IRON MAIDEN sacudió Porto Alegre . Gira Somewhere in time tuvo uma exitosa parada em Brazil.Iron Maiden mueve al Porto Alegre.Multidinario concierto. La primera cancion interpretada fue Aces High,del disco poweslave(1984), fuew suficiente para poner a saltar el gentio.El ambiente em Porto Alegre era de pura euforia.
Estes foram os comentários de uma jornalista argentina que acompanhava a banda para os momentos que antecedessem a ida para Argentina e Chile, para jornais e revistas.
A maior banda de heavy metal do mundo veio ao Brasil divulgar a turnê SOMEWHERE BACK IN TIME em três apresentações inéditas: a primeira aconteceu em São Paulo, no dia 02 de março. Depois, a banda seguiu para Curitiba (04), e no dia seguinte (05) tocou em Porto Alegre, no Gigantinho. Para a vinda ao País, o grupo utilizou um Boeing 757 customizado com cerca de 70 pessoas e 12 toneladas de equipamento.
Os três shows em palcos brasileiros foram antológicos e emblemáticos para os fãs do Iron Maiden, que esperam seu retorno ao país desde 2004. A banda presenteou-lhes com seus principais clássicos, especialmente aqueles frutos das turnês Powerslave (1984-85) e Somewhere in Time (1986-87), e se apresentará na formação clássica do grupo, com Dickinson nos vocais, Harris no baixo, Nicko McBrain na bateria e os guitarristas Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers.
Com mais de três décadas de existência, 14 álbuns de estúdio, seis álbuns ao vivo, 14 vídeos e diversos singles, o Iron Maiden é uma das mais importantes e bem sucedidas bandas de toda a história do heavy metal, tendo vendido cerca de 100 milhões de álbuns em todo o mundo. Seu trabalho influenciou diversas bandas de rock pesado, sendo uma das mais respeitadas do gênero.
A nova turnê do grupo esta sendo um passeio pela história da banda com os holofotes voltados principalmente para os anos 80, tanto na escolha do set list como na cenografia do evento, toda baseada na produção estilo egípcia da turnê Powerslave. O show está sendo preparado para ser o mais elaborado e espetacular que a banda já apresentou em termos de produção, com elementos essenciais dos shows que aconteceram em 1986 e 1987, como o Cyborg Eddie, por exemplo.
Chamamento da coberetura no Paipo, foto do ingresso.
Filas para abertura um dia antes.
A filha de Steve Harris, cantando enrolada na bandeira do Rio Grande do Sul, no show preliminar.
A abertura das cadeiras.
A despedida
Paipo presente, com show ao fundo, no bar.
Em frente ao palco.
abertura da segunda música.
Chegada de fas de todos os locais.
O dia so show.
Todas as gerações do Iron Maiden.
De acordo com o compositor e baixista do grupo Steve Harris, vir para o Brasil consiste numa das principais etapas da turnê de ‘SOMEWHERE BACK IN TIME’. “É um nos nossos lugares preferidos desde que viemos pela primeira vez ao País, em 1985, para a turnê mundial de ‘Slavery’. São fãs muito apaixonados, o que nos motiva sempre. Até hoje acredito ter sido um de nossos maiores shows em termos de público. Tivemos todo o apoio e estrutura que uma banda poderia desejar”, relembra Harris. A filha do músico, a cantora Lauren Harris, abriu as apresentações da banda durante a turnê e em Porto Alegre.
‘SOMEWHERE BACK IN TIME’ começou na Índia, em fevereiro de 2008, e passou por Austrália, Japão, e México. Após a estadia de uma semana em solo brasileiro, as apresentações seguem por Argentina, Chile, Porto Rico, passando por Nova York e finalizando a primeira etapa da maratona em Toronto, no dia 16 de março. Até lá, a banda espera atingir mais de 400 mil fãs em 10 países. Ao todo, o grupo terá voado mais de 5 mil milhas.
A segunda fase da turnê começa em maio de 2008 com shows em diversas cidades entre Canadá e Estados Unidos. A terceira e última etapa da via-sacra do metal acontece nos principais estádios e festivais da Europa. A expectativa é ter tocado para cerca de 1,5 milhão de pessoas ao final de um ano e meio de turnê.
O local ideal para fazer o show era um estádio de futebol ou semelhante que pudesse suportar a demanda de público. Os únicos locais possíveis para realização de um evento como esse são o estádio Olímpico, o Beira-Rio ou o Jockey Club. Segundo a assessoria do Olímpico, o local não oferece estrutura compatível para um show como o do Iron Maiden; no dia 5 de março haverá jogo do Internacional no estádio Beira-Rio, impossibilitando sua utilização para qualquer evento; e o Jockey Club não possui liberação da SMAM (Secretaria Municipal do Meio Ambiente) para sediar eventos além de não oferecer condições de segurança ideais para um show deste porte.
Infelizmente o show não pôde ser transferido. Apesar disso, foi uma noite antológica para os fãs do Iron Maiden e também para Porto Alegre. A qualidade do som não foi problema, já que o aparato técnico da banda é imenso e rolou um esforço imensurável. Há meses já não existem ingressos, se tivesse sido nos esta´dios de Grêmio ou Internacional, certamente , esgotariam também os ingressos, com mais de 50 mil rockeiros. O Gigantinho lotou com 15 mil pessoas. O show não poderia ser transferido, portanto Porto alegre não poderia ficar sem o show, os 15 mil pareciam 150 mil.
O Juanto me disse que quando estava na escola era sua banda preferida. E posso dizer ao amigo que o repertório foi toda desta época. O vocalista do Iron Maiden informava que o disco novo já tinha tido uma turnê exclusiva, a nova trip era para relembrar os velhos momentos.
FÃS
Antes mesmo do boeing do Iron Maiden, pilotado pelo vocalista Bruce Dickinson, encostar suas rodas em solo porto-alegrense, uma pequena multidão se formava no saguão do aeroporto e em frente ao hotel onde a banda se hospedaria. Chegando horas antes do início do único show que faz na Capital, na noite de quarta-feira, a banda inglesa encontrou a recepção de sempre: fãs sequiosos por qualquer gota de consideração que resvalasse de seus integrantes.
Destoando da dezena de fãs que faziam campana em frente ao hotel onde a banda estava hospedada, Regina Jechow era mais que uma mera acompanhante. Aos 75 anos, a jovem senhora estava lá para tentar uma foto com a banda, mais especificamente o vocalista Bruce Dickinson.
— Adoro a voz dele, é muito bonita e original — derrete-se Regina, que tomou gosto pela banda por tabela.
Sua filha, Aline Jechow, não economiza decibéis quando decide escutar seus discos, logo, nada mais natural que a mãe entrar na dança. Como se não bastasse a influência da filha, Regina tem outro motivo para gostar de Bruce. O vocalista é piloto, profissão dos sonhos da veterana fã que freqüentava campos de vôo pelo Estado, mas que não chegou a ir adiante por motivos financeiros. Agora, admira o talento do inglês em dobro.
O marido aguarda pacientemente a abertura dos portões para a apresentação do Iron Maiden em Porto Alegre. E onde está a esposa? Em casa, cuidando dos filhos, por certo. A segunda parte da resposta está correta, mas Carolina Timm Varella toma conta dos dois filhos enquanto faz plantão em frente ao hotel onde a banda está hospedada. A esperança é conseguir uma foto, nem que seja pelo celular.
—Ah, é o sonho do meu marido, e eu ajudo a realizar, né? — comenta, enquanto segura no colo um dos rebentos, cuida o outro junto à grade e segura o celular a espera da saída dos músicos — típica destreza que apenas a maternidade confere às mulheres.
Rafael Chinini, Ulisses Cárdenas e Edu Dantas são o estereótipo do fã do Iron Maiden. Não medem esforços quando o assunto é qualquer assunto relacionado à banda e vão até o limite por sua causa. Em frente ao Sheraton, onde a banda estava hospedada em Porto Alegre, o trio fazia sua última tietagem após três dias de peregrinação atrás do grupo assistindo a todas as apresentações em território brasileiro. Dali seguiriam direto para o Gigantinho.
— Pelo Iron vale tudo, sem dúvida — ressaltava Cárdenas, dobrando a bandeira do Estado de São Paulo que pretendia jogar no palco.
Era a primeira vez que os amigos acompanhavam uma turnê da banda e faziam todo o trajeto de carro. Só de combustível, já haviam gasto R$ 500. Mas os custos só seriam calculados mais tarde. Afinal, pelo Iron, valia tudo.
Toda a dificuldade da foto e do local.
Eddie, o monstro, aparece no palco.
A estrutura e o público.
The Tropper tocando.
"Ed force one".
Bruce Dickson piloto.
A chegada.
A explosão.
The Tropper sob outro angulo e com luzes.
O desembarque.
Scoth rolando no backstage.
Entrada do público no palco.
Fãs no palco.
Os equipamentos.
SHOW
O SHOW iniciou pontualmente as 21:00, com um palco montado em cima do tema das pirâmides, a primeira música foi ACES HIGH, seguida por TWO MINUTES TO MIDNIGHT, REVELATIONS, que levaram o público a loucura. Logo depois aparece Eddie e Bruce Dickson fardados com uniforme do exército inglês par a antológica THE TROOPER. THE NUMBER OF TEH BEAST e RUN TO THE HILLS foram cantadas em coro. FEAR OF THE DARK, uma das poucas músicas já do inicio da década de 90, na minha opinião foi a melhor , cantada por todos. Os brasileiros tem o hábito de encerrado os bons shows ,e, solicitarem que os artistas voltem, e foi o que aconteceu, voltaram e cantaram MOONCHIL, CLAIRVOYANT e HALLOWED BE THYS NAME. Já havia assistido no ROCK IN RIO o IRON MAIDEN em 1985 , depois em Porto Alegre em 1992. Mas este show foi melhor e a banda agora com três guitarristas foi uma aula do bom rock pesado. O baixo de Harris é inconfundível. E a bateria parecia uma locomotiva. Bruce Dickson foi um show a parte, venho pilotando o avião da banda, esteve impecável no show e pulou durante todo o tempo. O monstro EDDIE apareceu na música IRON MAIDEN, todo vestido no tema Blade Runner, em estilo futurista, e por mim captado em foto quando estava nas cadeiras do ginásio. Uma legião de fãs dos 10 aos 50 anos ficaram enlouquecidas. A banda chega aos 30 anos de carreira ainda em grande forma.
BACKSTAGE
Como já informado a banda chegou em boeing 757, pilotado pelo vocalista. O avião tem todos os logotipos da banca na frente e na asa traseira, tendo o nome “ed force one”. Antes, durante e depois Adrian Smith estava sempre ao lado de um “vaso”, que acredito deva ser um escoth de boa qualidade.
Depois do show , as 2:30 o guitarrista Jannick Gers, era visto no bar noturno Dublin Irish Club, tomando uma cerveja atrás da outra. Dizia que Porto Alegre era do metal e agradeceu a recepção da cidade. Já o baixista Steve Harris após o show estava em um bar a 50 m do Hotel Sheraton, jantando com integrante dos fãs club. Dickson ficou no hotel, concentrado para a próxima viagem, na qual seria novamente o piloto. Só bebeu água mineral no Hotel e no show.
No Dublin havia a música ao vivo, e quando foi chamado ao palco o guitarrista Jannick, disse que estava cansado e queria curtir a noite, mas quando a banda do bar tocou could you be loved de Bob Marley , aplaudia e gritava “lovely,, lovely, lovely”.
Neste dia haviam dois grande shows em Porto Alegre, além do Iron Maiden , estava em Porto Alegre Julio Iglesias, mas os rockeiros fizeram mais barulho tiveram mais público.A banda trouxe toneladas de equipamentos, o que aliada a competência de cada música fez um show memorável na capital dos gaúchos.
Havia uma preocupação da cobertura ao PAIPO, era a primeira vez que estava em um espetáculo não só para curtir as músicas. Também era um tema estranho , pois estava sempre acostumo a falar sobre surf. A primeira dificuldade foi a hora da chegada, as fotos no aeroporto no “ed force one”. Havia uma multidão na espera e eu era mais um. Consegui pelos meus contatos profissionais adentrar em vários locais do show, quase até a frente ao palco, no meio do público, nas cadeiras em fim , deu para registrar todos os momentos. O calor era infernal, mas o esforço valia, para cobrir uma grande banda do rock, ainda em plena forma. Também pude encontrar vários amigos que não vinha a muito tempo. A segurança foi rígida , mas deu para registrar vários momentos. Os ingressos custaram 100 reais arquibancadas e pista, algo em torno de 50 dólares e 300 reais as cadeiras, 150 dólares. Já no mês de dezembro já havia colocado a noticia desta cobertura.
Espero que tenho cumprido a missão ao Paipo e que os paiperos tenham gostado. Até a próxima, Mauro.
Os uniformes a sendo vendidos a 20 dolares.
A multidão.
Jornais.
Jornais.
Paipo até o fim.Valoración: