FINAL DE ANO PAIPO BRASIL

FINAL DE ANO PAIPO BRASIL
Image
Rosa Norte.
Image
Rosa Norte.
Image
Meio da Praia.


Mais um ano se passo. Muitas ondas, muito surf, muitas viagens, muitos problemas, muitas matérias e novos amigos nestes 2 anos de minha participação no Paipo.

Creio que foi um ano de boas ondas. Tanto no Uruguay e Sul do Brasil. Este último mês, dezembro, as ondas apareceram pouco. Mas não podemos esquecer o que rolou durante o ano todo.

Muita vontade que tinha de estar no Uruguay, quando mirava as fotos do dia.Algumas matérias viraram debate, como a de surf e drogas, o tamanho das ondas em matéria no Rosa, matéria em La Moza . Muito debate e algumas ofensas no chat do paipo, como do paipo brasil.Mortes e enchentes em Santa Catarina.

As trips de final de ano ao Uruguay e Carnaval foram tambem destaque.Como o famoso “asado” de Juanto, que parece que dia 03/01 sob o comando de Pela reunirá um grande quantidade de paiperos. A trip de los “Carcamanes” foram outro destaque no inverno.

Para esta matéria final de 2008, passo as fotos tiradas no mês de dezembro, do dia 13 ao dia 16, tendo no primeiro dia quebrado no canto sul , no segundo começou a virar o vento, quebrando dia 17 nos dois cantos e os últimos dois dias no canto norte.O Rosa é a casa do Paipo Brasil é não poderia deixar de ser neste pico a ultima matéria de 2008.A pousada do Julio, Vale Verde continua a receber os paiperos com descontos especiais. As ondas variaram de 1,0 a 1,5 m.

Espero encontrar os paiperos em solo Charrua, abrazo a todos,Mauro.

Image
Rosa Norte, ainda com influência de sul.
Image
Rosa Norte, a direita abre toda ao surfista, até o canal.
Image
Rosa Sul sabado.
Image
Meio da praia, onda até a areia.
Image
Rosa Sul.
Image
As linhas entrando no Rosa Norte.
Image
Meio da Praia, as ondulações entrando já de norte.Valoración:   Votos: 1  



PIPE MASTER 2008

PIPE MASTER 2008

Image
Slater o título do ano e da etapa.
Image


Slater, no "chocolate".

Em minha opinião, e respeito as dos demais, o PIPE MASTER é o campeonato mais importante do circuito. Muitos dizem que a tradição de BELLS e sua antiguidade lhe botam acima do PIPEMASTER. Não concordo, Pipe é história, é a briga pela supremacia, é tubo, principalmente de esquerda. Tomson, Carroll, Slater, Lopes, Irons entre outros deixaram suas marcas no local.

Sendo tambem a última etapa do circuito, se pode fazer um balanço de todo o ano. Primeira vez que as ondas tiveram a cor de “chocolate”, mas com bom tamanho e tubo para os dois lados.

Realizado há muitos anos nas tubulares ondas de Pipeline, na ilha de Oahu, Havaí, é considerado o principal evento do circuito mundial porque define quais surfistas irão se manter no WCT para a próxima temporada. Para os brasileiros que compõem a elite sempre foi uma etapa de extrema importância. IOs sulamercians que dependiam de Pipe para se manter no circuito decpcionaram.

Porém fazer um campeonato no melhor pico de surf do planeta não é fácil. Isto porque impedir os locais havaianos de surfarem no próprio quintal de casa é uma missão muito difícil. É justamente por causa disto que a Associação de Surf do Havaí exige da ASP que um grande número de surfistas locais também participem do Pipeline Masters. Para se ter uma idéia, no ano passado foram 16 surfistas convidados e este ano são 24. Além disso, outra exigência feita é que as baterias sejam realizadas no formato “Dual Heat” (duas baterias ao mesmo tempo), para que o campeonato seja concluído em apenas três dias e os havaianos poderem surfar após o término das baterias, geralmente no final de tarde.

Slater já havia garantido o título mundial por antecipação, mas isto não diminuiu nem um pouco a sua disposição para conquistar mais uma vitória na sua brilhante carreira.

Na bateria final, Kelly derrotou o americano Chris Ward pelo placar de 14.00 x 7.23 e fechou este ano com chave de ouro. Foi a primeira final do Pipeline Masters disputada no sistema homem a homem nos últimos oito anos.

Foi a segunda final que Chris Ward disputou nos 4 anos em que está competindo no ASP World Tour. Em 2005 o californiano, local de de San Clemente, chegou até `a final na etapa do Gold Coast, mas acabou em segundo lugar.

Graças ao resultado de ontem, Ward pulou de 27º para 14º lugar no ranking final da primeira divisão.

Kelly Slater usou uma prancha pequena, 5’11”, durante as suas baterias em Pipeline. O outline da prancha, que foi shapeada pelo californiano Al Merick, chamou a atenção de todos os presentes.

A rabeta estreita da prancha usada por Slater este ano em Pipeline contrastava com seu bico bastante largo. Como se fosse uma junção de dois out lines diferentes. O detalhe é que jamais um surfista venceu o Pipeline Master com uma prancha tão pequena.

Image
Jamie O'Brian.
Image
Chris Ward, vice em Pipe.
Image
Adrian Buchan , com esta onda elimina Mineirinho.

Fazia oito anos desde que Slater, o maior recordista de vitórias da história do Pipeline Masters - agora são seis no total : 1992, 1994, 1995, 1996, 1999 e 2008 - havia vencido este evento pela última vez.

Aos 36 anos de idade, o enea campeão mundial disputou 4 baterias nesta sexta feira e provou para todos aqueles que acompanharam suas performances que, entre outras coisas, está em excelente forma física e técnica.

Nas suas três baterias antes da final, Kelly somou ótimas pontuações: 19.00, 18.63 e 19.40 pontos em vinte possíveis.

Foi a décima vez que Kelly Slater chegou a uma final em Pipeline nas 17 oportunidades que ele teve para competir naquela que é considerada uma das mais perigosas e adrenalizantes ondas do planeta.

A vitória desde ano aconteceu nove anos depois de sua última em Pipeline.

Na sua caminhada em direção a mais uma vitória histórica, Slater derrotou o havaiano Jamie O’Brien, local de Pipeline e um dos favoritos ao título. Jamie venceu o Pipeline Masters em 2004 e é sempre um adversário díficl nos tubos de Pipeline. Contra Jamie, Slater somou 9,63 e 9,00 e ainda se deu ao luxo de descaratar uma nota 8,00.

Kelly quase foi derrotado por Tim Reyes numa das semi finais,quando chegou a estar em combinação nos minutos finais. Porém, quando tudo parecia perdido,Kelly surfou duas ondas excelentes (9,00 e 10,00) em menos de 2 minutos e reverteu o resultado de uma bateria que parecia perdida.

Ainda recuperando-se de uma contusão no tornozelo, o brasileiro Adriano de Souza, o Mineirinho, foi eliminado nas oitavas de final pelo australiano Adrian Buchan.

No final das contas, Mineirinho será, junto com Jihad Kohd e Heitor Alves, um dos três únicos surfistas brasileiros a disputar o ASP World Tour em 2009.

Leo Neves, Rodrigo Dornelles e Neco Padaratz não conseguiram se reclassificar e serão obrigados a disputar o WQS se quiserem voltar `a primeira divisão em 2010.

Chris Ward precisava vencer o Pipeline masters para ficar com o titulo da Tríplice coroa havaiana desta temporada.

Com os pontos que marcou graças ao seu segundo lugar em Pipeline, Ward acabou em terceiro lugar no ranking final da série de três campeonatos disputados durante o inverno no Hawaii.

O australiano Joel Parkinson foi o campeão da Tríplice coroa deste ano. Joel ficou em quinto lugar nas etapas de Haleiwa e Sunset, e em 9º lugar no Pipeline masters. A soma destes resultados garantiu a Joel um titulo inédito na sua carreira.

Foi o segundo ano consecutivo que um surfista australiano sagrou-se campeão da Tríplice coroa, um título que tradicionalmente costuma ficar nas mãos de algum surfista havaiano.

Ano passado, Bede Durbidge tornou-se o primeiro australiano a conquistar a Tríplice coroa desde 1997, quando Mike Romelse foi o campeão.

Mesmo acabando em 9º lugar no Pipeline Masters 2008, Joel Parkinson foi um dos destaques do evento. Numa de suas baterias o australiano chegou a somar 20 pontos em 20 possíveis. Mas acabou eliminado por Tim Reyes nas oitavas de final.




Resultado do Billabong Pipeline Masters

1 Kelly Slater (EUA)
2 Chris Ward (EUA)
3 Adrian Buchan (Aus)
3 Tim Reyes (EUA)
5 Luke Stedman (Aus)
5 Jamie O'Brien (Haw)
5 Kamalei Alexander (Haw)
5 Andy Irons (Haw)
9 Adriano de Souza (Bra)
33 Heitor Alves (Bra)
33 Leonardo Neves (Bra)
33 Jihad Khodr (Bra)
33 Rodrigo Dornelles (Bra)




Ranking final do World Tour 2008

1 Kelly Slater (EUA) 8832
2 Bede Durbidge (Aus) 6780
3 Taj Burrow (Aus) 6324
4 Joel Parkinson (Aus) 6180
5 C.J. Hobgood (EUA) 5860
6 Adrian Buchan (Aus) 5836
7 Adriano de Souza (Bra) 5748
8 Mick Fanning (Aus) 5495
9 Bobby Martinez (EUA) 5282
10 Jeremy Flores (Fra) 5214
11 Luke Stedman (Aus) 5018
12 Fredrick Patacchia (Haw) 4938
13 Andy Irons (Haw) 4895
14 Chris Ward (EUA) 4748
15 Kai Otton (Aus) 4552
16 Tim Reyes (EUA) 4506
17 Tom Whitaker (Aus) 4362
17 Kieren Perrow (Aus) 4362
19 Dayyan Neve (Aus) 4230
20 Bruce Irons (Haw) 4212
21 Mikael Picon (Fra) 4131
22 Dane Reynolds (EUA) 4066
23 Taylor Knox (EUA) 4040
24 Damien Hobgood (EUA) 3946
25 Heitor Alves (Bra) 3924
26 Jordy Smith (Afr) 3850
27 Ben Dunn (Aus) 3797
28 Roy Powers (Haw) 3660
29 Dean Morrison (Aus) 3612
30 Mick Campbell (Aus) 3607
31 Tiago Pires (Por) 3566
32 Jay Thompson (Aus) 3100
32 Ben Bourgeois (EUA) 3100
34 Daniel Wills (Aus) 3095
35 Leonardo Neves (Bra) 3052
36 Rodrigo Dornelles (Bra) 2915
37 Royden Bryson (Afr) 2910
38 Daniel Ross (Aus) 2862
39 Pancho Sullivan (Haw) 2730
39 Aritz Aranburu (Esp) 2730
41 Travis Logie (Afr) 2725
41 Luke Munro (Aus) 2725
43 Neco Padaratz (Bra) 2545
44 Jihad Khodr (Bra) 2540
45 Ricky Basnett (Afr) 1800
46 Nic Muscroft (Aus) 1535


Até a próxima,Mauro.


Valoración:   Votos: 1  



ROSA 8 PES

ROSA 8 PES

Image


A praia do Rosa como todos sabem é a casa do Paipo Brasil em Santa Catarina. Dia 04/12 alguns surfistas de Floripa estiveram na busca por boas ondas na região de Imbituba e o Rosa foi o destaque com 8 pés no canto sul. A matéria é do Artur Dobairrol publicada no Ondas do Sul, parceiro Paipo. As fotos devem gerar um amplo debate , se realmente as ondas estavam em 8 pés. Este critério fica na opinião de cada um e desejo ver o comentario de todos.

Matéria :

Nossa equipe foi a campo nesta ultima quinta-feira (04/12) para registrar os melhores momentos do swell aqui no estado.

As cinco horas da manha pegamos a estrada em direção ao sul do estado. Nossa primeira parada para o check das ondas foi a praia da Vila.

Nossa primeira visão do pico foi algo empolgante e ao mesmo tempo alucinante. Apesar das condições desfavoráveis para o surf nesse pico, que mais parecia uma máquina de lavar, nossa equipe seguiu viagem, demos continuidade na nossa busca.

O segundo pico que fomos checar foi na praia da Ribanceira, já no caminho avistamos de cima do morro, as linhas entrando em direção as praias Dágua e do Porto. Foi uma visão linda e desconcertante.

Passamos por todas as praias que pudesse oferecer uma condição de surf ( Ribanceira, Vila, Ibiraquera), mas nenhuma dessa oferecia a condição ideal. Então seguimos ate a praia do Rosa.

Chegando no Rosa, já de cima do Morra (na decida), avistamos as linhas entrando lá atrás, as ondas tinham uns dois metros e com uma formação boa, Foi uma gritaria geral de todos dentro do carro.

Ficamos observando as ondas por algum tempo, e logo os integrantes (Leonardo Mello, Cachorrão e o Rodrigo Viudes) da barca se ativaram pra cair na água.

Em primeiro momento me posicionei de frente para as ondas, fiquei ali fotografando por quase uma hora e meia, em seguida fui explorar outros ângulos da praia.

Foi uma sessions de duas horas, onde a galera pode fazer a cabeça nas pesadas e perfeitas ondas do Rosa Sul.

Após essa sessions resolvemos dar um check na Silveira, as ondas na Silver estavam realmente muito pesadas e sem boas condições. Fomos também até a praia de Itapiruba ( um pouco mais ao sul do estado), onde o mar também estava muito grande e sem boas condições.

Na real olhamos todas as praias do sul, e o melhor pico era mesmo o Rosa.

Após toda essa busca pela região resolvemos retornar para o Rosa e fazer a sessions de final de tarde.

Foram mais duas horas de um surf muito intenso, e com ondas ainda maiores que na manhã, para o delírio de todos. As séries chegavam tranqüilo aos 10 pés. Foi show fechamos nossa cobertura do swell com chave de ouro. No final de tarde retornamos para Floripa de cabeça feita.

Apesar da tranqueira na volta na BR 101 valeu todo o nosso esforço e empenho nessa missão.


Até a próxima , creio que o tamanho esta correto, cada paipero deve ter sua opinião,Mauro Escobar.


Image

Image

Image

Image

Image

Image

Image

Image

Image
Valoración:   Votos: 1  



ALASKA - YAKUTAT

ALASKA - YAKUTAT
Image
Jamie Sterling.
Image
Maya Gabeira, sem medo das ondas e do frio.

O SURF tem ido a locais nunca antes imaginados. Além disso as previsões de ondas, tem facilitado muito as surf trips.

O Roger responsável pelo site do Carlos Burle, parceiro Paipo é que traz esta nova descoberta, ALASKA.

Alguns dos melhores surfistas de ondas grandes da atualidade, em uma experiência única e completamente sensacional num dos locais mais inusitados do planeta Terra.

Assim podemos definir a expedição organizada pelo fotógrafo Tony Harrington, patrocinada pela Red Bull, que teve como objetivo reunir um seleto grupo de renomados big riders internacionais da mesma equipe para desbravar os congelados picos da cidade de Yakutat, no Alaska.

Carlos Burle, Maya Gabeira, Jamie Sterling, Raimana Van Bastolear e Jamie Mitchell, desembarcaram em Yakutat com a missão de encarar um grande swell previsto para encostar na região no último final de semana de novembro.

Com temperaturas abaixo de zero, o seleto grupo protagonizou uma das sessões de surf rebocado mais espetaculares da história, com direito a muita neve, ondas consideráveis e água extremamente gelada.

Após a expedição, os big riders desembarcaram no Hawaii de onde estarão monitorando as maiores ondulações do Pacífico Norte nos próximos meses, a fim de encarar com todo o conhecimento de causa as mais extremas ondulações que encostarem nas ilhas havaianas, na costa dos Estados Unidos e México durante a temporada de ondas grandes naquela região do planeta.

Creio que em breve teremos surf trip para a Antártica, até a próxima,Mauro.

Image
Equipamento , Burle.
Image
ALASKA - YAKUTAT
Image
Carlos Burle de backside.
Image
Jamie Sterling.

Valoración:   Votos: 1  



LA MOZA – CLASSICA

LA MOZA – CLASSICA
Image
Somente um surfista remanda na onda.

Mesmo com toda a luta dos surfistas uruguaios pela não construção do Porto de La Paloma , o qual acabaria com as ondas de La Aguada e provocaria danos ambientais em torno da região, as ondas não pararam de aparecer. No último mês de novembro La Moza foi o destaque.

La Moza situada a 40 km da fronteira brasileira desde o Chuy, dentro da região do Parque da Fortaleza Santa Teresa, quebrou com muita qualidade. Point breack de direitas, quebra bom com swell de sul. Se entra atrás do pico pela pedras . O fotografo Juan Manoel Ramos teve o privilégio de registrar estes momentos mágicos ao lado de alguns amigos, sozinhos no pico. La Moza é uma direita longa, que nos bons dias se pega na ponta das pedras e se vai até a beira da praia. A esquerda é mais raro e quebra no meio da praia. Algumas direitas no meio da praia abrem a esquerda também. Alguns chamam La Moza de J-Bay do Atlântico.

Todos torcem por outra iniciativas para região como construção de Hotéis ou outros investimentos sem danos ambientais e acima de tudo que as ondas não parem de aparecer. Até a próxima Mauro Escobar.

Image
Visual desde a beira da praia.
Image
A polêmica foto em que se discutia no chat em tamanho das ondas.
Image
Quebrando em cima das pedras.
Image
Rara esquerda.
Image
De cima das pedras.
Image
As linhas.
Image
Classico.
Image
O inside.
Image
Power.
Image
Ida ao pico.

Valoración:   Votos: 1  



Página :  1