu.

A ilha estava lotada de brasileiros e estrangeiros . Havia várias opções à noite de festas e eventos. Na quinta feira do campeonato me lembro que a boate “Shampoo” promoveu o aniversário do sul africano. O homenageado ficou literalmente somente de “cuecas” na festa, tal foi o assédio do público feminino. Diplomaticamente o ex campeão mundial agradeceu a festa e disse que se sentia muito a vontade no Brasil.

A ele é creditado o desenvolvimento do surf em seu país, o crédito de J. Bay ser uma das mais conhecidas direitas do mundo e pela luta contra o “apartheid”.

Nos dias atuais continua pegando ondas e competindo em campeonatos “Masters”, Tompson é um belo exemplo a ser seguido. Sinto-me um privilegiado por ter tido contato com um verdadeiro campeão mundial. Um grande abraço . Mauro Escobar


Caros paiperos , venho da geração dos surfistas da década de 70, portanto meus ídolos são desta época. Mark Richard, Tomson , Wayne Bartholomew e outros. Caroll , Slater, Occy, Irons são os ídolos dos mais novos, mas não menos importantes. Um abrazo, até a próxima, Mauro.

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Shaun Tomson, Ian Cairns, Peter Townend e Wayne Bartholomew.

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OLA

OLA


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Foto dia 24/08/08

Depois de dias com vento sul e muito boas ondas no Rosa muda do sábado para o domingo para vento nordeste. Vento muito forte, onde em alto mar, da costa se mira todo picado. Todos os picos pela intensidade ficaram sem onda. Mas o Rosa Norte, com a proteção dos morros as ondas rolavam com grande qualidade. Sempre entrava uma série que pegava os surfistas em baixo do pico. Esquerdas memoráveis, se o drop era feito no pico, se ia até a beira. Uma sessão de surf memorável, no dia onde muitos não surfaram , pois acharam que não haveria onda pela intensidade do vento. O Rosa é fantástico e possui seus mistérios, até a próxima.Mauro.Valoración:   Votos: 1  



SURF LIMITE

SURF LIMITE

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Paraplégico, sem movimento da cintura para baixo.
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Cadeira de rodas.
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Surf sem uma perna.
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Havaiana, sem um braço.
Essa matéria é do Verch, colaborador do Ondas do Sul, que não poderia deixar de mostrar no Paipo. Eu já tinha feito matéria a respeito sobre a surfista havaina que perdera o braço em um ataque de tubarão e continuava a surfar. Esta matéria vai além e mostra exemplos claros de superação e o limite realmente não existe, transcrevo a seguir a matéria :

Limite, grandeza constante, da qual outra pode aproximar-se indefinidamente sem nunca a atingir. (Segundo o dicionário)

Uma palavra que pode ser uma barreira, contrariando o que diz o dicionário, o limite pode ser vencido pela superação, força, determinação. Algo que pode e devem ser maior que a limitação imposta pelo corpo, mente e alma. Uma força superior que nem sabemos ao certo de onde vem, algo divino. É baseado nessa crença que escrevo e provo a vocês que certas limitações podem ser vencidas.

Quantas vezes muitos de nós colocamos a oportunidade de realizar algo por falta de motivação, determinação e amor a aquilo que deve ser feito. No Surfe isso não é diferente, quantas vezes olhamos para o outside e pensamos de tal forma, “Ah hoje o mar não está tão bom assim para surfar, amanhã eu surfo”. Só que você não imagina que tem pessoas que dariam tudo para cair na água e surfar aquele mar pequeno ou mexido que você esnobou.

Aqui me refiro a pessoas portadoras de deficiências, pessoas que devem ser tratadas com todo respeito e dignidade, pessoas essas que rompem os limites, coisa que muitas pessoas não portadoras não conseguem e nem são capazes de atingir. Muitas vezes não podemos escolher o destino, ele nos prega cada peça, um acidente, uma deficiência gerada na gestação, O que pensar? O que fazer? Eis que surge a palavra Limite, até onde podemos ir? O que podemos fazer? Essas são as dúvidas mais freqüentes, mas quando se tem determinação, coragem, amor, isso tudo se transforma e esse tal limite é vencido.

Temos diversos exemplos e provas de superação no mundo do Surfe, eu venho citar três deles nessa matéria, sem dúvidas todos superaram limitações, que isso sirva de exemplo há todos que acham ruim ter saúde e possibilidade de fazer o que se gosta sem limitação imposta, que olhem para o lado e ajudem as pessoas que necessitam de ajuda, porque o surf e ensina, a respeitar o próximo, a ser amigo, a ser heróico, a ser humano e a superar limites.

Limite, alvo de superação, desafio, meta a ser vencida, na qual pode e deve ser superada. (Segundo as Provas e Exemplos abaixo)

Dentro dos exemplos de superação começo por um brasileiro, o baiano Márcio Thola. Depois de sofrer um acidente de trânsito no ano de 2004 e ter a perna amputada, o tricampeão baiano Márcio Thola voltou a ter contato com as ondas. Foi um dos principais surfistas do estado no fim da década de 80 e toda a década de 90. O primeiro título de foi o de campeão baiano mirim, em 88. Em 92 foi campeão baiano open e em 96 foi campeão baiano profissional, desbancando nomes de peso do estado como Armando Daltro e Christiano Spirro.

Thola foi o primeiro atleta a conquistar o tricampeonato baiano profissional. O atleta faturou o circuito nos anos de 96, 97 e 98. Em entrevista concedida ao um repórter local no ano de 2007, Márcio relatou que esperava, um dia, ter o prazer de poder entrar no mar e dropar uma onda. Não foi diferente, superou toda e qualquer limitação, sábado 26 de julho de 2008, a praia do pescador recebeu esse eterno atleta baiano, apoiado em um par de muletas o surfista contou com a ajuda de amigos e pode voltar a fazer o que mais gosta nessa vida surfar. Exemplo de Superação.

Bethany Hamilton, essa havaiana que demonstrou força e deu a volta por cima, um exemplo a ser seguido por todos, principalmente as mulheres que muitas vezes criam limitações para ingressar no surfe. Em 31 de outubro de 2003 na Praia de Tunnels, em Kauai, Bethany perdeu seu braço esquerdo após ter sido atacada por um tubarão tigre em uma manhã que era para ser uma manhã de surfe, como qualquer outra.

Um exemplo de superação que mostra a capacidade do ser humano em vencer o medo e extrapolar a lei da limitação, se não bastasse ter voltado a surfar, Bethany compete, de igual para igual, contra surfistas sem deficiência. Neste ano, vai disputar a maior parte das etapas da divisão de acesso, o WQS. Não tem dúvidas de que pode se classificar para a elite, o WCT. E, quem sabe, dar ao Hawaii um título mundial, algo que não acontece desde 1981, com Margo Oberg. Segundo ela só tem uma explicação para tanta força de vontade e superação, além da paixão pelo surfe ela crê ter uma relação pessoal com Jesus Cristo. Segundo palavras de Bethany “Agradeço a ele por estar viva e por ter a chance de dividir minha histór