RIO DE JANEIROS - SURF II
Marzo 31, 2007, 7:16 pm
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RIO DE JANEIRO - SURF
Marzo 31, 2007, 7:09 pm
RIO DE JANEIRO - SURF
O Rio de Janeiro foi até a metade da década de 1950 a capital do Brasil. Da mesma forma no surf, foi neste local que o surf foi introduzido no Brazil por estrangeiros, no incio da década de 60. Hoje em dia existem outras regiões também desenvolvidas em termos de surf e o esporte é praticado em toda a região da costa. Existem outras informações de outros locais e datas , mas sem a importância da aqui indicada com referência aos primórdios do surf no Brazil. A praia do Arpoador foi umas das primeiras a ser infestada de surfistas . Localizada na Zona Sul do Rio e local dos primeiros campeonatos, como os históricos Waimea 5000, que tiveram a presença de grandes surfistas internacionais. Nos dias de grandes ondas a Ponta do Leblon é um local a ser respeitado. Os primeiros expoentes do surf brasileiro, vinha do Rio de Janeiro. Cauli, Daniel Friedman, Maracá, Rico e Pepe são nomes a serem citados. Pepe foi a final de um “Pipe Máster” em 1976. Grande atleta não só no surf, competiu no hipismo e foi campeão mundial de asa delta, vindo a morrer prematuramente na pratica deste esporte. Até hoje é reverenciado em lancherias de comida natural que levam o seu nome na praia da Barra. Foram os cariocas que começaram a desenvolver o sul do Brasil, principalmente a região de Imbituba e na ilha de Florianópolis. Victor Vasconcelos da “Hotstick”, foi um deles. O Rio de Janiero é umas das maiores “surf cities” do mundo. As fábricas de “tablas” e equipamentos de boa qualidade se fazem presentes no Rio. Em função do crecimento do surf outras praias começaram a serem surfadas. Macumba, Barra , Grumari e Prainha começaram a serem locais muito freqüentados. Os surfistas com o seu espírito desbravador buscaram ondas em outros locais do estado do Rio. Itacoatiara em Niterói, é um local fantástico, é uma “ola” que quebra no raso, muito tubular ótima preparação para viagens internacionais. Tive muito boas experiências neste pico. Entretanto a melhor onda do Rio , fica em Saquarema. A praia de Itaúna, com suas grandes ondas e com a igreja em cima do morro dão um visual fantástico. No Brazil o surf tradicional, sem auxilio de jet ski, tenho certeza que as maiores ondas estão em Saquarema e na Praia da Vila (Imbituba - Santa Catarina). Saquarema foi para os cariocas o que o Rosa foi para os gaúchos, ou seja, a descoberta do paraíso, mesmo que hoje em dia com o desenvolvimento, isto esteja muito distante. Fica a 150 da cidade do Rio de Janeiro. Outra dica que já havia citado anteriormente é a iluminação na praia do Arpoador, que se pode surfar 24 horas nos dias de grandes ondas e se tem ainda uma pista de skate com o mesmo sistema. Amigos do Paipo, o Rio de Janeiro é umas das cidades mais bonitas do mundo, possuindo vários pontos turísticos, como Corcovado, Pão de Açúcar , mulheres lindíssimas, Ipanema entre outros. Entretanto sendo uma cidade de milhares de habitantes, existe muito conflito social. Nos fins de semana a população mais pobre invade as praias gerando alguma confusão. A população pobre reagiu a esta desigualdade através do crime organizado, comandado pelo tráfico de drogas. Assaltos, seqüestros, balas perdidas e muita violência são normais na cidade, prejudicando sua beleza. Passei momentos de dificuldade no Leblon , onde tive que sair do mar pelo lado das pedras , pois na areia tentaram roubar minha “tabla”. Na religião muçulmana se diz que deve o fiel pelo menos uma vez na vida visitar Meca, digo a mesma coisa ao surfista sul americano, que ao menos uma vez vá visitar o Rio de Janeiro. Não esqueça que para quem vem do sul, o Rio sempre faz calor. Um grande abraço e boas ondas. Mauro EscobarValoración:
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PRAIA DO ROSA NO PASSADO
Marzo 30, 2007, 5:49 pm
O PASSADO DA PRAIA DO ROSA
Seguem fotos históricas de um passado remoto na região da praia do Rosa, que confirma nas matérias por mim contadas, o que ocorria na época. Colaboração do amigo "Tora" e sua turma.
Poucos tiveram o privilégio de viver esta época de ouro com muito surf , nenhum crowd, paz , amor e muita festa. A última foto é da praia da Guarda do Embaú. Até a próxima. Mauro Escobar Valoración:
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SURF & SKATE
Marzo 30, 2007, 11:28 am
SKATE & SURF
Sempre tive o pensamento que o skate e o surf são dois esportes muito interligados e possuem muitas afinidades. A base para o surf é muito semelhante e pode ser treinada no skate nos dias de flat. Vários surfistas profissionais e amadores brasileiros e internacionais nos momentos de folga, usam o skate para treinamento de algumas manobras. Sempre tive maior admiração pela modalidade vertical do Skate. Mesmo tendo simpatia por este esporte NÃO me considero um “skatista” competente, mas não é por isso que não acho tal esporte interessante e muito próximo ao surf. O Brasil possui o atual campeão mundial , Sandro Dias. Já teve outros no passado como o Ferrugem no “street” . BOB BURNQUIST, filho de país norte americanos , mas nascido no Brasil, possui dupla nacionalidade, é um ótimo exemplo disto. Ex campeão mundial de skate vertical , residia desde 1991 no Rio de Janeiro, quando simultaneamente começou a surfar. Tendo maior pratica já em 1995 quando se mudou para Califórnia. Tendo patrocínio da Billabong, começou a pedir materiais de surf em seus momentos de descontração. Sempre quando retorna ao Brasil vai pegar suas ondas. Mesmo não tendo as mesmas qualidades dentro do surf com relação ao skate, sempre marca presença nos dias de boas ondas e durante as etapas do circuito da ASP. É muito respeitado no Brasil pelos praticantes dos dois esportes. Desde o ano de 2005 faz questão de comparecer a etapa brasileira da ASP, e, surfar a “expressions sessions” ao lado dos surfistas profissionais. É muito amigo do oito vezes campeão mundial Kelly Slater a quem levou em todos os locais de surf no Brasil e andaram juntos de skate em Floripa e no Rio de Janeiro. A simpatia de Kelly pelo Brasil vem muito da ligação com BOB. Foi visto no Havaí al lado de Bruno Santos. Em 2005 quando Slater foi campeão mundial na etapa brasileira, foi visto na praia do Rosa ao lado de Bob , Taylor Knox e Tanio Barreto. Surf e Skate podem andar lado a lado e se ajudarem mutuamente. Os surfistas uruguaios podem usar o skate como forma de desenvolvimento de manobras nos dias de pouca ondas ou falta de tempo. A melhor imagem que tenho entre os dois esportes foi a alguns anos atrás na cidade do Rio de Janeiro, que possui uma pista de Skate em cima da Praia do Arpoador, tendo iluminação noturna tanto para a pista quanto para as “olas”. Muitas vezes fui ao Arpoador a noite pegar ondas e depois tentava alguma coisa no skate. Parecia um estádio de futebol , podendo ser praticado 24 horas os dois esportes.Agora existe muito diferença entre tomar uma “vaca” no mar e no concreto. Esse é um tema que pode ser melhor desenvolvida por surfistas e skatistas . Portanto convoco a todos para expressarem suas opiniões. Um abraço, Mauro Escobar
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LOCALISMO E SEU INVENTOR
Marzo 29, 2007, 4:24 pm
O INVENTOR DO LOCALISMO
MICKEY DORA foi quem inventou o localismo. O cara é pai dessa escória e como praticamente como todo o local Dora não passava de um idiota e oportunista. Quando percebeu que sua tão amada Malibu havia sido invadida por bárbaros aprendendo a surfar, Dora tentou fechar o pico. Não conseguiu , era muita gente pra ele expulsar, centenas de pessoas de um dia para outro.Isso aconteceu no inicio dos anos 60, portanto bem antes do localismo havaiano, que ainda recebia os holofotes de braços abertos em um North Shore paradisíaco e deserto. Em pouco tempo Dora entrou nas agressões e lesões físicas, perdeu o trono de rei de Malibu e se auto exilou e soltou todo o tipo de ofensa contra o progresso do surf e a indústria.
Quase ninguém das novas gerações sabe quem é o surfista californiano Mickey Dora (1934-2002), mesmo assim seu nome continua sendo citado por alguns jornalistas . Alguns alimentam o mito de um sujeito bom e como fosse uma entidade superior. Em minha opinião ele não é um ídolo, um ícone ou um símbolo. Tenho a certeza tratar-se de uma grande farsa, imputada na mente dos americanos a incentivar o domínio das praias e não respeitar o próximo quando chega pacificamente.
Mickey Dora tinha dinheiro de família e adorava o estilo luxuoso. Em 1950 foi introduzido no surf pelo padrasto, um dos pioneiros do surf americano Gard Chapin. Por toda a década de 50, Dora e seus “brothers”viveram numa Malibu paradisíaca, com altas direitas e sem crowd. Com a explosão na década de 60 do surf americano, principalmente na Califórnia o crowd tomou conta. Dora passou a atuar como xerife no pico, se instalando no local como se fosse um juiz traçando o destino dos demais surfistas não locais como bem entendesse a socos e ponta pés. Trabalhou em alguns filmes de surf nos anos de 63 e 64 como dublê nas cenas de surf. No final dos anos 60, quando o crowd tomou conta de Malibu, ninguém prestava mais a atenção em Dora e seu sentimento de localismo. Contrariado , virou as costas e nunca mais voltou. A Surfer várias vezes publicou matérias fazendo-o se tornar um mito. Um modelo d e”tabla” da época chamado “Da Cat” era baseado no seu apelido pra vender nas surf shops. Aparecia seguidamente em anúncios da Hang Tem e Greg Noll. Seu estilo estava ultrapassado quando surgiram Nat Young e Mike Doyle. Após sua saída de Malibu procurou picos sem surfistas, o que estava cada vez mais raro, e começou a ter problemas com a Lei. Foi extraditado da França por golpes com cartões de crédito e cheque sem fundos. Começou a viver de favor pelo mundo , com os poucos amigos que ainda o agüentavam. Apareceu no Brasil em 1988, em Garopaba, já falando pouco e tentando convencer as pessoas com as idéias mais absurdas, foi embora sem ser notado. Morreu de câncer aos 67 anos. Algumas revistas de surf, Surfer, presta elogios a Dora. Na minha opinião foi uma pessoa que incentivou o ódio entre os surfistas , a agredirem em quem não era local e aconselhava a não respeitar a preferência das ondas se o surfista não pertencia a seu “clubinho”. Os “black truncks” no Havaí, brasileiros mau educados no Rosa, “Junks” da Califónia entre outros são desordeiros bandidos criados nesta filosofia. Mickey Dora foi o pai de todos eles. Se hoje você for a uma praia e o localismo for insuportável, mesmo se portando de maneira correta, agradeça a este bandido. Até a próxima. Mauro Escobar
Segue "combo " do bandido.Valoración:
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SENHORITAS - PERU
Marzo 28, 2007, 10:57 pm
SENHORITAS É UMA PRAIA NAS PROXIMIDADES DE PUNTA HERMOSA, ESQUERDA EM FUNDO DE PEDRAS, QUE NA MARÉ RASA AFLORAM, POSSUI CONSTÂNCIA DURANTE TODO O ANO, A "OLA" QUEBRA EM TAMANHO MENOR QUE PUNTA ROCAS, PICO ALTO, PENASCAL OU KONTIKI, ENTRETANTO, NÃO MENOS PODEROSA, SEJA PELO SEU FUNDO OU PRECISÃO DE SEUS TUBOS RASOS. NOS MESES DE MARÇO A SETEMBRO QUE QUEBRAM AS MAIORES ONDAS E QUE SE NECESSITA O USO DE ROUPAS DE NEOPREME MAIS PESADAS. MUITO PROCURADA NOS BONS DIAS, PRINCIPALMENTE EM FUNÇÃO DE SUAS SEÇÕES CAVADAS. NOS DIAS DE FLAT PODE SE NOTAR CLARAMENTE O FUNDO DO PICO. PEGUEI BOAS ONDAS EM TODOS OS MESES DO ANO E EM TODAS AS VEZES QUE FUI AO PERU. NO LADO OPOSTO ESTA SITUADO A PRAIA DE CABALLEROS. DEVE-SE TER MUITO CUIDADO A SURFAR ESTA ONDA SEJA PELO FUNDO OU PELO ´DISPUTA DAS ONDAS COM OS DEMAIS SURFISTAS. TIVE "MOLESTADO' PRINCIPALMETE POR BRASILEIROS QUE NÃO POSSUIAM QUALQUER RESPEITO AO LOCAL. NOS MESES DE INVERNO, MESMO SENDO MAIS FRIO O PÚBLICO É MAIS RESTRITO AOS PERUANOS. A ÚNICA POSSIBILIDADE DE PASSAR A PARTE CRÍTICA DA ONDA NOS DIAS MAIORES É POR DENTRO DO TUBO OU SOFRER AS CONSEQUÊNCIAS NAS PEDRAS. UMA ENRABADA EM SENHORITAS É BATIDA CERTA NAS PEDRAS. DEVE-SE USAR "TABLAS" COM BORDAS MAIS GROSSAS. É COMUM OBSERVAR PRANCHAS PARTIDAS NO LOCAL PROVOCADA POR ACIDENTES . TENHO BOAS LEMBRANÇAS NO LOCAL E FIZ VÁRIOS AMIGOS NO LOCAL. ESTE É O GRANDE ESPÍRITO DO SURF. SEGUE ALGUMAS FOTOS DE VÁRIAS ÉPOCAS E TAMANHOS. A REGIÃO É DE DESERTO. NÃO COMA NADA NA BEIRA NA PRAIA, AGUA POTÁVEL É COISA RARA. UM GRANDE ABRAÇO E ATÉ APRÓXIMA. MAURO ESCOBARValoración:
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LEITURA - OCCY A SURFER'S YEAR
Marzo 28, 2007, 4:04 pm
Após a leitura de OCCY – A SURFER”S YEAR, coloco aos amigos do PAIPO, as minhas impressões sobre o livro. Nele consta uma forma de diário da rotina do mitológico surfista australiano em 2000, ano em que ele defendeu o título de campeão mundial finalmente conquistado em 1999, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Tem como autor o fotógrafo Paul Sargent, a partir de depoimentos gravados por Occy enquanto girava ao redor do mundo participando do circuito mundial e comparecendo a eventos promocionais de seu patrocinador. Já existe no Brasil há alguns meses , com versões em inglês e português. Não vi em espanhol, mas os termos do meio do surf fazem um entendimento fácil do texto. Minha primeira lembrança deste surfista foi a final do OP Pro 1985, no qual venceu Tom Curren na final. Foi campeão mundial com 34 anos, conseguiu superar problemas de bebidas, drogas e excesso de peso. Um legítimo campeão, um vencedor que ultrapassou todos os limites. PARA OCCY , SURFAR "AQUELA ONDA ESPECIAL QUE VEM PARA VOCÊ NÃO TEM PREÇO". Para este livro faço uma boa recomendação. Uma boa leitura, surf também é cultura. Um abraço. Mauro EscobarValoración:
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BARRA DEL CHUY - GUSTAVO CAMPOS
Marzo 24, 2007, 2:55 pm
Estava esta semana no intervalo entre as ondas, a observar os assuntos abordados no “chat” do site. Um deles me chamou muita atenção e me fez abordar o seguinte tema : BARRA DEL CHUY.
Vários “paipeiros” queriam saber a possibilidade de boas ondas no fim de semana. Segundo os mesmos amigos os “combos” do CHUY estavam a demonstrar que seria lá o local mais constante da costa uruguaia. Não se falou em qualidade ou tipo de “ola”, mas freqüência de ondas. Há quase vinte anos venho a costa do Uruguay, na maioria das vezes ficando restrito a zona entre Chuy e Punta del Diablo. Sempre no inicio da manha o primeiro local a ser conferido é a Barra do Chuy. Sempre acreditei no potencial do local, seja pela geografia ou pela mística. Os molhes e a barra do arroio por si só já denotam potencial para a possibilidade de boas ondas. O inicio da diferenciação de solo em relação ao sul do Brasil também já é um outro demonstrativo. Os molhes de Torres são diferentes , mas alguma semelhança existe com os do Chuy. Em minhas conferidas ao pico, nunca observei boas ondas ou tamanho que me chamasse a atenção. Ao contrário de praias próximas como La Moza , Grande ou Punta del Diablo, que sempre estavam com melhores condições. Era um assunto que muito me fazia pensar , quando poderia ver ou surfar boas ondas na Barra del Chuy. A sua posição estratégica, seu isolamento, o pouco número de surfistas, o tamanho da cidade, a boa comida e preços sempre foram um atrativo que forjaram a magia do lugar.
A partir de meus primeiros contatos com Juanto e o Paipo, comecei a observar situações diferentes. Sempre observei ótimas fotos do Tio & Ushi, Gustavo Campos, Zoe entre outros de toda a costa uruguaia. O local onde sempre havia alguma onda pelos “combos” sempre eram as do Chuy, mesmo nos dias de poucas ondas.
Não conheço o Gustavo Campos , apenas tive rápidos diálogos pelo chat do site. Desconheço se apenas tira fotos ou é também surfista. Pelo que deu para perceber tem sua base de residência na região do Chuy. Os “combos” deste paipeiro estão a demonstrar que eu estava equivocado e com muito pouca sorte, pois seguidamente existem boas fotos e ondas em tal pico.
Por tais colocações, digo, que foi graças ao GUSTAVO CAMPOS que fez a prova , que a BARRA DEL CHUY possui regularidade e boas ondas. Rezo para minha sorte mudar e pegar as ondas que observo com inveja no PAIPO . Até a próxima. Boas ondas. Mauro Escobar
Seguem fotos de minha busca.
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CAMPEÕES MUNDIAIS SEM CARISMA
Marzo 22, 2007, 11:37 am
CAMPEÕES MUNDIAIS SEM CARISMA
No ano de 1964 começaram as disputas para a disputa de campeão mundial de surf. Entre os anos de 1964 e 1972 a disputa se dava em um campeonato, apenas. Somente em 1976 o título mundial passou a ser disputado em um circuito com várias etapas, com a criação da International Professional Surfing (IPS), dirigida pelos havaianos Fred Hemmings e Randy Rarick. A partir de 1984 o tour passou a ser organizado pela Association of Surfing Professionals (ASP), dirigida pelo australiano Ian Cairns. Em 1992 foram criadas as divisões do surfe mundial: World Championship Tour (WCT) e World Qualifying Series (WQS).
Das 31 disputas, em forma de circuito, 17 foram vencidas por norte-americanos, sendo 5 delas por havaianos; 12 foram vencidas por australianos (a última em 1999- Occy); e apenas dois títulos escaparam desse domínio: um ficou com um sul-africano (1977 – Shaun Tomson) e outro com o britânico Martin Potter (1989). Os americanos venceram 14 das últimas 15 disputas, ironicamente o período desde a criação das duas divisões. Kelly Slater é o maior vencedor, com oito títulos, Mark Richards alcançou quatro, Tom Curren e Andy Irons (em atividade) conquistaram três cada e Tom Carrol e Damien Hardman foram bicampeões mundiais.
Todos aqueles que se sagraram campeões mundiais de forma alguma poderia se dizer que não são ou foram bons surfistas ou não sabem pegar ondas, pelo contrário, estão todos acima da média do surfista comum. No entanto alguns campeões não cativaram o público , não tinham carisma ou a sua personalidade não era nem um pouco cativante. Nós que somos latino americanos, tentamos nos espelhar em nossos ídolos e mesmo não tendo nenhum representante com tal título, apreciamos aqueles de espelham a boa imagem do esporte e do amante do esporte das ondas.
O primeiro que indico é Peter Towned , australiano, primeiro vencedor do antigo circuito da IPS, que obteve o título sem vencer qualquer etapa de todo o circuito, tendo alguns eventos , justamente aquelas em que melhores colocações obteve, as pontuações foram dadas foram maiores. Venceu , mas não cativou, sendo ainda um campeão sem muitas palavras.
A segunda indicação que faço é a do australiano Damien Hardman, mesmo com um bi campeonato(1987 e 1991) e um bi vice campeonato (1988 e 1992), ser um ótimo competidor, páreo duro nas baterias, foi um surfista introspectivo, sem um bom desempenho nas etapas em grandes ondas, principalmente. Foi talhado desde muito cedo para vencer baterias e apenas isto. Não prestou contribuições significativas ao esporte. Se disputasse o atual circuito da ASP, que privilegia etapas em ondas de qualidade, mesmo estando no auge de sua forma, seria difícil alcançar os seus resultados do passado. No Brasil não teve desempenho ruim , mas ficava estritamente concentrado em superar o adversário, não se deixava contagiar pelo público.
Outro que posso citar é o havaiano Sunny Gracia, competidor exímio , que conseguiu o equilíbrio de superar vários tipos de ondas, ao contrário de seus conterrâneos que se limitavam aoTriplice Coroa Havaiana. O problema de Sunny não foi dentro do mar, mas fora dele. Dono de uma personalidade forte, seguidamente fora acusado de agressões em outros colegas de circuito, sendo muitos brasileiros. Viveu problemas com bebidas e drogas. Sempre cultivou a imagem de “bad boy” no mau sentido da palavra. Sempre intimidou surfistas estrangeiros no Havaí. Seguidamente dava declarações desrespeitosas a colegas de profissão e patrocinadores. Mesmo sendo um campeão mundial tanto em ondas de todo o tipo, ter demonstrado grande talento, transpareceu uma imagem negativa ao esporte. Ao contrario de outro havaiano, Derek Ho e sua família de surfistas, que muito contribuíram para a imagem positiva do surf mundial.
C.J. Hobgood, vencedor do circuito em 2001, no hiato de abandono provisório de Slater e sem a ascensão de Andy Irons, pouco cativou o seu título. Vários dizem que só foi campeão, pois Slater não teria corrido o circuito. Sendo um surfista ainda muito jovem, com idade suficiente para contrapor minhas palavras. No entanto, nas baterias em que o vi pessoalmente, não me empolgaram.
Por outro lado surfistas que só obtiveram o vice campeonato ou não tiveram vida longa no circuito, são muito mais reverenciados pelo público em geral. Ian Cairs, vice 1976, deu sua contribuição a frente da ASP, Cheyne Horam , vice em 1978-1979-1981-1982, muito lembrado pela sua acessibilidade aos brasileiros e o seu desempenho nas inesquecíveis etapas brasileiras do circuito na praia do Arpoador – Waimea 5000, na década de 70. Sem falar no campeão de 1989, Potter que revolucionou nas manobras no circuito. O floater e os aéreos foram sua marca registrada que redefiniram as baterias nos anos seguintes.
O surf vive uma fase maravilhosa, Kelly Slater e Andy Irons são realmente campeões mundiais, no sentido total da palavra,e , atualmente empolgam e são carismáticos. Essa é a melhor fase do surf competição de todos os tempos. Cito ainda os veteranos Curren e Mark Occilupo que ainda mostram o seu talento. A estes podem se somar os grandes Nat Young, Shaun Tomson, Mark Richards, Barton Lynch e Tom Carroll.
Um campeão mundial de surf não deve ter somente o título e saber vencer baterias, deve ter carisma e ser um bom exemplo ao esporte. É isso que o surf espera e quer para avançar ainda mais. Alguns campeões não possuem este predicado. Rezo ainda por um campeão mundial brasileiro ou sul americano. Essa era a minha opinião, um abraço. Mauro Escobar
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No ano de 1964 começaram as disputas para a disputa de campeão mundial de surf. Entre os anos de 1964 e 1972 a disputa se dava em um campeonato, apenas. Somente em 1976 o título mundial passou a ser disputado em um circuito com várias etapas, com a criação da International Professional Surfing (IPS), dirigida pelos havaianos Fred Hemmings e Randy Rarick. A partir de 1984 o tour passou a ser organizado pela Association of Surfing Professionals (ASP), dirigida pelo australiano Ian Cairns. Em 1992 foram criadas as divisões do surfe mundial: World Championship Tour (WCT) e World Qualifying Series (WQS).
Das 31 disputas, em forma de circuito, 17 foram vencidas por norte-americanos, sendo 5 delas por havaianos; 12 foram vencidas por australianos (a última em 1999- Occy); e apenas dois títulos escaparam desse domínio: um ficou com um sul-africano (1977 – Shaun Tomson) e outro com o britânico Martin Potter (1989). Os americanos venceram 14 das últimas 15 disputas, ironicamente o período desde a criação das duas divisões. Kelly Slater é o maior vencedor, com oito títulos, Mark Richards alcançou quatro, Tom Curren e Andy Irons (em atividade) conquistaram três cada e Tom Carrol e Damien Hardman foram bicampeões mundiais.
Todos aqueles que se sagraram campeões mundiais de forma alguma poderia se dizer que não são ou foram bons surfistas ou não sabem pegar ondas, pelo contrário, estão todos acima da média do surfista comum. No entanto alguns campeões não cativaram o público , não tinham carisma ou a sua personalidade não era nem um pouco cativante. Nós que somos latino americanos, tentamos nos espelhar em nossos ídolos e mesmo não tendo nenhum representante com tal título, apreciamos aqueles de espelham a boa imagem do esporte e do amante do esporte das ondas.
O primeiro que indico é Peter Towned , australiano, primeiro vencedor do antigo circuito da IPS, que obteve o título sem vencer qualquer etapa de todo o circuito, tendo alguns eventos , justamente aquelas em que melhores colocações obteve, as pontuações foram dadas foram maiores. Venceu , mas não cativou, sendo ainda um campeão sem muitas palavras.
A segunda indicação que faço é a do australiano Damien Hardman, mesmo com um bi campeonato(1987 e 1991) e um bi vice campeonato (1988 e 1992), ser um ótimo competidor, páreo duro nas baterias, foi um surfista introspectivo, sem um bom desempenho nas etapas em grandes ondas, principalmente. Foi talhado desde muito cedo para vencer baterias e apenas isto. Não prestou contribuições significativas ao esporte. Se disputasse o atual circuito da ASP, que privilegia etapas em ondas de qualidade, mesmo estando no auge de sua forma, seria difícil alcançar os seus resultados do passado. No Brasil não teve desempenho ruim , mas ficava estritamente concentrado em superar o adversário, não se deixava contagiar pelo público.
Outro que posso citar é o havaiano Sunny Gracia, competidor exímio , que conseguiu o equilíbrio de superar vários tipos de ondas, ao contrário de seus conterrâneos que se limitavam aoTriplice Coroa Havaiana. O problema de Sunny não foi dentro do mar, mas fora dele. Dono de uma personalidade forte, seguidamente fora acusado de agressões em outros colegas de circuito, sendo muitos brasileiros. Viveu problemas com bebidas e drogas. Sempre cultivou a imagem de “bad boy” no mau sentido da palavra. Sempre intimidou surfistas estrangeiros no Havaí. Seguidamente dava declarações desrespeitosas a colegas de profissão e patrocinadores. Mesmo sendo um campeão mundial tanto em ondas de todo o tipo, ter demonstrado grande talento, transpareceu uma imagem negativa ao esporte. Ao contrario de outro havaiano, Derek Ho e sua família de surfistas, que muito contribuíram para a imagem positiva do surf mundial.
C.J. Hobgood, vencedor do circuito em 2001, no hiato de abandono provisório de Slater e sem a ascensão de Andy Irons, pouco cativou o seu título. Vários dizem que só foi campeão, pois Slater não teria corrido o circuito. Sendo um surfista ainda muito jovem, com idade suficiente para contrapor minhas palavras. No entanto, nas baterias em que o vi pessoalmente, não me empolgaram.
Por outro lado surfistas que só obtiveram o vice campeonato ou não tiveram vida longa no circuito, são muito mais reverenciados pelo público em geral. Ian Cairs, vice 1976, deu sua contribuição a frente da ASP, Cheyne Horam , vice em 1978-1979-1981-1982, muito lembrado pela sua acessibilidade aos brasileiros e o seu desempenho nas inesquecíveis etapas brasileiras do circuito na praia do Arpoador – Waimea 5000, na década de 70. Sem falar no campeão de 1989, Potter que revolucionou nas manobras no circuito. O floater e os aéreos foram sua marca registrada que redefiniram as baterias nos anos seguintes.
O surf vive uma fase maravilhosa, Kelly Slater e Andy Irons são realmente campeões mundiais, no sentido total da palavra,e , atualmente empolgam e são carismáticos. Essa é a melhor fase do surf competição de todos os tempos. Cito ainda os veteranos Curren e Mark Occilupo que ainda mostram o seu talento. A estes podem se somar os grandes Nat Young, Shaun Tomson, Mark Richards, Barton Lynch e Tom Carroll.
Um campeão mundial de surf não deve ter somente o título e saber vencer baterias, deve ter carisma e ser um bom exemplo ao esporte. É isso que o surf espera e quer para avançar ainda mais. Alguns campeões não possuem este predicado. Rezo ainda por um campeão mundial brasileiro ou sul americano. Essa era a minha opinião, um abraço. Mauro Escobar
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PUNTA ROCAS - PERU
Marzo 18, 2007, 4:25 pm
PUNTA ROCAS
Estou a escrever a continuação das ondas peruanas. PUNTA ROCAS é o passo seguinte. Localizada próxima a Punta Hermosa, já na localidade de São Bartolo, é uma ponta de pedras que avança mar adentro. Point Break, poderoso, de direitas e esquerdas. Em frente ao pico existe um penhasco, formando uma arquibancada natural para observar as “olas” em auto mar. Se entra pelo lado esquerdo da ponta de rochas, deve-se ultrapassar um único quebra coco perto da beira da praia que varia de um metro a dois metros, ultrapassado tal obstáculo, chega-se a um canal pelo lado das ondas, a remada leva alguns minutos, mas sem qualquer maior dificuldade, variando a distância da remada pelo tamanho do swell do dia. O canal circunda pelo lado das ondas de direita. Portanto aquele que pega a direita no pico terminará a onda dentro do canal, sem sofrer contratempo. A esquerda não menos atraente, termina em um fundo de pedras raso, não havendo a mesma facilidade da direita quanto a volta ao “outside”. Punta Rocas já foi palco de competições internacionais, tendo o público, visão privilegiada ante a geografia do local. O fundo de pedras suporta grandes ondulações do Oceano Pacífico. Sempre na busca da onda perfeita, tive o prazer de pegar ondas memoráveis em Punta Rocas. Muitos brasileiros buscavam praias de ondas menores próximos a Lima, para fugir do desafio das ondas grandes. De 6 a 8 pés é um tamanho razoável para ser surfado, mas tive o prazer de pegar 10 pés, limite a que me sinto a vontade. Depois disso já enfrento alguma dificuldade, seja por falta de pranchas adequadas, conhecimento ou hábito de conviver com tamanho de ondas deste porte. Mas é mais um desafio a ser perseguido. Sempre usei neste local pranchas entre 7:2 a 7:10 com bom reforço nas bordas. Não esqueça de uma cordinha longa para suportar o tamanho das ondas. Os peruanos chamam as pranchas de “tablas havaianas”. O Peru teve já na década de 60 um grande aporte no esporte, seja por campeonatos ou pelo grande afluxo de surfistas internacionais. O surf, é um esporte há muito enraizado no país e do conhecimento das pessoas.
Por mais estranho que possa parecer, os surfistas peruanos ficam posicionados mais no outside, são pessoas educadas, e, desde que respeite a preferência das ondas, não terá problema algum. Sendo comum, após, surfar alguns dias no mesmo pico, seja Punta Rocas ou não, lhe darem bom dia ou boa tarde. São pessoas muito acessíveis, gostam de pegar as maiores, privilegiam a maior onda em detrimento da melhor manobra.
Aqueles que você deve tomar cuidado são brasileiros, estão sempre em bando, mal educados, falam alto, ficam embaixo do pico “rabeando” qualquer onda possível. Sem generalizar, meus conterrâneos do Rio de Janeiro e São Paulo eram os que mais causavam problemas. Conheci nas inúmeras viagens a este país cariocas e paulistas de grande dignidade e caráter, entretanto, alguns “queimavam” o nome dos brasileiros.
Como foi dito as direitas possuíam um canal facilitado ao contrário das esquerdas, que eram menos disputadas. Diante de tal fato, busquei as esquerdas incessantemente, o que me causou algumas seqüelas , tais como perda de pranchas nas pedras, dificuldade para volta ao pico, longas remadas entre outras. A esquerda quando esta com grande tamanho seja quase a emendar com a onda de Kontiki. Do alto do penhasco se observa claramente as linhas de ondas, e, no local se tem um ditado, deve-se fugir da linha “branca”. O seu significado é o seguinte : se você estiver na linha branca da espuma , certamente terá problemas.
Peguei muitas direitas, mas as esquerdas me fizeram ter experiência no local , pois era sabedor do risco que corria. Era necessário saber o “timing” da onda” e o momento certo de sua saída. Muitas vezes uma manobra a mais poderia ser fatal. Onda pesada, o limite entre a borda da prancha e a espuma deve se ter muito cuidado, pois qualquer toque a “vaca” é inevitável. O drop é reto no pico, sendo a cavada fundamental para a seqüência da onda. Em função de serem ondas longas , as manobras podem ter linhas mais redondas para usufruir toda a extensão da onda. Por sinal , podem ser executas várias manobras. A água normalmente é fria, mesmo nos meses de dezembro a março um short manga curta ou longa se faz necessário. Os brasileiros do sudeste e norte do Brasil sofrem com o frio. Nada estranho aos amigos Uruguaios. Para se chegar a Punta Rocas, alugue um carro que com cartão de crédito é muito facilitado ou pegue um moto-taxi , que nada mais é que uma lambreta com um reboque, que pode levar duas pessoas e pranchas. Não esqueça, mesmo estando na beira do mar, você esta em região de deserto, só tome água mineral ou bebidas industrializadas. Frutos do mar e água vendidos na beira da praia, com pouca higiene foram fatores de dissabores para muitos. Ocorreram epidemias de cólera no local.
Ao analisar os surfistas e suas nacionalidades, é fácil identificar peruanos, brasileiros, australianos , americanos, europeus e sul americanos. Cada um com uma forma de surfar diferenciada. Algumas vezes fui confundido como norte americano, não sei se pela cor da pele ou tamanho. Os americanos são denominados “gringos”, e, a eles são cobrados outros preços em qualquer venda. Após as apresentações e a nacionalidade verdadeira revelada as portas se abrem. Os sul americanos, são muito bem tratados.
PUNTA ROCAS é uma onda de qualidade, quando estiver no local e o mar crescer, não abandone o desafio, pegue as ondas de sua vida. Um grande abraço. MAURO ESCOBAR.
Seguem fotos amadoras que relatam a intensidade do local.
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ROSA NORTE
Marzo 18, 2007, 3:52 pm
ROSA NORTE
Na primeira análise das ondas da praia do Rosa, foi focado a ponta sul, agora passarei informações sobre o ROSA NORTE. A ondas quebram com vento norte\nordeste, na ponta da baia, ao lado de morro alto de pedras. No passado na ponta do Rosa Norte existia uma escada destinada a pescadores locais em que os surfistas se aventuravam para chegar a mítica praia Vermelha, principalmente, quando o vento estava de norte e mudava para sul, quando os surfistas estavam no Rosa Norte. Era praia de difícil acesso deveria se subir morro com pranchas e mochilas, chegando já aquecido ao pico. Não existia a estrada hoje existente, que chega quase ao sopé do morro. Local visitado na sua maioria por surfistas. A entrada no pico, é facilitado, por canal de circunda as pedras. Surfistas de todas as faixas etárias se fazem presentes no local. Existem boas ondas durante todo o ano na ponta norte, mas com certeza, nos meses de inverno, as ondas são de maior tamanho.
O local é eclético, havendo todo o tipo de surfista , desde “bicho grilo”, competidores, iniciantes, big riders, free surfers e carregadores de pranchas. Existe ainda outro grupo, que vai só para fumar “marijuana” na praia, tendo que a polícia que dar batidas na estrada do morro para coibir tal prática. As coisas mudaram entre o presente e o passado, só uma coisa não mudou, AS ONDAS. São comuns hoje em dia brigas e tumultos por disputas de ondas em razão do grande afluxo de surfistas . Até dias de semana fora de temporada é visto grande número de surfistas no pico. Os longboards estão presentes em grande número, e, posicionados no outside e pela facilidade da remada, muitas vezes pegam as maiores ondas, o que causa a ira dos que ficam em baixo. Ondas entre um metro a dois metros de qualidade são freqüentes no Rosa Norte. Na minha opinião o grande segredo no Rosa Norte é saber fazer as conexões da onda entre o “outside” e o “inside” para se ter uma melhor leitura da onda, e, enterrar as quilhas na areia. Muitos ficam restritos a este limite e não gozam na totalidade da onda.
A onda tendo sido surfada na sua plenitude, na direita você estará no canal e voltará ao pico com facilidade, na esquerda terá que voltar a pé pela praia e entrar de novo pois a remada de volta muitas vezes com corrente é muito desgastante. A batida na junção é manobra muito executada. As ondas rolam com maior intensidade no inicio da manha e no final de tarde. A grande dica aos amigos que desejarem pegar ondas no Rosa Norte é chegar cedo, logo ao amanhecer, pois certamente pegará ondas durante algumas horas entre poucos surfistas. A noite é forte na região e leva muitos surfistas a exaustão, chegando as ondas apenas em horário avançado. O frio da água nos meses de inverno é plenamente suportável. Na minha opinião em Santa Catarina, apenas a praia da Vila quebra maior que o Rosa Norte, mas não é tão constante.
Acredite na minha sugestão, não vá se perder na noite da região , vá bem cedo ao Rosa Norte e curta as boas ondas, com poucos ao seu lado. MAURO ESCOBAR
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ROSA SUL
Marzo 16, 2007, 6:39 pm
A praia do Rosa fica distante 400Km de Porto Alegre e 80 Km de Florianópolis. Pico tradicional de surf na qual conheci no inicio da década de 80. Se entra pelo acesso de Garopaba, mas a praia pertence a Imbituba. O nome Rosa vem de um antigo morador e dono das terras próximas das praias do Rosa , Ouvidor e Vermelha. O nome ficou até hoje. O Rosa da onda nas duas pontas da baia. Os primeiros surfistas a aparecerem faziam o estilo "paz e amor" . Não havia agua nem luz. Se parava em barracas na beira da praia ou se alugava algum "barraco de pescadores". Só havia o Bar do João no trevo do ouvidor que vendia pastel de banana e cachaça, e, havia uma mesa de sinuca muito antiga . Os terrenos no morro e próximos da praia começaram a ser comprados de pescadores catarinenses por surfistas gauchos e depois por paulistas Foi ali que tive a noção de ondas grandes e a vontade de caça-las. Já naquela época havia muitos longboards no pico. O "gordo Orema " era o xerife, pegava as melhores. Homerinho era outro que fazia presença e até hoje ali mora e surfa com a sua segunda geração. Tive livre acesso ao pico pelas mãos de meu mestre Alexandre Pizatto, vulgo passarinho, que na época já tinha construido sua casa no local. É figura muito bem quista pelos locais, com seu surf estilo "aranha". Hoje as coisas mudaram, até playboy frequenta a praia, padecendo de infraestrutura para acomodar todos. O crowd tem sido insuportável em alguns dias. Deve ser respeitada a preferência para não ocasionar problemas. Existem surfistas no local que se sentem donos do Rosa, mas não passam de uns idiotas, não representando os reais surfistas de alma do Rosa.Parte do último WCT Brasil foi corrido no Rosa Sul, existindo etapas do mundial de longboard. A noite é muito boa no Rosa e nas cercanias, pode se ver lindas "gatas" de dia ou de noite. Só fica sozinho na noite do Rosa quem realmente não é chegado as mulheres. Aos amigos do Paipo que quiserem arranjar uma "gostosa" mulher brasileira vá ao Rosa e de preferência as gaúchas que são as mais bonitas.Não tiro da minha cabeça as esquerdas estilo "grab rail" que ali peguei. As maiores ondas entram entre junho e agosto. Reparem na foto do ano de 86 já mofada com "tablas 4 quilhas" da época. O Rosa Sul só esta realmente grande quando não há canal e se tem que chegar no outside remando desde o portinho. Só quem realmente pegou tal situação sabe o que estou dizendo. Nestas horas é que se separam os homens das crianças, um grande abraço. mauro escobarValoración:
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MAR CLÁSSICO EM 11/03
Marzo 16, 2007, 5:04 pm
Tendo sido formado nas ondas do pier malvina/backdoor , é com muita alegria que recebi email do amigo Giovanni Mancuso, informando que rolou mar clássico no dia 11/03. Me encontrava em Rio Grande onde não rolaram boas ondas no dia. Compartilho com os amigos as fotos do fotógrafo ANDERSON SCHEFFEL. Um abraço MAURO ESCOBARValoración:
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PRECONCEITO
Marzo 16, 2007, 4:47 pmINFORMO COM REPÚDIO AOS AMIGOS DO PAIPO , QUE O SURFISTA BRASILEIRO JIHAD KHODR, NASCIDO EM MATINHOS ESTADO DO PARANÁ, BERÇO DE PETERSON ROSA, FOI BARRADO PELAS AUTORIDADES AMERICANAS DE IMIGRAÇÃO QUANDO DESMBARCAVA NOS EUA, PARA TENTAR BUSCAR PONTOS NO WCT, ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE POIS POSSUI NOME, APARÊNCIA E ORIGEM FAMILIAR MUÇULMANA. FOI TRATADO COMO UM MARGINAL, TERRORISTA E UM FORA DA LEI. FOI IMPEDIDO DE COMPETIR. MAURO Valoración:
LA ISLA - PERU
Marzo 15, 2007, 2:48 pm
LA ISLA é o nome dado a onda que quebra em frente da cidade de Punta Hermosa, distante 50 Km de Lima/Peru. Os hotéis e pousadas da cidade estão em cima de um penhasco com a praia em baixo. A vegetação é de deserto, cercada de morros sem qualquer vegetação. A agua potável é escassa até mesmo nos hotéis, para o banho, a agua é meio salobra. O Peru há muito tempo é meu local de buscas de ondas de qualidade. Tenho muita admiração pelo local e pela sua rica história. Os Incas possuem um passado maravilhoso. Mesmo sendo regular, tenho preferência de surfar de backside nas esquerdas. La Isla mesmo sendo uma direita merece o meu respeito e admiração. A onda quebra ao lado de uma ilha interligada por um mole de pedras, se chega ao pico sem molhar o cabelo, possuindo até escada para se jogar ao mar. É uma onda pesada, com espuma muito forte. Quebra com bom tamanho e pode ser desferida inúmeras manobras, principalmente cutbacks. Tive que tomar muito "caldo" para aprender a linha desta onda. É muito surfada pelos longborders. As pranchas grandes se adaptam melhor para fazer a linha desta onda. Sempre preferi surfar com "tablas entre 7:2 a 7:6 neste pico, em função da força da onda, meu tamanho e peso. Onda para cinco manobras no mínimo, redondas e sem pressa. Além de peruanos e brasileiros, é comum, encontrar americanos, australianos e europeus. Á noite é farta na pequena cidade, principalmente entre dezembro e março, onde rolam festas tanto na cidade, como nas praias das cercanias. O por do sol no mar do Pacífico é algo que chama a atenção, apresento algumas fotos do local. A localização de La Isla chama a atenção, nas suas cercanias estão: Senhoritas, Cabaleros, Kontiki, Pico Alto, Punta Rocas e Penascal. Não preciso dizer mais nada.Um abraço mauro escobarValoración:
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QUIVER II - SLATER
Marzo 15, 2007, 1:33 pm
QUIVER II – SLATER
Como já havia dito, um bom relacionamento com o seu “shaper” de preferência é fundamental para um bom desenvolvimento no esporte. No surfe profissional não é diferente. O oito vezes campeão mundial , Slater, é um exemplo disso, reparem na foto que segue abaixo o pequeno quiver que possui. Para cada tipo e tamanho de onda se deve ter a “tabla” apropriada. Faço os amigos lembrarem dos frutos obtidos por Curren com All Merick e Tom Carroll e suas inesquecíveis pranchas Byrne. No Brasil cito o exemplo clássico de Teço Padaratz e o Avelino Bastos da Tropical Brasil, que muito jovem já era moldado pelo shaper para ser um grande surfista. Este contato é interessante não só para surfista, pois com suas informações se chega a melhores pranchas e equipamentos. Monte seu quiver e escolha um bom shaper. Um abraço, Mauro Escobar.
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QUIVER
Marzo 12, 2007, 12:14 pm
O QUIVER
Surf é diversão, exercício saudável, atividade contemplativa, tempo de reflexão. Você não precisa surfar bem para se divertir. Entretanto um bom “quiver” de pranchas é fundamental.
Um bom relacionamento com “shaper” de sua escolha é o princípio básico para obtenção de boas pranchas. Tamanho , peso, estilo, linha da onda, tipo de manobras são informações necessárias para uma boa evolução dentro do esporte.
Para surfar ondas fortes,grandes e de qualidade, e, se não temos a periodicidade suficientes em nosso local de treino, temos que viajar e morar fora uns tempos em lugares com esse tipo de onda.
Mas num esporte individual, você está sozinho, e você que tem que promover estas mudanças. A escolha do shaper é fundamental para a obtenção de um bom equipamento que lhe dê condições de encarar as boas ondas. Uma prancha adquirida em loja, por melhor que seja, ela foi feita para ser vendida e chamar a atenção de seus olhos. Não existe situação pior dentro do esporte que estar no dia perfeito e no local ideal e não estar com boas “tablas”. A espessura das bordas, tipo de rabeta, a manobra mais desejada, tamanho da onda só com o decorrer do tempo seu shaper conseguirá lhe entregar a prancha ideal, pois já terá observado seu surfe.
Faça uma grande aposta em si mesmo, inicie um relacionamento com o shaper de sua escolha e veja em pouco tempo como você evoluiu dentro do esporte. Pratique a viagem dos seus sonhos e encomende o quiver
ideal para seu biótipo e preferências, a prancha adquirida numa loja nunca lhe dará esta opção. Tenho usado o seguinte quiver : 6:8 Tropical Brasil, 7:0 Tropical Brasil, 7:00 Steerboard, 7:4 Steerboard. Existem bons shapers no Uruguay, escolha o de sua preferência e monte um relacionamento duradouro para a evolução do seu surf. Um grande abraço. Mauro Escobar
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Surf é diversão, exercício saudável, atividade contemplativa, tempo de reflexão. Você não precisa surfar bem para se divertir. Entretanto um bom “quiver” de pranchas é fundamental.
Um bom relacionamento com “shaper” de sua escolha é o princípio básico para obtenção de boas pranchas. Tamanho , peso, estilo, linha da onda, tipo de manobras são informações necessárias para uma boa evolução dentro do esporte.
Para surfar ondas fortes,grandes e de qualidade, e, se não temos a periodicidade suficientes em nosso local de treino, temos que viajar e morar fora uns tempos em lugares com esse tipo de onda.
Mas num esporte individual, você está sozinho, e você que tem que promover estas mudanças. A escolha do shaper é fundamental para a obtenção de um bom equipamento que lhe dê condições de encarar as boas ondas. Uma prancha adquirida em loja, por melhor que seja, ela foi feita para ser vendida e chamar a atenção de seus olhos. Não existe situação pior dentro do esporte que estar no dia perfeito e no local ideal e não estar com boas “tablas”. A espessura das bordas, tipo de rabeta, a manobra mais desejada, tamanho da onda só com o decorrer do tempo seu shaper conseguirá lhe entregar a prancha ideal, pois já terá observado seu surfe.
Faça uma grande aposta em si mesmo, inicie um relacionamento com o shaper de sua escolha e veja em pouco tempo como você evoluiu dentro do esporte. Pratique a viagem dos seus sonhos e encomende o quiver
ideal para seu biótipo e preferências, a prancha adquirida numa loja nunca lhe dará esta opção. Tenho usado o seguinte quiver : 6:8 Tropical Brasil, 7:0 Tropical Brasil, 7:00 Steerboard, 7:4 Steerboard. Existem bons shapers no Uruguay, escolha o de sua preferência e monte um relacionamento duradouro para a evolução do seu surf. Um grande abraço. Mauro Escobar
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MUNDIAL MASTER 2007
Marzo 12, 2007, 11:11 am
Os amantes do surfe terão o privilégio único de poder assistir os primeiros ídolos e grande mitos do esporte a partir deste ano. A Gate Eventos, empresa de Teco Padaratz que já organiza o WCT Brasil, também adquiriu a licença para a realização do Mundial Masters da ASP e confirmou o primeiro evento para os dias 04 a 10 de junho na Praia de Itamambuca, em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo.
Palco dos antigos festivais da década de 70 que deram início às competições de surfe no país, Ubatuba agora vai receber grandes estrelas como os ex-campeões mundiais Tom Curren, Tom Carroll, Barton Lynch, Martin Potter, o já tricampeão mundial masters Gary Elkerton, entre tantos outros, incluindo até o atual presidente da ASP, Wayne Bartholomew, que possui dois títulos da categoria Grand Masters, vencendo a última edição em 2003 no Havaí e a de 1999 na França.
O próprio Bartholomew esteve no Brasil para assinar a licença concedida para a Gate Eventos para realizar a competição nos próximos três anos no Brasil. “É um prazer estar no Brasil oficializando a realização do Mundial Masters aqui neste país apaixonado por surfe. Esse campeonato já teve algumas edições, em 2000 esse limite da Grand Masters mudou para 45 anos e o objetivo é elevar esta categoria para acima de 50 anos de idade”, explicou Wayne Bartholomew, na coletiva de imprensa em novembro em Imbituba.
Na coletiva de imprensa, Teco Padaratz fez questão de ressaltar: “Este evento não será realizado apenas por Teco Padaratz, mas sim por este trio que realiza o WCT Brasil desde a sua primeira edição em Santa Catarina, que sou eu, o Xandi Fontes da FECASURF (Federação Catarinense de Surf) e o Avelino Bastos da Tropical Brasil. Serão baterias incríveis com grandes nomes como Tom Carroll, Tom Curren, Gary Elkerton, Shaun Thomson, todos ainda surfam muito bem e podem surpreender o público que estará presente.
Tenho idade para competir na categoria master, mas competir com Curren, Carroll, Lynch, Potter....... aí é demais, mas presenciar as baterias que vão rolar já vai ser um grande privilégio. Devemos prestigiar os grandes ídolos do passado. Não sei se a praia escolhida foi a melhor opção.Um grande abraço. Mauro Escobar
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Palco dos antigos festivais da década de 70 que deram início às competições de surfe no país, Ubatuba agora vai receber grandes estrelas como os ex-campeões mundiais Tom Curren, Tom Carroll, Barton Lynch, Martin Potter, o já tricampeão mundial masters Gary Elkerton, entre tantos outros, incluindo até o atual presidente da ASP, Wayne Bartholomew, que possui dois títulos da categoria Grand Masters, vencendo a última edição em 2003 no Havaí e a de 1999 na França.
O próprio Bartholomew esteve no Brasil para assinar a licença concedida para a Gate Eventos para realizar a competição nos próximos três anos no Brasil. “É um prazer estar no Brasil oficializando a realização do Mundial Masters aqui neste país apaixonado por surfe. Esse campeonato já teve algumas edições, em 2000 esse limite da Grand Masters mudou para 45 anos e o objetivo é elevar esta categoria para acima de 50 anos de idade”, explicou Wayne Bartholomew, na coletiva de imprensa em novembro em Imbituba.
Na coletiva de imprensa, Teco Padaratz fez questão de ressaltar: “Este evento não será realizado apenas por Teco Padaratz, mas sim por este trio que realiza o WCT Brasil desde a sua primeira edição em Santa Catarina, que sou eu, o Xandi Fontes da FECASURF (Federação Catarinense de Surf) e o Avelino Bastos da Tropical Brasil. Serão baterias incríveis com grandes nomes como Tom Carroll, Tom Curren, Gary Elkerton, Shaun Thomson, todos ainda surfam muito bem e podem surpreender o público que estará presente.
Tenho idade para competir na categoria master, mas competir com Curren, Carroll, Lynch, Potter....... aí é demais, mas presenciar as baterias que vão rolar já vai ser um grande privilégio. Devemos prestigiar os grandes ídolos do passado. Não sei se a praia escolhida foi a melhor opção.Um grande abraço. Mauro Escobar
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TOM CARROLL
Marzo 12, 2007, 10:10 am
Considerado um dos ícones do esporte, Carroll entrou em 79 para o circuito mundial da ASP e, desde então, teve uma constante ascensão em sua carreira, subindo da 24ª posição em 1979 para a 17ª em 80; até chegar entre os cinco melhores em 82, onde permaneceu durante toda a década.
Em 1983, o australiano de Newport venceu três campeonatos consecutivos e conquistou seu primeiro título mundial. Em 84, foi campeão mundial novamente, além de ser considerado o surfista mais popular entre o público.
No final dos anos 80, tornou-se conhecido como um verdadeiro mestre nas ondas havaianas. No primeiro campeonato que disputou em Pipeline, em 79, foi um dos finalistas. Depois, foi o primeiro surfista a vencer três vezes o Pipe Masters, um dos mais tradicionais eventos do circuito mundial - o que lhe rendeu o apelido Mr. Pipe. Além de uma Tríplice Coroa Havaiana.
Em 1985, Carroll aderiu ao protesto contra o regime de apartheid na África e não participou dos eventos naquele país, facilitando o caminho para que Tom Curren chegasse ao título mundial. Essa atitude fez com que diversos atletas também aderissem à causa.
Sua carreira foi caracterizada pelo bom condicionamento físico, versatilidade, força e precisão nas manobras. Porém, sofreu diversos problemas de saúde, como rupturas no estômago e nos ligamentos, chegando até a reconstruir um dos joelhos. O intenso treinamento que realizava certamente o ajudou a prolongar sua carreira no circuitomundial. Além dos treinos físicos e técnicos, Tom Carroll foi um dos percursores da preparação mental entre surfistas. Sua estratégia motivacional foi fundamental para derrotar os adversários como Curren e Occy, que o próprio tom julgava serem melhores e mais talentosos que ele. Afim de superar qualquer insegurança, Tom trabalhou muito o emocional e sua auto estima. Seu objetivo era acreditar na vitória. Ter certeza que estava pronta para vencer. A consequência disso foram os dois títulos mundiais que Tom Carroll conquistou durante sua brilhante carreira. Qualquer surfista que sonha em conquistar o título mundial, independente de seu talento natural e do passaporte que carrega, tem que estar fisicamente e mentalmente preparado para surfar o seu melhor em qualquer condição de mar. Grande ou pequeno. Liso ou mexido. Não importa. Antes de Tom Carroll, acreditava-se que os surfistas não precisavam treinar fora d’água.
Em 88, Tom assinou seu primeiro contrato milionário com a Quiksilver. Em 93, ele abandonou as competições, porém seu relacionamento com a empresa dura até hoje, onde atua como chefe internacional da equipe de atletas da marca, entre outras funções.
Quando comecei a pegar onda , era a fase do fenômeno MARK RICHADS, que dominou o circuito de 79 a 82, era um competidor nato, e acreditava-se que ninguem podia alcançá-lo. Slater conseguiu dobrar o que parecia impossível. Mas Carroll na época me parecia o surfista que causava melhor impressão, pois treinava em demasia, executava uma preparação física impecável e dominava Pipe. O meu primeiro contato foi no primeiro Hang Loose/86 em que ficou em segundo lugar, evento que fez o Brasil retornar aos eventos internacionais. Entretanto sua marca e minha admiração foi consolidada em 87 e 88, Carroll venceu os dois eventos na Joaquina, mostrando um surf diferenciado aos demais. Portava-se como um legítimo campeão mundial, embaixador do surf. Sempre me pareceu o surf de Teco Padaratz espelhado no estilo de Tom. Um abraço mauro escobar
Segue momentos memoráveis de Carroll em Pipe e suas belas pranchas Byrne.
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Em 1983, o australiano de Newport venceu três campeonatos consecutivos e conquistou seu primeiro título mundial. Em 84, foi campeão mundial novamente, além de ser considerado o surfista mais popular entre o público.
No final dos anos 80, tornou-se conhecido como um verdadeiro mestre nas ondas havaianas. No primeiro campeonato que disputou em Pipeline, em 79, foi um dos finalistas. Depois, foi o primeiro surfista a vencer três vezes o Pipe Masters, um dos mais tradicionais eventos do circuito mundial - o que lhe rendeu o apelido Mr. Pipe. Além de uma Tríplice Coroa Havaiana.
Em 1985, Carroll aderiu ao protesto contra o regime de apartheid na África e não participou dos eventos naquele país, facilitando o caminho para que Tom Curren chegasse ao título mundial. Essa atitude fez com que diversos atletas também aderissem à causa.
Sua carreira foi caracterizada pelo bom condicionamento físico, versatilidade, força e precisão nas manobras. Porém, sofreu diversos problemas de saúde, como rupturas no estômago e nos ligamentos, chegando até a reconstruir um dos joelhos. O intenso treinamento que realizava certamente o ajudou a prolongar sua carreira no circuitomundial. Além dos treinos físicos e técnicos, Tom Carroll foi um dos percursores da preparação mental entre surfistas. Sua estratégia motivacional foi fundamental para derrotar os adversários como Curren e Occy, que o próprio tom julgava serem melhores e mais talentosos que ele. Afim de superar qualquer insegurança, Tom trabalhou muito o emocional e sua auto estima. Seu objetivo era acreditar na vitória. Ter certeza que estava pronta para vencer. A consequência disso foram os dois títulos mundiais que Tom Carroll conquistou durante sua brilhante carreira. Qualquer surfista que sonha em conquistar o título mundial, independente de seu talento natural e do passaporte que carrega, tem que estar fisicamente e mentalmente preparado para surfar o seu melhor em qualquer condição de mar. Grande ou pequeno. Liso ou mexido. Não importa. Antes de Tom Carroll, acreditava-se que os surfistas não precisavam treinar fora d’água.
Em 88, Tom assinou seu primeiro contrato milionário com a Quiksilver. Em 93, ele abandonou as competições, porém seu relacionamento com a empresa dura até hoje, onde atua como chefe internacional da equipe de atletas da marca, entre outras funções.
Quando comecei a pegar onda , era a fase do fenômeno MARK RICHADS, que dominou o circuito de 79 a 82, era um competidor nato, e acreditava-se que ninguem podia alcançá-lo. Slater conseguiu dobrar o que parecia impossível. Mas Carroll na época me parecia o surfista que causava melhor impressão, pois treinava em demasia, executava uma preparação física impecável e dominava Pipe. O meu primeiro contato foi no primeiro Hang Loose/86 em que ficou em segundo lugar, evento que fez o Brasil retornar aos eventos internacionais. Entretanto sua marca e minha admiração foi consolidada em 87 e 88, Carroll venceu os dois eventos na Joaquina, mostrando um surf diferenciado aos demais. Portava-se como um legítimo campeão mundial, embaixador do surf. Sempre me pareceu o surf de Teco Padaratz espelhado no estilo de Tom. Um abraço mauro escobar
Segue momentos memoráveis de Carroll em Pipe e suas belas pranchas Byrne.
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LA BOYA 21/12/2005
Marzo 9, 2007, 10:25 am
Após a polêmica, em razão da possibilidade de uma etapa internacional no Uruguay e a contribuição de vários amigos, passo a expor um assunto interessante : premiação pelas melhores fotos.
Com a possibilidade dos surfistas conseguirem surfar ondas acima de 30 pés , face o uso da prática de "Tow in". Locais e ondas antes impossíveis começaram a serem atacadas. JAWs, Mavericks entre outras. No Brasil foram descobertas ondas na "Ilha dos Lobos" e "Laje de Jaguaruna", que podíam serem surfadas com auxilio do jet ski, com face de 10 a 20 pés. Laird Hamilton, Garret Macnamara, Greg Long são alguns "gringos " que tem se destacado em tal prática. Um pequeno grupo de brasileiros tem enfrentado tal desafio, Carlos Burle, Pato , Jorge Pacelli, Eraldo Gueirós, Rodrigo Rezende tem obtido sucesso. Capilé e o falecido Zeca descobriram tal prática nas ondas brasileiras.
A BILLABONG INTERNACIONAL criou o "Global Big Wave Awards", em que é oferecido 60.000 dólares para a maior onda surfada e mais 1 mil dólares para cada pé surfada acima de 60 pés. Em 2005 Dan Moore ganhou o prêmio de 68.000 dólares, por uma onda de 68 pés. É dificil acreditar. Burle ganha idêntico valor por uma foto em Mavericks. Informe-se que não é só o surfista que ganha o prêmio , o fotógrafo tambèm.
O Brasil busca imitar os "gringos" e cria "Greenish Maior Onda do Brasil". O prêmio pago é de 25.000,00 reais, em torno 12.000 dólares, pela maior onda, 5.000,00 reais , em torno de 2.500 dólares ao fotógrafo. Para 2007 foi acrescentado mais 5.000,00 reais , em torno de 2.500 dólares ao shaper da prancha do atleta vencedor.
É certo que o Brasil não tem condições de pagar os mesmos valores dos estrangeiros, entretanto, os valores pagos são um incentivo para surfistas , fotógrafos e agora os shapers.
Penso que esta idéia tambem pode ser observada no Uruguay, claro que deve haver a obtenção de um bom patrocínio e demais investimentos. Entretanto todos ligados ao esporte ganhariam. Desde que tenho interagido como os amigos do Paipo, tenho observados ótimas fotos . A pergunta que faço é : QUANTO VALE A FAMOSA FOTO DE LA BOYA EM 21/12/2005. Não tenho nem idéia, mas com certeza se recebesse alguma premiação seria ótimo para todos. Não sei o que pensam os amigos, essa é minha opinião. Um grande abraço, mauro escobar.
Seguem algumas fotos da Ilha dos Lobos e Laje de JaguarunaValoración:
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ETAPA WQS/WCT URUGUAY
Marzo 8, 2007, 1:42 pm
ETAPA WCT/WQS – URUGUAY
Após alguns debates no “chat” do PAIPO, a respeito da possibilidade de existir uma etapa do WCT ou WQS no Uruguay, passei a refletir minhas idéias com os pensamentos dos demais participantes, que se expressaram resumidamente da seguinte forma :
Amilkar – Diz que o Uruguay é um mercado muito pequeno, mas que acha que existem no país ondas de qualidade suficiente. Fala que empresas grandes não querem fomentar o surf no país. Que existem poucos surfistas.
Martin – Acha difícil a realização , pois países como Chile, Equador e Peru que possuem boas ondas não conseguiram. E que dificilmente haveria em 20 dias de espera 2 dias clássicos.
Ramiro – Confirma que Mar Del Plata não possui melhores ondas que no Uruguay.
5:9 – Diz que é difícil WCT no Uruguay e que não fariam campeonatos com ondas de “mierda”. Entretanto fizeram no Japão com ondas sempre ruins.
Pela – Informa que não haveria 4 dias de ondas de qualidade, que o Brasil possui melhores condições de ter uma etapa do circuito.
Pichibull – Informa que o Chile que possui grandes ondas , somente agora possui uma etapa bancada pela Rip Curl e que não há ondas boas em seu país. Sugere etapa da ALAS e apoio a “Luisma”.
A partir das colocações dos amigos , passo a expor os meus pensamentos sobre o tema.
O Uruguay pode possuir uma pequena população e surfistas, entretanto, este não é o critério para a viabilização de uma etapa do circuito. O meu estado no Brasil é o Rio Grande do Sul, que é do tamanho e com mesma população que a do Uruguay, e conseguiu anos atrás sediar uma etapa WQS em Torres em detrimento de estados maiores e de maior importância, com péssima reputação de ondas. O exemplo de Mar del Plata é emblemático. A maioria dos surfistas argentinos reside em Buenos Aires, distante mais de 500KM. Das vezes que estive presente em tal cidade, nunca presenciei boas ondas. Tão pouco li revistas divulgando boas ondas nos campeonatos em tal local. Nada contra os argentinos , mas não possuem uma tradição no surf, ondas de qualidade e possuem certamente menos surfistas que no Uruguay, fora as dificuldades naturais de distância e clima da região litorânea deste país. Entretanto ocorreram várias etapas WQS naquele país.
O WCT no Brasil é patrocinado pela marca “NOVA SKIN”, cerveja de qualidade duvidosa para meu paladar, entretanto, alavancou as suas vendas com a etapa do circuito , estando atualmente entre as lideres de vendas. O surf teve grande importância em tal crescimento, a marca, agora, na imagem das pessoas, esta ligada a praia, mulheres bonitas, ondas e verão. A marca da mesma bebida no Uruguay possui qualidade infinitamente superior a brasileira e pode ter o mesmo sucesso que a brasileira.
O Peru é um país incrível , em que tive muitas passagens, entretanto, a situação política e financeira fez com que perdesse o prestígio de décadas anteriores. Inclusive na década de 60 teve um campeão mundial. A etapa de Punta Rocas realizada anos anteriores era bancada pela cerveja CRISTAL. No Brasil existe muita pobreza e favelas, entretanto no Peru grande parte da população vive na linha da miséria. No entanto, consegue bancar com uma empresa local sua etapa do circuito. O Equador possui boas ondas, mas padece de situação política em que não se pode oferecer segurança e estrutura a um evento internacional. O Chile é um país de ótimas ondas, agora possuindo uma etapa do circuito, bancado por uma marca internacional. Possui uma ótima situação financeira, não possui uma grande população ou grande número de surfistas. Outro aspecto sempre referido é a qualidade das ondas. Tal requisito nunca foi o critério decisivo para a ASP. Nos últimos anos tem havido privilégio no WCT a locais de ótimas ondas, mas ainda tem etapas com ondas sem qualidade . O Japão é um exemplo disso em sua etapa, como bem lembrou o amigo 5:9. O próprio Brasil em sua etapa não tem tido boas ondas, sendo que todos os anos tem que se observar o limite de espera da janela do evento, para aproveitar um a dois dias razoáveis. No WQS já não existe esse objetivo, o interessante são as premiações e os pontos obtidos. Etapas na Inglaterra , no nordeste do Brasil, algumas etapas da França entre outras com certa freqüência rolaram com ondas ruins. Sinalo ainda, que a antiga IPS, promoveu uma etapa em ISRAEL, na década de 70, o que aí se denota o espírito da entidade. Na minha opinião, o Uruguay possui condições de ondas suficientes para bancar uma etapa internacional seja ela WQS,WCT ou ALAS. Empresas Nacionais ou Multinacionais podem bancar uma etapa uruguaia, o retorno pode ser grande a título de vendas e mídia. A Federação deve apoiar, juntamente com os organismos governamentais. O Uruguay ganhou duas olimpíadas, duas copas do mundo e vários títulos mundiais de clubes no futebol, mesmo com todas as restrições alegadas quanto ao tamanho da população. A maior característica dos uruguaios no futebol sempre foi a temida “garra uruguaia”. Tal atitude pode ser endereçada no surf. Se o país não tem condições no momento de um WCT, se tente uma etapa WQS ou se busque no mínimo uma etapa do ALAS, como disse pichibull com correção. Um grande abraço, era essa minha opinião. Mauro Escobar
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Após alguns debates no “chat” do PAIPO, a respeito da possibilidade de existir uma etapa do WCT ou WQS no Uruguay, passei a refletir minhas idéias com os pensamentos dos demais participantes, que se expressaram resumidamente da seguinte forma :
Amilkar – Diz que o Uruguay é um mercado muito pequeno, mas que acha que existem no país ondas de qualidade suficiente. Fala que empresas grandes não querem fomentar o surf no país. Que existem poucos surfistas.
Martin – Acha difícil a realização , pois países como Chile, Equador e Peru que possuem boas ondas não conseguiram. E que dificilmente haveria em 20 dias de espera 2 dias clássicos.
Ramiro – Confirma que Mar Del Plata não possui melhores ondas que no Uruguay.
5:9 – Diz que é difícil WCT no Uruguay e que não fariam campeonatos com ondas de “mierda”. Entretanto fizeram no Japão com ondas sempre ruins.
Pela – Informa que não haveria 4 dias de ondas de qualidade, que o Brasil possui melhores condições de ter uma etapa do circuito.
Pichibull – Informa que o Chile que possui grandes ondas , somente agora possui uma etapa bancada pela Rip Curl e que não há ondas boas em seu país. Sugere etapa da ALAS e apoio a “Luisma”.
A partir das colocações dos amigos , passo a expor os meus pensamentos sobre o tema.
O Uruguay pode possuir uma pequena população e surfistas, entretanto, este não é o critério para a viabilização de uma etapa do circuito. O meu estado no Brasil é o Rio Grande do Sul, que é do tamanho e com mesma população que a do Uruguay, e conseguiu anos atrás sediar uma etapa WQS em Torres em detrimento de estados maiores e de maior importância, com péssima reputação de ondas. O exemplo de Mar del Plata é emblemático. A maioria dos surfistas argentinos reside em Buenos Aires, distante mais de 500KM. Das vezes que estive presente em tal cidade, nunca presenciei boas ondas. Tão pouco li revistas divulgando boas ondas nos campeonatos em tal local. Nada contra os argentinos , mas não possuem uma tradição no surf, ondas de qualidade e possuem certamente menos surfistas que no Uruguay, fora as dificuldades naturais de distância e clima da região litorânea deste país. Entretanto ocorreram várias etapas WQS naquele país.
O WCT no Brasil é patrocinado pela marca “NOVA SKIN”, cerveja de qualidade duvidosa para meu paladar, entretanto, alavancou as suas vendas com a etapa do circuito , estando atualmente entre as lideres de vendas. O surf teve grande importância em tal crescimento, a marca, agora, na imagem das pessoas, esta ligada a praia, mulheres bonitas, ondas e verão. A marca da mesma bebida no Uruguay possui qualidade infinitamente superior a brasileira e pode ter o mesmo sucesso que a brasileira.
O Peru é um país incrível , em que tive muitas passagens, entretanto, a situação política e financeira fez com que perdesse o prestígio de décadas anteriores. Inclusive na década de 60 teve um campeão mundial. A etapa de Punta Rocas realizada anos anteriores era bancada pela cerveja CRISTAL. No Brasil existe muita pobreza e favelas, entretanto no Peru grande parte da população vive na linha da miséria. No entanto, consegue bancar com uma empresa local sua etapa do circuito. O Equador possui boas ondas, mas padece de situação política em que não se pode oferecer segurança e estrutura a um evento internacional. O Chile é um país de ótimas ondas, agora possuindo uma etapa do circuito, bancado por uma marca internacional. Possui uma ótima situação financeira, não possui uma grande população ou grande número de surfistas. Outro aspecto sempre referido é a qualidade das ondas. Tal requisito nunca foi o critério decisivo para a ASP. Nos últimos anos tem havido privilégio no WCT a locais de ótimas ondas, mas ainda tem etapas com ondas sem qualidade . O Japão é um exemplo disso em sua etapa, como bem lembrou o amigo 5:9. O próprio Brasil em sua etapa não tem tido boas ondas, sendo que todos os anos tem que se observar o limite de espera da janela do evento, para aproveitar um a dois dias razoáveis. No WQS já não existe esse objetivo, o interessante são as premiações e os pontos obtidos. Etapas na Inglaterra , no nordeste do Brasil, algumas etapas da França entre outras com certa freqüência rolaram com ondas ruins. Sinalo ainda, que a antiga IPS, promoveu uma etapa em ISRAEL, na década de 70, o que aí se denota o espírito da entidade. Na minha opinião, o Uruguay possui condições de ondas suficientes para bancar uma etapa internacional seja ela WQS,WCT ou ALAS. Empresas Nacionais ou Multinacionais podem bancar uma etapa uruguaia, o retorno pode ser grande a título de vendas e mídia. A Federação deve apoiar, juntamente com os organismos governamentais. O Uruguay ganhou duas olimpíadas, duas copas do mundo e vários títulos mundiais de clubes no futebol, mesmo com todas as restrições alegadas quanto ao tamanho da população. A maior característica dos uruguaios no futebol sempre foi a temida “garra uruguaia”. Tal atitude pode ser endereçada no surf. Se o país não tem condições no momento de um WCT, se tente uma etapa WQS ou se busque no mínimo uma etapa do ALAS, como disse pichibull com correção. Um grande abraço, era essa minha opinião. Mauro Escobar
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LUIS MARIA ITURRIA
Marzo 7, 2007, 9:18 am
LUIS MARIA ITURRIA
Os brasileiros por residirem em um país de dimensões continentais, começam a competir nos campeonatos de seus estados. Alcançando algum destaque mudam para o campeonato brasileiro. Após tentam a sorte nas etapas do WQS, e, tendo algum êxito, buscam o WCT. O Brasil na minha opinião tem nos últimos anos impondo a sua marca como uma das potências do surf mundial, ficando ainda atrás de australianos, americanos/havaianos. Os demais países latinos americanos tem apostado suas fichas no circuito da Associação Latino Americana de Surf. O Brasil não tido muito êxito nestas competições, tão pouco mostrado sua força. Entretanto as revistas do Brasil começam a relatar a evolução dos demais países latino americanos.
A revista Fluir, na sua edição de dezembro de 2006, publica matéria do jornalista uruguaio Pablo Zanocchi, sobre tal assunto. As matérias publicadas a respeito do Uruguai anteriormente resumiam-se a viagens de surfistas brasileiros ao país irmão, reportando suas ondas e sua cultura. É com grande alegria que um jornalista uruguaio fala dos demais surfistas latino americanos na matéria intitulada "LOS COMPANEROS". Vários surfistas de talentos são indicados em paises como Venezuela, Argentina, Chile, Porto Rico, Panamá, México , El Salvador e URUGUAY. O Peru destes, foi o único país a já possuir um campeão mundial, com Felipe Pomar na década de 60 e somente agora evolui novamente com uma campeão feminina.
O surfista uruguaio LUIS MARIA ITURRIA, é muito elogiado, tendo experiência em vários tipos de onda. Sendo capa de revistas autralianas e viajando o mundo na busca das melhores ondas. É indicado em tal reportagem a "elasticidade" como uma das suas características nas manobras, tendo facilidade nos "aéreos". Narra sua juventude nos campeonatos e sua cidade natal. "LUISMA" como é chamado esta a buscar novos horizontes e evoluir cada vez mais. Encontra-se em 4º lugar no ranking, entretanto, com tristeza ao final da matéria é dito que o grande expoente do surf uruguaio com tudo que vem apresentando ainda não tem um patrocinador principal. Prezados hermanos , se mobilizem para que empresas ligadas ao surf e até fora dela, patrocinem este talento. Aos empresários tem que ser dito que o surf dá um grande retorno. A Federação deve apoiar este objetivo. Não conheço pessoalmente o Luis Iturria, tão pouco estou falando em seu nome, no entanto, peço aos amigos que se mobilizem por esta causa se até a presenta data não tiver ocorrido, um grande patrocinador ao jovem surfista deve ser alcançado, para que alcance degraus ainda mais altos e o surf uruguaio tenha ainda mais destaque. Um grande abraço. mauro escobarValoración:
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