ONDA PROIBIDA



ONDA PROIBIDA

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Fabio Gouveia
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Clássica mas muito problemática.

Esta onda é com certeza a mais internacional das ondas aqui da região de Florianópolis. Nos dia clássicos são 3 sessões bem definidas, onde pode se explorar muitas manobras e tubos longos e profundos.

Pico com localismo pesado, cenário de muita pancadarias, e muitas vezes até agressões abusivas dos locais. Nesse pico a pancada é a lei para os haoles desavisados, abusados e sem respeito.

Na sua maior parte dos dias bons o crowd é infernal, e a gritaria dentro dágua é intensa.

Para surfar neste pico o bom é ir muito cedo (antes do crowd local), ou com o convite e companhia de algum local, se possível conhecido da galera, só assim pode-se surfar tranquilamente nesta point.

Vá com calma e respeito, e boas ondas. Bem vindo ao Campeche.


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Pessoalmente consegui surfar apenas duas vezes no pico, uma boa onda, mas com boas ondas a incomodação e o alto nível são certos. Se conseguir chegar mais cedo que todos, pode ter alguma sorte. Muitos surfistas profissionais vem conferir o pico.Até a próxima, Mauro.Valoración:   Votos: 2  



TABLAS MADE IN CHINA

TABLAS MADE IN CHINA

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A China tem derrubado o mercado comercial dos outros paises, seja pela sua grande população de um bilhão e duzentos milhões de pessoas e salários muito baixos, quase escravos. A cada quatro pessoas no mundo um é chinês. O surf começa a ser atingido pela pirataria e produtos de segunda linha vindos da China. Primeiros vieram os acessórios, camisas, leash, camperas , mochilas com logos de marcas de surf. Depois vieram roupas de neopreme. Algumas marcas americanas e australianas estão sendo pirateadas e confeccionadas na China, Singapura, Tailândia e outros. Quando iniciei no surf a marca Hang Tem era muito forte e todos desejavam algo com este nome. Agora em 2008 , em um free shop de Rivera encontrei a marca novamente. Comprei um short manga curta a minha filha Dani. Depois fui notar que era feito na China , não sabendo dizer se era feito na China com autorização da marca ou era pirata.

Atualmente com as novas tecnologias, modelos e shapes de tablas podem ser copiados por máquinas. Mesmo copiadas , sempre usando materiais e acabamento de segunda categoria. Foams de ultima categoria são usados.Esta sendo divulgado o uso pranchas piratas da All Merick. O que esta a acontecer será o fim de bons shaper e boas marcas de cada pais. O surf retrocederá anos se isso continuar a acontecer. Não que eu não deseje que pranchas ou equipamento não custem menos, mas que exista um equilíbrio entre fabricante e que se evite a pirataria e privilegie os shapers e marcas de cada pais. No Brasil a melhor prancha na minha opinião é a Tropical Brasil, tenho duas em meu quiver. Uma encomenda na fabrica para uma prancha top custaria algo em torno de 1.400 reais, algo próximo de 700 dolares. Imaginem amigos se pranchas com o logo da Tropical viessem ao mercado do Brasil a 100 dólares. No Brasil não se tem noticia, mas fora do Brasil a Tropical já a apareceu pirateada por este valor, impossibilitando as exportações legais. Imaginem por exemplo Santa Lu ou outras marcas charruas a 50 dolares, o que seria o destino dos fabricantes locais.

Já não é de hoje que no Chuy miro marcas piratas de surf, seja em tablas ou equipamentos, sempre em desfavor do surf com mercadoria de péssima qualidade que os principiantes compram , pensando estar adquirindo produtos top de linha.

Lembro mais uma vez que o Brasil foi um dos paises que pirateava marcas americanas e australianas e foi a partir do acordo com tais marcas em 1986 com a volta do pais ao circuito mundial, Hang loose 1986 que o surf novamente evoluiu no pais.

Lembro mais uma vez a todos, procure o shaper de sua confiança, faça encomenda direta com o fabricante seja pela surf shop ou direto.Mas realize o pedidos por encomenda . Não compre TABLAS MADE IN CHINA, pois será o fim do surf. Até a próxima,Mauro.
Valoración:   Votos: 3  



POCAS OLAS

POCAS OLAS

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Jetski, tabla e una corda.

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Regata.
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Planador.
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Surfando a merreca.
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Saida da rampa.

Os surfistas da capital dos gaúchos tem muita coisa semelhante com os surfistas de Montevideo. Distante uma hora do mar, os dias de flat ou de “pocas olas” são usados em outros esporte mas não pouco radicais. O vôo livre é praticado em Osório e Sapiranga, cidades próximas. O paraglider tem sido também muito usado neste pico. O jetski juntamente com uma corda e uma prancha de surf tem sido usado para matar a fissura, nas ondulações que aparecem , nas praias do Guaíba em Porto Alegre.O kite surf também cresce. O vôo com planadores no aeroclube tem sido praticado. A capital gaúcha tem tradição na vela. A pratica de competições é constante, e existem muito clubes. Muitas categorias e muitos tipos de barcos são usados. O paipero Panzardo já foi visto praticando vela na cidade.

Mas a grande diferença entre as duas cidades é que algumas vezes por ano, rola algumas ondas em “la honda “ , “la pantalla” e outras, segundo Juanto, com cor de chocolate.

Estes esportes podem ser bem interessantes, com muita adrenalina nos dias de poucas ondas, mas nada supera um dia de boas ondas.Um “abrazo” a todos , até a próxima,Mauro


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Em frente ao paipo brasil.
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Velocidade máxima.
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Montagem da asa.
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Manobra.Valoración:   Votos: 1  



SURF AÑOS 70

SURF – AÑOS 70

Bustin Down The Door é eleito o melhor documentário pelos leitores da Revista Surfer.

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Wayne Bartholomew, 1978 campeon, Mark Richards, campeon 1979,1980,1981, 1982 e Shaun Tomson, campeon 1977.


"Bustin down the door" foi eleito o melhor documentário e também o filme do ano pelos leitores da revista SURFER. "Bustin' down the door" narra o surgimento do surf profissional durante a segunda metade da década de 70. O filme tem como principais personagens os representantes daquela que ficou conhecida como a "geração Free Ride". Shaun Tomson, Ian Cairns, Peter Towned e Wayne "Rabbit" Bartolomew (foto) são algumas das estrelas de “Bustin’ down the door”.
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Free Ride, mejor pelicula dos AÑOS 70.

Quem é da nova geração, dificilmente ouviu falar em Peter Townend. O australiano é considerado o primeiro campeão mundial de surf, em 1976. Isso porque na década de 70 não havia ainda competições oficiais de surf, mas é assim, como primeiro campeão mundial, que o surfista australiano é conhecido.

Peter nasceu no hospital de Kirra, Austrália, em 1953. Quando ganhou sua primeira prancha, em 1967, não imaginava que ela mudaria completamente sua vida.

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Peter Townend,campeon 1976, en Brasil, praia da Macumba , 2005.

"Eu, Michael Peterson e Wayne "Rabbit" Bartholomew, crescemos juntos pegando ótimas ondas em picos australianos, como Snapper, Rainbow Bay, Greenmount e Kirra, hoje conhecida como Superbanks, que não tinham o crowd dos dias de hoje", revela Peter.


O filme Bustin' Down The Door conta a história de surfistas forasteiros, como Shaun Thompson, Mark Richards, Wayne Bartholomew e o próprio Peter, que tomaram conta do cenário havaino em 1975. "O responsável pelo filme é Shaun Tomsom, que se inspirou em um artigo escrito por Bartholomew na Surfer Magazine de 1976", conta Peter.

A idéia do filme é mostrar como o sonho de surfistas sul-africanos e australianos se tornou realidade, quando se profissionalizaram e começaram a dominar as competições internacionais. Quem assistiu "Z-Boys The Lords of Dogtown" pode perceber uma pequena semelhança entre os filmes, embora este último conte a história do nascimento do skate de rua e de vários skatistas profissionais.


Bustin' Down The Door foi lançado em Huntington Beach no dia 25 de julho, para coincidir com o US Open de surf. No mês seguinte já estava sendo projetado em inúmeras cidades americanas, principalmente naquelas que abrigam adeptos do surf. Será lançado no final do ano, no Brasil e Austrália, com a chegada do verão dos dois países. Mas já existem cópias no Brasil, as quais já tive acesso.

O surfista australiano comprova o que sabem aqueles que pegam onda: não dá para viver sem o surf. Peter Townend continua nas ondas, sempre à procura dos melhores picos. Além disso, acompanha com interesse o momento atual do surf.

De acordo com ele, quando estava começando, acompanhava o esporte através de revistas americanas e filmes anuais, que eram somente veiculados meses depois do lançamento. "Hoje em dia a internet mudou isso tudo e, é claro, o mercado acompanhou esse crescimento. Marcas como Quiksilver, Billabong, Rip Curl e O'Neill, que surgiram no período de Bustin' Down The Door, são hoje empresas globais multimilionárias", analisa Peter Townend.


Sobre os grandes surfistas do momento, o primeiro campeão mundial considera que Kelly Slater faz no surf o que nenhum outro atleta faz em qualquer modalidade esportiva. "Isso eleva a popularidade do esporte para o maior percentual de todos os tempos", afirma o campeão australiano com a experiência de quem começou em uma época que dava aos surfistas condições bem diferentes.


Com toda certeza, nomes como o de Peter Townend são responsáveis por fazer do surf o esporte respeitado e prestigiado que é atualmente.

O que os brasileiros e sul americanos buscam nos últimos anos os australianos e sul africanos fizeram na década de 70, tanto como atletas como marcas de surfwear.

Já fiz matéria sobre o sul africano Shaun Tomson a quem conheci em Floripa no ano de 1986, já em final de carreira, a qual transcrevo a seguir :


Publicado por mauroescobar el Marzo 4, 2007, 2:55 pm
en General ( Mauro Escobar)


UM CAMPEÃO MUNDIAL


Shaun Tomson, campeão mundial em 1977. Sul Africano, revolucionou o surf da época, por atacar as ondas havaianas, principalmente Pipeline, em que de “backside”, manobrava dentro dos tubos. Nos anos 80 teve embates clássicos com Tom Carol. Mesmo fora do circuito da ASP há vários anos, é respeitado pelo seu legado ao surf. Shaun Tomson surfista sul-africano, durante dez anos foi o único não-australiano a ganhar o título de campeão mundial, até Tom Curren quebrar a hegemonia aussie.
Shaun Tomson dispensa apresentações. Com 51 anos hoje, foi o campeão mundial de 1977, além de ter ficado entre os seis melhores competidores do mundo de 1976 até 1984. As lições que aprendeu com o Surf, como confiar nos instintos, andam paralelas com a sua vida. Depois de 14 temporadas no circuito mundial, se aposentou em 1989. Seu livro Surfers Code (Código de Surfista), lançado em novembro de 2006, compartilha 12 simples lições que ele aprendeu em sua infância na África do Sul durante o regime do apartheid e nos campeonatos em muitas das mais famosas praias do mundo. Seus autógrafos são acompanhados de mensagens como “Keep surfing in your heart” ou “Surfing is the only life.”

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Shaun Tomson, com estilo, Backdoor.

No começo de 2006, ele e sua mulher perderam seu filho de 15 anos. Mas ele está acostumado às dificuldades da vida, como na vez que seu pai, treinando para a equipe olímpica de natação, teve seu braço estraçalhado por um tubarão. Ou quando seus negócios foram por água abaixo.

A vida continua. Morando na Califórnia, perto de um de seus picos favoritos, Rincon, em Santa Bárbara, ele passa o espírito do surf para jovens surfistas e para todos os não-surfistas ao seu redor. Continua a surfar todos os dias. De fato, um dos 12 mandamentos de seu livro diz: “Eu vou pegar uma onda todos os dias, mesmo que seja na minha mente.”

No HANG LOOSE 1986, campeonato que marcou o retorno do Brasil a competições internacionais em seu território, após um boicote de vários anos, o sul africano esteve presente. O evento ficou marcado por grandes ondas em seu início, bombando ondas de 2,5 metros na Joaquina . As enormes esquerdas fizeram a alegria dos competidores e colocaram “Floripa” no cenário mundial pela primeira vez. Somente nas finais o mar diminuiu.

A ilha estava lotada de brasileiros e estrangeiros . Havia várias opções à noite de festas e eventos. Na quinta feira do campeonato me lembro que a boate “Shampoo” promoveu o aniversário do sul africano. O homenageado ficou literalmente somente de “cuecas” na festa, tal foi o assédio do público feminino. Diplomaticamente o ex campeão mundial agradeceu a festa e disse que se sentia muito a vontade no Brasil.

A ele é creditado o desenvolvimento do surf em seu país, o crédito de J. Bay ser uma das mais conhecidas direitas do mundo e pela luta contra o “apartheid”.

Nos dias atuais continua pegando ondas e competindo em campeonatos “Masters”, Tompson é um belo exemplo a ser seguido. Sinto-me um privilegiado por ter tido contato com um verdadeiro campeão mundial. Um grande abraço . Mauro Escobar


Caros paiperos , venho da geração dos surfistas da década de 70, portanto meus ídolos são desta época. Mark Richard, Tomson , Wayne Bartholomew e outros. Caroll , Slater, Occy, Irons são os ídolos dos mais novos, mas não menos importantes. Um abrazo, até a próxima, Mauro.

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Shaun Tomson, Ian Cairns, Peter Townend e Wayne Bartholomew.

Valoración:   Votos: 2  



OLA

OLA


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Foto dia 24/08/08

Depois de dias com vento sul e muito boas ondas no Rosa muda do sábado para o domingo para vento nordeste. Vento muito forte, onde em alto mar, da costa se mira todo picado. Todos os picos pela intensidade ficaram sem onda. Mas o Rosa Norte, com a proteção dos morros as ondas rolavam com grande qualidade. Sempre entrava uma série que pegava os surfistas em baixo do pico. Esquerdas memoráveis, se o drop era feito no pico, se ia até a beira. Uma sessão de surf memorável, no dia onde muitos não surfaram , pois acharam que não haveria onda pela intensidade do vento. O Rosa é fantástico e possui seus mistérios, até a próxima.Mauro.Valoración:   Votos: 1  



SURF LIMITE

SURF LIMITE

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Paraplégico, sem movimento da cintura para baixo.
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Cadeira de rodas.
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Surf sem uma perna.
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Havaiana, sem um braço.
Essa matéria é do Verch, colaborador do Ondas do Sul, que não poderia deixar de mostrar no Paipo. Eu já tinha feito matéria a respeito sobre a surfista havaina que perdera o braço em um ataque de tubarão e continuava a surfar. Esta matéria vai além e mostra exemplos claros de superação e o limite realmente não existe, transcrevo a seguir a matéria :

Limite, grandeza constante, da qual outra pode aproximar-se indefinidamente sem nunca a atingir. (Segundo o dicionário)

Uma palavra que pode ser uma barreira, contrariando o que diz o dicionário, o limite pode ser vencido pela superação, força, determinação. Algo que pode e devem ser maior que a limitação imposta pelo corpo, mente e alma. Uma força superior que nem sabemos ao certo de onde vem, algo divino. É baseado nessa crença que escrevo e provo a vocês que certas limitações podem ser vencidas.

Quantas vezes muitos de nós colocamos a oportunidade de realizar algo por falta de motivação, determinação e amor a aquilo que deve ser feito. No Surfe isso não é diferente, quantas vezes olhamos para o outside e pensamos de tal forma, “Ah hoje o mar não está tão bom assim para surfar, amanhã eu surfo”. Só que você não imagina que tem pessoas que dariam tudo para cair na água e surfar aquele mar pequeno ou mexido que você esnobou.

Aqui me refiro a pessoas portadoras de deficiências, pessoas que devem ser tratadas com todo respeito e dignidade, pessoas essas que rompem os limites, coisa que muitas pessoas não portadoras não conseguem e nem são capazes de atingir. Muitas vezes não podemos escolher o destino, ele nos prega cada peça, um acidente, uma deficiência gerada na gestação, O que pensar? O que fazer? Eis que surge a palavra Limite, até onde podemos ir? O que podemos fazer? Essas são as dúvidas mais freqüentes, mas quando se tem determinação, coragem, amor, isso tudo se transforma e esse tal limite é vencido.

Temos diversos exemplos e provas de superação no mundo do Surfe, eu venho citar três deles nessa matéria, sem dúvidas todos superaram limitações, que isso sirva de exemplo há todos que acham ruim ter saúde e possibilidade de fazer o que se gosta sem limitação imposta, que olhem para o lado e ajudem as pessoas que necessitam de ajuda, porque o surf e ensina, a respeitar o próximo, a ser amigo, a ser heróico, a ser humano e a superar limites.

Limite, alvo de superação, desafio, meta a ser vencida, na qual pode e deve ser superada. (Segundo as Provas e Exemplos abaixo)

Dentro dos exemplos de superação começo por um brasileiro, o baiano Márcio Thola. Depois de sofrer um acidente de trânsito no ano de 2004 e ter a perna amputada, o tricampeão baiano Márcio Thola voltou a ter contato com as ondas. Foi um dos principais surfistas do estado no fim da década de 80 e toda a década de 90. O primeiro título de foi o de campeão baiano mirim, em 88. Em 92 foi campeão baiano open e em 96 foi campeão baiano profissional, desbancando nomes de peso do estado como Armando Daltro e Christiano Spirro.

Thola foi o primeiro atleta a conquistar o tricampeonato baiano profissional. O atleta faturou o circuito nos anos de 96, 97 e 98. Em entrevista concedida ao um repórter local no ano de 2007, Márcio relatou que esperava, um dia, ter o prazer de poder entrar no mar e dropar uma onda. Não foi diferente, superou toda e qualquer limitação, sábado 26 de julho de 2008, a praia do pescador recebeu esse eterno atleta baiano, apoiado em um par de muletas o surfista contou com a ajuda de amigos e pode voltar a fazer o que mais gosta nessa vida surfar. Exemplo de Superação.

Bethany Hamilton, essa havaiana que demonstrou força e deu a volta por cima, um exemplo a ser seguido por todos, principalmente as mulheres que muitas vezes criam limitações para ingressar no surfe. Em 31 de outubro de 2003 na Praia de Tunnels, em Kauai, Bethany perdeu seu braço esquerdo após ter sido atacada por um tubarão tigre em uma manhã que era para ser uma manhã de surfe, como qualquer outra.

Um exemplo de superação que mostra a capacidade do ser humano em vencer o medo e extrapolar a lei da limitação, se não bastasse ter voltado a surfar, Bethany compete, de igual para igual, contra surfistas sem deficiência. Neste ano, vai disputar a maior parte das etapas da divisão de acesso, o WQS. Não tem dúvidas de que pode se classificar para a elite, o WCT. E, quem sabe, dar ao Hawaii um título mundial, algo que não acontece desde 1981, com Margo Oberg. Segundo ela só tem uma explicação para tanta força de vontade e superação, além da paixão pelo surfe ela crê ter uma relação pessoal com Jesus Cristo. Segundo palavras de Bethany “Agradeço a ele por estar viva e por ter a chance de dividir minha história. É minha missão. Deus me deu esse talento por alguma razão. Ele colocou essa paixão no meu coração.”

Fé e Superação a receita para vencer o medo, o trauma e as dificuldades. Essa menina de 18 anos é a prova do verdadeiro sentido da vida.

Jesse Billauer, sem dúvidas o maior exemplo de todos. O verdadeiro herói, esse surfista californiano que em 1996 aos 17 anos sofreu um acidente surfando e ficou tetrapéligo devido à lesão ocasionada. Acreditem está surfando novamente, sem dúvidas esse tratasse de o exemplo maior de superação. Billauer, que na época do acidente tinha a perspectiva de uma promissora carreira, hoje usa prancha especialmente adaptada, passou por um trabalho de reabilitação que levou oito anos e um de seus maiores amigos e incentivadores tem sido o ex-top Rob Machado.

O surfista conta com uma prancha especial totalmente projetada e adaptada, ele fica com os pulsos amarrados por um estrepe preso às alças laterais. Para surfar, Billauer tem que inclinar o corpo na direção da parede da onda. Mesmo diante disso esse surfista californiano voltou a fazer o que mais gosta, deslizar sobre as ondas na companhia de seus amigos. Um exemplo vivo de que nessa vida não há limites quando se tem amor ao que faz, determinação e superação.

Tanto Bethany como Jesse estão produzindo seus próprios documentários, com a finalidade de passar a mensagem de superação, as pessoas mundo a fora.

Finalizando, mais uma vez repito seja mais humilde com você mesmo, e tire como exemplo esses surfistas de alma, pois é assim que devem ser considerados, pois sabe dar o verdadeiro valor a vida. Mesmo diante das dificuldades impostas, romperam as barreiras do preconceito, e limite é algo que existe para ser superado.

ALOHA

VERCH

All’brothers Informação Radical


0 SURF NÃO TEM LIMITES,MAUROValoración:   Votos: 4  



CANTO DO RECREIO


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Ondas médias.
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Um bom dia.

CANTO DO RECREIO é um pico que rola grudado nas pedras. Localizado no Recreio dos Bandeirantes na cidade do Rio de Janeiro. A temperatura da água é muito boa.No inverno um short manga no máximo. Para os surfistas do sul do Brasil e do Uruguay não haverá problema com a temperatura do mar. Sempre freqüentado por belas garotas . A onda no canto é muito boa. Quando existem muito crowd os locais dominam o pico. O amigo Fabrício, mais conhecido como “Boka”, nos manda fotos de sua temporada no Rio de Janeiro, a qual apresentamos ao Paipo. Paiperos quando forem ao Rio, peguem “algunas olas” no Canto do Recreio. Sempre existe a chance de ondas no pico, variando apenas o tamanho.A noite é larga e as “mujeres” também.Até a próxima,Mauro.

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Sempre com olas.
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Classico.
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Bunda local.
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Manobra.
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Preferência.
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Boka.
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Crowd intenso.
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Uma onda facil no drop.Valoración:   Votos: 3  



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