El swell del año, con la cobertura del año‏

El swell del año, con la cobertura del año‏

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Amarrillosur, Santa Tereza, 23 de abril.

Após realizar a matéria sobre o terremoto que sofreu o Brasil e que gerou grandes ondas na costa brasileira e esclarecer que não foi este o motivo, mas sim altas tempestades em alto mar.A costa charrua não poderia ficar para trás. Para nós surfistas o que nos interessou e agradou foi o grande swell que apareceu durante uma semana.

As ondas não ficaram restritas ao Brasil , pois a costa do Uruguay também recebeu boas ondulações. Eu diariamente via fotos maravilhosas dos paiperos enviadas ao site.


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Algumas vezes mirei no chat, dizerem que no Uruguay não teria ondas de qualidade e que quando rolava, era por um dia. E, que de forma alguma poderia haver uma etapa internacional em solo charrua. A semana passada prova que foram vários dias de boas ondas. Alguns compararam com as ondas do dia 28 de abril de 2007 ou 21 de dezembro de 2005.

Acompanhei atentamente as ondas, pois corri atrás delas na costa brasileira e observava todos os movimentos dos demais paiperos. Recebi com muito carinho as palavras do amigo Panzardo , que dizia com muito prazer que em frente a sua casa em Montevidéo rolavam altas ondas e que não trocava nada no mundo por uma sessão de surf em tais condições. La Honda e La Pantalla quebraram. Slater não apareceu no chat, deve ser porque pegou altas e “de gala”.


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Com sinceridade, mesmo tendo surfado o backdoor e o Rosa com tamanho, queria ter pego Zanja Honda, La Moza, Punta del Diablo, La Aguada, Bikini, El Pewe, Punta Negra, La Posta e otras, que vi nas fotos. Caros paiperos , não existe melhor sentimento que o de um bom dia de surf. Continuo a desejar um drop em La Boya.

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Tio&Ushi, Zanja Honda, 27 de abril.
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Tio&Ushi, La Aguada 24 de abril.

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Tio&Ushi, La Aguada 24 de abril.




É emocionante para mim , mesmo longe , mirar a luta de todos para indicar os picos, mandar fotos e compartilhar com os demais a maravilhosa sensação de um boas ondas. Muitos se uniram nesta empreitada, foram mais de 300 fotos, que por si só demonstra a força do Paipo. Ondas de todos os tipos e tamanhos durante quase uma semana rolaram em solo uruguaio. Muito largaram trabalho, estudos e outros compromissos para surfar.

Esse espírito de união e luta pelas ondas demonstradas só fazem crescer o surf local. Oxalá, este sentimento, e, este espírito cada vez mais cresça. Um abraço a todos, até a próxima Mauro.



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Mapache y Zoe, Punta del Diablo.
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Punta del Este 24/04 - Sunvalley Surf Shop
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Santa Teresa , 22 de Abril - Por Amarillosur
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La Grande - Santa Teresa - Amarillosur, 24 de abril
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Gustavo Campos, Barra do Chuy.Valoración:   Votos: 4  



TERREMOTO

TERREMOTO

Como, com certeza, toda a galera do surf já sabe, quebrou altas ondas no litoral brasileiro! Basta dar uma corrida pelos boletins dos correspondentes do PAIPO BRASIL para ver que o swell bombou desde o Rio Grande do Sul até a Bahia .

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Praia Mole, 23/04.
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Silveira,23/04
Como também todo mundo sabe, na noite que antecedeu à chegada da ondulação, os moradores de São Paulo e regiões vizinhas foram surpreendidos por um evento bastante incomum entre nós: um terremoto!

Na escala de intensidade de terremotos, a magnitude do nosso chegou a 5.2, suficiente para balançar prédios e estruturas mais altas, mas, felizmente, insuficiente para causar danos e fatalidades. Em locais sujeitos a terremotos freqüentes, como Chile, Califórnia, Japão etc, um terremoto de 5.2 talvez nem fosse noticiado, mas aqui entre nós, nosso terremoto fez noticia!

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Praia Mole no canto do Gravata, 24/04.

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Rosa, 24/04.
De acordo com os cientistas, o terremoto ocorreu a 10 quilômetros de profundidade na posição 25.7º S e 45.4º W, ou seja, a 215 km a SSE de São Vicente, SP, sob o mar.

Bem, a coincidência desses dois fenômenos da natureza levou muita gente a IMAGINAR que uma coisa tivesse relação com a outra e isso merece ser esclarecido.

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Backdoor, outside, 25/04.
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Joaquina, 3 m, 25/04.
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Silveira, gala, 25/04.
Galera, o swell que está bombando desde quarta-feira não tem ABSOLUTAMENTE NADA a ver com o terremoto! Esse swell é fruto, como SEMPRE acontece, de uma tempestade no oceano.

A tempestade no caso, foi um ciclone extra-tropical que se formou a Sudeste da costa brasileira a meio caminho entre América do Sul e a África.

Na região marítima onde a tempestade estava atuando o vento chegou a 100 km/h e a altura significativa do mar ficou na faixa entre 8 a 10 metros.

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Camburi, 26/04.
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Itauna, 26/04.
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Camburi, 26/04.
Pela posição do ciclone, as ondas tiveram de se propagar por cerca de 3 mil quilômetros para chegar até nossa costa e, graças ao fenômeno da “dispersão” , puderam se “ajeitar” e chegar na forma de um swell limpo, organizado e com períodos longos.

Essa condição oceânica favorável, associada aos ventos locais igualmente favoráveis, fez quebrar de gala os picos posicionados para receber ondulações de SE, como mostram as fotos nos estado do RS, SC, PR, SP, RJ, ES e BA , INCLUSIVE NO Uruguay.

Portanto, vemos que, quando os ingredientes estão presentes, nossa costa mostra o potencial de surf que tem!

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Joaquina, 27/04.
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Macumba, 27/04.
E o terremoto, não fez nada com o mar? Aparentemente nada perceptível a olho nu. Para saber ao certo teremos de verificar registros de maré para ver se houve algum sinal de tsunami, que é o nome do tipo de onda gerada por terremotos no mar.

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Ferrugem/Barra, 28/04
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Ibiraquera, 28/04.

Portanto, galera, para que outras ondulações como essa apareçam por aqui são necessários mais ciclones extra-tropicais entre a América do Sul e a África... Terremotos, felizmente, não fazem diferença. De qualquer forma ARRIBA EL TERREMOTO. Até a próxima, Mauro.

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Backdoor, arriba el TERREMOTO.

Valoración:   Votos: 1  



MÉXICO NUEVAS OLAS

MÉXICO NUEVAS OLAS
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A onda solitária.Pascoales.


O México é um paraíso para o surfista, desde os mais atirados até para quem quer relaxar e surfar umas ondas mais tranquilas e sem aquele crowd disputado. A costa do Pacífico oferece inúmeras ondas diferentes. Beach breaks tubulares, point breaks mais tranquilos com ondas mais emparedadas em fiundos de pedras.

As ondas de Zicatela em Puerto Escondido e sua irmâ mais nova em Pascoales são sem dúcvidas as 2 ondas mais porradas de sua extensa costa. Mesmo quebrando em fundo de areia, as ondas são bem perigosas, tubulares e muito fortes.

Os point breaks de Barra de La Cruz, La punta, Nexpa são os mais conhecidos. Agora estamos mostrando as boas esquerdas de Troncones Bay na região de Ziuantanejo mais ao norte.

Como Chegar: A Copa voa diariamente do Rio ou SP para o México. Para chegar de avião a cidade de Puerto Escondido ou de Zihuantanejo, a Mexicana de Aviacion oferece 2 vôos diários da cidade do México, ida e volta. A passagem toda custa em torno de U$ 1. 100,00 + taxas. Transporte de Pranchas: A Copa cobra U$ 25,00 o volume na ida e U$ 50,00 a volta.

Transporte e carro: Uma boa é alugar um bom carro em Zihuantanejo para poder surfar todas as praias na região. Em Puerto Escondido não precisa de carro. A hospedagem é em frente a praia de Zicatela.

Hospedagem: Em Puerto existem diversas opções de hospedagem. A pousada Lunas Place do brasileiro Vandielli é sem dúvidas o preço mais barato. O hotel Inês tem um ótimo custo benefício.

Pacoales e Trancones são as novidades no litoral Mexicano, boas opções para fugir do crowd de Puerto, até a próxima, Mauro.



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Tubular,Pascoales.
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Rápida.Pascoales.
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Puerto Escondido, tubo clássico.
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Trancones
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Trancones.
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Trancones.Valoración:   Votos: 1  



AFRICA DO SUL

AFRICA DO SUL

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Diego Gobatto rasgando J-Bay.


Segue matéria exclusiva do site Ondas do Sul, parceiro do Paipo já a algum tempo, nas direitas perfeitas de J-Bay, trip internacional OndasdoSul/Paipo. Texto do Diego Gobatto e fotos do Marcelo Maseda, que tambem fizeram bonito nas ondas.

Trip Africa do Sul

Segunda-feira, dia de trabalho para a maioria dos seres humanos “normais”, mas parece que aqui em Jeffreys Bay ou tem muita gente desempregada, ou muita gente que largou tudo para surfar altas ondas nesta “incredible Monday”.

O swell chegou, e brindou a barca com altas ondas, verdadeiros expressos de direita. Tudo isso combinado com um belo dia de sol, formou um cenário perfeito para a captação de imagens que vão compor o DVD.

Eram 5h30min da manhã e toda a galera já estava acordada, na angústia de conferir se a prometida ondulação tinha mesmo encostado na costa. E a movimentação já era grande no estacionamento de Supertubes, principal seção da onda, na frente do quartel general da brasileirada. E não era pra menos, séries de 6 pés corriam soltas sobre a bancada de pedras, e a correria pra dentro d’àgua já era grande.

Não estava fácil conseguir uma onda no meio do crowd intenso.
Jeffreys Bay tem um dificultador a mais, que é a entrada e saída do mar, normalmente realizada pelas pedras, é a maior dificuldade

Entre expressos de direita, tombos nas pedras, risadas em casa, segue a expedição do OndasdoSul/Paipo na África do Sul, numa parceria com a Freesurf e Atomic Energy Drink, sempre trazendo o surf diário. E não poderia existir lugar mais apropriado para a locação, pois aqui ou você quebra as direitas, ou será quebrado por elas...

O que falar da chegada à Jeffreys Bay?

Que é uma viagem longa, pois ficamos nada mais nada menos do que 24h alternando entre aviões apertados e esperas em aeroportos.

Que a África do Sul, infelizmente, se parece muito com o Brasil nas suas mazelas sociais, como podemos sentir na pele no aeroporto de Joahanesburgo.

Sair de um lugar como Jeffreys Bay, rumo a nossa casa, já não é uma coisa das mais fáceis no mundo, e quando isso ocorre com fortes emoções, algumas inclusive envolvendo risco de vida, torna a jornada ainda mais desgastante.


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Fim de mais uma surf session.
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O drop.
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Passando a seção.
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A seção.
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A série.
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As linhas.


Deixamos Jeffreys terça-feira de madrugada, rumo a Porth Elizabeth, cidade onde fica situado o aeroporto mais próximo, com destino à capital sul-africana, Johanesburgo. Este trecho correu sem maiores surpresas, e mal sabíamos o que estava por vir. Nosso vôo de Johanesburgo para São Paulo estava marcado para as 10h20min, horário local. Embarcamos preparados para a cansativa viagem de 9h até o Brasil, com a cabeça preparada para agüentar todo esse tempo como se fôssemos sardinhas enlatadas, tal o aperto entre os bancos da aeronave. Ao apontar na reta para iniciar o processo de decolagem, a aeronave acelerou normalmente, até que começamos a notar que estava demorando demasiadamente para alçar vôo, e quando os pneus passaram por cima de sinalizadores existentes na pista, começamos a sentir que alguma coisa não estava certa, e mal terminado esse pensamento, o piloto começou a frear bruscamente a aeronave, os comissários de bordo começaram a gritar “emergency, emergency”, mulheres e homens gritavam em nome de Jesus, nos mais variados idiomas, e o pânico era total à bordo. Contornada a situação, após um longo tempo de freada contínua, a aeronave retornou ao local de origem, quando então o comandante informou que um pássaro tinha se chocado contra uma das turbinas do avião, fazendo com que ela parasse imediatamente de funcionar, obrigando o mesmo a abortar a decolagem.

Entre pessoas chorando, perplexas, fomos retirados da aeronave, a fim de trocarmos de avião, e então seguirmos viagem de volta à terrinha. Pelo menos era isso que esperávamos!

Ao embarcarmos novamente, no início do processo de encaminhamento para a pista de decolagem, a aeronave ficou um longo tempo parada, e começamos a sentir o cheiro de confusão novamente no ar, e não deu outra, fomos avisados que o piloto não tinha total certeza das condições de vôo daquele avião, e que estava chamando a equipe de engenheiros para uma checagem geral. Só nessa “checagem” ficamos quatro horas parados dentro do avião, com notícias escassas sobre o que estava acontecendo, aumentando a angústia de todos.

Com oito horas de atraso, decolamos para o Brasil, onde todos os passageiros que tinham conexão no aeroporto de São Paulo perderam seus vôos, no único momento que a companhia (South African Airways) atuou de forma decente, acomodando a todos e reservando lugares no vôos mais próximos, e depois de 36 horas, chegamos são e salvos à Porto Alegre.

Redação Ondas do Sul. Diego Gobatto e Marcelo Maseda.


Até a próxima, Mauro.



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Visual.
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Rampa de acesso.
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Clássica placa do pico.
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Diego e Marcelo com animais locais.Valoración:   Votos: 1  



Paddleboard

Paddleboard
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Rico fazendo bonito de paddleboard.

Paddleboard é a onda da vez

Relaxamento mental e resistência são as principais vantagens da remada oceânica e uma boa opção para começar com remo nos dias pequenos.

Nem os dias sem ondas tiram o surfista do mar. Aliar treinamento e o prazer de compartilhar com os amigos momentos de pura interação com a natureza é privilégio para poucos. Utilizado, no princípio, como meio de locomoção entre os nativos havaianos, na travessia entre as ilhas, o paddleboard é hoje considerado esporte de competição. Popular entre os surfistas de ondas grandes do arquipélago havaiano, o desporto já vem ganhando força também no Brasil, apesar de ainda ser pouco difundido por aqui.


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Garret Macnamara e sua paddleboard

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Garret em Pipeline

Ondas grandes no Havaii , já foram surfadas nesta modalidade, como foi devidamente fotografado com o Garret McNamara surfando Pipeline com um tamanhozinho razoável: Domingo,sol, mar ruim,fazer o que? Vamos que vamos, paddleboard again.

Senti o drama, quando experimentei no Rosa, por que como tinha swell,já rolava um balanço dificultando e muito o equilíbrio,imagino surfar ondas como Pipeline. Nem fica assim tão difícil imaginar, por que o Garret Macnamara ta ai para isso mesmo,se você tem algo a desafiar, um esporte novo que envolva mar e ondas o cara encara! Pipeline 8 pés sólidos e o maluco ta la! botando pra baixo, pra dentro com seu paddle, esse deve ter seguro de vida dobrado por que o cara põe na reta sem noção.

Pensei tambem, naqueles que molestam no mar, dar com remo neles. Para isso tambem o paddleboard serve.

Aqui vão momentos de insanidades,enquanto eu aprendo e me equilibrar o cara já ta botando em Pipe,eu particularmente prefiro ter certeza que chego para o jantar. O Rico que é um lendário e histórico surfista brasileiro, tem já usado a modalidade. O paddleboard marca a volta do surf as suas origens sendo mais opção que temos em nossas mãos. Qual paipero teria coragem de dropar Pipeline com um paddleboard.Não poderia deixar de compartilhar com os demais paiperos esta novidade, até a próxima,Mauro.

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Rico no Rio de Janeiro.Valoración:   Votos: 1  



FERNANDA DAITCHMAN - LONGBOARD

FERNANDA DAITCHMAN - LONGBOARD


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Fernanda no Hang Ten.


Fernanda Daitchman, Surfista da TopCia , compete em Natal na sétima edição do Circuito Petrobras de Surfe Feminino a rolar de 18 a 20 de abril, na praia da Punta Negra. O Pela esteve na área a pouco tempo deve conhecer o pico. O longboard feminino tem conseguido aumentar as premiações. Depois da matéria da Maia Gabeira, recebi pedido para divulgar a Fernando que tambem “es uma tablonera de respeito”. Seguem algumas fotos. O Pichibul pode nos dizer sobre o estilo da menina, se ela tem futuro. Até a próxima, Mauro.


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Uma boa atleta e uma bonita mulher.

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Fernanda em grande estilo.Valoración:   Votos: 1  



WOMEN BIG RIDER

WOMEN BIG RIDER
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Maia foi premiada bi campeã em ondas grandes.

A carioca Maya Gabeira, 21, é atualmente um dos maiores nomes do surf brasileiro e sul americano. Ou melhor, é um dos maiores nomes do surf internacional, afinal, acaba de levar pela segunda vez consecutiva o Billabong XXL, uma distinção que dá um status inigualável à carreira do atleta de ondas grandes.

"Adotada" pelos big rider pernambucano Carlos Burle, parceiro do Paipo, que a levou para Mavericks e outros picos de ondas sinistras, Maya tem um fascínio por mar gigante e não se intimida, sendo uma das poucas mulheres a cair em ondas como Waimea ou Teahupoo.


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Maia botando para baixo em Mavericks, sendo enrabada.

Nessa entrevista , Maya fala um pouco do reconhecimento de big rider de atitude que tem na comunidade internacional.

Qual a emoção desta vez ao ser bi do XXL?
Fiquei muito honrada, com certeza. Mas o melhor foi durante o ano, todas as viagens, ondas e experiências!
Foi um ano produtivo e fico feliz por ter um reconhecimento novamente!

Qual o teu segredo para pegar onda grande?
Acho que amar o esporte, querer treinar e evoluir!

De todas ondas grandes que já surfou, qual é a que mais te mete medo?
Mavericks!

Você dedicou seu título ao Burle. Fale um pouco desta amizade.
Somos muito amigos e ele é muito presente no meu dia-a-dia, com certeza é a pessoa que mais acrescenta para minha evolução profissional.

Como descreve a sua última temporada de big waves?
O Hawaii não foi muito bom, mas na Califórnia deu grande várias vezes... Tahiti teve um dia inesquecível e acho que foi o ano em que mais ondas gigantes foram surfadas e registradas ao redor do mundo.

Como vê o crescimento do surf feminino no Brasil?
O surf feminino está crescendo muito no mundo todo e no Brasil não é diferente. Acho que cada vez mais meninas estarão na água e com isso o nível só vai aumentar mais e mais.

Você não tem interesse em disputar campeonatos?
Não o WCT ou WQS, mas confesso um dia sonhar em ser convidada para o Eddie Aikau e para os campeonatos de tow-in!

Qual será o seu roteiro nesta temporada?
Onde as grandes ondulações me levarem... é sempe imprevisível! Mas estou morando no Hawaii e para os proximos meses quero estar treinando no Tahiti e México.

Como se sentiu ao ouvir as pessoas no teatro gritando ao ver suas ondas na tela durante a premiação do XXL?
Realmente este ano tive um grande apoio, tanto da minha mesa de amigos e grandes atletas brasileiros como Carlos Burle e Everaldo Pato, quanto do auditório em geral! Foi emocionante ver todos gritando quando eu aparecia no telão.

Além das finalistas do XXL, quais outras garotas você destaca no big surf?
A Keala Kennely é uma excelente surfista e acho que agora mais do que nunca vai se dedicar a puxar o limite do esporte! Além dela, vejo uma australiana, Shakira, vencedora da travessia de Molokai na remada, que vem surfando Waimea e evoluindo a cada ano.

E aqui no Brasil, quais outras meninas têm vocação para big rider?
Michaela representa muito bem no Hawaii... Suelen Naraisa, Silvana Lima...

Quais suas ondas favoritas?
Waimea e Teahupoo

Como o crowd reage ao ver uma menina nos picos sinistros que você surfa?
Normal hoje em dia, pois conheco a maioria dos surfistas em cada um dos lugares que eu vou. Recebo um grande suporte local.

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Tubo pesado em Teahupoo.
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Maia no drop com garronero ao seu aldo em Dungeons Africa do Sul.

Meus amigos do PAIPO, penso também em premiar as maiores ondas em costa uruguaia, claro que o Paipo não tem as mesmas condições da Billabong, mas alguma premiação ao surfista que surfar a maior onda do Uruguay isto será tentado. Certamente ocorrerão críticas por aqueles que não vencerem, mas o objetivo não é este , mas sim divulgar o pais e os surfistas. O concurso fotográfico foi apenas a primeira etapa, agora visamos a maior onda e o surfista, para o inverno que se aproxima. Já estou a correr atrás de prêmios para entrega ao vencedor. Como puderam notar o surf feminino não possui a mesma premiação do masculino, pois ao feminino foi entregue 5 mil dólares e ao masculino 50 mil dólares.Meus amigos uma jovem surfista de 21 anos, bonita, que diz que sua onda preferidda é Waimea e Teahupoo merece todo o nosso respeito. Até a próxima, Mauro.Valoración:   Votos: 0  



Muerte en la Ruta – BR 101

Muerte en la Ruta – BR 101

A BR101, que faz a ligação entre Porto Alegre e Florianópolis esta sendo duplicada, entretanto o movimento é incrível, os surfistas do sul do Brasil e los hermanos do Uruguay e Argentina tem sofrido, na estrada que agora tem sido chamada de estrada da morte. Desde janeiro de 2008, 328 pessoas morreram.Nós surfistas estamos correndo um grande risco.Amigos meus já morreram nesta estrada, algo deve ser feito. As redes no Rio Grande do Sul e a estrada para Santa Catarina, fazem o surf no sul do Brasil um dos mais perigosos do mundo. Passo a transcrever o texto do Verch, publicada no nosso parceiro Ondas do Sul.


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Quanto vale a vida e a paixão pelo surfe? Essa é a pergunta que faço a todos nós aventureiros, porque é assim que temos que ser chamados. Cada vez que fizemos as malas e partimos para mais uma surfe trip nas praias catarinenses, na maioria das vezes deixamos para trás a família, em outras contamos com a companhia dela, mas o principal fator é o risco que corremos ao cruzarmos a divisa do Rio Grande do Sul com o estado vizinho, tendo como única opção de acesso ao litoral catarinense a BR 101.

Com belas praias, paisagens estonteantes, altas ondas, baladas e muita gente bonita, o nosso vizinho parece o pico ideal para quem procura tudo em algumas das mais belas praias do país. Mesmo sabendo das péssimas condições da estrada, encaramos a BR 101, conhecida também como estrada da morte, não por acaso que leva esse codinome, os anos passam, a cada dia, a cada semana, a cada feriado em que o fluxo triplica, vimos que os veículos de comunicação noticiam novos acidentes em sua maioria com vítimas, sabemos que mais e mais pessoas perdem suas vidas ali naqueles quilômetros de asfalto onde encontramos curvas traiçoeiras, crateras no asfalto, má sinalização e a imprudência de alguns motoristas.


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Sabemos dos esforços que o governo vem fazendo para melhorar as condições da BR, talvez se não fosse tanta burocracia sua obra já estaria quase que concluída, mas enquanto isso muitas vidas podem ser perdidas, além da má conservação da rodovia, nos defrontamos com muitos trechos em obras inacabadas, alguns se quer iniciados a duplicação, há muitos desvios que se alteram quase que diariamente, fazendo com que a rodovia ganhe aspectos diferentes, portanto meu irmão se pegar a 101 em um dia qualquer, não vá achando que a estrada está na boa e que se tem domínio dela, pura ilusão!

O desrespeito de alguns motoristas coloca em risco a vida do próximo, associado a esses aspectos, tornasse fácil a ocorrência de acidentes fatais, portanto prudência, principalmente nos finais de semana em que o movimento de retorno tem um acréscimo no fluxo de veículos, isso vale para qualquer época do ano, fora os feriados que nem precisa se quer comentar, portanto atenção máxima. O trecho crítico e campeão de acidentes encontrasse entre os municípios de Tubarão à Garopaba, onde o fluxo é intenso durante o dia e a noite, apresenta alguns desvios sinistros “devido às obras de duplicação”.
Vale relembrar que nos últimos anos a comunidade do surfe gaúcho teve duas perdas, a primeira em uma madrugada de sexta feira 21 de dezembro de 2006, próximo a região de Garopaba, o big rider gaúcho Zeca Sheffer perdeu a sua vida ao colidir sua caminhonete de frente com um caminhão, já este ano, no dia 29 de fevereiro, por ironia em um trecho duplicado da BR, o surfista gaúcho Fabrício Vedana perdeu a vida, após um veículo invadir a pista contrária, essas foram algumas vítimas que foram lembradas pela mídia, pois existem muitas outras que se quer ficamos sabendo, portanto cuidado, vá com calma, nem que leve alguns minutos ou horas a mais para se chegar ao destino desejado, o importante é chegar bem e extravasar toda a tensão nas ondas que rolam nesse tão belo litoral, curtir a paisagem dos picos na boa, já no retorno vem na boa de cabeça feita. Fica ai o apelo à comunidade do surfe gaúcho, vamos dar o exemplo, dirigindo com prudência e cautela, ainda temos mais um feriadão pela frente dentro desse mês de Abril, portanto fique ligados, quem pegar a BR, boa viagem e boas ondas.
Aloha
POR : LUIS FERNANDO VERCH


Caros Paiperos o assunto é muito sério, todos corremos risco e o próximo a morrer pode estar a seu lado, até a próxima,Mauro.
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VENCEDORES CONCURSO FOTOGRAFICO

VENCEDORES CONCURSO FOTOGRAFICO

Foi decidido que eu daria o resultado do concurso fotografico. Sei que meu julgamento, pode não agradar a todos. Nuevos concursos surgirão e melhores preimiações virão. Foi uma tarefa dificil, pelo grande numero de participantes e por "muchas" fotos de qualidade. Todo o julgamento implica em critério subjetivos ou pessoais. Por ser um surfista já com idade avançada, sempre tive gosto por desafios e ondas grandes, não que não aprecie buenas manobras ou olas menores, mas creo que a foto MALDONADO , de LAURA ALBUQUERQUE RUBINA, é a vencedora, fiquei imprecionado pelo tamaño da onda , proximidade de la playa e pela série que esta a seguir. Uma ola de rara beleza, bom tamaño, surfista bem posicionado. Uma situação perfeita.

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A segunda colocada é a foto "LA BOYA", de ISMAEL "AMARILLOSUR" FERNANDES, outra ola fantastica em frente a las rocas, pesada, com el tablista em situacion dificil, una foto maravilhosa. Quero dizer aos paiperos que nas ultimas vezes que estive no Uruguay, estive atras desta onda, pois tenho un grande desejo de dropar esta ola, es un soño.

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A foto de CAROLINA GUERRA , SIN COMENTARIOS, foi uma das mais comentadas no site e será a capa da coluna "gatinhas" do Paipo.

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O concurso e as fotos vencedoras demonstram que no Uruguay, rolam buenas e grandes olas, buenos tablistas existem, buenos fotografos aparecem e el PAIPO es un site de amigos, que consegue reunir amantes do esporte de varios paises em prol del surf.

Os prêmios já estão em Montevidéo, parabens a LAURA e AMARILLOSUR e a todos os demais. Mesmo quando selecionei as 10 fotos, boas fotos ficaram de fora. Agradeço a todos, "la promocion" foi um sucesso, novos e melhores prêmios serão obtidos para os novos concursos. Obrigado a todos e um grande abrazo,Mauro.

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NUEVOS TALENTOS

NUEVOS TALENTOS


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Trio WCT, Fabinho , Teco e Piu.

Não costumo “hablar” de marcas de tablas nas matérias, no entanto, todos sabem que a Tropical Brasil é uma das maiores marcas do Brasil, tendo o shaper Avelino Bastos a sua frente. Tenho duas pranchas suas, 6:8 e 7:0, que levei ao Uruguay, no final de 2007, mas o tema não é este. O assunto que quero abordar é que Avelino fez surgirem grandes talentos que alavancaram o surf sul americano.

Foi pelas mãos de Avelino que surgiram Teco, Peterson Rosa, Neco entre outros. Já vi o Fabinho Gouveia surfando com pranchas do Avelino. A descoberta de desconhecidos , os transformando em tops, seja a nível do pais ou do mundo, não vem da noite par o dia. Os atletas foram moldados , a seu estilo de muita competição. O novo talento, que tem apeans 16 anos e pode superar a todos é o filho do ex top brasil Pedro Husadel. Se Avelino apostou neste jovem surfista, algum potencial ele possui.

Os empresários devem ter este exemplo , como uma chance de crescer seus negócios. Uma marca ligada ao surf, deve buscar novos talentos e com estes crescer.Muito, cedo toda a equipe comandada pelo Avelino é obrigada a aprender a língua inglesa, como preparativo para as futuras competições. Atletas com menos de 18 anos tem já inúmeras viagens internacionais, para quando viajarem para competir , já conhecerem os picos e saberem o que é estar no exterior.

Este é um trabalho que não é fácil e demorado. Mas com certeza leva ao sucesso. Passo a expor alguns acontecimentos do trabalho de Avelino
Bastos.




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Primeiro calco da Tropical.
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Teco, Peterson Rosa, Avelino e Neco correndo o circuito mundial.
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Neco vence a expression sessions com 13 anos do WCT da França.


TECO

O surfista Flávio “Teco” Padaratz é um dos maiores ídolos do surf brasileiro. Respeitado em todo o mundo, Teco abandonou o circuito mundial depois de 15 anos e atualmente divide seu tempo entre a Tropical Brasil, a realização da etapa do WCT em seu estado através de sua empresa, a Gate, e a imprensa, que inclui uma coluna na revista Fluir, apresentação do Zona de Impacto (Sportv) e o quadro “Toque do Teco” na RBS TV/SC.

Junto com Fabinho Gouveia, abriu as portas para o Brasil no circuito mundial no final da década de 80 e acumulou títulos importantes: bi-campeão mundial WQS (92/99), com vitórias em etapas pelo mundo e, no WCT, destaque para o título do Pro Landes 94, quando venceu Slater em uma final histórico em direitas perfeitas na praia de Hossegor.

Culto e bem articulado, Padaratz tem uma imagem positiva dentro e fora do surf, passando a imagem de um atleta responsável e, acima de tudo, comprometido com o desenvolvimento do esporte.

“Surfista profissional, cidadão do mundo, que acredita no poder de transformação do surfe”, defini-se o próprio.


DAVID HUSADEL

David é dos grandes do surf brasileiro.

Foi top 16 da ABRASP desde o primeiro circuito, em 87, até 92, quando deixou a carreira profissional. Ficou conhecido em nível nacional no OP Pro 86, sendo que o Mormaii Locobeach, quatro anos depois, o consagrou com uma vitória em ondas de três metros na praia do Silveira, em Garopaba.

Foi tri-campeão catarinense (82 a 84) e brasileiro (86), antes do surgimento do circuito oficial. Inteligente e bem relacionado, foi presidente da ABRASP de 92 a 94 e editor da extinta revista Inside alguns anos depois.

Há mais de vinte anos na equipe Tropical Brasil, o surfista, que começou a pegar onda em Balneário Camboriú, impressiona pela disposição dentro d´água. Voltou a competir integralmente em 99 na categoria master, onde conquistou dois títulos nacionais.

Hoje, David tem o prazer de surfar ao lado do filho Pedro. Husadel é chefe da equipe Tropical Brasil.

PEDRO HUSADEL


O filho de David Husadel compete na categoria mirim do Brasileiro Amador e também do Catarinense. Está em seu último ano na categoria, onde evoluiu muito, pois, além dos campeonatos e dos treinos diários na praia do Campeche, onde é local, acumula duas temporadas no Hawaii.

Quando entra o vento sul, vai para o Matadeiro.

Tanto no Hawaii quanto em Fernando de Noronha, pôde aperfeiçoar a técnica de entubar para os dois lados.

Está ganhando força e evolui a cada dia. 16 ANOS






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Teco , mostrandoas linhas de la tabla.
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Teco , capa da Hard Core, campeon etapa Brasil do circuito mundial no Rio.



Alguns fatos ocorridos.
1976
Avelino faz sua primeira prancha de surf em Santos no mês de dezembro aos 15 anos e começa a desbravar os picos desertos do sul do Brasil.

1986

David Husadel vence o campeonato brasileiro OP Pro, sendo o primeiro catarinense a obter um título desta grandeza. Teco Padaratz, com apenas 15 anos, fica em 2o entre os amadores.
Teco Padaratz é campeão catarinense júnior.
Tropical Brasil presente no Mundial Amador da Inglaterra: Avelino como técnico e Teco como competidor na júnior, onde fica entre os 10 primeiros.
Neco Padaratz, com 8 anos, ingressa na equipe Tropical Brasil.
David Husadel viaja para Austrália, Bali, Europa, Marrocos e México e tem grande retorno em matérias nas revistas Trip, Fluir e Inside.
Teco é capa da revista Inside.
David é capa das revistas Fluir, Visual Esportivo e Inside.
David Husadel parte para uma surf trip em Puerto Escondido(México).

1987
Peterson Rosa ingressa na equipe Tropical Brasil.

1989
Teco fica em segundo no Gunston 500, etapa do mundial realizada em Durban, África do Sul.
Neco Padaratz, então com 13 anos, vence etapa do Catarinense Profissional em São Francisco do Sul. Até hoje é a vitória mais precoce do surf profissional brasileiro.
Neco é destaque na expression session da etapa do Circuito Mundial em Biarritz, na França. Entre grandes nomes do surf mundial, Neco levanta o público presente com floaters quilométricos de frontside. David também está presente nesta bateria.

1991
Teco Padaratz vence o Alternativa Pro no Rio- etapa do mundial – no Rio de Janeiro em uma final contra Sunny Garcia

1992
Flavio “Teco” Padaratz é campeão mundial do WQS(World Qualifiyng Series).
1993
Avelino recebe o prêmio de melhor shaper (designer) do ano, através de uma pesquisa feita entre os leitores da revista Fluir.
Teco Padaratz fica em 2o lugar na etapa do WQS realizada no Vietnã.
1994
Avelino Bastos recebe novamente o prêmio da Fluir de melhor shaper do ano.
Teco Padaratz vence o Rip Curl Pro - etapa do WCT - em Hossegor(França) em uma final histórica contra Kelly Slater.
Teco é o melhor brasileiro no mundial: 8o.
Teco é capa da revista Fluir.
Neco Padaratz é campeão brasileiro júnior.
Neco fica em 3o lugar no Mundial Amador realizado no Rio de Janeiro.
1995
Avelino recebe, pela 3ª vez, o prêmio da Fluir de melhor shaper.
Neco Padaratz vence o Nescau Surf Energy, etapa do WQS realizada na praia da Joaquina.
1996
Avelino recebe, pela 4ª vez, o prêmio de melhor shaper da Fluir.
1998
Avelino recebe, pela 6ª vez, o prêmio da Fluir de melhor shaper.
1999
Avelino recebe, pela 7ª vez, o prêmio de melhor shaper da revista Fluir. Empatados com ele ficaram Ricardo Martins e Almir Salazar.
Teco Padaratz conquista o bi-campeonato mundial do WQS e volta ao WCT em grande estilo.
Pedro Norberto ingressa na equipe.
2000
Teco fica em 2º lugar em Bells Beach, etapa do WCT na Austrália, em mais uma final contra Sunny Garcia.
David é campeão carioca sênior e master.
Teco é eleito o melhor surfista pelos leitores da revista Fluir.
Teco foi eleito o melhor esportista do ano na categoria “Esportes Radicais” pelos telespectadores do canal SPORTV.
Flavio “Teco” Padaratz encerra o ano como o melhor brasileiro no circuito mundial de surf e passa a fazer parte da diretoria da Tropical Brasil na área de desenvolvimento da imagem e produtos da marca.
2002
David é campeão brasileiro master pela CBS(Confederação Brasileira de Surf).
Teco ganha pela segunda vez o prêmio de melhor surfista da Fluir.
Teco vence o Gotcha Pro-WQS 6 estrelas - na França.

2003
Odirlei Coutinho ingressa na equipe Tropical Brasil.
Odirlei é campeão paulista pro.
A Tropical Brasil é co-patrocinadora da Nova Schin Festival WCT Brasil, etapa brasileiro da elite do surf mundial no qual Teco Padaratz ganhou a licença de sua realização
2004
Após 15 anos no circuito mundial, Teco abandona o mundial, mas continua sua carreira como competidor do SuperSurf, apresentador de TV(Sportv e RBS) e detentor da licença do WCT Brasil.
David é campeão brasileiro gran-master.
Odirlei é vice-campeão brasileiro profissional.
Tropical Brasil lança sua coleção de óculos.
Tropical Brasil co-patrocina, pela segunda vez, o WCT Brasil.


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Teco vence o mundial da França, na final contra Slater.
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Familia Padaratz, Perci, "el papa", Neco e Teco no WCT 2007 Brasil.
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El fundo de las tablas.
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Pedro Husadel el nuevo campeon , lapidado por Avelino.
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Quiver básico.

Esta matéria me deu muito prazer , pois este é o verdadeiro espírito das marcas ligadas ao surf, crescer com os atletas e promover "los nuevos talentos". Até a próxima,Mauro.Valoración:   Votos: 2  



EL CAMPEON MUNDIAL – LONGBOARD

EL CAMPEON MUNDIAL – LONGBOARD
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Esta matéria foi publicada quando da festa de premiações aos campeões mundiais de 2007, na Austrália, prestes a começar a 1ª etapa WCT 2008. Publicado pelo lendário Rico de Souza, que passo a transcrever :


Campeão Mundial de Longboard, Phil Rajzman, fala diretamente da Austrália sobre a festa de premiação da ASP para os campeões mundiais nas mais diversas categorias.Imperdível!

A noite de gala do surf mundial premiou nesta semana os melhores do mundo em 2007. O Brasil mais uma vez foi muito bem representado por Jaqueline silva (WQS), Pablo Paulino (Pro - Junior) e Phil Rajzman (Longboard). Jaqueline fez bonito quando subiu no palco e mostrou todo o seu carisma em um discurso em inglês para quase 500 pessoas, dentre eles tops mundiais, lendas do surf e seus diversos convidados.

No meu caso, admito ter ficado bastante nervoso até o momento em que anunciaram o Longboard Brasileiro como inovação, se referindo lógicamente ao estilo radical desenvolvido por nós Brasileiros. A partir daí, todo o nervosismo se foi e passei a ter a sensação de orgulho e prazer por estar representando o Brasil no mesmo palco em que Mick Fanning recebera sua merecida premiação pelo título mundial do surf masculino.

Só tenho a agradecer à todos que me apoiaram e incentivaram minha carreira, e principalmente ao Surf adventures 2 e A! Body Tech, que na véspera de uma possível ausência minha neste evento tão especial viabilizaram minha presença. Mais uma vez eles provaram seus verdadeiros interesses em apoiar o surf Brasileiro.

O WCT começou hoje (sexta-feira - 22/02) e estarei aqui bem de pertinho torcendo por nossos guerreiros Brazucas na busca pelo tão sonhado titulo mundial (WCT). Estes são surfistas tão profissionais que não se deixam abalar pelas dificuldades que vivemos em nossa terra natal.


Até a próxima, Mauro
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FINAL DE SEMANA

FINAL DE SEMANA
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As direitas eram as melhores.

O primeiro final de semana foi marcado por “buenas olas”. O pier de Salinas rolaram ondas que variaram muito de tamanho, existem fotos de meio metro como foto de quase 2 metros, coisa impressionante, no mesmo pico. Pouco vento, variando entre sul pela manha e norte a tarde. Havia um bom banco a esquerda dos pilares e do lado direito mais para o meio da praia. As direitas eram mais longas e maiores. Mas ambas rolavam bem na beira da praia, na sessão do drop bem rasa. Já esta virando coisa comum os autos nas estradas dos picos com os clacos do Paipo.

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Calco do Paipo en auto de tablista em dreção ao pico.
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Bom tamanho das direitas.
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Esquerdas e direitas, no raso.
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Ao lado do pier, paipero na esquerda grab rial.
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Malvina em tamnaho menor que o pier de Salinas.
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Malvina.
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Esquerda ao amanhecer com tamanho menor.
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Mesmo pico.
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Onda de gala, quebrando em cima da rede, que pode ser visto pela estaca.
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Pescador moldando a rede perto dos surfistas.
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Final da onda, quase na areia.
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Percorrendo toda a sessão.
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A junção para manobra.
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Menos de 0,5 m.
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Mais uma junção.
O ponto negativo foi uma rede de pesca a poucos metros das ondas. Esta rede é daquela com várias malhas , muito perigosa, algo deve ser feito, para que em breve algum surfista não sofra qualquer acidente. Já morreram 37 surfistas por redes no litoral do rio Grande do Sul. Que venha abril, que já começou com “olas”, até a próxima,Mauro.

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Manobra.
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Esquerdas menores.
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A direita solitária.Valoración:   Votos: 1  



MEMORIAS DE SUNSET

MEMORIAS DE SUNSET


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Esta é Sunset nas condições do texto.

Tenho muita preocupação de trazer ao Paipo informações diretas quanto a realidade que cerca o mundo do surf. O Rosaldo Cavalcanti foi no passado um dos tops surfers do Brasil, e atualmente escreve muito bem sobre o esporte. Passo a transcrever, um pouco de suas lembranças sobre SUNSET, que desejo compartilhar com os Paiperos.


Guardo boas recordações de Sunset beach. Um dia em especial eu não esqueço. Final dos anos 90. Tinham poucos surfistas na água. As séries passavam dos 15 pés e o canal estava começando a fechar.

Remamos eu, Burle, Bruno Lemos e um outro amigo do Rio, o Jorge André. Lá fora apenas Michael “Munga Barry”, Mike Latronic, Ross Clark Jones e mais uns dois havaianos que até hoje eu não sei dizer quem eram.

Tomar uma série na cabeça é o pior que pode lhe acontecer num Sunset deste tamanho. Na verdade, o pior pesadelo é cair no drop da primeira da série e tomar o resto na cabeça. Perigo de morte.

As ondas em Sunset estão entre as mais poderosas do North Shore. Só mesmo uma bomba em Waimea pode ser tão ou mais forte. Aposto que se fosse feita uma pesquisa entre os maiores big riders havaianos, a disputa entre Sunset e Waimea pelo título de onda mais poderosa seria bastante acirrada.

Eu já tomei umas duas séries inesquecíveis na cabeça. Uma em Sunset e outra em Waimea. Em ambas às vezes fiquei debaixo d’água durante duas ondas seguidas e por alguns milésimos de segundo pensei que fosse morrer afogado.

Graças a Deus, nas duas ocasiões tive oxigênio suficiente para suportar o caldo e chegar à superfície antes que a terceira onda quebrasse. Sobrevivi! Mas jamais vou esquecer os momentos díficeis que passei debaixo d’água. Meu instinto de sobrevivência e meu bom preparo físico na época me salvaram.

De volta à aquele dia épico em Sunset, além de tomarmos cuidado para não levar nenhuma série na cabeça, surfamos, literalmente, altas ondas! Todos. Sem exceção.

Dias de ondas boas, principalmente em Sunset 15 plus, são assim mesmo. Inesquecíveis! Ai que saudades do Hawaii!


Não poderia deixar o Paipo sem ter o conhecimento deste belo texto do Rosaldo Cavalcanti.Até a próxima, Mauro.


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