BIG WAVES - NEWS

BIG WAVES - NEWS

BILLABONG XXL GLOBASL BIG WAVE AWARD 2008

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O parceiro Paipo , Carlos Burles em ação na California, Ghost Trees.
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Burle e Maia na luta pelos sul americanos, na marina de Ghost Trees.

Foram anunciados nesta sexta-feira os finalistas do Billabong XXL Global Big Wave Awards 2008, evento que premia os maiores big riders, fotógrafos e cinegrafistas da última temporada.

Neste ano, três brasileiros estão entre os nomeados. O pernambucano Carlos Burle disputa o prêmio principal, enquanto os cariocas Rodrigo Resende e Maya Gabeira estão classificados nas categorias remada e feminino. Depois de 12 meses de altas (e põe altas nisso) ondas do Chile a África do Sul, da Europa ao Tahiti e do Hawaii à Califórnia e México, foram inscritas mais de 500 imagens que estão disponíveis no site BillabongXXL.com. Os vencedores da oitava versão do XXL serão anunciados numa festa no dia 11 de abril para dois mil convidados com transmissão ao vivo no site da EXPN direto de Anaheim, Califórnia (EUA).
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Rodrigo Rezende na remada.
O maior prêmio, considerado o Oscar do surf, oferece US$ 50 mil ao surfista registrado em vídeo na melhor performance. E este ano os indicados são o brasileiro Carlos Burle (Ghost Tree, Califórnia), tahitiano Manoa Drollet (Teahupoo, Tahiti), havaiano Shane Dorian (Ghost Tree, Califórnia), havaiano Ian Walsh (Ghost Tree, Califórnia) e australiano Michael Brennan (Shipstern Bluff, Tasmânia).



MAIOR ONDA BRASIL

No último dia 23 de março, o arquipélago de Fernando de Noronha (PE) recebeu grandes ondulações, que invadiram o porto da ilha, arrastaram barcos e provocaram ondas gigantes.

O fato foi amplamente noticiado na imprensa local. Para o pernambucano Alexandre Ferraz, 23 anos, o episódio foi motivo de alegria.
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Xandinho concorre com esta onda na Cacimba.

Mostrando uma coragem surpreendente, aliada a sua técnica como surfista profissional, o atleta obteve a façanha de surfar, na Cacimba do Padre, uma onda de mais de 12 pés (4 metros) de altura, a maior onda no Brasil este ano.

Registrada pela lente do renomado fotógrafo de surf Clemente Coutinho, a foto já entra como uma das favoritas na disputa pelo Prêmio Greenish Maior Onda Brasil.

Vence o surfista que descer a maior onda no País, na remada, entre os dias 1º de janeiro e 31 de dezembro.

O campeão leva a incrível bolada de R$ 25 mil. O fotógrafo, ou videomaker, que registrar o momento também recebe um prêmio, de R$ 5 mil, mesma quantia que será paga ao shaper da prancha do atleta.



MUNDIAL BIG WAVES - PUNTA LOBOS

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O incrível cartaz do campeonato.
A Associação de Surfistas Profissionais de Tow-in (APT) anunciou esta semana a data de realização da primeira etapa do circuito mundial 2008/2009.

O evento rola no pico de Punta Lobos, Pichilemu, Chile, e tem prazo de espera entre os dias 15 de abril e 15 de julho.

O pico de Punta Lobos é famoso por suas extensas, frias e pesadas esquerdas, que em alguns dias do ano chegam aos 7 metros.

Serão dois dias de eventos, um para o tow-in e outro para um evento a parte de ondas grandes. Ambos eventos distribuirão um total de US$ 35 mil em prêmios.

Os organizadores darão o alerta para o evento com 72 a 94 horas de antecedência. Assim, todos os atletas, organização e mídia terão tempo suficiente para participarem do evento.

Os brasileiros serão representados pelas duplas: Carlos Burle e Eraldo Gueiros, Rodrigo Resende e Danilo Couto, Everaldo Teixeira e Yuri Soledade, Sylvio Mancusi com o parceiro sul-africano Andrew Marr ( vice-campeão do XXL 2007).

Esta onda os paiperos FUKA e PICHIBULL, conhecem muito bem.


Caros amigos, o Paipo tem buscado incentivar o surf uruguaio, com concursos e sorteios, oxalá um dia podermos ofertar dinheiro e grandes prêmios aos destaques. Essa é nossa luta esta é nossa bandeira. Até a próxima,Mauro.


Valoración:   Votos: 1  



MUNDIAL BODYBOARDING – ITAJAI

MUNDIAL BODYBOARDING – ITAJAI

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Podium masculino.


Possuo já alguns anos no surf e pude presenciar toda a evolução do bodyboarding, que no seu inicio era chamado moreyboogie. Os sulamericanos tiveram desde o inicio um bom destaque tanto na categoria feminina quanto masculino.OS brasileiros Gulherme Tâmega e Neimara Carvalho são ídolos até hoje e foram os que vi pessoalmente pegando altas ondas.

Tinha preocupação quanto a uma etapa em Itajaí, não pelo local, pois rolam boas ondas, mas pelo o localismo que existe na cidade. Eu mais de uma vez tive problemas na praia da Atalaia. Mas não ocorreu qualquer incidente e Itajaí deve entrar para o circuito para novas etapas no futuro. Grandes expoentes compareceram no evento. O bi campeão mundial Bem Player foi eliminado pelo campeão do evento. A vencedora do feminino é gaúcha e minha conterrânea. O charrua Furiati fez um bom papel no evento e passou varias baterias.

Terminou no último domingo (24/3), o Katherine Melo Bodyboard Pro, segunda etapa do tour mundial da International Bodyboarding Association (IBA), totalmente dominada pelos atletas do Brasil.

A prova rolou entre os dias (17 e 24/3) e reuniu grandes nomes do bodyboard mundial e, dos quatro finalistas da categoria masculino Pro, três são da tropa de elite tupiniquim: Uri Valadão, Luis Villar e Roberto Bruno. O único gringo entre os quatro primeiros foi Amaury Lavernhe, que garantiu, com o resultado, a oitava posição do ranking.

Com esse resultado, somado aos pontos obtidos em Pipeline, etapa de abertura do tour, os brasileiros Uri, Villar e Barcellos são, respectivamente, primeiro, segundo e terceiro colocados no ranking mundial e chegam a terceira etapa do tour, em Shark Island, cheios de moral.


Na quarta colocação do ranking está o bicampeão mundial Ben Player, que chegou na quinta posição em Itajaí (SC). Português Hugo Pinheiro completa representa a Europa e é o quinto do colocado no ranking.

Guilherme Tâmega, hexacampeão mundial, retorna ao cenário e é o sétimo colocado, garantindo ao Brasil, 50% dos oito primeiros do ranking. O campeonato em Shark Island, na Austrália é o terceiro evento do circuito mundial e acontece entre os dias 1 e 20/7.

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Alto nível tecnico do campeão.
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Tâmega se fez presente e mostrou sua tecnica.
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Altas manobras.

Ranking mundial atualizado (após duas etapas):

1 Uri Valadão (Brasil) – 2345 pontos
2 Paulo Barcellos (Brasil) – 2000 pontos
3 Luis Villar (Brasil) – 1750 pontos
4 Ben Player (Austrália) – 1678 ponts
5 Hugo Pinheiro (Portugal) – 1630 pts
6 Pierre Loius Costes ( França) - 1596 pts
7 Guilherme Tâmega (Brasil) – 1540 pts
8 Amaury Laverhne (Ilhas Reunião) – 1513 pts


Gaúcha Joselaine Amorim volta com estilo às competições e vence a primeira etapa do tour mundial que rola na praia Brava de Itajaí (SC) e reúne os maiores nomes do bodyboard mundial.
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O tubo da campeão Joselaine.
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A etapa feminina foi muito disputada.

A gaúcha campeã brasileira superou a capixaba Naara Carolyne e é a grande campeã do Katherine Melo Pro 2008. Joselaine liderou a bateria do início ao fim e além de mil pontos no ranking mundial fatura US$ 4 mil. E disse ao final :

"Vim para cá totalmente despretensiosa e para rever meus amigos, fazer uma despedida em grande estilo. Meu lema durante o evento foi: quero me dar bem hoje. Estou muito feliz!", declara a campeã.

O nome da etapa é uma homenagem a ex atleta Katherine Melo falecida.

Espero que a etapa de Itajaí se consolide e continue por muito anos. Esta é uma matéria especial a paipero Valeria Rochon, que luta pelo crescimento do bodyboarding o qual sempre terá espaço no Paipo. Até a próxima,Mauro.

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Manobras nas alturas.
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A estrutura.
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Neimara.
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O local das festas.Valoración:   Votos: 1  



TRIP PASCOA 2008

TRIP PASCOA 2008

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Rosa Norte visto da parte mais alta do morro.
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Rosa norte
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Rosa Norte
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Rosa Norte
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Rosa norte no topo e abrindo apra os dois lados.
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Rosa Norte
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Marcelo Abbud de dentro do mar


No período de Páscoa , tanto no Brasil como no Uruguay, é momento de muito surf. O destino final seria a Praia do Rosa. Com o horário da partida só conseguiria chegar para um surf em algum pico do Rio Grande do Sul. O píer das Cabras, estava rolando no outside do “T”, 2 surfistas apenas na água, foram 2 horas de muito surf.Os que conhecem o pico sabem que quando rola atrás do T, a onda tem qualidade. A estrada final para Santa Catarina BR 101(ruta), estava completamente destruída pelas obras. No trecho de Florianópolis a Torres desde o inicio do ano já morreram 323 pessoas. Era previsto um grande crowd na região. Todo o cuidado era pouco,Portanto o grande segredo era as primeiras horas da manha já estar no pico. Do estacionamento do Rosa Norte ainda noite dava para notar no mínimo 15 surfistas já no pico.nos momentos de maior crowd , o Luz foi uma boa opção.

Quando cheguei para fazer um lanche em uma padaria na Ibiraquera, estava ao lado um “bus” repleto de Argentinos, que quando viram meu carro com os logos do Paipo, vieram falar comigo e tentaram melhorar a imagem sobre a matéria por mim publicada sob o nome “porteños”. Eu disse que não havia nada de pessoal, que conhecia vários surfistas da Argentina de qualidade. Tal fato demonstra que o Paipo é muito mirado no pais vizinho. No ônibus, nem todos eram surfistas, me pediram alguns conselhos, a primeira coisa que disse foi sejam os primeiros no pico. Alguns atenderam e os vi, outros não, estavam no mesmo horário voltando do “pro night”. Mas não ocorreu qualquer incidente, tanto dentro do mar quanto fora. Mirei poucos charruas, um em especial, que durante todo o retorno me acompanhou, em um hilux, placa LAA 1754, o qual saquei uma foto.

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Praia do Luz.
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Paipo no pico.
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Rosa Norte de gala.
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Ribanceira ainda mexida, na troca de vento.
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Morro da Ribanceira.
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Porto Imbituba do penhasco.
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Dr. Marcelo na cavada.
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Porto Imbituba.
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Porto Imbituba.
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Charrua na estrada.
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Séries entrando nas Cabras.
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Esquerda outside das Cabras.
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Praia do Luz.
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Praia do Luz.
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Fuga do crowd, praia do Luz.
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Visual fantástico do Rosa.
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Prais do Luz.
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Praia do Luz
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Dani com Lucas, futuro da familia Abbud.
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Rosa ao amanhecer.

A Dani me acompanhou para poder surfar e ela ficou dividiu comigo a sacar fotos. Fiquei na morada do amigo e shaper Roberto Coin, um grande anfitrião. Outro destaque foi o veterano Dr. Marcelo Abbud, que já havia sido registrado no Paipo numa bela cavada nas Cabras. Sempre cedo conferindo os picos, foi fotografado pelo fotógrafo argentino Matias Cullen, no Rosa Norte. O Marcelo mesmo depois do quarenta anos continua mandando bem nas ondas e tem colaborado com o site com sua experiência. Seu filho Lucas, já anda nos picos , com certeza haverá uma próxima geração de surfistas na família. Os picos de Norte rolaram até o domingo pelo meio da manha, depois começaram os picos de sul. O Portinho foi um destaque no domingo, ondas longas quebrando bem no canto do morro.

Esta matéria foi especial pois ocorreram todo o tipo de foto, de cima do píer, no estacionamento do Rosa , em cima do Penhasco do Porto, dentro da água, na parte mais alta do morro do Rosa, nas pedras do Luz entre outros. Não foi um grande sweel , mas foram ondas de qualidade que variaram de 1m a 2 m. Fico muito contente que constantemente sou parado por pessoas que nunca vi e me perguntam, do Paipo, me pedem calcos e rameras. Em qualquer pico ou trip, sempre tem alguém que conhece o Paipo. Foi uma legítima integração do mercosul, foto de brasileiros, por fotografo argentino e publicado em site do Uruguay.

Agradeço a todos que colaboraram e até a próxima. Mauro.

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Marcelo Abbud de dentro do mar.
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Rosa ao amanhecer.
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Rosa ao amanhecer.
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Mudança de vento, Rosa.
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Rosa Norte.
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Mudança de vento.
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Placas comn termos em español.
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Bunker Paipo Brasil.
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Rosa norte glass.
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Meio da praia.
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A ondulação.
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Outra ola glass.
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Manobra.
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Outdoor da Vila, Imbituba.
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Tablonero na Vila.
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Rosa Norte.
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Argentinos , amigos del Paipo.
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Dani na praia do Luz.
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Dani nas pedras.
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Dr. Marcelo na mira de las olas.
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Surf antes do amanhecer, com bom tamanho.
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Rosa Norte.
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Lado direito das Cabras.
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Marcelo.
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Marcelo cavada.
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Dani.

Valoración:   Votos: 1  



CHILE – ANDRES “PICHIBULL” TORRES Y LUCIANO "FUKA" MATTOS




CHILE – PUNTA DE LOBOS – ANDRES “PICHIBULL” TORRES
Y LUCIANO “FUKA”MATOS


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Paipo presente.

Sou suspeito para falar de nossos amigos paiperos FUKA e PICHIBULL, mas me senti no dever de fazer esta matéria conjunta, pela primeira vez entre PAIPO Y PAIPO BRASIL no exterior, um como competidor e vencedor e outro como juiz da ASP. O pico foi PUNTA DE LOBOS no Chile. Andréas além de visitar a noiva, competiu no Open Surf 2008, mas não veio só para competir, veio para levar o cheque do banco Santander, pelo 2º lugar em todo o campeonato. Queria saber onde gastou o “dinheiro”.Mas suas aventuras em Pichilemu não se resumiram apenas ao campeonato, mas foram sua integração com o povo local, el tablon rompido e el calco de Paipo na região.

O FUKA depois de julgar campeonatos no Rio Grande do Sul e no Brasil inteiro, recebeu o convite da ASP para julgar BILLABONG PRO JUNIOR 2008, no mesmo pico uma semana depois. Sempre apoiando os mais jovens e nunca negando de onde veio. O grande pecado do Fuka foi ir até o campeonato com o uniforme do Internacional de Porto Alegre. Mesmo com ondas grandes , tanto no masculino como no feminino foram vencidos por brasileiros. Foi obrigado a dar varias notas 10 nas baterias pela qualidade de surf que rolou.

Ambos pegaram altas ondas, grandes surfistas, paiperos e boas pessoas, é um privilégio para mim reunir os dois numa mesma matéria. Existe um expressão dita nas favelas do Rio de Janeiro que diz o seguinte : ‘tudo sangue bom”. Segue fotos e as entrevistas.


ENTREVISTA - ANDRES "PICHIBULL" TORRES
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1 – QUANTAS TRIPS AO CHILE ?
Este fue mi 4to viaje a Chile, sin dudas um pais con un grandisimo potencial y muchas olas por conocer.

2 – COMO SURGIU A IDEIA DE PARTICIPAR DE CAMPEONATO NO CHILE ?
Fue de casualidad, vimos con Paola (mi novia) el afiche del Campeonato en un Restaurante y como esa tarde ibamos a Punta de Lobos, aproveché a averiguar si por ser extranjero igual podría competir.
Como el organizador me dió el Ok, me anote para poder correr el pico con 3 mas y así aprovechar la ola.

3 – QUAL O MOTIVO DO BOM RESULTADO ?
La verdad que no sé que decirte, pero se vé que surfear sin presión en olas buenas debe se haber influído en el resultado, ya que entré tranqüilo y a aprovechar los olones que habian.
Solo corria 3 olas por bateria, tratando de no cansarme ya que la remada de vuelta era bastante larga.
Aparte las baterias fueron uma trás otra y de 25 minutos la primera y la semifinal y de 30 minutos la final.

4 – QUANTOS “TABLONES” FORAM NA TRIP E QUANTOS RETORNARAM ?
Llevé 2 Santalú y en semifinal tuve la mala suerte de partir dentro de um tubo, por lo tanto tuve que volverme con uno solo.

5 – QUAIS OS PICOS QUE MAIS ROLARAM AS “OLAS” NO CAMPEOANTO ?
El campeonato se hizo em el pico llamado “El Mirador”, la entrada al água era por lãs rocas conocidas como “Lãs tetas” o “Los Morros”, la ola pegaba en la piedras y ahi abria la pared, corrien por vários metros y llegando casi al Diamante que es outra seccion de Punta de Lobos, donde la ola se enrosaca y podes pegar algun tubo.

6 – QUAL SUA IMPRESSÃO SOBRE PICHILEMU ?
La verdad que el Pueblo si bien no es muy atractivo como lugar para turismo, por tener água fria y arenas negras.
Lo que lo hace atractivo para nosotros son lãs olas.
Como dicen ellos, podes ver la ola correr desde casi todo el Pueblo.
La ola de ahi se llama la Puntilla y es uma izquierda muy larga côn varias secciones que si lãs conectas todas, tenes que volver caminando.

7 – COMO FOI PARA SAIR DO MAR QUANDO SE ROMPÍO EL TABLON ?
Por haber partido en la zona donde se formaba el tubo y habia mucha turbulência la moto de rescate no me pudo sacar, por lo tanto tuve que salir nadando agarrado a la cola del tablon.

8 – QUAL A TEMPERATURA DO MAR NESTA ÉPOCA DO ANO E QUAL A ROUPA DE NEOPREME IDEAL ?
Exactamente la temperatura no la sé, pero el agua no está demasiado fria, nada que um 3/2 y botas no soporten.
Lo bueno es que la temeperatura exterior es muy agradable, por lo tanto el frio no se siente.
9 – QUAIS AS EXPECTATIVAS NO CIRCUITO NACIONAL DEPOIS DE UM BOM RESULTADO NO EXTERIOR ?
Quiero ver como me va ahora em Santa Teresa, espero que venir de un viaje côn buenas olas me deje um buen resultado, el tema acá es tener suerte que justo el fin de semana del campeonato tengamos buenas olas.

10 – ALGUMA NOVIDADE FOI VISTA EM TERMOS DE JULGAMENTO E EQUIPAMENTOS NO CAMPEONATO DO CHILE ?
Chile tiene mucha cantidad de campeonatos de distintos niveles em el año, lo que hace que los jueces esten bastante al dia y motivados.
En lo que respecta a equipamientos, lo que se veia mucho era tablas tipo Surftech, mas livianas y resistentes que lãs tablas normales.

11 – QUAL FOI A MAIOR E MELHOR “OLA” SURFADA NO CHILE ?
La mayor es la de la foto, la mas grande que he corrido em mi vida!

12 – QUAL O SENTIMENTO QUE TROUXE DO CHILE APÓS MAIS UMA TRIP VITORIOSA ?
Ganas de volver pronto a surfear tan buenas olas

13 – COMO ESTA O NÍVEL DO SURF CHILENO ? EXISTEM BONS PATROCINIOS ?
El tema patrocínio se mueve bastante, hay vários surfista que reciben um sueldo por correr olas, lãs marcas a puestan a campeonatos y ponen dinero para ello.

14 – QUAL O NOVO DESAFIO NO SURF ?
Tratar de terminar el circuito Uruguayo em mejor posicion de la que estoy ahora (6to).

15 – UMA MENSAGEM AOS PAIPEROS QUE MUITO TORCERAM POR UM RESULTADO VITORIOSO ?
Quiero agradecer a todos lãs felicitaciones em el Paipo, la verdad que verlo desde allá me dejó contento de ver la buena onda que algunos tiran.
Gracias a vos Mauro que aunque sos Brasilero te interesaste em saber sobre el campeonato y siempre estas tratando de ayudar al surf uruguayo .


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Passando mais um sessão da onda.
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Andres em alto estilo
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El tablon rompido.
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campeonato.
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No penhasco.
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Logo do campeonato.
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"Auto del Paipo".
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La Ola.
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A vsão dos juizes.
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Chile de "gala"
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El tablon.
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Mas una bateria.
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A estrutura.
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No podium.
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O trofeu entregue.
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"el dinero"
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O transporte.


ENTREVISTA LUCIANO “FUKA” MATOS
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1 - TRAMANDAI É UM CELEIRO DO SURF, OS JUIZES QUE COMO PRESIDENTE DA ASTRI FORMOU E TEM FORMADO COMO É FEITO ?

Não tem segredo... Tudo depende da associação. Se a associação for organizada, os talentos irão aparecer, tanto dentro como fora dágua. Na ASTRI foi assim, durante vários anos realizamos circuitos com no mínimo 3 etapas, onde o pessoal local tinha a oportunidade de mostrar se servia ou não para a função. Nem todos tem o feeling para o julgamento, as vezes você é um ótimo surfista, mas não tem uma boa memorização e comparação para ser um bom árbitro, e vice-versa. Muitos aproveitaram as chances e hoje fazem parte do quadro da FGS. Não tenho certeza, mas acho que a ASTRI é a associação que mais revelou árbitros no quadro da FGS nos últimos anos. O ultimo que realizou o trabalho na associação e já foi chamado para realizar eventos da FGS, foi o Gabriel Barrufi, e foi chamado pelo Diretor Técnico da FGS Emilio Palmeiro.

2 - NA SUA OPINIÃO DE HEAD JUDGE COMO ESTA O JULGAMENTO NO ESTADO ?

Estamos numa ótima fase. A maioria dos nossos árbitros tem mais de 10 anos de experiência, o que nos da muita consistência no julgamento. O que nos falta na minha opinião, é a chance de julgar eventos tipo Brasil Tour,Super Surf,WQS, Pro Junior e aí por diante.

3 - VOCE É UM DOS JUIZES QUE MAIS JULGOU FORA DO ESTADO NOS ULTIMOS ANOS COMO ESTA SENDO A ACEITAÇÃO DO NOSSO “CARTEL” EM PALANQUES ESTRANGEIROS?


Já tive a oportunidade de julgar eventos em Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Em primeiro lugar você não pode baixar a cabeça em momento algum. Todos que estão ali, não estão por acaso. Todos fizeram por merecer, só que somente isso não adianta. Você tem que provar sua competência a cada bateria julgada, a cada onda avaliada, Todos estão disputando um valioso espaço. O que posso dizer é que sempre tive uma boa recepção, mas tenho certeza, que se não realizasse um bom trabalho a coisa seria diferente. Os caras iam se perguntar: ...”porque este cara está aqui...igual a este temos vários por aqui” Felizmente sempre conquistei meu espaço através do meu trabalho..isto ninguém pode te tirar.

4 - FALANDO EM ESTRANGEIRO VOCE FOI AGRACIADO COM A VAGA PARA JULGAR O BILLABONG NO CHILE PODE FALAR A RESPEITO ?

Cara...nem acreditei...imagina a centena de árbitros no Brasil inteiro esperando por uma oportunidade destas... Julgar um evento da ASP no exterior é uma experiência única. Imaginem só...uma seletiva mundial de surfistas de até 20 anos, em um pico considerado como um dos melhores do planeta, e as previsões de SWELL para o evento eram de 10 a 12 pés no sábado. Olha...se não chegou a isso, foi muito perto. Verdadeiros expressos de esquerdas quebravam sobre um fundo de pedras por aproximadamente 500 metros de extensão. Foi um verdadeiro show de surf, uma maravilha do Homem X Natureza. No domingo o mar voltou a ter 4 a 6 pés clássico. Tivemos 2 notas 10 em uma bateria...o que mais posso dizer ??? Acho que as fotos falarão por mim...

5 - QUAL A EXPERIENCIA QUE CONTARÁ NA PROXIMA REUNIÃO ANTES DE TOCAR A BUZINA PARA UMA PRÓXIMA BATERIA ?

Com certeza foi uma ótima experiência... veio a enriquecer muito meu conhecimento, mas não mudará minha conduta com relação aos companheiros de palanque. Vou continuar sendo o mesmo profissional que sempre fui, se for head, vou cobrar as mesmas coisas, muito profissionalismo, concentração, memorização e comparação, para que os resultados de cada bateria sejam sempre os mais corretos. É lógico que vou repassar tudo que aprendi e aprendo quando saio pra julgar eventos fora do nosso estado.

6 - VOCE É CONSIDERADO PELA MAIORIA DOS JUIZES UM HEAD JUDGE TRANQUILO , COMO EXPLICA ISTO ?

Em primeiro lugar, temos que ter muita tranqüilidade no que fazemos. Se eu como HEAD JUDGE não passar isso para meus árbitros, eu estou dando um tiro no próprio pé. Eles tem que se sentir tranqüilos e preparados para expressar sua avaliação através das notas dadas aos atletas. Se houver algum questionamento, isto não pode virar em discussão, sob pena do camarada ficar mais inseguro ainda e cometer um erro após o outro, sem falar nas ondas perdidas enquanto se discute.


7 - QUAL TEU MELHOR EVENTO E O PIOR ?

O melhor, sem dúvida nenhuma, foi o Billabong Pro Junior em Punta Lobos no Chile. Alto nível de surf, em ondas de 2 metros pra fora com uma extensão de mais de 500 metros. Aprendi muito neste evento. O pior, se tratando em condições para o julgamento, foi a terceira etapa do Dellírio Super Series ASTRI 2007. Foi uma loucura. No sábado uma ventania de 70 Km/h. No domingo uma tempestade com muitos raios e um mar com uma corrente animal. As baterias entravam cerca de 300 metros a esquerda do palanque. Na bateria final eu peguei o carro e acompanhei a bateria desde sua entrada dando suporte para os juízes que estavam no palanque através do celular.

8 - O QUE O IRRITA EM UMA BATERIA COMO JUIZ OU COMO HEAD ?

Desconcentração da equipe. É claro que as vezes precisamos dar uma quebrada no gelo, até mesmo para “acordar” os que estão mais cansados, mas tudo sem exagero. Quando a coisa é muito exagerada, os juízes podem perder alguma onda, e com certeza, nada me deixa mais irritado que isso.

9 - DEIXA TEU TOQUE AI PARA OS INTERNAUTAS DO PAIPO

Galera... A cada dia que passa, escrevemos a história de nossas vidas, portanto, procuremos ser sábios nas horas de decisões. Nada é mais importante que o respeito ao próximo. Ajudem-se uns aos outros. Tenho certeza que o cara lá de cima, vai reconhecer isso, e uma hora...,uma hora, ele se pronunciará. O maior ato de amor é transmitir a sabedoria.

Muita Saúde e Paz no coração de todos

Do Amigo Luciano Matos




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Altas ondas.
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Ondas perfeitas.
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As linhas.
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Ondas na beira da praia.
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Manobra.
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Agua para todos os lados.
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Grabrial.
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O limite.
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Glass.
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Fuka no palanque com uniforme do Internacional.
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Legitimo representante dos pampas.
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Recanto do guerreiro.
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Na busca da linha da onda.
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Entocado fuka na esquerda.
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Peterson Cristiano o destaque do campeonato da Billabong.


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O Paipo espera novos desafios para Pichibull e Fuka.
Muito obrigado ao Andrés Torres e ao Luciano Mattos por esta entrevista ao Paipo e serem parte integrante da família Paipo. Até a próxima, Mauro.



Valoración:   Votos: 2  



DIAS DE MARZO

DIAS DE MARZO
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A opção foi o píer da Salinas alguns Kms ao sul do Backdoor /Malvina. Foi uma decisão acertada. Mesmo nas primeiras horas do dia já havia surfistas no pico, mas nada que não pudesse ser enfrentado. O lado esquerdo do píer esta com um fundo muito bom, onde mesmo com algum vento , sempre rola uma direita. Na sexta água verde, quente e ondas médias ao lado dos pilares. No sábado rolou sem vento o lado direito, liso glass, com ondas longas. No domingo a melhor opção foram as direitas do lado esquerdo. Segunda com alguma neblina, mas ondas dos dois lados.

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As esquerdas eram raras, ainda mais sem qualquer surfista para desfrutá-las.
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Ondas para os dois lados, no lado direito do pier.
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Direita tipo surf - escola.
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Atrasando no drop e na esuerda o bodyboarder teve a linha da onda limpa.
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Onda do final de tarde, picada, mas ainda rolando.
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Direita próxima aos pilares.
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Surfer Marcelo Abbud, em estílo classico.
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Drop nas direitas.
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Manobra no lip.
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Dia das longas direitas.
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Outra direita.


Foram captadas fotos de cima do píer, entre os pilares, da praia e das dunas para se ter uma visão geral das ondas. No domingo as direitas estavam com drop coladas no pier e alguns surfistas foram jogados nas pedras que existem em um dos pilares.

Além do local se poder estacionar o carro com facilidade até a beira da praia, velhos conhecidos foram vistos no pico. Entre eles o Dr. Marcelo Abbud, com seus quase 42 anos de vida ainda bota para baixo com qualidade com sua fun. Tenho certeza que após esta matéria vai colocar um pouco de sua experiência a serviço do PAIPO.

Havia dificuldade para tirar as fotos pois, todos queriam aparecer no PAIPO, entre eles eu também queria compartilhar as ótimas “olas” que quebravam.
Altas ondas nos dias 07, 08, 09 e 10 de março. Que março continue assim. Até a próxima, Mauro.

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Longboarder, fazendo estilo no final da onda.
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Ondas mais no meio da praia.
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O drop.
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Otima onda grudado nos pilares.
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A "enrabada no compañero"
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Surfista em situação difícil frente a "la roca", depois do drop.
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Toda a extensão da onda neste dia.
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As ondas quebrando glass.
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Dia de ondas mais pesadas.
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Primerias horas no Backdoor.
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Surf acrobático.
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Onda solitária nas primeiras horas da manhã.
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O canal para se chegar no pico.
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Final de tarde, exausto de tanto surf.
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O amanhecer já no pico e atras das ondas.
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Bodyboarder local.
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Direita.
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Onda antes do amanhecer, verde e liso.
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Direita no lado direito do pier.
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Nos dias menores , o onda tambem rolava.Valoración:   Votos: 1  



IRON MAIDEN – COBERTURA PAIPO

IRON MAIDEN – COBERTURA PAIPO

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IRON MAIDEN sacudió Porto Alegre . Gira Somewhere in time tuvo uma exitosa parada em Brazil.Iron Maiden mueve al Porto Alegre.Multidinario concierto. La primera cancion interpretada fue Aces High,del disco poweslave(1984), fuew suficiente para poner a saltar el gentio.El ambiente em Porto Alegre era de pura euforia.

Estes foram os comentários de uma jornalista argentina que acompanhava a banda para os momentos que antecedessem a ida para Argentina e Chile, para jornais e revistas.

A maior banda de heavy metal do mundo veio ao Brasil divulgar a turnê SOMEWHERE BACK IN TIME em três apresentações inéditas: a primeira aconteceu em São Paulo, no dia 02 de março. Depois, a banda seguiu para Curitiba (04), e no dia seguinte (05) tocou em Porto Alegre, no Gigantinho. Para a vinda ao País, o grupo utilizou um Boeing 757 customizado com cerca de 70 pessoas e 12 toneladas de equipamento.

Os três shows em palcos brasileiros foram antológicos e emblemáticos para os fãs do Iron Maiden, que esperam seu retorno ao país desde 2004. A banda presenteou-lhes com seus principais clássicos, especialmente aqueles frutos das turnês Powerslave (1984-85) e Somewhere in Time (1986-87), e se apresentará na formação clássica do grupo, com Dickinson nos vocais, Harris no baixo, Nicko McBrain na bateria e os guitarristas Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers.

Com mais de três décadas de existência, 14 álbuns de estúdio, seis álbuns ao vivo, 14 vídeos e diversos singles, o Iron Maiden é uma das mais importantes e bem sucedidas bandas de toda a história do heavy metal, tendo vendido cerca de 100 milhões de álbuns em todo o mundo. Seu trabalho influenciou diversas bandas de rock pesado, sendo uma das mais respeitadas do gênero.

A nova turnê do grupo esta sendo um passeio pela história da banda com os holofotes voltados principalmente para os anos 80, tanto na escolha do set list como na cenografia do evento, toda baseada na produção estilo egípcia da turnê Powerslave. O show está sendo preparado para ser o mais elaborado e espetacular que a banda já apresentou em termos de produção, com elementos essenciais dos shows que aconteceram em 1986 e 1987, como o Cyborg Eddie, por exemplo.


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Chamamento da coberetura no Paipo, foto do ingresso.
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Filas para abertura um dia antes.
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A filha de Steve Harris, cantando enrolada na bandeira do Rio Grande do Sul, no show preliminar.
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A abertura das cadeiras.
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A despedida
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Paipo presente, com show ao fundo, no bar.
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Em frente ao palco.
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abertura da segunda música.
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Chegada de fas de todos os locais.
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O dia so show.
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Todas as gerações do Iron Maiden.


De acordo com o compositor e baixista do grupo Steve Harris, vir para o Brasil consiste numa das principais etapas da turnê de ‘SOMEWHERE BACK IN TIME’. “É um nos nossos lugares preferidos desde que viemos pela primeira vez ao País, em 1985, para a turnê mundial de ‘Slavery’. São fãs muito apaixonados, o que nos motiva sempre. Até hoje acredito ter sido um de nossos maiores shows em termos de público. Tivemos todo o apoio e estrutura que uma banda poderia desejar”, relembra Harris. A filha do músico, a cantora Lauren Harris, abriu as apresentações da banda durante a turnê e em Porto Alegre.

‘SOMEWHERE BACK IN TIME’ começou na Índia, em fevereiro de 2008, e passou por Austrália, Japão, e México. Após a estadia de uma semana em solo brasileiro, as apresentações seguem por Argentina, Chile, Porto Rico, passando por Nova York e finalizando a primeira etapa da maratona em Toronto, no dia 16 de março. Até lá, a banda espera atingir mais de 400 mil fãs em 10 países. Ao todo, o grupo terá voado mais de 5 mil milhas.


A segunda fase da turnê começa em maio de 2008 com shows em diversas cidades entre Canadá e Estados Unidos. A terceira e última etapa da via-sacra do metal acontece nos principais estádios e festivais da Europa. A expectativa é ter tocado para cerca de 1,5 milhão de pessoas ao final de um ano e meio de turnê.


O local ideal para fazer o show era um estádio de futebol ou semelhante que pudesse suportar a demanda de público. Os únicos locais possíveis para realização de um evento como esse são o estádio Olímpico, o Beira-Rio ou o Jockey Club. Segundo a assessoria do Olímpico, o local não oferece estrutura compatível para um show como o do Iron Maiden; no dia 5 de março haverá jogo do Internacional no estádio Beira-Rio, impossibilitando sua utilização para qualquer evento; e o Jockey Club não possui liberação da SMAM (Secretaria Municipal do Meio Ambiente) para sediar eventos além de não oferecer condições de segurança ideais para um show deste porte.

Infelizmente o show não pôde ser transferido. Apesar disso, foi uma noite antológica para os fãs do Iron Maiden e também para Porto Alegre. A qualidade do som não foi problema, já que o aparato técnico da banda é imenso e rolou um esforço imensurável. Há meses já não existem ingressos, se tivesse sido nos esta´dios de Grêmio ou Internacional, certamente , esgotariam também os ingressos, com mais de 50 mil rockeiros. O Gigantinho lotou com 15 mil pessoas. O show não poderia ser transferido, portanto Porto alegre não poderia ficar sem o show, os 15 mil pareciam 150 mil.

O Juanto me disse que quando estava na escola era sua banda preferida. E posso dizer ao amigo que o repertório foi toda desta época. O vocalista do Iron Maiden informava que o disco novo já tinha tido uma turnê exclusiva, a nova trip era para relembrar os velhos momentos.



FÃS

Antes mesmo do boeing do Iron Maiden, pilotado pelo vocalista Bruce Dickinson, encostar suas rodas em solo porto-alegrense, uma pequena multidão se formava no saguão do aeroporto e em frente ao hotel onde a banda se hospedaria. Chegando horas antes do início do único show que faz na Capital, na noite de quarta-feira, a banda inglesa encontrou a recepção de sempre: fãs sequiosos por qualquer gota de consideração que resvalasse de seus integrantes.

Destoando da dezena de fãs que faziam campana em frente ao hotel onde a banda estava hospedada, Regina Jechow era mais que uma mera acompanhante. Aos 75 anos, a jovem senhora estava lá para tentar uma foto com a banda, mais especificamente o vocalista Bruce Dickinson.

— Adoro a voz dele, é muito bonita e original — derrete-se Regina, que tomou gosto pela banda por tabela.

Sua filha, Aline Jechow, não economiza decibéis quando decide escutar seus discos, logo, nada mais natural que a mãe entrar na dança. Como se não bastasse a influência da filha, Regina tem outro motivo para gostar de Bruce. O vocalista é piloto, profissão dos sonhos da veterana fã que freqüentava campos de vôo pelo Estado, mas que não chegou a ir adiante por motivos financeiros. Agora, admira o talento do inglês em dobro.

O marido aguarda pacientemente a abertura dos portões para a apresentação do Iron Maiden em Porto Alegre. E onde está a esposa? Em casa, cuidando dos filhos, por certo. A segunda parte da resposta está correta, mas Carolina Timm Varella toma conta dos dois filhos enquanto faz plantão em frente ao hotel onde a banda está hospedada. A esperança é conseguir uma foto, nem que seja pelo celular.

—Ah, é o sonho do meu marido, e eu ajudo a realizar, né? — comenta, enquanto segura no colo um dos rebentos, cuida o outro junto à grade e segura o celular a espera da saída dos músicos — típica destreza que apenas a maternidade confere às mulheres.

Rafael Chinini, Ulisses Cárdenas e Edu Dantas são o estereótipo do fã do Iron Maiden. Não medem esforços quando o assunto é qualquer assunto relacionado à banda e vão até o limite por sua causa. Em frente ao Sheraton, onde a banda estava hospedada em Porto Alegre, o trio fazia sua última tietagem após três dias de peregrinação atrás do grupo assistindo a todas as apresentações em território brasileiro. Dali seguiriam direto para o Gigantinho.

— Pelo Iron vale tudo, sem dúvida — ressaltava Cárdenas, dobrando a bandeira do Estado de São Paulo que pretendia jogar no palco.

Era a primeira vez que os amigos acompanhavam uma turnê da banda e faziam todo o trajeto de carro. Só de combustível, já haviam gasto R$ 500. Mas os custos só seriam calculados mais tarde. Afinal, pelo Iron, valia tudo.

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Toda a dificuldade da foto e do local.
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Eddie, o monstro, aparece no palco.
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A estrutura e o público.
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The Tropper tocando.
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"Ed force one".
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Bruce Dickson piloto.
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A chegada.
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A explosão.
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The Tropper sob outro angulo e com luzes.
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O desembarque.
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Scoth rolando no backstage.
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Entrada do público no palco.
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Fãs no palco.
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Os equipamentos.


SHOW

O SHOW iniciou pontualmente as 21:00, com um palco montado em cima do tema das pirâmides, a primeira música foi ACES HIGH, seguida por TWO MINUTES TO MIDNIGHT, REVELATIONS, que levaram o público a loucura. Logo depois aparece Eddie e Bruce Dickson fardados com uniforme do exército inglês par a antológica THE TROOPER. THE NUMBER OF TEH BEAST e RUN TO THE HILLS foram cantadas em coro. FEAR OF THE DARK, uma das poucas músicas já do inicio da década de 90, na minha opinião foi a melhor , cantada por todos. Os brasileiros tem o hábito de encerrado os bons shows ,e, solicitarem que os artistas voltem, e foi o que aconteceu, voltaram e cantaram MOONCHIL, CLAIRVOYANT e HALLOWED BE THYS NAME. Já havia assistido no ROCK IN RIO o IRON MAIDEN em 1985 , depois em Porto Alegre em 1992. Mas este show foi melhor e a banda agora com três guitarristas foi uma aula do bom rock pesado. O baixo de Harris é inconfundível. E a bateria parecia uma locomotiva. Bruce Dickson foi um show a parte, venho pilotando o avião da banda, esteve impecável no show e pulou durante todo o tempo. O monstro EDDIE apareceu na música IRON MAIDEN, todo vestido no tema Blade Runner, em estilo futurista, e por mim captado em foto quando estava nas cadeiras do ginásio. Uma legião de fãs dos 10 aos 50 anos ficaram enlouquecidas. A banda chega aos 30 anos de carreira ainda em grande forma.


BACKSTAGE


Como já informado a banda chegou em boeing 757, pilotado pelo vocalista. O avião tem todos os logotipos da banca na frente e na asa traseira, tendo o nome “ed force one”. Antes, durante e depois Adrian Smith estava sempre ao lado de um “vaso”, que acredito deva ser um escoth de boa qualidade.

Depois do show , as 2:30 o guitarrista Jannick Gers, era visto no bar noturno Dublin Irish Club, tomando uma cerveja atrás da outra. Dizia que Porto Alegre era do metal e agradeceu a recepção da cidade. Já o baixista Steve Harris após o show estava em um bar a 50 m do Hotel Sheraton, jantando com integrante dos fãs club. Dickson ficou no hotel, concentrado para a próxima viagem, na qual seria novamente o piloto. Só bebeu água mineral no Hotel e no show.

No Dublin havia a música ao vivo, e quando foi chamado ao palco o guitarrista Jannick, disse que estava cansado e queria curtir a noite, mas quando a banda do bar tocou could you be loved de Bob Marley , aplaudia e gritava “lovely,, lovely, lovely”.


Neste dia haviam dois grande shows em Porto Alegre, além do Iron Maiden , estava em Porto Alegre Julio Iglesias, mas os rockeiros fizeram mais barulho tiveram mais público.A banda trouxe toneladas de equipamentos, o que aliada a competência de cada música fez um show memorável na capital dos gaúchos.

Havia uma preocupação da cobertura ao PAIPO, era a primeira vez que estava em um espetáculo não só para curtir as músicas. Também era um tema estranho , pois estava sempre acostumo a falar sobre surf. A primeira dificuldade foi a hora da chegada, as fotos no aeroporto no “ed force one”. Havia uma multidão na espera e eu era mais um. Consegui pelos meus contatos profissionais adentrar em vários locais do show, quase até a frente ao palco, no meio do público, nas cadeiras em fim , deu para registrar todos os momentos. O calor era infernal, mas o esforço valia, para cobrir uma grande banda do rock, ainda em plena forma. Também pude encontrar vários amigos que não vinha a muito tempo. A segurança foi rígida , mas deu para registrar vários momentos. Os ingressos custaram 100 reais arquibancadas e pista, algo em torno de 50 dólares e 300 reais as cadeiras, 150 dólares. Já no mês de dezembro já havia colocado a noticia desta cobertura.

Espero que tenho cumprido a missão ao Paipo e que os paiperos tenham gostado. Até a próxima, Mauro.

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Os uniformes a sendo vendidos a 20 dolares.
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A multidão.
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Jornais.
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Jornais.
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Paipo até o fim.Valoración:   Votos: 0  



EL HERDERO DE MASPOLI

EL HERDERO DE MASPOLI

Além do surf, todos aqueles assuntos relacionados ao Uruguay que aparecem no Brasil, tento repassar aos amigos paiperos. O futebol para nós sul americanos é assunto que apaixona e todos sabem. Todos temos o nosso time do coração. Já disse que no Brasil sou do Grêmio e tenho muito honra disso. Atualmente o Uruguay enfrenta dificuldades financeiras que afetam o futebol, mas que jamais tiram o valor e a história do futebol uruguaio. A noticia em Porto Alegre, é que o ex goleiro do Grêmio Danrlei estaria sendo contatado pelo Peñarol. Na minha opinião , se concretizada a transferência um ótimo negócio. Danrlei foi um ídolo em Porto Alegre, atuou durante mais de 10 anos no clube, foi campeão em mais de 20 campeonatos. Sempre foi um gigante nas grandes decisões. Nos clássicos contra o Internacional foi destaque. Chegou a seleção brasileira, não foi a uma copa do mundo pois era do sul do Brasil e sempre teve uma liderança muito forte o que no centro do país na agrada a política da CBF. Estava no dia de ontem em Rivera fazendo compras e já falando no Peñarol. No Uruguay tinha mais simpatia pelo Nacional, pois desse time que venho ao Grêmio Hugo de Leon, grande capitão do Grêmio e campeão do mundo pelo time. Agora se Danrlei foi ao Peñarol meu sentimento vai ficar dividido.

Aos jornalistas Danrlei disse o seguinte : “ o Peñarol tem glamour, será sempre tri campeão do mundo e cinco vezes da Libertadores, seria uma honra vestir a camisa que foi de Maspoli e jogar no time que já atuaram Varela, Ghiggia, Pedro Rocha, Rubem Paz, Morena, Bengoechea.

Se concretizado o negócio, em breve terá o Peñarol um grande ídolo. Até a próxima, Mauro.

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