TROCA DE TURNO – CARNAVAL 2009

TROCA DE TURNO – CARNAVAL 2009

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Esquerda ao lado do pier.

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Direitas, raras, mas tubulares.
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Final da onda, quase no canal, com a série entrando atras.

O período de carnaval sempre foi de muita gente nas praias e muito crowd nos picos.O litoral norte do Rio Grande do Sul não é diferente. A plataforma de Tramandai, já a algum tempo tem fechado o acesso dos carros na praia na época de verão.Tal atitude priva aqueles assíduos no pico, de levarem suas famílias. Os carros muitas vezes ficam afastados da visão do mar e varias vezes quando se retorna constata-se que foi roubado. Situação semelhante no píer de Atlântida.

O píer de Salinas já a algum tempo esta com um bom fundo e tem proporcionado boas ondas. Além disso, qualquer um pode subir na plataforma mediante pagamento de ingresso. Depois de um bom surf , pode-se tirar fotos em local privilegiado do pico.

O grande segredo nesta época é ir bem cedo a praia, na chamada “troca de turno”. Foi constrangedor ver as 6:30 ou 7:00 da manha, jovens completamente bêbados ou drogados perambulando pelas areias e ruas. Boas ondas rolaram , mas muitos nem conseguiram chegar nos picos de surf. Muitos excessos foram cometidos e são normais nesta época do ano.

Ocorreram boas ondas no lado esquerdo do píer, principalmente esquerdas até o canal.Um dos destaques foi o veterano Ronaldo Battalha, que mesmo tendo perdido umas das quilhas nos pilares, continuou a pegar as melhores ondas.Alguns surfistas colocam o surf em primeiro plano os outros o “pro-night”.

Foram ondas nas primeiras horas da manha com poucos, mas amigos no pico.Até a próxima,Mauro.


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Meio da onda.
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Batida reta de backside.
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Ronaldo com estilo.
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Meio da praia.
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Ronaldo Battalha.
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Ronaldo Battalha.

Valoración:   Votos: 1  



CROWD - CARNAVAL



CROWD - CARNAVAL

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Camboriu ao meio dia.


No período de carnaval provavelmente seja a época do ano de mais crowd nos picos ao lado da páscoa e reveillon. Mas o carnaval é diferente principalmente porque muitos além de buscar as ondas vão se divertir, muitas vezes com muita bebida e drogas. As estradas estão mais perigosas do que nunca. É comum grandes acidentes movidos por motoristas "borrachos". E as vezes pessoas que nada usaram ou fizeram acabam envolvidos em tragédias.

O grande segredo é chegar muito cedo aos picos e tentar surfar com menos gente possível. Mas a partir de certo horários todos os picos estarão crowd.O carnaval no Brasil tem sua tradição e muitos abusos são cometidos. Nesta época é dificil encontar algum pico com alguma tranquilidade. Na costa uruguaia não é diferente, me lembro dos últimos anos havia muitos ónibus brasileiros, cheio de brasileiros na área da Fortaleza, tornando os picos insuportáveis, seja no mar ou na convivência. A sobras das festas, semprea aparece na beira das praias. Na região de La Paloma tal fenômeno tem crescido nos últimos anos.

Desejo a todos um bom caranaval, com boas ondas e muita tranquilidade. E se lembrem, cheguem muito cedo no picos , se quiserem pegar algumas ondas. Até a próxima,Mauro.

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Prainha, com poucas ondas as 10:00 da manha.
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Prainha, com ondas as 9:30.
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Canto do Recreio, 10:00 da manha.
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Canto Recreio, 10:00 da manha.Valoración:   Votos: 2  



FOTO POLEMICA


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Na materia anterior SUEÑO, publiquei uma foto que gerou grande polêmica, nunca tinha visto nada igual. O Paipero Naonao, questionou a legitimidade da foto da Australia. Não sou fotografo profissional e não questiono o material que recebo, faço questão de indicar minhas fontes.A foto foi recebida por email e publicada no site do Neko que é primo do Renato H. , juiz e manager da ASP. O proprio autor da foto colocou sua manifestação e enviou nova foto do pico,publicada acima que aparecem boas linhas de ondas.Mas agora creio que a minha foto de Chicama, as ondas estão mais perfeitas. Um abrazo a todos e desculpem alguma coisa,Mauro.Valoración:   Votos: 2  



SUEÑO

SUEÑO
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A direita de sueño.
Sempre tive preferência pelas esquerdas e sempre acreditei que Chicama fosse a onda mais perfeita e longa do mundo.Aliado a isso o valor custo beneficio ser o mais barato para os sul americanos. Tive duas vezes a oportunidade de pegar 1,5 a 2 m neste pico. Local de condições precárias, mas uma onda não muito constante , que para quebrar os picos de Punta Hermosa, tais como Punta Roca e Pico Alto devem estar acima de 10 pés. Entretanto recebi email dos amigos “surfsauros”, no qual relatava uma onda incrível, de direita, mas que parecia montagem.Mas não era, mesmo tendo 30 anos de vivência dentro do surf nunca tinha visto nada igual.

O email é o seguinte :

O pico da foto é em Coolangatta, meu primo Renato, mora e trabalha aí.

Burleigh Heads fica pela área

Em Coolangatta a onda dependendo de onde quebra, o pico tem um nome. Igual Jeffreys Bay.

Nessa praia da foto tem Greenmount, Snapper, Kirra, etc.

Tem quebrado altas ondas direto lá nos últimos dias e o Renato tem me enviado alguns relatos e videos que ele fez, olha esse aí de ontem.

Tem ficado dentro da água umas 4h/dia, ALTAS ONDAS!

Um problema é a distância daqui, a viagem de avião leva uns 3 dias...

Se eu for mesmo, as outras dificuldades, se tiverem, vou derrubar uma a uma. Claro.

Lugar para ficar, por exemplo, tá na mão.

O pico fica com uma galera dentro da água, meu primo inclusive, entro na água sem stress, com ondas como estas!

Boas ondas,
Neko

Em matéria de direitas, nunca vi fotos de J-Bay ou outro pico desta forma.São 12 olas quebrando ao mesmo tempo em seqüência. Clik em cima de cada foto e mire o que surfei e a foto que recebi.Até a próxima,Mauro.

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Chicama.Valoración:   Votos: 3  



ROSA GIGANTE

ROSA GIGANTE

Após alguns problemas técnicos no site, voltamos as matérias do PAIPO. No mês de janeiro, estava aproveitando as ondas que entravam na costa do Uruguay, "buenas olas" quebraram em La Moza e na região de Punta del Este. Fui surpreendido com o contato do shaper Roberto Coin, que alertava que nos dias 02 e 03 de janeiro havia rolado grandes ondas na região de Garopaba e Imbituba, algo poucas vezes visto em época de verão.

Já fora a praia do Rosa alvo de matéria anterior, quanto as ondas ocorridas no dia 04/12/2008, no qual foi afirmado que havia 8 pés de ondas.Muitos concordaram com o tamanho, outros disseram que em hipótese alguma teria este tamanho. Este é um espaço democrático e todos deixaram sua opiniões, seja na própria matéria, no chat ou por email.

Com a polêmica , o Roberto antes de pegar suas ondas tirou fotos destas novas ondas, que com certeza possui maior tamanho. Falou-se em 10 pés, o que deixo a critério de cada um. Estas ondas foram cercadas de grandes chuvas e trovões. Até a baia de Garopaba, local onde não quebra ondas, sendo abrigo dos barcos de pescadores rolou ondas com mais de 2m.

As fotos não são profissionais, mas mostram claramente o tamanho do surfista com relação a onda. O centro de Garopaba para rolar ondas, todos sabem, devem as ondas estar muito grandes nos outros picos.

As fotos estão ai para todos, que cada um deixe seu comentário e nos diga que tamanho estava na praia do Rosa. Até a próxima , Mauro.

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Centro de Garopaba.
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Praia do Rosa, amplie a foto e veja o tamanho do surfista.
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Praia do Rosa.
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Centro de Garopaba.
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Praia do Rosa, o mar crescendo, surfista no canal.
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Praia do Rosa, na ponta das pedras.
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Praia do Rosa, quebradno fora da baia.
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Praia do Rosa, que tamanho estaria ?
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Praia do Rosa.
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Centro de Garopaba.Valoración:   Votos: 2  



TRIP URUGUAY 2008/2009

TRIP URUGUAY 2008/2009

O final de um ano e começo de outro sempre traz lembranças e recordações. Da mesma forma em matéria de surf no sul do Brasil e Uruguay. É época de ondas pequenas. A costa do Uruguay nesta época as águas já estão com uma temperatura mais razoável aos brasileiros. Para alguns é estranho em pleno verão surfar com short manga curta. Mas nos últimos três anos tem havido algumas alterações neste conceito de ondas, pois vem entrado ondas de qualidade e tamanho que poderia se dizer que eram exclusividade do inverno. Durante 12 dias, do dia 26/12 a 06/01, um dia apenas de vento nordeste, os demais variaram entre sul e leste, e alguns dias e por alguns momentos vento oeste.
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Bunda Pesqueros.
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La Moza
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La Moza entrada no pico.
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Bodyboarding , La Moza.
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São Miguel , Isabella.
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Memo, Punta del Este.
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Barra do Chuy.

Havia o lado sentimental de estar ao lado da família e o encontro do famoso “asado” do Paipo, em frente as ondas de Zanja Honda. Mesmo com a crise financeira mundial , a costa do Uruguay continua sendo uma boa opção. A cidade do Chuy , com seu forte comércio, tanto do lado brasileiro como uruguaio, sabe bem receber os visitantes e oferece bons produtos. Mas o destaque foi as ondas na Barra do Chuy, distante 9 km da cidade. Ondas tubulares, na beira da praia, próxima aos molhes que dividem os dois paises como no lado uruguaio no pico da Iemanjá, mais conhecido como “Gustavo Point”. Em que qualquer surfista recebe um tratamento vip.Ondas solitárias, sem qualquer crowd , o legítimo surf com os amigos.

A Barra também é local de morada do grande amigo , surfista e fotógrafo Gustavo “ Tato” Campos que muito bem me recebeu, como sempre. Sem falar no ótimo asado oferecido. Além disso possui uma família sensacional, a qual agradeço, de coração a atenção a mim oferecida.


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Pesqueros.
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Barra do Chuy.
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Memo, Punta del Este.
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Pesqueros, direitas e esquerdas.
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La Moza.
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Pesqueros, quando não havia ondas, sempre havia uma onda.
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La Moza, final de tarde.
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Barra do Chuy.

Com vento sul e a entrada das ondulações La Moza era o destino certo. Distante 40 km do Chuy, rapidamente se chegava ao pico. No dia 29/12 com a virada de vento de leste para sul, no final de tarde o pico começa a receber a s ondulações. Uma direita longa que vai até a beira da praia. Ao amanhecer na praia já quebrava perfeito. A entrada no pico era pela pedras, muitos brasileiros que estavam ali pela primeira vez, estavam entrado pelo lado errado e ficavam expostos na lage. Alguns quebraram pranchas e tiveram alguns arranhões. Havia na busca das onda a variação entra 8 a 12 surfistas, sendo 30% de uruguaios e 70 de brasileiros.Não houve qualquer incidente, rolaram ondas para todos. La Moza quebrou nos dias 30/12, 04/01 e 5/01.Com certeza uma das melhores direitas da costa do Atlântico.

A praia dos Pesqueros, pertencente ao Parque Santa Tereza, originalmente é uma praia que quebra com vento nordeste, mas nos dias em que não havia onda em local algum, com vento leste, sempre havia alguma onda. Possui um fundo muito bom. Ondas fortes, com canal ao lado das pedras. Uma praia de tombo, com areia grossa e muito fofa. A distância entre onde se deixa os carros até a beira do mar , mesmo sendo pequena , se cansa . Mas um atrativos eram as “bundas” que apareciam no pico. Sempre havia um fotógrafo do Paipo a registrar, sem citar nomes para não comprometer ninguém. Alejo e 9:2 estavam acampados direto no Parque.


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La Moza.
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Boca da Barra.
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La Moza.
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La Moza, entrada na bancada.
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La Moza.
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Bunda local da Barra.
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Boca da Barra do Chuy.
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Memo, Punta del Este.
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La Moza, foto do dia Paipo.
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La Moza.
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A onda e a bunda, Pesqueros.
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Barra do Chuy.
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Memo, Punta del Este.
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El Rivero.
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Cerro Chato

O famoso asado do Paipo de final de ano era uma grande interrogação. No anterior se viajou 750 km para o encontro e Juanto nos ofereceu “una milaneza”. Este ano superados os incidentes o encargo ficou com Emiliano “Pela”. Dia 03/01 mesmo com algumas ondas na Barra , fomos ao encontro em La
Paloma. Não foi difícil encontrar os paiperos. Em Anaconda havia uma onda de quase 0,5 m e no outside na lage de Zanja Honda, havia uma onda um pouco maior. Só havia representantes do Paipo no pico. E para qualquer surfista a primeira coisa que passa pela cabeça era que não haveria qualquer incidente e o respeito dominaria o pico, pois era um surfe entre amigos.

Por incrível que pareço os maiores “garroneadores” do pico eram os “the boss”, primeiro Pela e depois Juanto, não deixaram passar uma onda, sempre entrando na onda de um amigo. Pichibul teve que ir para Anaconda para não ser “rabeado”. Não houve nem respeito ao Fabio, dono do pico. Brincadeira a parte, depois do surf fomos a pousada “La Paloma del Mar”, em que fomos muito bem recebidos pelo proprietário. Quando vi que Fabio “tablonero” assumiu como “asador”, senti que algo muito bom viria pela frente. Apareceram no encontro eu, Gustavo , Isabella , Dani Pela, Juanto, Pichibul, 9:2, Alejo, El Pescado, Manoel, Fabio, Paola, Augusto (Santa Lu) entre outros. Santiago só apareceu no mar, depois teve que ir para casa recuperar as forças, pois tem dado, segundo informações dos demais, muita atenção noite de La Paloma. Um dos destaques do encontro foi a “picanha”(tapa de quadril) e o famoso whisky “30 anos “ do Gustavo. Foi um prazer também conhecer Augusto e sua família. Depois do belo “asado” de Fabio a piscina da pousada foi a melhor opção. Isabella, com menos de 3 anos conseguiu jogar na água Fabio e El Pescado. Havia também o compromisso de trazer as rameras do Paipo ao Brasil aos lendários “surfsauros” e as demais amigos do Paipo no Brasil.

Os picos de Punta del Este quebraram, uma prova disso são as boas fotos do Memo.


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Cerro Chato, para tabloneros.
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Gustavo Point.
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La Moza em frente a lage.
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Memo, Punta del Este.
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La Moza.
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Dani, São Miguel.
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Barra do Chuy.
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El Rivero.
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Pesqueros.
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A melhor bunda dos Pesqueros.
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La Moza.
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Barco brasileiro pescando do lado uruguaio.
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Barra do Chuy.
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Barra do Chuy.
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Memo, Punta del Este.
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La Moza, segunda sessão.
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Pesqueros.
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Boca da Barra.
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Barra do Chuy.
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Memo, Punta del Este.
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La Moza.
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La Moza.
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Asado Paipero.
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El Pescado, Isabella e Fabio.
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La Moza, querendo quebrar.
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Máfia do Paipo.
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Barra do Chuy.
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Pesqueros, paipero brasileiro.
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Pesqueros

Agora em diante posso recomendar os encontros sob o comando de Pela e Fabio. Espero que mais paiperos se juntem a este grupo. Os Carcamanes não se fizeram presentes, uma lástima.

Boas ondas, bons amigos, boa comida e bons preços nada poderia ser melhor, um abraço a todos. Até a próxima Mauro.
Valoración:   Votos: 2  



Supremacia brasileira no surf de ondas grandes

Supremacia brasileira no surf de ondas grandes


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Foto: Rodrigo Resende, o big rider brasileiro esta na briga pelo bicampeonato mundial de tow-in em Jaws.



O Roger, responsável pelo site do Carlos Burle nos fala da supremacia do surf brasileiro em ondas grandes. Quero ver qual a opinião de cada paipero. Deixem comentários.

Matéria..................

Após o fracasso dos surfistas profissionais brasileiros no ano de 2008, um dos piores, senão o pior, da história do nosso surf profissional, salvando-se as performances de Adriano Mineirinho e Silvana Lima no WCT, e a sensacional vitória de Bruno Santos no Taiti, fica a pergunta: Como será 2009 para o surf e os surfistas profissionais brasileiros?

Ao menos no cenário internacional do surf em ondas grandes a expectativa é positiva, com nossos atletas iniciando 2009 como candidatos ao título mundial de tow-in. Além da garantia de performances consistentes e vitoriosas em todas as competições em janela de espera e nos grandes swells mundo a fora.

Reproduzimos abaixo o texto (com algumas atualizações), publicado na coluna Go Big!, da Revista Surfar, questionando a supremacia brasileira no surf mundial - de ondas grandes.
Supremacia brasileira no surf de ondas grandes
(Publicado na Revista Surfar, coluna Go Big!, edição #03 -Set/Out 2008 )

Lembro-me bem quando assisti em 1998 a matéria sobre o primeiro campeonato mundial de ondas grandes da International Surfing Association, ISA. Fiquei chocado, completamente atônito ao ver imagens sensacionais de Todos os Santos quebrando gigante. O som punk eletrônico arrebatador do Prodigy dava o tom perfeito para aquele que é considerado, até hoje, o evento de remadas com as maiores e mais assustadoras ondas já realizado em todo o planeta. Carlos Burle e Rodrigo Resende, nossa equipe no México, mostravam para o mundo que dali em diante o Brasil estaria definitivamente no topo. Burle, com um verdadeiro show de surf nas morras mexicanas, faturou o título e Rodrigo Resende foi o quinto colocado. O que tornou o Brasil vencedor por equipe em Todos os Santos.
Burle venceu o evento mesmo sendo resgatado de um caldo incrível, que lhe rendeu um corte profundo no rosto e, após quebrar todas as suas pranchas, foi forçado a finalizar a competição com uma 9'6 emprestada pela equipe japonesa.

Com o início do surf rebocado pelo jet ski (tow-in), Carlos Burle seria mais uma vez o centro das atenções no universo do surf mundial. Em novembro de 2001, ele e seu parceiro Eraldo Gueiros desafiariam o maior swell já surfado em Mavericks, situado na baía de Half Moon Bay, na cidade californiana de São Francisco, norte dos EUA.

Mavs é um dos picos de ondas grandes mais assustadores, pelas condições adversas como água e clima gelados. Além de ondas extremamente pesadas e tubarões brancos rondando regularmente o line up. Foi lá que, no dia 21 de novembro de 2001, Eraldo rebocou seu parceiro Burle para uma morra gigante estimada em 68 pés (22 metros aproximadamente). A maior surfada até aquela data em todo o planeta, consagrada no ano seguinte como a grande vencedora do XXL 2002, o prêmio máximo do big surf mundial.

Burle e Eraldo era a única dupla no mar desafiando, sozinhos, as maiores ondas já surfadas no pico californiano. Certa vez ouvi Carlos Burle relatar um dos momentos mais dramáticos dessa sessão histórica para o surf mundial. Burle rebocou seu parceiro para uma das morras mais pesadas do dia. Eraldo não conseguiu passar a gigantesca sessão e foi varrido pela onda, sendo arrastado até próximo das pedras de Mavs. Como havia bastante nebulosidade naquela tarde, início de inverno no Hemisfério Norte, Burle encontrou dificuldades, já que a dupla brasileira estava sozinha no mar, e demorou bastante para fazer o resgate. Após procurar Eraldo por longos minutos na zona de impacto, imaginando que o pior poderia ter acontecido, localizou seu parceiro são e salvo próximo as pedras e executou o resgate.

Aquela tarde de novembro entraria para a história. O surf brasileiro alcançaria o topo do cenário mundial, sagrando-se novamente campeões, graças a performance de seus surfistas de ondas grandes.
Seguindo a trajetória espetacular do nosso "Big Team", me recordo do lançamento no início de 2002 do longa brasileiro Surf Adventures, o filme. E lá estavam os brasileiros Carlos Burle, Danilo Couto e Rodrigo Resende, desafiando grandes swells. Na remada, ou rebocados, com ondas de 45 pés plus em Mavericks, nosso time surfava em igualdade de condições com os gringos, acostumados a encarar ondas grandes em seus países de origem. Como os californianos Peter Mel, Flea, Jay Moriarty(in memorian), Grant Washburn, e o australiano Ross Clarke-Jones. O heptacampeão mundial da ASP, Kelly Slater, definiu Mavs da seguinte forma: "É a onda mais aterrorizante que já surfei, é como uma casa de três andares vindo na sua direção."

Em janeiro de 2003 aconteceu na ilha havaiana de Maui o primeiro grande evento de surf rebocado mundial, o Tow-In World Cup. A competição rolou em condições épicas no pico de Jaws, baía de Pe'ahi, com ondas que chegaram aos 50 pés sólidos e, mais uma vez, nosso time de ondas grandes roubou a cena.

O carioca Rodrigo Resende foi o grande vencedor, em parceria com o havaiano Garret MacNamara, com Carlos Burle e Eraldo Gueiros, finalizando o evento em Jaws na terceira posição. O Tow-In World Cup é considerado o primeiro campeonato mundial de tow-in, fato que tornou Resende o segundo brasileiro a sagrar-se campeão mundial de ondas grandes na história do surf.
Nos anos seguintes pude acompanhar mais de perto a consolidação da hegemonia do surf brasileiro no cenário internacional. Como o vice-campeonato mundial de tow-in de Burle e Eraldo em 2007, as performances sensacionais de Burle no tradicional campeonato de ondas grandes na remada Red Bull Big Wave África, o segundo lugar (Resende/Yuri Soledade), e terceiro lugar (Eraldo/Everaldo Pato), conquistados no Nelscott Reef Tow-in 2007 em Oregon, EUA. Além da capa da edição de fevereiro de 2008 da revista Surfer Magazine, emplacada por Carlos Burle com uma onda gigante espetacular em Ghost Trees, norte da Califórnia. Nossos atletas de ondas grandes figuraram sempre nas primeiras colocações das diversas categorias do XXL Big Wave Awards, protagonizadas ano após ano por Eraldo Gueiros, Danilo Couto, Rodrigo Resende e Carlos Burle.

Os acontecimentos no cenário das ondas grandes em 2008 reforçaram minha teoria, principalmente após a primeira etapa do circuito mundial de tow-in, que aconteceu na cidade chilena de Pichilemu onde, mais uma vez, os towriders brasileiros dominaram o pódio do evento. Resende/Danilo ficaram na segunda posição, Pato/Yuri em terceiro e Sylvinho/Alemão em quarto. A ausência na próxima, e decisiva, etapa do tour em Jaws, no Hawaii, deixou os brasileiros ainda mais perto do título mundial de tow-in 2008/2009.

Carlos Burle é o nosso representante na lista principal de convidados para o Eddie Aikau, um dos eventos mais aguardados e badalados da temporada havaiana. Além do Mavericks Surf Contest, competição de ondas grandes na remada prevista para rolar no pico de Mavericks, onde Burle também é o representante brasileiro na edição 2009.

Será pouco? Será que preciso de mais embasamento para afirmar que o Brasil é reconhecido internacionalmente no cenário principalmente pelas performances dos nossos surfistas de ondas grandes?

Temos, além dos homens, no big surf mundial ninguém menos que Maya Gabeira. Bi campeã do XXL, Maya, com apenas 21 anos, é a única mulher a desafiar ondas gigantes em picos temidos como Dungeons, Teahupoo, Ghost Trees, Mavericks, Waimea e Todos os Santos. E digo mais, essa menina carioca vai reinar no big surf feminino por muitos anos. Surpreendendo-nos a cada novo swell gigante, botando para baixo em morras cada vez maiores e, muito em breve, dando dura em muito marmanjo nas competições de ondas grandes, na remada e tow-in, mundo afora. Querem apostar?
Posso ser suspeito para comentar o desempenho dos atletas brasileiros no cenário mundial das ondas grandes, por ser um grande entusiasta, respirando swells, notícias, fotos, imagens e tudo mais do cenário big todos os dias. Mas a grande realidade é que ao longo dos últimos dez anos o surf brasileiro conseguiu projeção e reconhecimento internacional através de nossos big riders, que chegaram ao topo do surf mundial com performances consistentes nas mais temidas bancadas de ondas grandes do planeta. Isso é fato, incontestável.

Go Big!
Por: Roger Ferreira/Revista Surfar.



Desejo saber qual comentario de cada um sobre o tema.Até a próxima, Mauro.

Valoración:   Votos: 1  



FINAL DE ANO PAIPO BRASIL

FINAL DE ANO PAIPO BRASIL
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Rosa Norte.
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Rosa Norte.
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Meio da Praia.


Mais um ano se passo. Muitas ondas, muito surf, muitas viagens, muitos problemas, muitas matérias e novos amigos nestes 2 anos de minha participação no Paipo.

Creio que foi um ano de boas ondas. Tanto no Uruguay e Sul do Brasil. Este último mês, dezembro, as ondas apareceram pouco. Mas não podemos esquecer o que rolou durante o ano todo.

Muita vontade que tinha de estar no Uruguay, quando mirava as fotos do dia.Algumas matérias viraram debate, como a de surf e drogas, o tamanho das ondas em matéria no Rosa, matéria em La Moza . Muito debate e algumas ofensas no chat do paipo, como do paipo brasil.Mortes e enchentes em Santa Catarina.

As trips de final de ano ao Uruguay e Carnaval foram tambem destaque.Como o famoso “asado” de Juanto, que parece que dia 03/01 sob o comando de Pela reunirá um grande quantidade de paiperos. A trip de los “Carcamanes” foram outro destaque no inverno.

Para esta matéria final de 2008, passo as fotos tiradas no mês de dezembro, do dia 13 ao dia 16, tendo no primeiro dia quebrado no canto sul , no segundo começou a virar o vento, quebrando dia 17 nos dois cantos e os últimos dois dias no canto norte.O Rosa é a casa do Paipo Brasil é não poderia deixar de ser neste pico a ultima matéria de 2008.A pousada do Julio, Vale Verde continua a receber os paiperos com descontos especiais. As ondas variaram de 1,0 a 1,5 m.

Espero encontrar os paiperos em solo Charrua, abrazo a todos,Mauro.

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Rosa Norte, ainda com influência de sul.
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Rosa Norte, a direita abre toda ao surfista, até o canal.
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Rosa Sul sabado.
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Meio da praia, onda até a areia.
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Rosa Sul.
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As linhas entrando no Rosa Norte.
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Meio da Praia, as ondulações entrando já de norte.Valoración:   Votos: 1  



PIPE MASTER 2008

PIPE MASTER 2008

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Slater o título do ano e da etapa.
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Slater, no "chocolate".

Em minha opinião, e respeito as dos demais, o PIPE MASTER é o campeonato mais importante do circuito. Muitos dizem que a tradição de BELLS e sua antiguidade lhe botam acima do PIPEMASTER. Não concordo, Pipe é história, é a briga pela supremacia, é tubo, principalmente de esquerda. Tomson, Carroll, Slater, Lopes, Irons entre outros deixaram suas marcas no local.

Sendo tambem a última etapa do circuito, se pode fazer um balanço de todo o ano. Primeira vez que as ondas tiveram a cor de “chocolate”, mas com bom tamanho e tubo para os dois lados.

Realizado há muitos anos nas tubulares ondas de Pipeline, na ilha de Oahu, Havaí, é considerado o principal evento do circuito mundial porque define quais surfistas irão se manter no WCT para a próxima temporada. Para os brasileiros que compõem a elite sempre foi uma etapa de extrema importância. IOs sulamercians que dependiam de Pipe para se manter no circuito decpcionaram.

Porém fazer um campeonato no melhor pico de surf do planeta não é fácil. Isto porque impedir os locais havaianos de surfarem no próprio quintal de casa é uma missão muito difícil. É justamente por causa disto que a Associação de Surf do Havaí exige da ASP que um grande número de surfistas locais também participem do Pipeline Masters. Para se ter uma idéia, no ano passado foram 16 surfistas convidados e este ano são 24. Além disso, outra exigência feita é que as baterias sejam realizadas no formato “Dual Heat” (duas baterias ao mesmo tempo), para que o campeonato seja concluído em apenas três dias e os havaianos poderem surfar após o término das baterias, geralmente no final de tarde.

Slater já havia garantido o título mundial por antecipação, mas isto não diminuiu nem um pouco a sua disposição para conquistar mais uma vitória na sua brilhante carreira.

Na bateria final, Kelly derrotou o americano Chris Ward pelo placar de 14.00 x 7.23 e fechou este ano com chave de ouro. Foi a primeira final do Pipeline Masters disputada no sistema homem a homem nos últimos oito anos.

Foi a segunda final que Chris Ward disputou nos 4 anos em que está competindo no ASP World Tour. Em 2005 o californiano, local de de San Clemente, chegou até `a final na etapa do Gold Coast, mas acabou em segundo lugar.

Graças ao resultado de ontem, Ward pulou de 27º para 14º lugar no ranking final da primeira divisão.

Kelly Slater usou uma prancha pequena, 5’11”, durante as suas baterias em Pipeline. O outline da prancha, que foi shapeada pelo californiano Al Merick, chamou a atenção de todos os presentes.

A rabeta estreita da prancha usada por Slater este ano em Pipeline contrastava com seu bico bastante largo. Como se fosse uma junção de dois out lines diferentes. O detalhe é que jamais um surfista venceu o Pipeline Master com uma prancha tão pequena.

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Jamie O'Brian.
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Chris Ward, vice em Pipe.
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Adrian Buchan , com esta onda elimina Mineirinho.

Fazia oito anos desde que Slater, o maior recordista de vitórias da história do Pipeline Masters - agora são seis no total : 1992, 1994, 1995, 1996, 1999 e 2008 - havia vencido este evento pela última vez.

Aos 36 anos de idade, o enea campeão mundial disputou 4 baterias nesta sexta feira e provou para todos aqueles que acompanharam suas performances que, entre outras coisas, está em excelente forma física e técnica.

Nas suas três baterias antes da final, Kelly somou ótimas pontuações: 19.00, 18.63 e 19.40 pontos em vinte possíveis.

Foi a décima vez que Kelly Slater chegou a uma final em Pipeline nas 17 oportunidades que ele teve para competir naquela que é considerada uma das mais perigosas e adrenalizantes ondas do planeta.

A vitória desde ano aconteceu nove anos depois de sua última em Pipeline.

Na sua caminhada em direção a mais uma vitória histórica, Slater derrotou o havaiano Jamie O’Brien, local de Pipeline e um dos favoritos ao título. Jamie venceu o Pipeline Masters em 2004 e é sempre um adversário díficl nos tubos de Pipeline. Contra Jamie, Slater somou 9,63 e 9,00 e ainda se deu ao luxo de descaratar uma nota 8,00.

Kelly quase foi derrotado por Tim Reyes numa das semi finais,quando chegou a estar em combinação nos minutos finais. Porém, quando tudo parecia perdido,Kelly surfou duas ondas excelentes (9,00 e 10,00) em menos de 2 minutos e reverteu o resultado de uma bateria que parecia perdida.

Ainda recuperando-se de uma contusão no tornozelo, o brasileiro Adriano de Souza, o Mineirinho, foi eliminado nas oitavas de final pelo australiano Adrian Buchan.

No final das contas, Mineirinho será, junto com Jihad Kohd e Heitor Alves, um dos três únicos surfistas brasileiros a disputar o ASP World Tour em 2009.

Leo Neves, Rodrigo Dornelles e Neco Padaratz não conseguiram se reclassificar e serão obrigados a disputar o WQS se quiserem voltar `a primeira divisão em 2010.

Chris Ward precisava vencer o Pipeline masters para ficar com o titulo da Tríplice coroa havaiana desta temporada.

Com os pontos que marcou graças ao seu segundo lugar em Pipeline, Ward acabou em terceiro lugar no ranking final da série de três campeonatos disputados durante o inverno no Hawaii.

O australiano Joel Parkinson foi o campeão da Tríplice coroa deste ano. Joel ficou em quinto lugar nas etapas de Haleiwa e Sunset, e em 9º lugar no Pipeline masters. A soma destes resultados garantiu a Joel um titulo inédito na sua carreira.

Foi o segundo ano consecutivo que um surfista australiano sagrou-se campeão da Tríplice coroa, um título que tradicionalmente costuma ficar nas mãos de algum surfista havaiano.

Ano passado, Bede Durbidge tornou-se o primeiro australiano a conquistar a Tríplice coroa desde 1997, quando Mike Romelse foi o campeão.

Mesmo acabando em 9º lugar no Pipeline Masters 2008, Joel Parkinson foi um dos destaques do evento. Numa de suas baterias o australiano chegou a somar 20 pontos em 20 possíveis. Mas acabou eliminado por Tim Reyes nas oitavas de final.




Resultado do Billabong Pipeline Masters

1 Kelly Slater (EUA)
2 Chris Ward (EUA)
3 Adrian Buchan (Aus)
3 Tim Reyes (EUA)
5 Luke Stedman (Aus)
5 Jamie O'Brien (Haw)
5 Kamalei Alexander (Haw)
5 Andy Irons (Haw)
9 Adriano de Souza (Bra)
33 Heitor Alves (Bra)
33 Leonardo Neves (Bra)
33 Jihad Khodr (Bra)
33 Rodrigo Dornelles (Bra)




Ranking final do World Tour 2008

1 Kelly Slater (EUA) 8832
2 Bede Durbidge (Aus) 6780
3 Taj Burrow (Aus) 6324
4 Joel Parkinson (Aus) 6180
5 C.J. Hobgood (EUA) 5860
6 Adrian Buchan (Aus) 5836
7 Adriano de Souza (Bra) 5748
8 Mick Fanning (Aus) 5495
9 Bobby Martinez (EUA) 5282
10 Jeremy Flores (Fra) 5214
11 Luke Stedman (Aus) 5018
12 Fredrick Patacchia (Haw) 4938
13 Andy Irons (Haw) 4895
14 Chris Ward (EUA) 4748
15 Kai Otton (Aus) 4552
16 Tim Reyes (EUA) 4506
17 Tom Whitaker (Aus) 4362
17 Kieren Perrow (Aus) 4362
19 Dayyan Neve (Aus) 4230
20 Bruce Irons (Haw) 4212
21 Mikael Picon (Fra) 4131
22 Dane Reynolds (EUA) 4066
23 Taylor Knox (EUA) 4040
24 Damien Hobgood (EUA) 3946
25 Heitor Alves (Bra) 3924
26 Jordy Smith (Afr) 3850
27 Ben Dunn (Aus) 3797
28 Roy Powers (Haw) 3660
29 Dean Morrison (Aus) 3612
30 Mick Campbell (Aus) 3607
31 Tiago Pires (Por) 3566
32 Jay Thompson (Aus) 3100
32 Ben Bourgeois (EUA) 3100
34 Daniel Wills (Aus) 3095
35 Leonardo Neves (Bra) 3052
36 Rodrigo Dornelles (Bra) 2915
37 Royden Bryson (Afr) 2910
38 Daniel Ross (Aus) 2862
39 Pancho Sullivan (Haw) 2730
39 Aritz Aranburu (Esp) 2730
41 Travis Logie (Afr) 2725
41 Luke Munro (Aus) 2725
43 Neco Padaratz (Bra) 2545
44 Jihad Khodr (Bra) 2540
45 Ricky Basnett (Afr) 1800
46 Nic Muscroft (Aus) 1535


Até a próxima,Mauro.


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ROSA 8 PES

ROSA 8 PES

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A praia do Rosa como todos sabem é a casa do Paipo Brasil em Santa Catarina. Dia 04/12 alguns surfistas de Floripa estiveram na busca por boas ondas na região de Imbituba e o Rosa foi o destaque com 8 pés no canto sul. A matéria é do Artur Dobairrol publicada no Ondas do Sul, parceiro Paipo. As fotos devem gerar um amplo debate , se realmente as ondas estavam em 8 pés. Este critério fica na opinião de cada um e desejo ver o comentario de todos.

Matéria :

Nossa equipe foi a campo nesta ultima quinta-feira (04/12) para registrar os melhores momentos do swell aqui no estado.

As cinco horas da manha pegamos a estrada em direção ao sul do estado. Nossa primeira parada para o check das ondas foi a praia da Vila.

Nossa primeira visão do pico foi algo empolgante e ao mesmo tempo alucinante. Apesar das condições desfavoráveis para o surf nesse pico, que mais parecia uma máquina de lavar, nossa equipe seguiu viagem, demos continuidade na nossa busca.

O segundo pico que fomos checar foi na praia da Ribanceira, já no caminho avistamos de cima do morro, as linhas entrando em direção as praias Dágua e do Porto. Foi uma visão linda e desconcertante.

Passamos por todas as praias que pudesse oferecer uma condição de surf ( Ribanceira, Vila, Ibiraquera), mas nenhuma dessa oferecia a condição ideal. Então seguimos ate a praia do Rosa.

Chegando no Rosa, já de cima do Morra (na decida), avistamos as linhas entrando lá atrás, as ondas tinham uns dois metros e com uma formação boa, Foi uma gritaria geral de todos dentro do carro.

Ficamos observando as ondas por algum tempo, e logo os integrantes (Leonardo Mello, Cachorrão e o Rodrigo Viudes) da barca se ativaram pra cair na água.

Em primeiro momento me posicionei de frente para as ondas, fiquei ali fotografando por quase uma hora e meia, em seguida fui explorar outros ângulos da praia.

Foi uma sessions de duas horas, onde a galera pode fazer a cabeça nas pesadas e perfeitas ondas do Rosa Sul.

Após essa sessions resolvemos dar um check na Silveira, as ondas na Silver estavam realmente muito pesadas e sem boas condições. Fomos também até a praia de Itapiruba ( um pouco mais ao sul do estado), onde o mar também estava muito grande e sem boas condições.

Na real olhamos todas as praias do sul, e o melhor pico era mesmo o Rosa.

Após toda essa busca pela região resolvemos retornar para o Rosa e fazer a sessions de final de tarde.

Foram mais duas horas de um surf muito intenso, e com ondas ainda maiores que na manhã, para o delírio de todos. As séries chegavam tranqüilo aos 10 pés. Foi show fechamos nossa cobertura do swell com chave de ouro. No final de tarde retornamos para Floripa de cabeça feita.

Apesar da tranqueira na volta na BR 101 valeu todo o nosso esforço e empenho nessa missão.


Até a próxima , creio que o tamanho esta correto, cada paipero deve ter sua opinião,Mauro Escobar.


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ALASKA - YAKUTAT

ALASKA - YAKUTAT
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Jamie Sterling.
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Maya Gabeira, sem medo das ondas e do frio.

O SURF tem ido a locais nunca antes imaginados. Além disso as previsões de ondas, tem facilitado muito as surf trips.

O Roger responsável pelo site do Carlos Burle, parceiro Paipo é que traz esta nova descoberta, ALASKA.

Alguns dos melhores surfistas de ondas grandes da atualidade, em uma experiência única e completamente sensacional num dos locais mais inusitados do planeta Terra.

Assim podemos definir a expedição organizada pelo fotógrafo Tony Harrington, patrocinada pela Red Bull, que teve como objetivo reunir um seleto grupo de renomados big riders internacionais da mesma equipe para desbravar os congelados picos da cidade de Yakutat, no Alaska.

Carlos Burle, Maya Gabeira, Jamie Sterling, Raimana Van Bastolear e Jamie Mitchell, desembarcaram em Yakutat com a missão de encarar um grande swell previsto para encostar na região no último final de semana de novembro.

Com temperaturas abaixo de zero, o seleto grupo protagonizou uma das sessões de surf rebocado mais espetaculares da história, com direito a muita neve, ondas consideráveis e água extremamente gelada.

Após a expedição, os big riders desembarcaram no Hawaii de onde estarão monitorando as maiores ondulações do Pacífico Norte nos próximos meses, a fim de encarar com todo o conhecimento de causa as mais extremas ondulações que encostarem nas ilhas havaianas, na costa dos Estados Unidos e México durante a temporada de ondas grandes naquela região do planeta.

Creio que em breve teremos surf trip para a Antártica, até a próxima,Mauro.

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Equipamento , Burle.
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ALASKA - YAKUTAT
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Carlos Burle de backside.
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Jamie Sterling.

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LA MOZA – CLASSICA

LA MOZA – CLASSICA
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Somente um surfista remanda na onda.

Mesmo com toda a luta dos surfistas uruguaios pela não construção do Porto de La Paloma , o qual acabaria com as ondas de La Aguada e provocaria danos ambientais em torno da região, as ondas não pararam de aparecer. No último mês de novembro La Moza foi o destaque.

La Moza situada a 40 km da fronteira brasileira desde o Chuy, dentro da região do Parque da Fortaleza Santa Teresa, quebrou com muita qualidade. Point breack de direitas, quebra bom com swell de sul. Se entra atrás do pico pela pedras . O fotografo Juan Manoel Ramos teve o privilégio de registrar estes momentos mágicos ao lado de alguns amigos, sozinhos no pico. La Moza é uma direita longa, que nos bons dias se pega na ponta das pedras e se vai até a beira da praia. A esquerda é mais raro e quebra no meio da praia. Algumas direitas no meio da praia abrem a esquerda também. Alguns chamam La Moza de J-Bay do Atlântico.

Todos torcem por outra iniciativas para região como construção de Hotéis ou outros investimentos sem danos ambientais e acima de tudo que as ondas não parem de aparecer. Até a próxima Mauro Escobar.

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Visual desde a beira da praia.
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A polêmica foto em que se discutia no chat em tamanho das ondas.
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Quebrando em cima das pedras.
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Rara esquerda.
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De cima das pedras.
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As linhas.
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Classico.
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O inside.
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Power.
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Ida ao pico.

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BODYBOARDING ITACOATIARA

BODYBOARDING ITACOATIARA

Itacoatiara pico localizada na cidade de Niterói, cidade oposta ao Rio de Janeiro na Baia de Guanabara , é famosa pelas suas ondas. Normalmente uma onda que quebra perto da praia, mas muito tubular e pesada, quebrando ondas fantásticas nos grandes dias de swell.

Um dos maiores swells do ano encostou no litoral do Rio de Janeiro na última terça-feira (18/11). Os bodyboarders de Itacoatiara, Niterói (RJ), chegaram muito cedo à praia e esperaram o melhor momento para se lançarem ao mar.

As ondas estavam enormes e o mar com muita correnteza. Logo cedo, muita gente se juntou para ver o tamanho e o poder daquelas ondas.

Os locais Dudu Pedra e Guilherme Correa foram os destaques, como mostram claramente suas fotos.


Itacoatiara com ondas grandes faz uma boa quimica com os bodyboarders. Esta materia é especial aos paiperos amantes do bodyboarding.As fotos são de Tony D'Andrea. Até a próxima,Mauro.

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Dudu Pedra
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Guilherme CorreaValoración:   Votos: 1  



20 AÑOS

20 AÑOS


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Backdoor, 05/10/1988.




Após a apresentação da matéria em vários sites brasileiros sobre o perigo da construção do Super Porto em La Paloma, o amigo paipero Fabio/Tablonero, conversou comigo sobre as outras opções para La Paloma, como por exemplo, um Hotel 5 estrelas, no qual teria um impacto ambiental muito menor. Além disso, me informou e agora faço o registro que a foto juntada na matéria como sendo Los Botes, era na realidade A onda de Zanja Honda, mas a foto sacada a partir de Los Botes. Tablonero ainda indica que o surfista no drop é ele e ao lado é Pela. Uma foto muito bonita de um clássico de abril passado. E nesta conversa disse a ele que estes eram momentos inesquecíveis de um surfista, que mesmo depois de algum tempo não sai de nossa cabeça.

Depois desta conversa com Fabio comecei a lembrar de minhas imagens. E lembro que em 05/10/2008, foi sacada uma foto no backdoor. A história completa desta foto encontra-se na matéria relatos da vida que se encontra agregada no blog, mas que passo a transcrever parte desta :

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Ao lado do amigo Roberto "Turco" Arus, dias antes da foto.

“ No ano de 1988, tive uma prancha mágica, tropical Brasil, 6.6, o qual com certeza peguei as minhas melhores ondas na plataforma. Me lembro do dia 05/10/1988, um dia clássico, tubos e mais tubos na backdoor, as esquerdas na ponta do “T”, terminavam nos pilares, com canal que te botava para dentro novamente,era uma fábrica de ondas. Após quatro horas dentro do mar perguntei a namorada da época : viste alguma onda minha ? Resposta : Não, apenas o Betão com uma prancha tua. A decepção foi grande. Dois dias depois o Raul, surfista do Vale dos Sinos bate na minha porta e me apresentou um fotógrafo que lhe perguntou quem era aquele que aparecia na foto e pedia para fazer contato para mostrar uma foto. Estava na praia no dia 5/10 pára fazer uma matéria com o Lua e tinha obtido a sua melhor foto de um desconhecido, em um tubo com mão na borda. Após as apresentações foi procedida a venda da foto. A mesma gerou dividendo para o ego, como por exemplo, a sua colocação , a pedido do proprietário, no Titanic de Porto Alegre, ampliada na porta de entrada , facilitando as coisas com a mulherada, que era farta no local”.

Decorridos mais de 20 anos, ainda me emociono com aquele momento. Mesmo sentimento de Fabio na sua bela foto. Hoje com muitos kilos a mais, rugas e menos cabelo o surf continua a me proporcionar bons momentos com esta e outras fotos que fazem a minha história. Caros paiperos preservem suas lembranças, para daqui a algum tempo tenham o mesmo sentimento. Até a próxima, Mauro.


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Bela foto de Fabio na onda, classico dia de abril, onda em Zanja Honda , sacada em Los Botes.Valoración:   Votos: 1  



CAULI RODRIGUES


CAULI RODRIGUES

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Capa da revista Brasil Surf e pódio no Olimpikus de 1983.
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Arpoador.

O CAULI é de uma geração mais velha que a minha, a dos precursores do surf no Brasil. As suas batidas eram inconfundíveis. Mirei seu surf no Arpoador e na Joaquina. Esta matéria do jornalista Carlos Matias é excelente e não poderia deixar de publicar no Paipo. Cauli é um ídolo no Brasil, mas não sei se os Paiperos do Uruguay já escutaram o nome do Cauli , esta é uma boa oportunidade.

Um dos mais importantes surfistas de todos os tempos. Essa frase resume Carlos Felipe da Veiga Lima Rodrigues, o Cauli Rodrigues. Essa grande personalidade, que com o seu profissionalismo e amor pelo esporte, se tornou um excelente atleta tanto no freesurf quanto nas competições, onde acumula vitórias e um grande revolucionário tanto nas manobras quanto em seus atos em prol do surf.

No ano de 1965, Cauli Rodrigues começou a dar seus primeiros drops nas ondas do Posto 5, em Copacabana, local que segundo ele, tinha ondas comparadas as de Sunset Beach, no Hawaii. Depois conheceu as ondas do Arpoador e Ipanema. Tudo isso com prancha de isopor. Em 1968, começou a surfar com pranchas de fibra. Pouco tempo depois entrou numa fila para encomendar uma prancha e esperou nove meses até chegar a sua vez. Depois disso, mais três meses e ela estava pronta.

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Muitos títulos e trófeus.
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Quebra Mar.
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Competindo no Stubbies na Australia.

A partir daí, manobras fortes e bonitas passaram a fazer parte de seu repertório. Seus cutbacks, tubos e, principalmente, suas batidas de backside marcaram época. Seus treinos diários, muitas vezes de quase oito horas, refletiam um profissionalismo desconhecido na época.

Seu surf foi moldado em ondas de diversas partes do mundo. Em alguns lugares ele teve rápida passagem, mas no Havaí e na Austrália ele morou por algum tempo. No Hawai gostava muito de Sunset, Velz land, Rock Point e Laniakea, além de outros secrets. Na terra dos cangurus, surfou todas as ondas da costa leste como Cronulla, Shark Island, Crescente Head, Dbah, Burleigh Heads e Angourie, considerada pelos australianos como a melhor onda da costa leste. Segundo Cauli, as competições em Burleigh Heads eram especiais.

“Os eventos eram mágicos! As direitas tinham uns 300 metros de extensão e eram perfeitas e tubulares. Além disso eram apenas dois caras na água em baterias de mais de 50 minutos. Era um sonho!”.

Cauli foi o segundo surfista profissional do mundo a ser pago para surfar. O primeiro foi seu amigo Pepe, que conseguiu os patrocínios do JB e da Rádio Cidade para ele. “Fomos os primeiros surfistas no mundo a sermos pagos para surfar. A prova é o Pepe e sua prancha na final do Pipemaster de 1976 com a logomarca do JB e os outros finalistas com as pranchas em branco”, afirma Cauli, citando um dos eventos de maior repercussão do mundo.

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Prêmio da Revista Fluir em 2006, pelo conjunto da obra desses anos todos.
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Jogando muita pressão nas manobras.
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Hang Loose 1987, Joaquina, etapa Brasil do Mundial.

Cauli Rodrigues coleciona importantes títulos no esporte. Ele foi bi-campeão brasileiro universitário em 1977, venceu os Campeonatos Brasileiros de Saquarema em 1978 e 1981 e de Ubatuba em 1979 e 1985 e o 2º Festival Olimpikus em 1983. Pode ser considerado o campeão brasileiro de 1986, o que seria fato se tivesse um ranking oficial. Em 1985 se tornou o primeiro campeão profissional carioca, no circuito inaugural da Organização dos Surfistas Profissionais (OSP). Foi o terceiro colocado na etapa brasileira do mundial Waymea 5000, em 1978, vencido pelo australiano Cheyne Horan. Na Austrália, ganhou eventos em Byron Bay e teve um excelente 17º lugar na etapa do mundial chamada Stubbies. E na África do Sul, foi quinto colocado no Billabong Pro de Jeferys Bay. Esses são alguns exemplos de sua “ficha corrida” no surf. “De 1978 a 1985 eu considero que foram meus melhores dias surfando profissionalmente”, afirma o excelente surfista.
Na Austrália, ele foi o destaque nas triagens de uma das principais etapas do mundial na época, ao vencer todas as baterias. No evento principal, foi prejudicado pelos juízes que acreditaram na história de um atleta local que acusou Cauli de ter puxado sua cordinha, num momento da bateria que o atleta brasileiro liderava a disputa.

O episódio levou o surfista da zona sul carioca a rejeitar duas propostas de patrocínio para correr todo o circuito mundial. Para ele, não valia a pena participar das etapas e não ter o julgamento correto. Na volta ao Brasil, também se decepcionou, pois percebeu que o mesmo estava acontecendo por aqui. Num evento disputado fora do Rio de Janeiro, ouviu de um juiz bêbado, antes de sua bateria, que perderia a disputa porque “carioca” não merecia ganhar nada.

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Capa da Revista Visual e como vencedor do primeiro circuito profissional do Rio.
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Batida de backside marca registrada.

Apesar disso, aos 51 anos, Cauli ainda quer disputar eventos. “Pretendo competir se eu estiver em forma, no meu peso ideal e principalmente com umas três pranchas boas”, conta ele. A idade nunca foi um empecilho para Cauli. A prova disso é que aos 40 anos ele venceu uma etapa do Circuito Hot Coast, disputando contra grandes nomes do surf carioca, inclusive Léo Neves, hoje na primeira divisão do mundial. “Corri a categoria open que tinha vários nomes de destaque, que hoje ganham campeonatos profissionais no Brasil e no mundo. No primeiro dia as disputas aconteceram no Arpoador e no segundo no Posto 5, que estava perfeito” lembra o surfista, que ainda hoje tem um quiver de quase 20 pranchas.

Escolher uma palavra que defina Cauli Rodrigues é difícil. Uns dizem que ele é uma lenda viva. Outros que ele é um herói do surf brasileiro. Um homem que se tornou ícone do esporte no país, que apesar dos longos treinamentos diários encontrou tempo para se formar em Comércio Exterior e Administração de Empresa, que foi um dos primeiros a levar o nome do Brasil para o mundo, que participou de importantes momentos da história, como na reunião que fundou a ASP (Association of Surfing Professionals) entidade mundial do esporte e que tem tantos resultados e títulos importantes, não pode ser definido por uma palavra. Acredito que a melhor forma de expressar sua importância para o país é lembrar e citar seu nome: Cauli Rodrigues.


Cauli um grande surfista sul americano, até próxima, Mauro.


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Arpoador em 2007.
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Capa da Revista Brasil Surf em 1978 e na lista dos anos 80 da revista Hardcore.Valoración:   Votos: 1  



QUE OLA ES ?


QUE OLA ES ?

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O australiano Kerby Brown, surfou na última semana uma bomba estimada em 41 pés em um reef secreto na terra dos cangurus.

Brown relatou ao jornal Daily Mail que foi obrigado a fazer aproximadamente dez backflips para vencer os enormes “bumps” da bomba secreta australiana, sofrendo ao final um caldo monstruoso que causou o rompimento de um dos músculos de seu ombro.

A morra esta concorrendo ao prêmio oferecido pela Oakley para a maior onda surfada na Austrália durante a temporada 2008.

O SURF tem tomado dimensões nunca pensadas a alguns anos. Picos estão sendo descobertos com ondas acima de 40 pés, na Irlanda, Espanha, Califórnia, Tasmânia, África do Sul entre outros.

Mas esta onda não é só o tamanho e a largura do lip e o perigo quando do seu término. Os surfistas de grandes ondas, que antigamente restringiam-se a havaianos e californianos, hoje possuem australianos, brasileiros , sul africanos, espanhóis,franceses e japoneses. Uma mostra disto é a lista oficial de convidados do EDDIE AIKAU 2008 E 2009.

Aqui no sul do Brasil 2 picos tem chamado atenção dos big riders, Ilha dos Lobos e Laje de Jaguaruna. Não descarto a possibilidade de existir picos semelhantes e com grandes possibilidades de ondas grandes no litoral do Uruguay, como a bancada de lages em frente a Punta del Este ou as Ilhas existentes em frente a La Coronilla, antes de chegar em Santa Tereza, muito parecido com a bancada de Torres. Mas este é um tema que deve descoberto e divulgado apenas pelos surfistas nacionais do pais.

Até a próxima, Mauro.
Valoración:   Votos: 1  



PUNTA LOBOS CAMPEONATO


PUNTA LOBOS CAMPEONATO

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Punta Lobos, local de grandes ondas, foi alvo de boas ondas com os sul americanos como destaque no campeonato mundial de ondas grandes. Pichibull nosso grande campeão do Paipo já obteve um segundo lugar no pico. O Luciano “Fuka “Matos já julgou no local, uma etapa internacional.

Foi realizada na última sexta-feira, 31 de outubro, a primeira etapa do circuito mundial de tow-in 2008/2009 da Associação Profissional de Towsurfers - APT, nas esquerdas de Punta de Lobos, em Pichilemu, Chile.

Na primeira colocação ficaram os australianos Kobby Aberton e Ryan Hipwood, com os brasileiros Rodrigo Resende e Danilo Couto faturando o vice campeonato.

Outras duas duplas brasileiras estiveram no pódio, Everaldo Pato e Yuri Soledade em terceiro, e Sylvio Mancusi e Alemão de Maresias na quarta colocação.

A competição, que foi realizada no último dia da janela de espera, aconteceu em ondas perfeitas de aproximadamente 12 pés em Pichilemu.

Até a próxima. Mauro.
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TEAHUPOO SUL AMERICANA


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Recebi estas fotos oriundas de matéria de nosso parceiro Giovanni Mancuso, além das fotos a matéria só tinha uma frase que era a seguinte :

Teahupoo doméstica.

Dizem que o Pedra aproveitou este mar para treinar para o evento do Taiti deste ano. Foto: Luis Reis.

Nos comentários havia a confirmação que o Rodrigo “Pedra” Dornelles treinou nestas ondas para o WCT. Aos paiperos que não conhecem Dornelles é local de Torres, onde fica o pico da Ilha dos Lobos.

Ilha dos Lobos já foi alvo de matérias anteriores, mas a cada nova foto, me sinto na obrigação de compartilhar com os amigos.

Uma imagem vale por mais de mil palavras, diziam os antigos chineses. O que falar desta onda, esquerda, longa , tubular e grande . Mirem o tamanho dos surfistas remando.

Após uma troca de idéias com Juanto, que me disse TEAHUPOO SUL AMERICANA. Até a próxima, Mauro.


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AEREOS

AEREOS MANOBRAS


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As manobras clássicas de minha geração eram a batida, cutback e tubo. Quando surgiu no cenário mundial o inglês Martin Poter, vi que as coisas estavam mudando. A partir do inglês comecei a visualizar floaters e aéreos. A atual geração de Slater, Irons, Fanning e outros solidificaram estas manobras e criaram o surf como alguns dizem “acrobático”. As vezes lembram algumas manobras do skate. A partir daí venho também o free surf do Havaiano Hamilton, na minha opinião um dos surfistas mais completos do mundo. Com ele se pode atacar grandes ondas pelo tow in, Jaws, Mavericks e outros picos começaram a aparecer no cenário mundial. Waimea começou a não ser o maior pico de big surf. Possibilitou a um pequeno grupo de brasileiros como Burle, Eraldo , Pato, Pacelí , Capilé, Rodrigo Rezende e outros a se destacarem em ondas grandes, coisas que tinham dificuldades pelo crowd nas ilhas havaianas. Atualmente são perseguidas com a tecnologia da internet grandes ondulações no mundo inteiro.

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O town in estava sendo usado para buscar ondas que na remada se tornavam impossíveis. Entretanto alguns brasileiros big riders quando haviam ondas menores começaram a treinar para as grandes ondas em condições menores. Os big riders começaram a praticar manobras em ondas menores também no town in. Os aéreos e batidas com muita velocidade começaram a aparecer. Os atletas começaram a atingir alturas nunca imaginadas. Esta matéria trata desta nova modalidade. Um grupo de atletas do sul do Brasil chefiados pelo lendário Capilé fizeram uma mostra deste novo movimento no centro de Garopaba. O Xandão do Ondas do Sul nosso parceiro do Paipo esteve lá e nos envia esta série de fotos. O Capilé conheci em 1994 em Punta Hermosa, estava hospedado no mesmo Hotel que eu e um grupo de gaúchos. Depois de uma briga de brasileiros de um lado o meu grupo de gaúchos e de outros cariocas e paulistas, dentro do hotel, ele disse ao grupo rival “ respeitem os gaúchos “ foram eles os únicos brasileiros que vi hoje em Pico Alto e ontem em Punta Rocas 10 pés, quando os demais estavam buscando um beach breack de 1 metro. São frases que não esqueço e não saem de minha memória. Capilé continua o mesmo, uns quilos a mais e um pouco menos de cabelo.

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Capilé.
Esta novidade não poderia deixar de mostrar no Paipo, ainda mais que comandadas por pessoas sérias. Até a próxima,Mauro.


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Capilé.

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SURF E FAMILIA

SURF E FAMILIA

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Guarita , se pode mirar o tamanho da onda pelo tamanho do surfista.

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Guarita, onda batendo na bancada.

O último fim de semana tinha características diferentes.No Brasil dia 12/10 é dia das crianças (niños), não sei no Uruguay se existe tal data. Por ser uma data extremamente familiar resolvi passar quatro dias com a família em Torres. E teria a oportunidade de testar meu novo brinquedo, 7:4 , nueva tabla. Portanto levei toda a família para passar ao meu lado em tal data.Foram quatro dias, do dia 10 ao dia 14, ficando hospedado na Prainha de Torrres.Foram dias de poucas chances de fotos , pois choveu muito , dias nublados e apenas no domingo algum sol , mas com nuvens.O vento nordeste predominou, as melhores opções foram a praias dos Molhes e Guarita. Na Prainha rolaram ondas, mas apenas no final de tarde de domingo, as fotos ja sem boa iluminação quase a noite. A Praia do Molhes , que quebra de vento nordeste, sempre com canal ao lado dos Molhes que separa do Rio Mampituba é um picos muito constante.Ondas boas quebraram, com crowd no meio da manha e final da tarde. A Ilha dos Lobos não quebrou, pois o sweell não estava gigante.



O grande destaque foram as ondas na Guarita, na ponta das pedras até a areia, sempre esquerdas longas e boas para boas manobras. A Guarita para os que não conhecem fica entre a Praia da Cal e Itapeva. Os paredões de pedras do pico são únicos na região. Não existem relevo igual em outros locais do Brasil. Mesmo com a dificuldade de pouco sol , muita fotos foram tiradas . Esta matéria alia o surf com o lado familiar. Como o paipo reúne este sentimento de família. Minhas filhas Dani e Isabella me acompanharam juntamente com Patrícia. O Panzardo mais de uma vez relata as surf trip coma família e os filhos. Em breve o “boss” Juanto que será papai em breve fará as mesmas matérias.

Na Guarita nos dias maiores se pode chegar ao pico se jogando das “rocas” ou pelo canto das pedras. A ondulação quando chega na bancada, explode nas pedras e aumenta o seu tamanho. A visão dos surfistas é muito boa, pois se tem locais para mirar as condições, por isso mesmo sem uma boa luminosidade se consegue fotos.

Estes últimos quatro dias foram dedicados a família e as crianças, e pude testar meu novo brinquedo também. A Dani com seu “nuevo” neoprene comprado em Rivera , não quis saber de tirar fotos quando eu estava no mar. No momentos que saia do mar que tirei as fotos. A Isabella, gosta muito do mar , fazendo com que Patrícia lhe deva cuidados constantes. Não tenho filhos homens, mas as duas meninas, Dani , 14 anos e Isabella 2 anos gostam muito do mar, creio que puxaram ao pai.

Meus amigos do Paipo, esta matéria além de mostrar um pouco da família e mostrar um pouco não só as ondas como as bela cidade de Torres que muitos Paiperos a caminho de Santa Catarina passam e não param para desfrutar um pouco de suas belezas. Com certeza aqueles que vierem ao Rio Grande do Sul irão conferir Torres depois desta matéria. Pelo que escutei com os amigos em Santa Catarina ou mesmo no Rio grande as ondas não quebraram melhores que Torres, portanto estava no lugar e com as pessoas certas.

Até a próxima, Mauro.

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Dani, no morro do Farol, tendo como fundo a praia da Cal.
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Guarita , onda quando bate na bancada.
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Batida nos Molhes.
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Entrada no pico, Molhes.
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Praia da Guarita , vista pela praia da Itapeva.
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Molhes.
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Guarita, saida do pico.
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Buscando o tubo.
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Onda entrando nos Molhes.
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Ilha dos Lobos ao fundo, vista da Prainha.
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Entrada no pico, Guarita.
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Vista da ponta da Guarita.
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Isabella.
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Isabella.
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Onda entrando nos Molhes, vista do rio Mampituba.
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Esquerda , Guarita.
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Prainha ao anoitecer.
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Patricia , Guarita.
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"la primera parafa"
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Praia dos Molhes.
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Familia, morro do Farol , Praia da Cal ao fundo.
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Praia dos Molhes com chuva.
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Mais um surf na Guarita.
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"las Rocas"
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Guarita.
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Guarita.
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Ponta dos Molhes, com a série entrando.
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Inside da Guarita.
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Trip Paipo .
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Prainha, ja ao anoitecer a maior onda fotografada.
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Molhes.
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Manobra na Guarita.
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Guarita.Valoración:   Votos: 2  



PRANCHA NOVA


Uma prancha nova sempre a mim trouxe mais vontade de surfar e programar novas surf trips. Com certeza esta será mais uma. Esta é a nova 7:4 , round pin, pronta par ao ataque. Uma nova prancha , mesmo sendo um velho surfista traz a sua emoção. Agradeço ao amigo e shaper Roberto Coin da Steerboard. As quilhas são spans removiveis. A pintura classica do amarelo com raios vermelhos nas bordas. Paiperos, procurem um shaper de sua confiança e tenham a mesma sensação. Até a próxima, un abrazo,Mauro.

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Valoración:   Votos: 1  



THE CULT SHOW COBERTURA PAIPO

THE CULT SHOW COBERTURA PAIPO


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Fim do show.
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O THE CULT é daquelas bandas que nos trazem saudades e muito inspiraram sessões de surf. Na década de 80 muitas trips pra santa Catarina e as primeiras ao Uruguay foram regadas muito rock do THE CULT. O disco Love é emblemático, She Sells Santuary , Rain , Love, Nirvana, Brother Wolf, Sister Moon e Revolution são insuperáveis e foi um dos melhores da década de 80.

O show foi realizado no PEPSI ON STAGE, que fica do lado do Aeroporto Internacional, o que facilitou a chegado de muitas pessoas de outros locais. Como legítimos representantes da Inglaterra , o show começou no horário marcado, 22 horas. O público que predominava era de surfistas com mais de 30 anos. Muito amigos que há muito não encontrava foram vistos no local. Além das musicas do disco love foram tocadas do disco Sonic Temple, Fire Woman, Sweet Soul Sister, Edie (Ciao Baby) e Sun King. Do disco Ceremony, tocaram Ceremony, Heart of Soul Wild e Hearted Son.

Do disco Electric, Wild Flower, Love Removal Machine e Peace Dog. Do disco Dreamtime, rolou Spiritwalker, Go West, A Flower in the Desert e Dreamtime. Do disco Cult rolou Star. A banda veio com formação original Ian Astbury, vocals,William H. Duffy, guitars,Jamie Stewart, bass e Nigel Preston, drums, somado a um guitarra base. O som muito alto, e era para assim ser escutado.

Escuta She Sells Sanctuary, mesmo que 20 anos depois de lançado é um privilégio que não poderia perder. Foi um show de grande intensidade, foram tiradas fotos bem ao lado do palco exclusivas ao Paipo . Baixo, bateria, vocal e guitarra estavam perfeitos. Grandes músicos , grande show. O mais puro rock. Até o final do ano existem mais shows para virem a Porto Alegre, Bem Harper, J. Johnson, REM, Duran Duran e Offpring são os que prometem. Como diz um dos discos do The Cult – for rockers, ravers, lovers and sinners. Até a próxima, Mauro.



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Paipo presente.
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Despedida.
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Camiseta com a tour da banda.
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Ingresso.
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Publico.Valoración:   Votos: 1  



ILHA DOS LOBOS - FOTOS

ILHA DOS LOBOS - FOTOS


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O site do Giovanni Mancuso, parceiro Paipo, publicou estas fotos maravilhosas do pico da Ilha dos Lobos, provavelmente um dos picos de maiores ondas no Brasil, que fica na cidade de Torres, Estado do Rio Grande do Sul, vizinho do Uruguay. As fotos são profissionais de Luis Reis. Além das fotos o Mancuso aborda temas como a melhor exploração do potencial do pico por parte das autoridades de Torres e são narrados alguns incidentes no pico tais como um dia que mais de dez Jet skis somados a vinte e tantos surfistas fizeram a “festa na ilha”, um lamentável acontecimento que, felizmente, não deixou vítimas fatais, mas com certeza causou algum dano à natureza. Segundo testemunhas, os praticantes do tow in estavam se atirando de qualquer jeito nas ondas, pilotando que nem malucos, quase atropelando os outros surfistas que estavam na água.

Sem falar de um Jet ski que capotou e foi em direção a Ilha, quase se espatifando nas pedras, causando um vazamento de gasolina e óleo. Um outro surfista perdeu a prancha na onda e teve que subir na ilha para busca-lá. E é proibido ir na ilha. Mas o preço foi pago. Depois de uma denúncia, o Ibama e a Brigada Ambiental esperaram na beira da praia para autuar surfistas e apreender seus equipamentos. Desde então a prática de surf, pesca e outras atividades estão proibidas na Ilha porque tem fiscalização reforçada.

A entrada na ilha é proibida mas o surf nas proximidades não. Aqueles que forem na remada desde a beira da praia, algo em torno de 1,5 A 2 km ou ir de barco até uns 300 metros da ilha, ao sul, creio que não terão problemas. Nunca pratiquei town in na ilha, mas já peguei ondas de 1,5 a 2 m ao lado da ilha, levados por barco e deixado após a rebentação da ilha. Já fiz mais de uma matéria sobre o pico com os nomes “ILSA DE LOS LOBOS “ em 24/12/2007 e “WOLF ISLAND – BIG SURF” de 15/04/2007. www.youtube.com/watch?v=_GnTgd4D2DA&feature=related para aqueles que ainda duvidam que no Rio Grande do Sul existem ondas para big surf. Até a próxima, Mauro
Valoración:   Votos: 2  



CAMPEONATO SANTA TERESA


Caros Paiperos, foi muito debatido no chat do Paipo e Paipo Brasil a informação quanto a realização de um campeonato de brasileiros nas praias da Fortaleza, sem a permissão das autoridades locais e da USU.

O Claudio, um dos organziadores me enviou resposta ao debate, dando sua versão sobre os fatos, que quero compartir com os demais paiperos . que cada um tire suas conclusões. Mas uma coisa é certa temos que buscar o entedimento e que os brasileiros venham a solo charrua como visitantes, peguem suas ondas e respeitem os locais nada mais. Não desejo que ocorra novos incidentes entre brasileiros e uruguaios como aconteceram no final do ano passado na região. Convoco a todos para deixarem seus comentarios e opiniões. Um abrazo a todos,Mauro.

RESPOSTA


RE: Kssino.com - Formulário de contato‏
De: Cláudio Touguinha (souotouguinha@hotmail.com)
Você pode não conhecer este remetente.Marcar como confiável|Marcar como não confiável

Enviada: quinta-feira, 2 de outubro de 2008 3:52:36
Para: Kssino.com (mspe39@hotmail.com)
Boa Noite Mauro!!!

Venho por meio deste pedir total desculpas pelo ato, que pelo que li em seu e-mail causou alguma revolta por parte de alguns surfistas Uruguaios...

Primeiramente, gostaria de salientar, que em nenhum momento, o Forte Santa Teresa foi anunciado como um local brasileiro. Pelo contrário, se fazendo sempre a menção ao Uruguai e ao belo lugar.

Também, o que aconteceu no Forte Santa Teresa foi uma Trip de Surf, como várias que acontecem tendo como destino o Forte. Como consequência, se organizou um surf treino entre os integrantes da Trip e nada mais...

Me lembro bem, que em nenhum momento não se pediu para nenhum surfista sair da água e muito menos um surfista uruguaio, até por que, o que valia era o free surf e o surf treino como falei, foi uma consequência da viagem.

Lembro também, enquanto eu estava na água, que apenas dois ou três surfistas uruguaios apareceram na praia durante a manhã e que surfaram junto conosco, sem ninguém atrapalhar o surf deles...

Portanto, mais uma vez peço desculpas pelo transtorno e deixo claro que o que aconteceu não foi uma etapa e nem um campeonato, e em hipótese alguma desrespeitamos algum surfista uruguaio dentro da água...

Queria deixar claro, que a surf trip realizada pelo site www.kssino.com não tinha intenção nenhuma de invadir o espaço e as praias Uruguaias e sim apenas pegar as ótimas ondas que o pico proporciona, por apenas dois dias...

Grato pela atenção

Cláudio Touguinha



> To: souotouguinha@hotmail.com
> Subject: Kssino.com - Formulário de contato
> Date: Mon, 29 Sep 2008 18:16:10 -0300
> From: mspe39@hotmail.com
>
> mauro escobar enviou a seguinte informação:
> e-mail mspe39@hotmail.com
> Site www.paipo.com.uy
> Mensagem
>
> Meu nome é Mauro, sou responsável pelo Paipo, maior site de surf do Uruguay, sou responsável pela parte brasileira do site, que tem sua sede em Montevideo. Causou muito constrangimento o campeoanto realizado no ultimo final de semana. Pois não foi contactado a USU, federação uruguaia de surf, tão pouco as autoridades locais. Surfistas que viajaram desde Montevidéo ou La Paloma, ou até locais de Punta del Diablo, foram impedidos de surfar, foram noticias que nos chegaram. Uma total falta de respeito, se isto efetivamente ocorreu. Existe um projeto , para uma etapa em solo do Rio Grande do Sul e outra no Uruguay, valendo pontos para os dois circuitos, e aberta acompetidores dos dois paises, mas com a atitude tomada no final de semana esses entendimentos são sepultados. O Paipo poderia fazer divulgação da trip e até auxiliar em alguma competição restrita em solo charrua, mas da forma como foi feita e a imagem deixada só prejudica.Meus amigos estamos abertos ao debate, da
> próxima vez não tomem a postura que foi adotada. Pois a qualquer momento os demais brasileiros serão prejudicados na região da Fortaleza.A revolta dos surfistas uruguaios é muito grande. Lembrem, Santa Tereza é território do Uruguay. Um abraço,Mauro Escobar.
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ONDA PROIBIDA



ONDA PROIBIDA

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Fabio Gouveia
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Clássica mas muito problemática.

Esta onda é com certeza a mais internacional das ondas aqui da região de Florianópolis. Nos dia clássicos são 3 sessões bem definidas, onde pode se explorar muitas manobras e tubos longos e profundos.

Pico com localismo pesado, cenário de muita pancadarias, e muitas vezes até agressões abusivas dos locais. Nesse pico a pancada é a lei para os haoles desavisados, abusados e sem respeito.

Na sua maior parte dos dias bons o crowd é infernal, e a gritaria dentro dágua é intensa.

Para surfar neste pico o bom é ir muito cedo (antes do crowd local), ou com o convite e companhia de algum local, se possível conhecido da galera, só assim pode-se surfar tranquilamente nesta point.

Vá com calma e respeito, e boas ondas. Bem vindo ao Campeche.


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Pessoalmente consegui surfar apenas duas vezes no pico, uma boa onda, mas com boas ondas a incomodação e o alto nível são certos. Se conseguir chegar mais cedo que todos, pode ter alguma sorte. Muitos surfistas profissionais vem conferir o pico.Até a próxima, Mauro.Valoración:   Votos: 2  



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