CHUY/CHUI

CHUY/CHUI

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A palavra Chuy provém da língua tupi-guarani, com ela os indígenas designaram o pequeno arroio que dá nome a cidade. Alguns historiadores dizem que a palavra era o nome dado a um pequeno pássaro de peito amarelo, muito comum na região. A cidade é separada por uma rua, tendo de um lado Chui, Brasil e de outro Chuy Uruguay. Local de lutas e disputas no passado , atualmente um local de bom convívio entre dois países e várias etnias. Um comércio fortíssimo, muitas lojas dos dois lados, sendo do lado brasileiro lojas de propriedade de pessoas de origem árabe com ótimas ofertas e do lado uruguaio se destaca os free-shops, com produtos do mundo inteiro. Mesmo sendo uma cidade pequena nada falta . A gastronomia é forte na cidade. De um lado se pode apreciar um legítimo espeto corrido dos gaúchos do Rio Grande e de outro as legítimas parrilladas charruas. A noite os restaurantes do lado uruguaio além da cozinha local servem uma carta vasta e de todos os gostos e preços.Os hospedagem é boa e com todos os preços. Tal proximidade das duas cidades dá um entorno binacional onde alguns costumes se misturam, dando ao lugar um atrativo todo especial, o idioma desempenha um papel importante, é a única fronteira do Brasil onde não existe o “portunhol”, do lado brasileiro fala-se o português e do lado uruguaio o espanhol mais polido que se fala no Uruguay.

A 7 km rumo oeste pela Ruta 19, se chega ao “Fuerte San Miguel” um dos patrimônios históricos nacionais . Local de lutas entre espanhóis e portugueses, hoje o local é totalmente preservado pelo Exército do Uruguay , aberto a visitação. O local encanta pela beleza e foi cenário de filmes recentes.


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1 – Boas ondas no Chuy.
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2 – Ondas rápidas.
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3 – Ondas longas.
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4 – Surfista solitário.
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5 – Ondas perfeitas.
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6 – Ondas tubulares em todos os tamanhos.
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7 – Onda clássica, se pode notar o tamanho da onda se comparando com as pessoas.
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8 – Belas ondas.
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9 – Tubos.
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10 – Ondas pesadas no outside.


No lado oposto , a 14 km encontra-se a Barra do Chuy, havendo acesso pelo lado do Brasil como do Uruguay, mas pelo Brasil é mais reto e mais curto. Existe um molhe , para a desembocadura do arroio Chuy, no qual rolam ondas tanto na Barra , quanto nos dois lados , tanto brasileiro quanto uruguaio. No lado brasileiro existem morros que abrigam belas casas e o Farol, mantido pela Marinha do Brasil. O visual da Barra ao lado do mirante que fica perto do Farol, parte mais alta do local é fantástico.

Venho a muito anos ao Chui, sempre de passagem indo sempre surfar tanto na região da Fortaleza , quanto La Paloma. Sempre parando para comprar e fotos.

Durante um ano observando as fotos do Paipo, pude constatar que a Barra do Chuy era dos picos mais constantes do Uruguay. Sempre havia alguma onda , onde os outros picos estavam flat. Tudo isso graças ao trabalho incansável do surfista e fotógrafo Gustavo “Tato” Campos. Tive o prazer de conhecer o seu trabalho e saber um pouco mais sobre as ondas da região.

O Gustavo é uruguaio e trabalha no Fórum do Chuy. Mas mora na Barra do lado uruguaio. Existe no local apenas três surfistas locais, sendo um deles o próprio Gustavo. Normalmente surfa solitário, pois os demais ou estão em período de estudos ou os horários não coincidem com os do trabalho do Gustavo.



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11 – Luar na Barra.
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12 – A Barra 20 anos atrás, com Farol ao fundo e assoreamento do Rio, arquivo pessoal.
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13 – Mauro , mirante do Farol, arquivo.
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14 – Séries no outside.
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15 – Ondas para manobras.
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16 – Perfeição.
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17 - Ondas escuras.
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18 - Foto em cima dos molhes.
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19 - Longas e tubulares.
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20 - Tubo perfeito.

O acervo do Gustavo é maravilhoso, ondas de todos os tamanhos, cores e tonalidades. Existe um ditado local que diz o seguinte : “quando estão rolando as ondas , surfe imediatamente e não deixe para depois”. A região da Barra do Chuy, sofre constante variações de ventos e marés. Se pode surfar ondas verdes cristalinas em um momento e em outro o mar estar na tonalidade escura ou até azul. Eu prefiro as ondas no meio do rio ou lado do dos molhes. O Gustavo já prefere as ondas perto da estátua da “Iemanja´”, já mais distante dos molhes. O sweel de sul e vento oeste seja uma das condições ideais de boas ondas. Ondas tubulares na beira da praia ou ondas mais cheias no outside são constantes. As ondas no meio da desembocadura, oscilando da água doce para salgada também é um atrativo. A natureza tem forte presença na área, são constantes na região baleias , golfinhos, lobos marinhos, capivaras, lontras, zorros, cisnes do pescoço negro entre outros. Existe artesões que fazem belos trabalhos só com o que o mar joga na beira da praia, como conchas , ossos de baleia e escamas de peixes. O luar na beira da praia é fantástico, local afastado das grande cidades, se tem uma visão perfeita do céu e das estrelas.

Numa época em que os picos ficam cada vez crowdeados e conhecidos, a Barra do Chuy é um local a ser desbravado e curtido, sempre respeitando meio ambiente e as pessoas, pois o local é privilegiado. Portanto o Chuy/Chui não é só o local de boas compras, bons serviços, bela natureza e local histórico é mais que isso é um belo pico de boas ondas e o trabalho do Gustavo Campos é uma prova disso.


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21 - Amanhecer na Barra.
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22 - Ondas na beira da praia.
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23 - Arte e ondas.
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24 - Surf
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25 - "El Farol".
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26 - São Miguel.
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27 - São Miguel.
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28 - Lado brasileiro.
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29 - Nas dunas.
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30 - Ondas na boca da Barra.

Estando na cidade você estará a 30 Km de La Moza e as praias da Fortaleza, 160 Km de La Paloma, 340 de Montevideo, 520 km de Porto Alegre, 985 Km de Florianópolis.

O Chuy é uma cidade binacional onde jamais poderia ser encarada como apenas local de passagem , pois aquele que conhecer a fundo a região, vai pegar boas ondas. Até a próxima, Mauro Escobar e Gustavo Campos.


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31 - Gustavo Campos
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32 - As séries.
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33 - No meio do rio.Valoración:   Votos: 1  



TRIP PAIPO URUGUAY 2008

URUGUAY 2007/2008 TRIP PAIPO
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Las rocas de La Moza

No final de 2006 para 2007 tive a oportunidade de pegar um grande sweel em Santa Tereza, com ondas incríveis em La Moza. Foi a partir de algumas fotos desta trip que começa minha ligação com o Paipo.

Eu tinha passagem aérea para o Peru, que com a queda dos aviões brasileiros, deixei as datas de embarque suspensos. Após um ano inteiro de contato diário no Paipo, achei que seria importante uma nova trip com contato direto com os novos parceiros. Sabia que o final de dezembro e inicio de janeiro não seriam as datas perfeitas das grandes “olas” charruas.

No entanto as ligações com o Paipo se tornaram mais importantes que a possibilidade de grandes ondas naquele momento. Haviam muitos planos, novas matérias, “regalos” para sorteio e o contato pessoal com aqueles que eu ainda não conhecia. Mas nunca me esquecia das olas na ponta da pedras de La Moza, torcendo que elas se repetissem.

Minha namorada Patrícia vinha de uma operação na coluna, e achei que deveria me acompanhar ao lado de minha filha menor Isabella de 1 ano e 10 meses. Dani, a filha mais velha de 13 anos , que tira as fotos quando estou no mar, preferiu ir ao Rosa .


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1 – Foto La Moza 2006
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2 – Barra do Chuy
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3 – Barra do Chuy
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4 – Paipo presente, visual Barra
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5 – Chuy, Gustavo
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6 – Barra do Chuy , negro e com chuva, contrariando Pela
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7 – Barra do meio do rio
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8 – 9:2
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9 – 9:2 tirando todos da onda
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10 – Tabloneros no pico


Pelos meus contatos profissionais obtive estadia no Hotel Bertelli, que fica a 200 metros da fronteira Brasil e Uruguay no Chuy. Juanto já se comprometera com um asado , ao estilo charrua em La Paloma e Pichibull , ajudou com a marcação do dia 30/12, para o encontro , em Corumbá/Gavilan. As previsões de ondas não eram muito boas. Na chegada consegui surfar ondas de um metro na Barra do Chuy, quebrando no meio do rio e dos lados brasileiro e uruguaio.

O Andrés Curbelo(9:2) foi o primeiro a ser contatado, pelo celular, estava acampado na Fortaleza, em frente de La Moza.Conheci sua namorada Tânia. Havia no pico ondas de máximo 0,5 m , nada animadores. Tanto que surfei só. Depois do surf conversamos muito. Em outro dia ficamos horas a frente da praia do Cerro Chato, falando sobre o surf e sobre o Paipo, estava completamente flat. No terceiro contato, o mar havia reagido e o 9:2 , estava animado com seu novo longboard, encomendado junto ao Gustavo da Santa Lu. A onda não me levava, estava ideal para os tabloneros. Andrés pegou vários ondas mesmo com condições nada favoráveis. Por tal fato pude notar que sua nova prancha era muito boa. O 9:2 dizia que era mágica, mesmo estando uns 3 meses sem ter podido surfar em razão de compromissos. Pude comprovar e fotografar. Foi uma lastima não poder ter me acompanhado em La Paloma, pois já estaria indo embora, com passagem marcada .

Eu já havia conversado muito com o Andrés por emails e foi um prazer conhece-lo pessoalmente.

Neste último dia de contato com 9:2, na volta ao Hotel, havia um recado do Gustavo “Tato”Campos no chat do Paipo Brasil, que tinha me visto pela estrada da Barra. Foi me visitar no Hotel . No outro dia eu ia a La Paloma, mas Gustavo não podia e me mostrou onde tirava as fotos ao Paipo e marcamos para o “asado” do Juanto em La Paloma ele me acompanharia. Recebi um CD, com muitas fotos, que serão alvo de matérias, tanto na Barra como La Moza e Pesqueros.

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11 – 9:2 grab rial
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12 – Fortaleza
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13 – Gustavo Campos
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14 – Gustavo on line
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15 – La Moza
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16 – Ideal para tabloneros , La Moza
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17 – Visual em Santa Tereza
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18 – Praia do Barco
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19 – Haciendo turismo
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20 – La aguada com chuva


No dia 28/12 aparece uma foto no Paipo com uma onda de 6 pés tubualres, com sol e água azul, como sendo foto do Tio , e dizia Rocha, foi a maior debate no chat do site.Mas algo estranho estava acontecendo, a menos de 100 Km de La Paloma o céu estava negro, chovia e as ondas não chegavam a 0,5 metro. Fiz contato com Pichibull e informei a situação. Todos haviam acreditado. O Pela havia colocado esta foto do México no site e nada tinha comunicado , deixando todos sem saber.Mas ao final foi descoberto. Existe um tablonero que possui a escola de surf “La Mozita”, além de surfar bem, dá um belo exemplo de integração entre surf e preservação do meio ambiente.

Dia 29/12 fui a La Paloma, o celular do Juanto estava desligado. Não o consegui achar, chovia. Havia uma onda de 0,5 a 1 metro, nada de excepcional em La Aguada, com céu negro.Melhor opção era a praia do Barco.

Dia 30 fui novamente a La Paloma, Gustavo se juntou na viagem. Novamente Juanto com celular desligado. Já havíamos combinado de achar o melhor pico surfar e voltarmos. Quando para nossa surpresa fomos achados pelo pai de Juanto que nos levou a sua casa na praia de Gavilan. Feitas as apresentações, Juanto colocou usa prancha retro biquilha no meu carro e fomos ao encontro dos demais paiperos. Fabio (tablonero) e Santiago foram os primeiros a serem achados. Pela , Pichibul e Paola já estavam surfando em La Aguada.

A onda tinha menos de 0,5 demorada e sem força.


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21 – Crowd no encontro com paiperos
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22 – Esperança com Cerro Chato
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23 – Patrícia e Isabella Punta del Diablo
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24 – Cerro Chato
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25 – O mar cresce
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26 – Juanto, Pela,Gustavo e Andrés Torres
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27 – Gustavo, tentando surfar nas merrecas
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28 – Gustavo, Poronguero, Juanto, Paola, Pichibull, ,Mauro , Pela e Tablonero(Fábio)
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29 – Inside de La Moza
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30 – La Moza subindo



Foi com muito prazer que chegando ao pico, me perguntaram se eu era o Mauro e que já havia lido algumas matérias, depois soube que era um veterano surfista, chamado “el viejo”.

Pablo Delbracio(Poronguero), chegou mais tarde e lhe emprestei uma de minhas pranchas.

Quando vi estavam cercados pelos amigos do Paipo. Não me deixaram surfar. Quando entrava uma “olita”, vários entravam na mesma onda. No Brasil se chama “enrabar”. Juanto entrou na onda que Pichibul já vinha surfando. Pela fez mesma coisa com Tablonero. Em outra onda Gustava entrou no pico e na frente Pichibul e Juanto também entraram. Eram muito pequenas, e, fiquei a conversar com os amigos. Após uma hora de um surf sofrível, fomos ao asado organizado pelo Juanto.Não havia nada, Pichibul foi como o novo organizador de eventos do Paipo pelo fracasso do Juanto. Acabamos comendo uma “milanesa” , ao lado da casa do Fábio. Havia muita cerveja e até um whisky by Chuy.

No retorno da milanesa, fomos a casa do Juanto, muita conversa e bebida, banho de mar e vista para o iate do paipo. Poronguero me deu um DVD com seu belo trabalho no Panamericano do Chile 2007 e me informou sobre suas idéias de crescimento do surf no Uruguay.

Um agradecimento todo especial a mãe, pai e irmã do Juanto pelos cuidados com a Isabela .

O Tio também foi uma grande presença. Poucas palavras , mas muita simpatia. Grande fotógrafo do Paipo. Um surf de merrecas na frente do Gavilan, quase flat.

Retornando ao Chuy, flat total. Fui fotografado na praia, lendo um livro, o Gustavo me fotografou e o Pela colocou no site “Mauro haciendo turismo”.


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31 – Morada Paipo em Gavilan
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32 – Iate Paipo
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33 – Poronguero e Pela
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34 – Barra do Chuy por Gustavo
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35 – Véspera do clássico
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36 – 2ª sessão La Moza
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37 – 2 no pico
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38 – Paiperos , Gaston e Omar
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39 – La Moza
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40 – As olas entrando



Turismo , nos dias sem ondas é coisa que pode ser feito na região. A vista do alto do morro da Barra do Chuy , o farol, Forte São Miguel, compras nos free shops, Santa Tereza, Laguna Negra entre outros são grande locais e patrimônio nacional.
Santa Tereza é o vestígio mais monumental do Uruguay, cercada de bleas praias, sendo recomendável visita ao Rosedal, Sombráculo e a Capatacia.

Com Vento nordeste “Los Pesqueros” era a melhor opção.

Existe certos costumes usados pelos Uruguaios, que são diferentes dos brasileiros. Não existe beijo entre os homens, já no Uruguay é diferente e entre os amigos é comum. Sei que é ato normal e expressa respeito entre amigos , mas estranhos a um estrangeiro. Mas nosso amigo Emiliano depois de vários goles de whisky estava muito beijoqueiro.

Dia 04, começa o vento sul a soprar, algumas ondas aparecem em Cerro Chato. De imediato informado ao Paipo. O sul fica muito forte, meio picado, mas a tarde já começa a rolar uma onda na ponta da pedras de La Moza. Dia 05/12, vento sul, mas fraco, as ondas rolavam sensacionais, com bom tamanho passando de 1,5 m e algumas com mais de 2 m. O maior sufoco para pular das pedras. Não parava de entram ondas no outside. Conheci dois paiperos, Omar e Gaston, que me perguntaram se eu não era “Mauro o brasilero”. Omar caiu das pedras, quando a espuma bateu nas “rocas”, tentou entrar pela beira da praia e não conseguiu chegar no pico. Gaston também caiu, mas conseguiu pular e ficou um tempo no pico. Em torno de 4 a 5 ficaram no pico e uns 7 ficaram embaixo pegando a sobra. O Gustavo não pode ir pois ficou com febre na véspera.

Após pegar uma onda , um brasileiro que diz que mora em Rio Grande, mas nasceu no Estado do Pará, me perguntou onde eram a onda do dia 28/12. Tive que dizer que foi colocado pelo Pela. Me surpreendeu como o Paipo é visto e como cresceu.


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41 – La Moza
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42 – Los Pesqueros
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43 – Desespero no pico
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44 – Drop reto, La Moza
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45 – Esquerdas por Gustavo
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46 – São Miguel
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47 – Pichibull esperando o asado de Juanto
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48 – Juanto e sua retro
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49 – O clássico
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50 – Barra do Chuy

As ondas exigiam um drop reto, e havia possibilidade de 3 cutbacks, para surfar toda a onda. Uma onda maravilhosa. Foi um presente que recebi, La Moza não me decepcionou. As previsões não eram boas. Fui embora com as ondas ainda rolando. Omar me disse que como as ondas estavam pequenas estava toda a noite tomando “cachaça”, e ai no dia das ondas estava fraco. Me disse que é muito amigo do Juanto.

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51 – Tio, Juanto, Gustavo e Pela
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52 – Farol
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53 – La Moza
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54 – Olas ticas
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55 -Fortaleza, patrimônio da humanidade
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56 – Asado por Juanto
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57 – Pronto para o expresso
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58 – Ondas médias
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59 – Olas desde la costa
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60 – Cerro Chato

Fui muito bem tratado pela família do Gustavo, inclusive Isabela não queria embora, de tanto que gostou de sua mãe e tia. Muitas das fotos desta matéria foram cedidas pelo Gustavo.

Após o retorno achei estranho de estas ondas não terem rolado no Brasil e em La Paloma também não teve este tamanho. Acho que foi um presente do Paipo. Chegaram muito regalos para sorteio ao Paipo. Insisto também as vantagens e descontos no Rosa aos Paiperos. Convido também aos paiperos que quiserem ao show do Iron Maiden em Porto Alegre dia 05/03. Se pode também organizar uma trip para o Peru em data a ser marcada.

Por tudo isso agradeço a todos, muitas matérias ainda virão e que os Uruguaios preservem Santa Tereza, pois não é só um patrimônio nacional, mas internacional e do surf acima de tudo.

Um abrazo a todos,Mauro.

Colaboraram com regalos para sorteio, no Paipo :

Oceano Surf Shop
Saraiva Cds
Tropico Surf Shop
Kodak revelações Porto Alegre
Abastecedora Nonoai
Sulina Livraria


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61 – Una olita a mais
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62 – La Moza por Gustavo
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63 – Barra do Chuy, mirando o backside, por Gustavo
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PORTEÑOS

ARGENTINOS

Os argentinos tem sido o ponto negativo aos moradores, comerciantes e bons turistas da Praia do Rosa neste verão

Mais do que nunca, este ano a Praia do Rosa foi invadida por uma horda de hunos recém chegados de Woodstock, com cabelos desgrenhados, calças fundilhudas e uma incompreensível compulsão a gritar, sujar as ruas e fazer barulho madrugada afora. Alguns portemos amigos e bons surfistas, diz que são todos filhinhos de papai, garotada entre 15 e 25 anos da classe média de Buenos Aires, gurizada que mora em Palermo, joga rubgy e estuda em faculdade particular, mas que na Praia do Rosa se traveste de hippie de vitrine, bota os demônios para fora e se vinga do conservadorismo da sociedade argentina e só anda com a “tabla” debaixo do braço.São muito poucos no pico, mas muitos na areias e na noite a incomodar. Os Argentinos do surf e de alma não são estes que invadiram o Rosa com mau comportamento.

Existem denúncias de donos de mercados que ainda não contabilizaram o prejuízo das mercadorias que os porteños afanam diariamente de suas prateleiras e leva escondida em suas bolsas. O resto dos comerciantes e moradores do Rosa estão apavorados com a bagunça que espanta os bons hóspedes, suja a praia e as ruas, não deixa ninguém dormir. Até os nativos que teimam em alugar suas casas a R$ 10,00 por pessoa estão de cara, pois os gringos enfiam clandestinos nas casas, quebram móveis e utensílios, assediam as meninas e perturbam o sono e todos com seus gritos e música alta.

O que fazer? Primeiro tomar consciência de que alugar barato é um péssimo negócio, para que o nível do turista que visita a praia melhore. Em segundo lugar, conseguir que a Polícia Militar pare de encarar a Praia do Rosa como local de veraneio e comece a trabalhar, o que ainda não fez este ano. O transito na Rua Calçada vive engarrafado, e os porteños pintam e bordam (a última moda é despejar latas de lixo quando voltam da balada) e as viaturas e motos policiais apenas desfilam como se estivessem na Marques de Sapucaí, sem tomar nenhuma atitude contra estes abusos. Uma história antiga.

Os paiperos devem saber o que está a acontecer no Rosa e não serem confundidos, com os hermanos argentinos . Tenho certeza que os charruas não cometerão tais erros, e irão ao Rosa para surfar e se divertir nada mais.

Aos Argentinos um recado, mais surf e menos tumulto. Educação é fundamental quando esta fora de seu pico. Os Argentinos estão a copiar maus exemplos de brasileiros, uma lastima. Um abrazo, Mauro.

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O TOURO INDOMÁVEL

Occy O touro indomável Image Mark Occhilupo apareceu como um meteoro no circuito mundial. Foto: ASP World Tour / Karen.My Hero, do Foo Figthers, tocava enquanto Occy destruía as ondas com as suas famosas patadas de backside e o seu incrível cutback de frontside enterrando a borda (manobra que seria imortalizada e imitada por muitas gerações), fazendo daquele filme um clássico para sempre... Em 1982, Durban, África do Sul, um desconhecido garoto de 16 anos, cabelos loiros, parafinados e compridos apareceu na praia de bermuda, camiseta e chinelo com duas pranchas sob os braços e assombrou o mundo chegando à final contra o famoso Shaun Thompson no antológico Gustom 500. Começava ali a excepcional história de Marco Lucciano Ochillupo, que nasceu em Sydney, Austrália, e apareceu como um meteoro no circuito no ano de 1982, já chegando a top 16 no ano seguinte. A partir daí foram quatro anos disputando o título mundial. Image Fabrício Fernandes ao lado do ídolo Occy no WCT disputado em 1997, na Barra da Tijuca (RJ). Foto: Arquivo pessoal Fau. Ganhou duas vezes o OP pro na Califórnia. Redefiniu a forma como se surfava de costas para a onda, ganhando em Jeffrey´s Bay no ano de 1984. Travou duelos fantásticos com o tricampeão do mundo Tom Curren. E ganhou também o Pipe Masters gigante em 1986, em um mar fora de controle, chegando a terceiro do mundo no final do circuito. Mas quando todos esperavam o que parecia inevitável, o título mundial, veio a decadência. Em 1988 ele abandonou tudo e com a morte de seu pai se isolou do mundo, entocando-se em sua casa. Em uma dieta de pizza, cerveja e televisão, engordou 50 quilos, ficando desfigurado. Exceto por Gordon Mershand, da Billabong, que sabia que o touro indomável estava apenas hibernando, o mundo esqueceu Occy. Quatro anos se passaram, até que em 1992 assisti Pump e The Green Iguana, com Occy pesadão, mas surfando como um garoto, jogando água para tudo que é lado nas suas famosas e brutais enterradas de borda. Comparei com o surf de caras famosos como Pottz, Curren, Carroll e novos fenômenos como Kelly, Taj, Rob e, sinceramente, à exceção de Kelly, Occy não devia nada a ninguém. Fiquei imaginando que se ele emagrecesse e encontrasse motivação para correr o circuito novamente iria dar trabalho. Comentei com uns amigos e eles riram dizendo que a era Occy já havia passado. Essa idéia durou até 1994, quando ele reapareceu no Pipe Masters, magrinho como nos anos 80, e varou as triagens, tirou o título mundial das mãos de Sunny Garcia e chegou à final, só não ganhando por ter pego o “E.T.” chamado Kelly Slater. No ano seguinte disputou todo o WQS e, em 96, de novo ficando à sombra de Kelly, onze anos depois de ter sido o terceiro do mundo, chegava ao vice. Em 1997 tive o prazer de conhecer Occy no intervalo de baterias do WCT, em um free surf na Barra da Tijuca. Sempre brincalhão, sorridente, conversou comigo, falou da vida e da carreira. Até tiramos uma foto juntos. Eu brinquei que um dia escreveria um texto sobre a sua fantástica carreira, e ele parecendo um moleque sorriu e escrachou mais uma direita com as suas patadas! Dois dias depois ele faria uma final contra Slater no histórico “Barradoor”, campeonato que se tornou uma clássica página do surf nacional. O touro indomável ganhou campeonatos em ondas perfeitas como o Skin em Bells, o OP nas Mentawaii, e alguns WCTs em Teahupoo, Fiji, vencendo algumas vezes até Slater, que em 98, ao término da temporada, talvez para reverenciar a incrível história de Mark, deixava o circuito, abrindo caminho para que ele pudesse buscar o seu merecido título. Era a consagração final... Posso ver a cena ainda em minha mente. Barra da Tijuca (RJ), penúltima etapa do WCT de 99. Teco x Campbell, o último pretendente ao título de Occy. Teco na frente da bateria, faltando 10 segundos para o término, o público se colocou em volta do australiano e, após a contagem regressiva, comemorou com o campeão, que foi às lágrimas, provando a todos que mesmo na dificuldade não devemos deixar de lutar e acreditar nos nossos sonhos. Mark Ochillupo é um talento nato, extremamente determinado e, acima de tudo, um cara de atitude, raça e que após 25 anos do seu aparecimento para o mundo, com 41 anos e depois de ter encarado quatro gerações de surfistas, continua enterrando sua borda com rasgadas insanas, dando aula para a molecada. Em um ano de ondas medíocres no WCT, o touro não conseguiu mostrar todo o seu potencial e infelizmente se despede do circuito, após ter redefinido os conceitos do surf em três décadas. Mas, em minha memória fica a lembrança de 2006, suas patadas explosivas de backside em um mar de 10 pés, no campeonato de Bell´s Beach, onde aos 40 anos mandou para casa mais cedo o tricampeão mundial Andy Irons e a eterna promessa Taj Burrow, mostrando o mesmo power surf que o consagrou em Jeffrey´s, em 1984. Para imortalizar uma carreira fantástica, Jack McCoy produziu o fantástico filme Occumentary e, no início do milênio, Paul Sarge, o gordinho, escreveu O Ano do Touro. Dois clássicos para jamais esquecermos do fantástico surf de Occy e da sua alegria de garoto aos 41 anos de idade. Promessa comprida, Occy, ta aí o texto. Aloha, Marco Lucciano Ochillupo, você é um surfista para ser aplaudido de pé! ESTA MATÉRIA FOI ESCRITA POR FABRICIO LEITE E NÃO PODERIA DEIXAR DE COMPARTILHAR COM OS AMIGOS. OCCY DE BACKSIDE, TEM UM SURF DIFERENCIADO, O VI MAIS DE UMA VEZ PESSOALMENTE.MAURO Valoración:   Votos: 0  



MAREJADA

MAREJADA

Marejada é o nome de uma revista do Chile que fala de surf. Recebi do nosso amigo Andres Torres, em um encontro em La Aguada, quase flat. Já havia feito no ano passado a materia surf local em que falava da injustiça da etapa do WCT Chile, em que os dias de "olas" grandes não foi realizada a competição por pressão de alguns competidores. Pude com a revista saber a impressão dos chilenos, em que na minha opinião Ramon Navarro, poderia ter tido um melhor resultado.

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Ramon Navarro o grande surfista do Chile.

A Rip Curl para não ter sua imagem prejudicada com a injustiça criou nesta etapa de Arica, uma competição paralela entre países, no qual o Chile saiu vencedor, com toda a Justiça, mas que nada representava no campeonato. Justamente esta competição paralela foi nos dias em que o mar oferecia um bom tamanho e certos competidores ficaram salvos de uma grande vexame.

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Ramon surfando as big waves.

Mantenho ainda minha opinião, de que Ramon teve um julgamento duvidoso e marcado pelos interesses dos competidores. A competição por países substitui a chamada "expression session", os chilenos cairam na armadilha e se contentaram com o prêmio, que no WCT não teve qualquer significado. Seria para a Rip Curl muito decepcionante um trialista, sulamericano e de um país sem muito tradição a nível de atletas, vencer uma competição deste porte. Então se deu um prêmio para os chilenos se calarem, o que pelo que vi na revista nossos amigos sulamericanos cairam e ficaram calados. Os amigos Paiperos que não viram as imagens da etapa histórica de Arica em 2007, solicitem ao Juanto ou ao 9:2 , que possuem cópia do DVD do campeonato.Um abrazo a todos,Mauro


As matérias estão com demora pois existe um problema tecnico com a edição das fotos. As desta matéria são as de arquivo da materia anterior.

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Foto de Ramon na bateria por países.

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El primer surfista brasilero en ser reconocido mundialmente


Após varios dias sem olas no Uruguay , somente me resta passar novas materias aos paiperos para matar "la fisura".

Pedro Paulo Guise Carneiro Lopes, foi campeão mundial de vôo livre, sexto colocado no Pipe Masters do Havaí, campeão carioca de hipismo e se manteve um bom tempo entre os 20 melhores surfistas do mundo.
Começou a surfar na década de 70, época em que o surf não era apenas um esporte mas um estilo de vida, no Pier e no arpoador berço do surf no Brasil, e logo se destacou como um dos melhores e mais simpáticos surfistas do mundo
Esse é o Pepê, tocava guitarra desde os 10 anos e teve uma banda chamada Barão de Itaguaripe, foi sempe dedicado a família, pai de dois filhos e bom marido, carioca da gema, amava o Rio de Janeiro, em uma matéria disse “Cada vez que eu vôo, dou graças a Deus por ser carioca”.

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Economista e empreendedor, Pepê fundou a Barraca do Pepê para suprir a necessidade de atletas, surfistas e voadores, de se alimentar de forma saudável e natural, logo a Barraca do Pepê virou mania e o seu sanduíche sinônimo de alimentação saudável com um estilo genuinamente carioca.

Li uma excelente materia em espanhol, que passo a transcrever aos paiperos :

Pedro “Pepê” Lopes fue el primer surfista brasilero en ser reconocido mundialmente y no por poca cosa; fue el primer surfista brasilero en ganar una etapa del Circuito Mundial de surf, el Waimea 5000 en 1976 -16 años pasaron para que su compatriota Fabio Gouveia venciera una etapa del mismo nivel-. Su victoria en ese año y su actitud en olas grandes y pesadas le dieron la invitación para el Pipeline Masters de ese año. En el que su actuación fue más que destacada logrando llegar a la final.


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Lopes había nacido en Río de Janeiro en 1957, empezó a surfar a los ocho y tenía 18 cuando tuvo su mejor año a nivel surfístico.

Se dedicó también a hacer Ala delta, siendo Campeón Mundial de dicho deporte en 1980.

Entre el 88 y el 90, fue el encargado de organizar el evento del circuito mundial Alternativa Pro.

En el 91, intentando obtener su segundo título mundial de Ala delta en Japón murió durante la competencia.

Fue sin dudas uno de los mejores y más influyentes surfistas de la historia del surf brasilero.



Todos os surfistas que forem ao Rio de Janeiro surfar na Barra da Tijuca , podem mirar a Barraca do Pepe até hoje funcionando. Um grande atleta, ganhou no hipismo, surf e voo livre. Morreu prestes a ganhar o bicampeonato mundial. Se hoje os surfistas brasileiros correm o WCT, é por ter Pepe ganho de igual para igual tanto no Brasil como no exterior contra Americanos , Australianos e Havaianos.

Aos mais jovens , eu digo, um grande surfista e uma grande pessoa. Morreu no auge da carreira.
Muitos já disseram que em Pipeline, lhe deram o sexto lugar,mas na verdade foi o vencedor,pois era na época, impossível um brasileiro vencer no Havai. Mark Richard, Shaun Tomson, Rory Russel, Michael Ho, até hoje dizem do grande atleta que Pepe foi. Mauro
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O MESTRE


Jamais se pode falar em Pipeline sem lembrar o grande mestre Gerry Lopes.
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El mestre

Gerry Lopez marcou época e se tornou uma lenda viva, um mito que surfou a temida Pipeline como poucos. O Pipe Master era sua casa.Mesmo quando fora do circuito fazia suas em Pipe.

Dezembro de 1972: Gerry Lopez consagra-se campeão com estilo e técnica incomparáveis.
Dezembro de 1973: Gerry novamente conquista o título. Após esse feito ele anuncia sua aposentadoria no surf profissional


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Estilo inconfundivel de Lopes.


Olas e tubos gigantes eram surfadas com muito estilo. G. Lopes foi quem descobriu e divulgou ao mundo as ondas da Indonèsia.

Além do surf teve no cinema como atividade. As cenas no filme de Conan , El Barbarian ninguem esquece. Um abrazo, Mauro.
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Billabong XXL 2008

Billabong XXL 2008


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Esta foto esta concorredo ao prêmio

O big rider carioca Rodrigo Resende, o "Monster", foi inscrito na disputa pelo prêmio da maior onda surfada na remada no Billabong XXL 2008.

Monster botou pra baixo - no braço - em uma bomba de aproximadamente 30 pés no último dia 5 de dezembro, no temido pico de Todos os Santos, México.

Outro big rider brasileiro na disputa pelo XXL 2008 é o pernambucano Carlos Burle, com uma morra surfada no último mês de novembro em Mavericks, em São Francisco, Califórnia, EUA.

A festa de premiação do Billabong XXL Global Big Wave Awards acontece no dia 11 de abril de 2008, na Califórnia, distribuindo prêmios em dinheiro para a maior onda surfada na remada, maior onda surfada de tow-in, maior tubo, melhor performance feminina e o grande prêmio da temporada, para a melhor onda surfada, independente do tamanho, que receberá US$ 50 mil.

O período de apuração das bombas surfadas vai de 22 de março de 2007 a 19 de março de 2008.

Quando miro esta foto fica a recordar a minha ida a Todos os Santos, flat, onde esperava pegar as maiores olas de minha vida e acabei no show dos Rolling Stones. Até a próxima,Mauro.


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