MACHU PICCHU
May 30, 2007, 9:41 am
MACHU PICCHU
AS PIRÂMIDES DO EGITO, O COLISEU, A MESQUITA DE OMAR, AS MURALHAS DA CHINA SÃO PATRIMÔNIOS HISTÓRICOS E CULTURAIS DA HUMANIDADE. PARA NÓS SULAMERICANOS O CORCOVADO, IGUAÇU, COLONIA DE SACRAMENTO, FORTALEZA DE SANTA TEREZA, PIRÂMIDES MAIAS TEM IGUAL SENTIMENTO. ENTRETANTO MACHU PICCHU ALÉM DE SUA BELEZA É UM LUGAR MÍSTICO, AS ENERGIAS E SENTIMENTOS AFLORAM.
EM TODAS AS VIAGENS QUE REALIZEI, SEMPRE COM ANTECEDÊNCIA BUSQUEI INFORMAÇÕES NÃO SÓ DAS “OLAS” MAS TAMBEM DA CULTURA E CUSTUMES DE CADA PAÍS.TODO AQUELE QUE FOR AO PERU NA BUSCA DAS GRANDES ONDULAÇÕES NÃO DEIXE DE CONHECER MACHU PICCHU. DEVE-SE PEGAR UM AVIÃO DE LIMA , QUE TEM DURAÇÃO DE UMA HORA, ATÉ CUZCO. O AVIÕES USADOS SÃO ANTIGOS E COM HÉLICES. DE CUZCO SE PEGA UM TREM QUE DEMORA EM TORNO DE 9 HORAS PARA FAZER UM POUCO MAIS DE 100 KM NO MEIO DA CORDILHEIRA. DURANTE O TRAJETO SE OBSERVA VÁRIOS PICOS NEVADOS E OCORRE BRUSCAS MUDANÇAS DE ALTITUDES, QUE VARIAM ENTRE 3800 A 2400 METROS. OS SULAMERICANOS SÃO MELHORES RECEBIDOS QUE AMERICANOS E EUROPEUS. O ARTESANATO E ROUPAS SÃO MUITO BARATOS BEM COMO A HOSPEDAGEM.. O TREM PARA NO SOPÉ DA MONTANHA E DEVEMOS FAZER A PÉ A SUBIDA FINAL. O AR É ESCASSO NA MONTANHA. MACHU PICCHU RESUME-SE A DUAS MONTANHAS COM SITIOS ARQUEOLÓGICOS INCAS, QUE TEM O NOME DE MONTANHA NOVA E MONTANHA VELHA. FOI DESCOBERTO NO INICIO DO SÉCULO 20 POR ARQUEÓLOGO AMERICANO. POR TAL MOTIVO NÃO OCORRERAM SAQUES OU DESTRUIÇÕES SIGNIFICATIVAS. É UM GRANDE MISTÉRIO O QUE OCORREU COM O POVO INCA QUE HABITAVA O LOCAL. OS INCAS ERAM GRANDES ENGENHEIROS, COMO PODE SER COMPROVADOS NA SUA QUALIFICAÇÃO DAS CONSTRUÇÕES SEM O USO DE CIMENTO. TINHAM NOÇÕES DE FISICA E ASTRONOMIA, COMO PODE SER COMPROVADO NO RELÓGIO LUNAR QUE ATÉ HOJE EXISTE NO LOCAL E REALMENTE FUNCIONA. MAIS QUE MINHAS PALAVRAS AS FOTOS DIZEM TUDO. PARA OS MÍSTICOS É UM LUGAR SAGRADO, PARA MIM UM LOCAL DE ENERGIAS POSITIVAS. ATÉ A PRÓXIMA. MAURO ESCOBAR
Valoración:
Votos: 0
MALVINA - VEINTE NUEVE DE MAYO
May 30, 2007, 8:34 am
COM A CHEGADA DO FRIO EM NOSSO LITORAL, O VENTO SUL TAMBEM TRÁS AS GRANDES ONDULAÇÕES. ESTAVA NESTA TERÇA FEIRA TRABALHANDO EM MEU ESCRITÓRIO, QUANDO O MEU AMIGO LUCIANO ME MANDA ESTA FOTO DA MALVINA COM ONDAS NO OUTSIDE. SEGUNDO RELATO RECEBIDO, POUCOS SURISTAS SURFARAM ESTAS ONDAS. NÃO ESTIVE PRESENTE POR RAZÕES PROFISSIONAIS, MAS REGISTRO PARA OS PAIPEIROS. QUEM CONHECE O LOCAL SABE, 1,5 A 2 METROS, COM CANAL POR BAIXO DOS PILARES. UM ABRAÇO ATÉ A PRÓXIMA. MAURO ESCOBAR.
Valoración:
Votos: 0
MAYO VINTE E DOIS
May 23, 2007, 8:48 amTABLAS NUEVAS
May 19, 2007, 11:14 am
APÓS CONVERSA COM O "BOSS" JUANTO, VOU COLOCAR AS ETAPAS DE CONFECÇÃO DA NOVAS PRANCHAS PARA OS NOVOS DESAFIOS QUE SE APROXIMAM NO SEGUNDO SEMESTRE DO ANO. COM A IDADE QUE JÁ POSSUO , BONS EQUIPAMENTOS E ADEQUADOS A NOVA EMPREITADA SE FAZEM NECESSÁRIOS. FOI MUITO BOA AS FOTOS E EVOLUÇÃO DA TABLA DO JUANTO, ALÉM DE ÓTIMA PINTURA E PARABENS AO SHAPER. COMPREI DOIS BLOCOS, 8:2 E 6:8, PARA FAZER UMA 7:8 ROUND PIN E UMA 6:6 ESQUARE. UM BOM EQUIPAMENTO E BOAS ONDAS É CERTEZA DE BOM SURF. ATÉ A PRÓXIMA. MAURO
Valoración:
Votos: 0
LA DERECHA - MAYO
May 18, 2007, 12:17 pm
LA DERECHA MAYO, FOI LA OLA EM QUE DESFRUTEI EM 08/05, QUE INUMEROS AMIGOS ELOGIARAM. NO ENTANTO HAVIA FORTE CORRENTE E TENHO PREFERÊNCIA PELA S ESQUERDAS, POR TAL FATO NÃO ME CHAMOU TANTO A ATENÇÃO. MAS RESPEITO A OPINIÃO DOS AMIGOS. ROLARAM MUITO MAIS ONDAS EM LOS BOTES, ANACONDA E LA AGUADA EM TAL PERÍODO. UM ABRAÇO. MAURO
Valoración:
Votos: 0
CERRO AZUL - PERU
May 15, 2007, 3:50 pm
CERRO AZUL – PERU
CERRO AZUL, também chamada de pequena Chicama, por suas longas linhas, possibilita um grande número de manobras por cada onda. Consegue se entrar no pico pelo lado , com a água pelo joelho. A onda termina em um píer tomado por consumidores de “marijuana”. Quando as condições na região de Punta Hermosa estiverem acima dos oito pés é certo que Cerro azul estará quebrando. Fica distante aproximadamente 150 Km ao sul de Lima, localizada em um vila muito pobre de pescadores. Um dia me chamou muita a atenção quando um barco de pesca ficou 200 metros onde estava a esperar as “olas” e após 30 minutos saiu do mar com dois “tiburones”, um maior que o barco e outro do mesmo tamanho. Os locais dizem que não existe relato de ataque a surfistas pois é grande a quantidade de peixes e leões marinhos na região.
A melhor maneira de chegar a praia é alugando um carro em Lima, pois as linhas de ônibus são desconfortantes e poucos confiáveis. Um alerta que se faz é a “Policia de Carretera”, que sempre tenta buscar um “regalito”. Deve-se ter a carteira internacional de motorista. A região é de deserto, sempre leve uma garrafa de água mineral. Uma tabla entre 6.6 a 6.8 é o suficiente. Os frutos do mar muito abundante na área são servidos normalmente crus, cozidos apenas com “limon”, o que se deve evitar pois ocorreu já nesta localidade epidemia de cólera. A “ola” quebra numa ponta onde esta esculpido uma cabeça de uma águia e se vai até a beira da praia ao lado do píer, pode se fazer em torno de cinco a seis manobras por onda. Quando parece que a onda vai terminar , sempre abre mais uma seção. Ao lado da ponta da águia sempre fica um número grande de leões marinhos. Os menores as vezes se aproximam dos surfistas. A onda sempre quebra para a esquerda e o cutback é uma manobra fundamental para o aproveitamento total da linha da onda. Normalmente os surfistas vem de Lima e no final do dia retornam. A hospedagem é muito simples e barata e se puderem dormir em Cerro Azul, com certeza as primeiras olas serão suas pois os demais ainda estarão na rodovia. A onda varia de 1 metro a 2 metros depende do tamanho do swell e das marés. Na primeira foto tendo 1,95 de altura, a onda é superior ao meu tamanho e estou com agua no tornozelo. Um grande abraço e boas ondas. Mauro
Valoración:
Votos: 1
COSTA RICA - PAVONES
May 11, 2007, 12:14 pm
COSTA RICA – PAVONES
Após minha formatura e inicio de minha vida profissional, comecei a almejar maiores desafios. Um deles era o “beach breack” de Zicatella-Puerto Escondico – México. Na década de 90 o Brasil enfrentou um período muito interessante em que o dólar valia menos que o real. Por exemplo com 0,90 reais se comprava um dólar. Ficou muito mais interessante a viagem. A VARIG possuía vôo para o México com escala em São José, capital da Costa Rica. Mesmo com tempo resumido e muitos objetivos a alcançar vislumbrei que a Costa Rica seria um bom treinamento para as ondas pesadas, pois vinha de um verão de poucas ondas no Brazil.
A Costa Rica é um país interessante , não possui Exército, apenas policia de rua, possui inúmeros parques florestais, grande sentimento de preservação ambiental e banhado por dois mares, de um lado o Pacífico de outro o Caribe. Possui 3 milhões de habitantes.
Na descida do aeroporto já é necessário o aluguel de veículo com tração 4X4, para as inúmera empreitadas. Optei pela Costa do Pacífico pois só teria cinco dias e se não conseguisse nenhuma onda surfável poderia buscar o norte do Panamá.No caminho presenciei a beleza dos vulcões, entre eles o Arenal, que possui semi atividade e termas . Já tinha ouvido falar por amigos de que os principais seriam Roca Bruja, Tamarindo e Santa Tereza. Em todos esses locais as ondas estavam médias e optei ir ao sul até a fronteira, foi quando por orientação de surfistas locais cheguei a Pavones.
A pequena vila de Pavones é o paraíso das longas esquerdas. Localizada quase no extremo sul da Costa Rica no lado do Pacífico perto da fronteira com o Panamá. Quando o swell entra de sul ou sudoeste a formação fica de boa para excelente. Havia muito surfistas de longboard , que pegavam as "olas" antes dos demais. agradeço a companhia dos amigos que me acompanharam , pois em estes jamais teria chegado a Pavones, face as péssimas condições das rodovias.
Peguei boas esquerdas que variaram de 1 metro a 1,5 metros. Foi uma boa descoberta e um bom treino. A pena foram os poucos dias a que eu possuía , pois deveria buscar o vôo para a escala final. Tenho boas lembranças e boas ondas surfadas. Mauro
Valoración:
Votos: 0
NOVE DE MAIO PIER - BACDOOR E CIDREIRA
May 9, 2007, 12:56 pmPRAIA DO ROSA - PASSADO B
May 9, 2007, 8:47 amOLAS MAIO
May 8, 2007, 11:09 am9:2 foto GUARDA DO EMBAU
May 8, 2007, 10:50 amMAMPITUBA - MEIO DO RIO
May 5, 2007, 10:14 am
O RIO MAMPITUBA É UM EXEMPLO CLÁSSICO DO TOTAL DESRESPEITO COM A NATUREZA. LOCAL DE BOAS ONDAS, ENTRETANTO, UM DOS LOCAIS MAIS POLUIDOS DO RIO GRANDE DO SUL. LOCALIZADA EM TORRES, FAZ A DIVISA ENTRE RIO GRANDE DO SUL E SANTA CATARINA. AS ONDAS QUEBRAM NO MEIO DO RIO, CERCADOS PELOS MOLHES QUE ADENTRAM AO MAR. QUANDO AS ONDAS ESTÃO QUEBRANDO INÚMEROS SURFISTAS VÃO A CAÇA DAS "OLAS", MESMO EM ALTO GRAU DE POLUIÇÃO. A ONDA NORMALMENTE É BEM TUBULAR. ME RECORDO CERTA VEZ, QUE ESTAVA DENTRO DO RIO E ESTRANHAMENTE BATEU EM MIM UM OBJETO TODO PELUDO, PENSEI QUE ERA UM HOMEM JÁ INCHADO E TOTALMENTE ROXO. MAS NÃO , ERA UM ENORME PORCO "PIG", QUE DEVERIA JÁ ESTAR NESTE LOCAL HÁ ALGUNS DIAS. O PAVOR FOI MUITO GRANDE. A CIDADE POSSUI PRÉDIOS ALTOS E CASAS, O SISTEMA DE ESGOTO FOI PROJETADO, MAS PARA NÃO PAGAR IMPOSTOS, VÁRIAS PESSOAS CANALISAM SEUS ESGOTOS DIRETAMENTE AO RIO. DOENÇAS DE PELE SÃO FREQUENTES NOS SURFISTAS. MESMO POSSUINDO POTENCIAL PARA AS ONDAS É UMA PENA E UM ALERTA AOS AMIGOS CHARRUAS PARA QUE NÃO PERMITAM TAL SITUAÇÃO EM SUAS PRAIAS, EM QUE O HOMEM DESTROI A NATUREZA QUE LHE FORNECE AS ONDAS PARA A PRATICA DO SURF. "ÉS UNA LASTIMA".
ATÉ A PRÓXIMA, SEGUE ALGUMAS ONDAS SOLITÁRIAS DO PICO. MAURO
Valoración:
Votos: 1
JOAQUINA E LA ROCA PELADA
May 5, 2007, 9:40 am
JOAQUINA E “ LA ROCA PELADA”
A Joaquina é a principal praia de surf da ilha de Florianópolis, quebra, com vento Nordeste, varia de tamanho e intensidade podendo gerar “olas” de 0,5 a 3 metros. Sempre fui a Joaquina para presenciar os grandes campeonatos que começaram a acontecer na década de 80, primeiramente com os “OP PRO”, ‘ que aconteciam nos meses de verão e era o grande acontecimento do surf no Brazil da época. Em 1986 aconteceu o primeiro Hang Loose , etapa da ASP, que marcou a volta do Brazil ao circuito mundial e rolou em ondas épicas de 6 a 8 pés em seu inicio. Tive o prazer de ver o bi campeonato de Tom Carroll nas ondas da Joaquina em 87 e 88. Esta praia sempre foi um local de grandes eventos, mulheres bonitas, boas festas e ondas. Na maioria das vezes estava hospedado na Praia do Rosa ou na Guarda do Embaú. Com vento nordeste estava sempre acostumado, a estas ondas, a Joaquina sempre ficava em segundo plano. A partir de 1987 comecei a encomendar pelo menos uma prancha ao ano da Tropical Brasil. Fazia as encomendas pelo meu amigo Renato Rosa, gaúcho residente em Florianópolis e ia pegar pessoalmente a “tabla” na fábrica. Em 1993 encomendei uma 6.6 , toda amarela, com quilhas pretas. Sai de Porto Alegre, numa quinta feira pela manha. Cheguei a ilha perto das 17:30 horas. Era mês de setembro, depois de toda viagem não poderia deixar de cair no mar. A solução mais próxima era a Joaquina. Havia sido inaugurado a pouco tempo a iluminação que possibilitava o surf para horário noturno. Consegui chegar a praia depois das 18:00 horas. O vento era nordeste, havia ondas em torno de 1,5 a 2 metros. Existia uns 50 tablistas no mar, sua maioria, nativos da ilha. Entretanto existia uma forte corrente de norte. Nestas situações se deve entrar pelo canal que existe entre uma rocha quase totalmente submersa e a famosa pedra CARECA ou LA ROCA PELADA.
Entrei pelo canal, entretanto peguei uma corrente que me colocou com a pedra careca nas minhas costas. Levei toda a série na cabeça, o que me fez ser jogado direto na Careca, tive o long rasgado nas costas e pernas. Voltei a praia, com todos os amigos e desconhecidos a me observar. Já era noite, não me contive, tentei outras 2 vezes, ambas com o mesmo resultado, não cheguei ao pico, vi vários surfistas pegarem uma onda atrás da outra,e , por fim tive que abandonar a praia totalmente sem forças, com uma tabla nova com várias perfurações e a roupa de borracha totalmente destroçada. Se tivesse com uma roupa mais leve teria sofrido cortes profundos. O sentimento foi o pior possível, já era um surfista experiente e sucumbi a pedra careca na frente de vários amigos e nativos que estavam a me observar bebendo “cerveza” em cima das pedras. Pelo que notei foi somente comigo tal incidente neste dia. Portanto, a Joaquina com bom tamanho e corrente deve-se tomar muito cuidado ao entrar no pico. Um dia depois estava no Rosa Norte pegando ótimas esquerdas e testando a tabla nova. Levei alguns anos para super o incidente e testar novos desafios na Joaquina.Como poderia ter sucumbido se estava acostumado a pegar na Vila, Guarda e Rosa Norte ondas maiores sem qualquer problema. Essa é a questão de não ter conhecimento total do pico, não entrar no mar depois de 8 horas de estrada e durante a noite. Foi o preço que paguei. Hoje, tal incidente, esta superado, mas tive minhas marcas. A Joaquina não é só mulheres, campeonatos, festas e algumas ondas. Ela tem seus desafios, que para mim se chamou o pesadelo da PEDRA CARECA. A tabla era muito boa, entretanto a perdi em 1994 no Peru, depois de perder as 3 quilhas na maré baixa de Senhoritas. Coloquei no telhado do Hotel para secar e tentar o conserto entretanto o sol do deserto fez o bloco quase regredir, e perdi totalmente a prancha. Caros amigos Paipeiros o surf tem seu desafios, suas marcas e suas perdas. Segue fotos do pico em tamanho médio para baixo, com a careca amostra. Um Abraço e boas ondas. MAURO
Valoración:
Votos: 1
Página :
1